Sabe quando você está na boa navegando no portal do Cinema com Rapadura e de repente se depara com matérias do tipo: “Fulano de tal cotado para seqüência do filme tal?“. Pois bem, essa semana saiu a dita manchete se referindo à continuação de “Mergulho Radical”. Tipo, na época eu realmente fiquei incrivelmente deslumbrado só com o pôster (Jessica Alba de biquíni, alguém lembra?). Porém, na minha cabeça só se passam bombas sendo ditas do filme e coisas afins. Enfim, Jessica Alba é um motivo legal pra ir ao cinema, mas não é realmente o bastante.
Então, porque raios se fazem sequências de filme que realmente não valem a pena? Quando você consegue se desvincular da porcaria que foi o primeiro, eis que me surgem com o segundo, e às vezes com o terceiro.
Dentre essas pérolas que realmente não deveriam ter existido, posso citar “Scooby-Doo 2 - Monstros à Solta“, comentado brilhantemente (?!) no RapaduraCast dessa semana. Roteiro fraco, atuações fracas, piadas fracas. E aí vão se seguindo “O Dono da Festa 2“, “Todo Mundo em Pânico 2” (com raras exceções de piadas nas continuações 3 e 4), “Olhos Famintos 2“, “Garfield 2“, “Vovó…Zona 2“… e uma série de filmes que são acompanhados por um numeral. Isso quando não se inventam prequels absurdas. Depois de “Batman Begins“, parece que todo mundo gostaria de ter um begin: “Hannibal - O Início“, “Ripley - No Limite“… E desculpe-me fazê-los lembrar das descendências de certos personagens como “O Filho do Máskara” e “O Filho de Chuck“.
Não sou contra sequências, por favor não me exorcizem, muito pelo contrário. Shrek 2, por exemplo, é a supremacia quando se fala em animação, e o que não dizer de outros que superaram o filme original (“Homem-Aranha 2″; “X-Men 2″; ”Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban”). Mas há filmes que não deveriam nem ter ido a primeira vez, quanto mais a segunda. Mais uma mostra de que o poder capitalista de Hollywood extrapola muito às vezes. Alguém lembra de outros aí que não mereciam uma continuação? Isso é o que não falta. Mais criatividade, Dr. Hollywood! Os fãs de cinema agradecem. E assim não veremos mais a volta dos que deveriam ter ido pra sempre.

Ao escutar o 
“Você vai acreditar que o homem pode voar“. Este era o slogan utilizado para a divulgação de um filme que se tornaria um marco na história do cinema:
Nunca colecionei nada. Tá bom, nada é exagero. Lembro que fiz alguns álbuns quando criança, algumas figurinhas aqui, brindes de salgadinhos ali, porém nada que me tomasse tempo e dedicação. Porém, quando recebi meu primeiro salário comecei uma louca compulsão por DVDs. Comprei dois boxes de filmes de
Estamos à beira das eleições para a presidência dos Estados Unidos. E eis que um dos mais “políticos” dos diretores entra na disputa presidencial de uma maneira não muito, digamos, usual. O próximo projeto o diretor Oliver Stone, como todos já devem saber, é o filme “W”, cinebiografia do presidente George W. Bush. O curioso é que Bush ainda nem largou a cadeira do Salão Oval. Como foi 


Estava eu, num momento de ócio, navegando pelas comunidades de “amigos” do Orkut. Estou para me formar como profissional de comunicação, e para ser um bom comunicador, ter conhecimento do público alvo é fundamental. A mesma coisa se diz na questão “ser legal com seus conhecidos”. Eis que na página de um destes conhecidos, vejo uma comunidade que me fez pular da cadeira, olhos saltarem para fora, coração acelerar, e o sangue subir me deixando vermelho. Claro, teria sido assim literalmente, se eu fosse um desenho animado. Mas juro, foi desta forma que me senti. O indivíduo fazia parte de uma comunidade chamada: “