RapaduraCast 84 - Will Smith

Publicado em: 04-07-2008 @ 9:51 pm 
Postado em: RapaduraCast
Escrito por: Redação CCR

Willard Chiristoper Smith Jr. é O CARA! Não sabe de quem se trata? Ele também é conhecido como Fresh Prince. Ainda não sabe? Will Smith saiu do mundo da música para tornar-se um dos atores mais requisitados de Hollywood. O norte-americano representa uma geração “MTV com conteúdo“, trazendo um perfil diferente de ator: ele fica bem em ação, comédia e drama. Versatilidade total. O que ele tem de especial?

Jurandir Filho (o Juras), Raphael Santos (o Ph), Maurício Saldanha (o Mau) e Ana Martins (ouvinte vencedora da promoção para participar do programa e blogueira) conversaram sobre todos os filmes que Will participou. Em 1989 ele mudou-se para Beverly Hills para atuar em um seriado e logo de cara aceitou fazer o papel. “Fresh Prince of Bel-Air” durou seis anos e rendeu muitos frutos para o ator. Durante esse tempo, ele também se aventurou no mundo da sétima arte. Seu primeiro filme foi “Seis Graus de Separação“. O que mudou desse primeiro trabalho no cinema até o seu último lançamento, “Hancock“? Saiba tudo sobre o ator aqui!

O mais impressionante com esse programa foi constatar que muita gente gosta desse ator fantástico e não sabia. Veja abaixo a lista dos filmes comentados na edição de mais um podcast biografia:

Seis Graus de Separação (1993)
Os Bad Boys (1995)
Independence Day (1996)
Homens de Preto (1997)
Inimigo do Estado (1998)
As Loucas Aventuras de James West (1999)
Lendas da Vida (2000)
Ali (2001)
Homens de Preto 2 (2002)
Bad Boys 2 (2003)
O Espanta Tubarões (2004)
Menina dos Olhos (2004)
Eu, Robô (2004)
Hitch: Conselheiro Amoroso (2005)
À Procura da Felicidade (2006)
Eu Sou a Lenda (2007)
Hancock (2008)

Duração: 82 min

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CC: Hancock

Publicado em: 04-07-2008 @ 9:00 pm 
Postado em: Cabine Celular
Escrito por: Redação CCR

O novo filme estrelado por Will Smith estreou nas salas de cinema do mundo e o nosso intrépido Maurício Saldanha foi conferir. Será que valeu a pena esperar? Do que se trata o filme? Podemos assistir tranquilamente? Assista a mais um Cabine Celular e opine.

Hancock (Smith) é um super-herói que perdeu a sua popularidade entre aqueles que ele protege quando suas tentativas de resgate nem um pouco convencionais provocaram um terrível caos na cidade. Durante um resgate, Hancock conhece Ray Embrey (Jason Bateman), um agente de Relações Públicas recentemente demitido que se oferece para representar e recuperar a imagem pública de Hancock. Quando a mulher de Ray, Mary (Charlize Theron), e Hancock se encontram, ocorre uma inexplicável e imediata conexão entre os dois. Após muita resistência, Mary finalmente revela que ela também possui superpoderes e, logo em seguida, Hancock começa a perceber que seus poderes estão perdendo força. A notícia se espalha rapidamente entre os criminosos que Hancock colocou atrás das grades, e agora Hancock terá de encontrar um jeito de resgatar os seus poderes para continuar vivo.



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Batman na Fórmula 1

Publicado em: 03-07-2008 @ 1:53 am 
Postado em: Marketing no Cinema
Escrito por: Bruno Mendonça

Domingo, dia 6 de Julho, quem vai dirigir o Batmóvel são os pilotos da Toyota. Saiba os detalhes da campanha produzida pela Warner para a divulgação do novo Batman durante o circuito de Silvertone, na Inglaterra. Quem mais já usou do esporte para divulgar seus filmes? Confira aqui!

Por motivos de força maior, mudei a pauta da semana. Mas prometo semana que vem contar a ação de “Simpsons – O Filme“, que levou o Leão de Ouro em Promo no Festival de Cannes, o Oscar da publicidade mundial.

Batman - O Cavaleiro das Trevas” promete muito. Não só pelo filme, mas por toda a publicidade feita até agora: ARGs, virais e tudo mais para deixar os espectadores morrendo de curiosidade para ver o novo filme do morcegão. Irei retomar este assunto, na coluna do dia 16, semana de lançamento do filme e detalhar o case completo, mostrando ação por ação o que vem sendo feito e como o público participou dos virais.

Agora, a Warner Bros. encontrou um outro meio de divulgar o filme: no circo da Fórmula 1. Neste final de semana, acontece a nona etapa do mundial, no circuito de Silvertone, Inglaterra. E a equipe Toyota terá uma pintura temática, divulgando o filme em seu carro. Os pilotos da escuderia, Jarno Trulli e Timo Glock, também terão detalhes do herói em seus capacetes e macacões. E não pára por aí. Um Batmóvel e uma Bati-pod, a motoca do homem-morcego, também estarão presentes no circuito. Na quinta-feira, irão dar um volta completa, ao lado de um carro da Toyota, para a gravação de um comercial. E depois, os dois veículos ficarão o resto do final de semana expostos no padock, área de circulação de visitantes e da imprensa, atrás dos boxes do Toyota.

Não é a primeira vez que usam a Fórmula 1 para divulgar uma estréia. Em 2006, no GP de Mônaco a Red Bull Racing anunciou a chegada de “Superman - O Retorno“. E caracterizou os seus pilotos com o uniforme do homem de aço. O piloto Escocês David Coulthard cruzou a linha de chegada na terceira colocação e subiu ao pódio de um forma curiosa: com uma capa vermelha igual ao do herói.

A mesma equipe já havia participado do lançamento de “Star Wars: Episódio III - A Vingança dos Sith“, exibindo uma pintura nova em seus carros. E o mais legal: vestiu todos os mecânicos que fazem o Pit Stop de soldados do Império.

É uma forma interessante de pegar carona e divulgar o filme em um esporte visto por milhões de pessoas no mundo inteiro e que tem uma legião enorme de fãs e admiradores. Domingo, às 9h, assitam a corrida para conferir a pintura especial da Toyota e, quem sabe, ações interessantes durante a corrida.

Vale lembrar que “Batman - O Cavaleiro das Trevas” estréia no Brasil no dia 18 de julho. E na Inglaterra, local da corrida, na semana seguinte, dia 25.

ATUALIZADO: Confira imagens do treino que aconteceu na quinta-feira (4):

EXCLUSIVO: The Morgue

Publicado em: 03-07-2008 @ 1:02 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Raphael Santos

Recebemos com exclusividade o pôster do thriller THE MORGUE, filme dirigido por Halder Gomes e co-dirigido por Gerson Sanginitto. O longa será lançado nos EUA dia 02 de setembro pela LIONSGATE FILMS! No mesmo mês o filme chega também ao Brasil, em DVD, pela Universal Pictures (com o título “Cadáveres 2“). O longa não é nenhuma continuação, mas como é de praxe para as distribuidoras brasileiras (elas adoram inventar moda mudando os nomes originais dos filmes e lançando como seqüências), o resultado é esse mesmo. Ainda este ano o filme será lançado também no Japão, Espanha, Portugal e Romênia. Confira abaixo o cartaz:

Nós tivemos a oportunidade de assistir ao longa em sessões exclusivas e damos nossas impressões em primeira mão no mundo. O filme assimila fácil os elementos básicos do suspense e faz referências a outros filmes do gênero, como “O Sexto Sentido”, por exemplo.

Halder Gomes e Gerson Sanginitto são brasileiros que já há algum tempo fazem sucesso fora dos limites verde-amarelo. Gerson tem uma produtora em Califórnia, EUA, chamada Reef Pictures. De lá a dupla trilha uma competente carreira cinematográfica. Halder Gomes também colhe de lá seus frutos, mas mantém laços estreitos com o Brasil, mais especificamente no Ceará.

Em outras oportunidades, o cineasta cearense - que já foi dublê de luta em Hollywood, dentre várias outras funções durante sua vida – já havia ganhado destaque no âmbito dos curtas-metragens com a comédia “Cine Holiúdy - O Astista Contra o Caba do Mal”. Curta esse que é até estudado em universidades, além de bastante premiado pelo Brasil todo. Não é à toa que estou falando bastante dos diretores. A direção de “The Morgue” é o ponto forte. Até um olhar menos crítico consegue perceber tal detalhe. Para se ter idéia, o filme tem um plano que beira os quatro minutos, sendo que a câmera se encontra sempre em movimento. Movimentos complicados, diga-se de passagem. Na cena em que Margot (Lisa Crilley, de “Annapolis”) acende algumas velas, a câmera sai de uma tomada superior se movendo de forma interessante até ficar na horizontal. Sem nenhum corte ou defeito de enquadramento. Halder e Gerson acertaram nessa tomada – bem como em outras que não vou ficar contando e estragando as sensações que você deve ter da fita.

O roteiro de “The Morgue”, apesar de usar os elementos básicos do suspense (três atos: uma apresentação sem muita explicação, o desenrolar entrelaçando todos os personagens, e um terceiro com muitas revelações), conseguiu deixar todas as pontas, antes soltas durante o decorrer da trama, totalmente amarradas. Najla Ann Al-Doori não foi original, é fato, pois se apoderou de vários elementos de “O Sexto Sentido” (filme de M. Night Shyamalan), por exemplo. O espectador mais experiente pode muito bem facilmente matar a charada. Todavia, é o terceiro ato que faz o roteiro valer a pena. Além de juntar todas as pontas, como já disse, ele faz isso de uma maneira inteligente. É tanto que assistir ao filme pela segunda vez, já conhecendo de seus aspectos, é bastante válido e faz você captar alguns pequenos detalhes que enriquecem o título.

Por falar em tais detalhes, é interessante sempre guiar um olho atento. Ao longo dos seus minutos de projeção, “The Morgue” conta com vários pequenos detalhes. Uma característica de direção do Halder Gomes, agora aliado a seu amigo Gerson Sanginitto. Os dois lotaram as cenas com particularidades. Um exemplo é a pequena participação dos dois diretores no filme (mais referencias à M. Night Shyamalan?). Halder, e seus cabelos esvoaçantes, fecha o filme, enquanto que Gerson faz uma rápida participação como para-médico. Porém, são os detalhes que fazem sentido na trama que valem a pena. De uma forma ou de outra tudo ganha certo sentido: fotografia, trilha sonora e até a falta de ação em certas cenas. Será possível que nem um simples livro ganhando vários close-ups está a esmo? Pois bem, não está!

The Morgue” conta com nomes conhecidos no elenco. Heather Donahue, por exemplo, foi a protagonista de “A Bruxa de Blair” – filme que foi sucesso de bilheterias, mesmo sendo de baixo orçamento. O simpático Bill Cobbs, veterano de vários filmes sendo o último “Uma Noite no Museu” com Ben Stiller, também esteve lá. Inclusive, o personagem de Cobbs, no caso George, é peça chave no entendimento da trama.

O baixo orçamento de “The Morgue” talvez não tenha deixado o filme mais pomposo, mas para seus moldes não deixa de ser um destaque. Enquanto filmes medíocres com bom orçamento para o gênero - como “A Caverna”, de 2005, por exemplo - são bem vendidos, mas fracassam na opinião popular, “The Morgue” pode ter muito mais receptividade perante o público. À medida que outros se vendem com ultras-perseguições ou cenas que tentam tirar o fôlego (eu disse “tentam”), “The Morgue” se apresenta sutil, e acaba até propondo uma nova interpretação de aspectos religiosos que para todos é um mistério, quer queira, quer não.

Acima de tudo já citado, o filme ainda chega para reafirmar a versatilidade do diretor Halder Gomes. Para se ter idéia, o cearense já trilhou vários caminhos na vida. Agora no cinema tenta fazer o mesmo. Ele já passou de “filme de porrada” (“Sunland Heat”, de 2005), para um clássico da comédia regional que por onde passou conquistou chamado “Cine Holiúdy” e o fantástico “Loucos de Futebol”, para agora dar continuidade à sua carreira com o suspense “The Morgue”. Que venha mais de Halder Gomes!

PARA SABER MAIS DETALHES
- Trailer Oficial de THE MORGUE
- Podcast: Dublês no Cinema, com Halder Gomes
- Podcast: Carreira de Halder Gomes (versão nacional)
- Podcast: Carreira de Halder Gomes (versão internacional)
- Compre “Loucos de Futebol” + “Cine Holiúdy”

CC: Kung Fu Panda

Publicado em: 02-07-2008 @ 3:09 pm 
Postado em: Cabine Celular
Escrito por: Redação CCR

Conferimos a cabine de imprensa da nova animação da Dreamworks (“Shrek” e “Madagascar”) chamada “Kung Fu Panda“, distribuída no Brasil pela Paramount Pictures. Após a recente estréia da nova animação da Pixar, será que o panda Po vai conseguir cativar os cinéfilos? Maurício Saldanha foi conferir e trouxe um vídeo supimpa. Assista e opine!

O irreverente e preguiçoso panda chamado Po (Jack Black) é o único capaz de salvar o Vale da Paz do vilão Tai Lung (McShane), um poderoso leopardo das neves. Com os ensinamentos de Shifu (Dustin Hoffman), Po se torna um grande mestre do Kung Fu, à semelhança do Mestre Macaco (Jackie Chan), um exímio guerreiro que é tudo o que o panda quer ser.



ONDE FOI VISTO: Cinesystem Cinemas (Porto Alegre/RS)

A Rede Cinesystem Cinemas iniciou suas atividades em 1999 com a inauguração de 5 salas em Maringá-PR. Com um plano de expansão agressivo e uma atuação que garante a excelência na prestação de serviços, hoje, a Rede está consolidada como uma das principais exibidoras de cinema do país. Desde o seu surgimento até agora, já são 50 salas em operação distribuídas em várias cidades.

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CC: Amar… Não Tem Preço

Publicado em: 02-07-2008 @ 1:42 pm 
Postado em: Cabine Celular
Escrito por: Redação CCR

Chegando em poucas salas de cinema do Brasil, a comédia romântica francesa “Amar… Não Tem Preço” é pauta para esta edição do Cabine Celular. Maurício Saldanha faz uma breve análise da obra. Vale a pena assistir? Audrey Tautou está boa no papel? Assista ao vídeo e opine!

A jovem e interesseira Irène (Tautou) está hospedada em um luxuoso hotel com seu amante rico, quando conhece o tímido garçom Jean (Gad Elmaleh), surge uma atração entre os dois. Mas Irène confunde Jean com um ricaço e acha que pode unir o útil ao agradável. A partir daí começa uma sessão de encrencas e confusões, envolvendo identidades trocadas, e o esforço de Jean para manter sua farsa. Será que ele irá conseguir manter seu segredo, e se virar para sustentar os gostos caros da sua amada?



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Síndrome das Metades

Publicado em: 01-07-2008 @ 1:53 pm 
Postado em: Suspirolândia
Escrito por: Maíra Suspiro

Estou doente. Só pode. Peguei a sindrome das metades. Ou algo do tipo. Conversando com o parceiro de aventuras e também colunista Bruno Mendonça, percebi que em duas semanas vi cinco filmes pela metade. Absurdo. Afinal de contas, o copo está metade cheio ou metade vazio? Estou doente mesmo ou o tédio fílmico que anda grande?

[Ouvindo “Going to a Town“, do R. Wainwright] Sério. Chega a dar um desespero. Em menos de duas semanas, tentei assistir cinco filmes e todas as tentativas foram por água abaixo. Não vou culpar os filmes, até porque eles eram bons. Mas, e aí? O que é, então? Nunca mais vou conseguir assistir a um DVD por inteiro? Tá bom que eu prefiro muito mais ver o filme na telona, mas agora me tornei incapaz de assistir na telinha? Lascou.

Um tempo atrás, comecei a ver “Despedida em Las Vegas” e parei. Mas ali até teve uma explicação convincente: eu tava num dia impregnante e quis assistir àquele filme, em especial, noutro momento, mais inspirador e tranqüilo. Ok. E depois dele consegui ver outros filmes por inteiro, que eu lembre…

Daí essas semanas, comecei a usar meu aparelho de DVD. “Vamos lá, Suspiro”. Começo a ver “Menina Má.com”. Tá, eram bem 3h da madrugada e eu dormi no meio. Mas devo admitir que gostei até onde vi. Foi só o badalar do sono e do acordar-cedo do dia seguinte que falaram mais alto. Será que foi o meu inconsciente querendo evitar uma frustração, já que o filme tava surpreendentemente agradável? Bem, material para os Freuds da pipoca.

Achei perdido aqui em casa um DVD de “Desejo e Reparação”. “Opa! Vamo nessa”. Vamos, nada. No meio da guerra, pedi pinico. Fora que fiquei com abuso daquela loirinha arrogante. É, eu me irrito horrores com certos personagens. Uma graça.

Depois, acho que no dia seguinte até, comecei a ver “O Último Rei da Escócia”, que eu estava louca pra ver há tempos. Beleza. Bufu, desliguei a TV no meio. Simplesmente saí. Sem dó nem piedade. Sem vê nem pra quê. Foi quando comecei a ficar preocupada. Se um filme que eu estava querendo ver há tempos não me segurou no sofá, isso era sinal que a coisa tava afro-americana (evitando preconceito).

Pego emprestado “Amor à Flor da Pele”. Ok. Olhinho puxado para cá, olhinho puxado para lá. Sotaque engraçado aqui, carinhas iguais ali. Faltando trinta minutos para acabar o filme, desligo o DVD. Como assim?! Incontinência com o controle remoto? Só se for. Ou foi a rotina hollywodiana dos útimos meses que me deixou inquieta vendo um filme de estilo diferente?

Bem, não sei. Tudo que sei que estou arrasada. Tive que vir desabafar, até porque não achei outro tema para escrever essa semana, já que só consegui pensar nisso e nos olhinhos fofos do Wall-E. Mas ainda não assisti ao filme do carismático robô, então, não poderia falar dele ainda. Foi a crise mesmo. Vai ver vou ter que chamar o Dr. Gregory House para me ajudar. Ou quem sabe eu passei muito tempo vendo seriados e agora me desacostumei a ver filmes na TV. Será? Ou isso é fase de todo cinéfilo? Ou vai ver minha TPM veio de forma diferente esse mês: veio com inaptidão para Cinema na TV. Não sei. Sindrome cruel. Aceito sugestões e testemunhos.

Terminator 3: Proteja Jesus

Publicado em: 01-07-2008 @ 1:43 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Zé Ronaldo

ATENÇÃO: O objetivo deste post é apenas entreter. Não temos o intuito de ofender o credo de ninguém.

A idéia desta postagem veio após assistir ao trailer de “Disaster Movie” – mais outro filme de comédia escatológica, se já não bastasse “Super-Herói – O Filme” e “Espartalhões”. E a pergunta é: por que as pessoas vão ao cinema ver um filme com um roteiro totalmente absurdo e que apenas faz escárnio de outras produções?

Analisando bem, o enredo deste tipo de filme não possui lógica nenhuma (pelo menos para mim). Talvez esta seja uma provável explicação. Alguns espectadores podem estar apenas com vontade de se entreter com algo que não precise de muito raciocínio. Simplesmente rir de forma descompromissada. Como Freud disse uma vez: “Às vezes, um charuto é só um charuto”.

E já que o assunto é comédia escrachada, encontrei um vídeo que com certeza vai dividir opiniões. O que aconteceria se o Exterminador do Futuro (com direito a um Arnold Schwarzenegger dos pobres) viesse do futuro para impedir que Jesus fosse crucificado?

Titanic 2: Jack is back

Publicado em: 01-07-2008 @ 1:39 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Amenar Neto

Aproveitando essa série de matérias nostálgicas sobre a obra-prima “Titanic”, de James Cameron, encontrei um vídeo falso na Internet onde o mesmo brinca com a história do “Titanic” original, e numa edição muito bem feita, faz uma montagem de outros filmes que Leonardo DiCaprio fez, como “Prenda-me se for capaz” e “Romeu & Julieta”; e aproveita também trechos de outros longas como “Hulk”. Num lance imensa criatividade, arrumam um jeito de trazer Jack Dowson de volta à vida. Vale à pena assistir. Aproveite. Ou não!



Nota do Editor: Isso é mais velho que a Arca de Noé.

Dez anos sem Akira Kurosawa

Publicado em: 01-07-2008 @ 1:36 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Zé Ronaldo

Neste ano é comemorado o centenário da imigração japonesa – a vinda dos primeiros imigrantes é retratada no filme tupiniquim “Gaijin – Os Caminhos da Liberdade”, de Tizuka Yamasaki. Coincidentemente, em 2008 completa uma década da morte do cineasta nipônico Akira Kurosawa. Do seu trabalho, a obra mais conhecida é “Rashomon”. Filme este que foi consagrado com o Leão de Ouro e um Oscar Honorário de Melhor Filme Estrangeiro (a categoria só foi criada em 1956. Antes disso, a Academia, em algumas cerimônias da premiação, concedia estatuetas aos melhores filmes estrangeiros exibidos nos Estados Unidos).

Além de “Rashomon”, da sua filmografia destaca-se “Os Setes Samurais” – considerada por muitos críticos a sua obra-prima – que recebeu duas indicações ao Oscar. Além disso, foi a inspiração para o western “Sete Homens e Um Destino”, de 1960. Que consta no elenco Charles Bronson e Steve McQueen. Apesar de suas películas carregarem traços da cultura oriental, o diretor tinha influência de autores ocidentais como Shakespeare e Dostoievski. Preocupando-se em abordar o homem em meio aos infortúnios causados pelo seu semelhante.

Como acontece com uma boa parcela dos grandes talentos, ele só teve o devido reconhecimento de seu país de origem postumamente. O que é uma pena. Para quem não conhece o trabalho deste prolífico diretor, segue abaixo a relação de suas principais obras:

Waga Seihum Ni Kuinashi (1946)
Rashomon (1951)
Os Sete Samurais (1954)
Trono Manchado De Sangue (1957)
Yojimbo - O Guarda Costas (1961)
O Barba Ruiva (1965)
Dersu Uzala (1975)
Ran (1985)
Sonhos (1990)
Rapsódia Em Agosto (1991)
Madadayo (1993)

A título de curiosidade, após a morte de Kurosawa e outros talentos como Shohei Imamura e Yasujiro Ozu, Clint Eastwood é o maior cineasta japonês – honorariamente japonês – vivo atualmente. É preciso mencionar que isso é resultado de seu aclamado filme “Cartas de Iwo Jima”, que relata a Segunda Guerra Mundial pela ótica do exército japonês – uma produção totalmente japonesa, com atores japoneses falando em seu idioma. Produção – que complementa “A Conquista da Honra”, também de Eastwood - indicada ao Oscar de Melhor Filme, Direção, Roteiro Original e Edição de Som.

O Filme Ideal para o Verão

Publicado em: 01-07-2008 @ 1:29 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Luiz Belmiro

Agora que já estrearam a maioria dos blockbusters do ano, chegou a hora propícia para comentá-los. Não se trata aqui de comentar a qualidade dos filmes, mas de comentar uma tendência que o cinema americano vem mostrando cada vez mais forte dos últimos anos: a falta de originalidade.

Alguns anos atrás, li em algum site especializado em cinema (perdoem-me, mas não lembro qual site) uma coluna comentando que as principais estréias do verão americano daquele ano tinham em comum o fato de não serem roteiros “originais”. Adaptações de histórias em quadrinhos, remakes e continuações de blockbusters davam o tom, e não tínhamos nenhum grande sucesso escrito originalmente para o cinema.

Cada vez mais essa tendência foi ficando forte, a ponto de hoje os grandes estúdios preferirem não se arriscar colocando na disputa de verão uma produção que já não tenha pela menos uma fatia do público certa: fãs de hq’s, de séries de televisão ou de produções de sucesso do passado. Vide as principais estréias desse verão: “Sex And The City”, “Homem de Ferro”, “O Incrível Hulk”, “Speed Racer”, “Agente 86” e o novo “Indiana Jones“, que bem poderia se chamar “Em Busca de Mais Dólares”.

Essa tendência inclusive começa a contagiar outras épocas do ano, como foram as “ressurreições” de Rocky e Rambo no começo de 2007 e de 2008. E não deve parar por aí a onda de adaptações e “ressurreições”: já estão em produção “Wolverine Origins” e “Comandos em Ação”; e já foram anunciados “O Surfista Prateado” e a volta de “Conan” e “Robocop”.

Numa época como essa seria oportuna a estréia do último filme de um dos poucos cineastas que mantém a criatividade em Hollywood, Michael Gondry. Depois do belo “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças” ele lançou em janeiro último “Be Kind Rewind”, com Jack Black e o rapper Mos Def. Na história, Black vive um homem que ao tentar sabotar uma estação de força, gera um campo magnético e acidentalmente apaga todas as fitas da locadora de vídeo em que trabalha seu melhor amigo, Mos Def. A saída encontrada pelos dois para salvar a locadora e o emprego do balconista é fazer eles mesmos “remakes” dos filmes da locadora: “Os Caça-Fantasmas”, “RoboCop”, “A Hora do Rush 2”, “2001”, “Os Donos da Rua”, “Quando Éramos Reis”, “King Kong” e “Conduzindo Miss Daisy” entre outros. Se permanecer a atual tendência dos grandes estúdios hollywoodianos, a saída para aqueles que gostam de cinema será a mesma sugerida no filme de Gondry: começar a contar suas próprias histórias.

007 Quantum of Solace (2008)

Publicado em: 30-06-2008 @ 10:08 pm 
Postado em: Trailers
Escrito por: Jurandir Filho



QUANTUM OF SOLACE dá continuidade às aventuras de James Bond (Daniel Craig) em 007 CASSINO ROYALE. Agora ele acaba de ganhar um teaser trailer. E não poderia estar melhor! Traído por Vesper, a mulher que amou, 007 luta contra o impulso de tornar pessoal sua última missão. Em sua determinação de descobrir a verdade, Bond e M (Judi Dench) interrogam Mr. White (Jesper Christensen) que revela que a organização que chantageou Vesper é muito mais complexa e perigosa do que seria possível imaginar.

Informações forenses vinculam um traidor do Mi6 a uma conta bancária no Haiti, onde um erro de identidade apresenta a Bond a bela e agressiva Camille (Olga Kurylenko), uma mulher que já possui sua vendeta particular. Camille leva Bond diretamente a Dominic Greene (Mathieu Amalric), um empresário cruel e importante peça da misteriosa organização.

Em uma missão que o leva à Áustria, Itália e América do Sul, Bond descobre que Greene, conspirando para obter controle total de um dos mais importantes recursos naturais do mundo, está forjando um acordo com o desterrado General Medrano (Joaquín Cosio). Usando seus parceiros na organização e manipulando poderosos contatos na CIA e no governo britânico, Greene pretende derrubar o atual regime de um país latino-americano e colocá-lo sob controle do General em troca de uma área de terra aparentemente árida.

Em meio a traições, assassinatos e hipocrisias, Bond busca velhos amigos na batalha para descobrir a verdade. À medida que se aproxima do homem responsável pela traição de Vesper, 007 precisa manter-se à frente da CIA, dos terroristas e até de M, para desfazer o sinistro plano de Greene e paralisar sua organização.

CASSINO ROYALE é um ótimo filme. Retrataram o personagem de uma forma mais adulta. Essa seqüência promete ir além, mostrando um James Bond bem mais evoluído e preparado para lutar contra todos.

AVALIAÇÃO DO TRAILER: 9/10
ESTRÉIA NOS EUA E BRASIL: 07 de Novembro de 2008

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