E quem não quer viver um amor daqueles de cinema? Um ao estilo de “Romeu e Julieta” ou de “E o Vento Levou…” Mas algumas vezes eles parecem tão perfeitos que acabamos achando que eles só existem na ficção e que não podemos nos dar ao luxo de desejar sentimentos assim.
As histórias de amor vêm embaladas naquele rótulo de que o casal passa por obstáculos para pôr em prova o que sentem um pelo outro e no final tem sempre um final feliz… uma coisa meio novela mexicana. Os finais felizes são adequados para alimentar o desejo da platéia de viver uma história como a que foi exposta na película, mas ao mesmo tempo os expectadores sabem que nem tudo é tão lindo como nos filmes. Daí vêm os finais trágicos, aqueles que nos emocionam, fazendo-nos identificar com os personagens e derramar lágrimas e lágrimas lamentando aquele amor tão lindo que acabou em uma separação ou na morte.

Nicolas Cage e Meg Ryan fazem os protagonistas de Cidade dos Anjos
Quando filmes como “Titanic”, “Cidade dos Anjos”, “Um Amor para Recordar” e “Moulin Rouge – Amor em Vermelho” terminam de formas tão tristes, s vezes não entendemos porque acabamos gostando tanto deles. Talvez seja porque nos ensinam a dar mais valor ao amor e a usar a velha técnica do Carpe Diem e aproveitar todos os momentos com aquela pessoa que é especial para nós. E o cinema vai continuar trazendo muitas outras histórias de amores que vencem preconceitos como em “Dirty Dancing- Ritmo Quente” ou como aqueles que ultrapassam as barreiras da vida como em “Ghost – Do Outro Lado da Vida”. Quem não quer escrever o “Diário de uma Paixão” ou ter o seu “Shakespeare Apaixonado”?
Seja como for, o cinema vai sempre nos mostrar amores possíveis e impossíveis e fazer com que as pessoas continuem procurando seu Christian, sua Satine; seu Romeu, sua Julieta; e até quem sabe um Jack ou um Ennis, aqueles cowboys de Brokeback Mountain. O importante é saber aceitar os clichês do amor e entender que “A melhor coisa que você aprenderá é simplesmente amar e ser amado” (Moulin Rouge). Para quem já aprendeu, sinta-se realizado. Aos que não aprenderam, abram o coração sempre.
9 | April | 2007 às 09:40
Claro que faltou filme!!! Faltou “Antes Que O Dia Termine”! A história é linda e valeria a pena citar!!!
Adorei esse tema!
Bjus
9 | April | 2007 às 10:37
falou tudo.. adorei o texto!
9 | April | 2007 às 10:59
Os filmes citados são ótimos!!!!!
Um que eu amooo de paixão, tirando Moulin Rouge, é Cold Mountain!!! também estrelado pela maravilhosa atriz Nicole Kidman!!!!!
9 | April | 2007 às 11:46
Seleçao perfeita… eu axo que o amor nao pode ser mostrado de uma maneira monótona que muitos vem mostrando por ai… tem q cada vez mais es inovar na arte de amar como os clássicos Moulin Rouge e Titanic que apresentam histórias diferentes das normais e um amor alem da vida como Ghost.. Bom mesmo…
9 | April | 2007 às 16:59
ETERNO BRILHO DE UM NAMORO SEM DISTANCIA-
Esse é o título de minha história de amor de 3 anos de namoro com 2 intervalos vamos dizes assim. Ficamos 6 meses “separados”, achando q não dávamos certo. Nos conhecemos num lugar em comum e descobrimos grandes diferenças na personalidade de cada um,grandes particularidades, coisas em comum, signos (Áries/Escorpião) e a distãncia. Sim, meu grande amor é de Mauá e eu sou de Guarulhos, 3 horas de viajem da casa de um pro outro, mas isso não é suficiente, não foi e nunca será. Voltamos depois de 6 meses e meio praticamente depois q eu terminei o relacionamento com uma pessoa maravilhosa, que eu gostava muito, só que quem eu amava estava sozinho e sem mim, demorou para cair a ficha de ambos. A personalidade de um escorpiano é forte e muitas vezes eles não admitem o que sentem. Mas ele admitiu, eu só fingia não querer mais, enganava a mim mesmo, e como Moulin Rouge no tango de Roxane recebi a inesperada visita numa madrugada de um dia de semana do meu granfde amor q saiu de sua longinqua casa na cidade de Mauá ao meu encontro.
Hoje estamos bem, juntos e finalmente felizes um ao lado do outro pois será eterno esse brilho em nosso namoro que não há distancia que o faça sumir. Seja apagando o Msn, o Orkut, o telefone sempre andaremos com a sombra do outro, seja estando ao lado ou não um do outro. Pois somos uma só alma. Livres!!!não possuímos as pessoas, temos apenas amor por elas e nada mais. E isso nos basta para vivermos juntos uma história romãntica como no cinema.
9 | April | 2007 às 17:37
Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças, esse filme é um ótimo exemplar de filme de amor, o seu texto tá muito bom tb!
9 | April | 2007 às 18:46
Claro que faltaram váaarios romances no texto, mas talvez fosse difícil terminá-lo se eu começasse a exemplificar com cada história de amor bonita que o cinema já nos trouxe. Brilho Eterno, Outono em Nova York, Doce Novembro, Johnny e June. Enfim. São tantos.
De qualquer forma, fico grato com os elogios ao texto e com a participação de todos!
Continuem comentando.
p.s: Bela história, Will! Sejam felizes!
10 | April | 2007 às 12:32
claro que faltou. Um clássico desse gênero: “Love Story”!
11 | April | 2007 às 09:49
Brilho Eterno de Uma Mente sem Lembranças tem um toque único e belo!
11 | April | 2007 às 11:47
Faltou encontro marcado com Brad Pitt….
Boa história.
13 | April | 2007 às 11:46
Ah.. sinto muito mas discordo.. adorei todos esses filmes de romance “trágicos” em que derramamos rios de lágrimas.. mas eu confesso que gosto mesmo é de final feliz, daqueles bem básicos como em Uma linda mulher e outros tantos em que “viveram felizes para sempre”.. rs… sempre digo que gosto de ir ao cinema pra me “desligar” do mundo e não para ver “dramas da vida real” mas cada um tem seu gosto, né?! Ainda bem!..