E quem não quer viver um amor daqueles de cinema? Um ao estilo de “Romeu e Julieta” ou de “E o Vento Levou…” Mas algumas vezes eles parecem tão perfeitos que acabamos achando que eles só existem na ficção e que não podemos nos dar ao luxo de desejar sentimentos assim.
As histórias de amor vêm embaladas naquele rótulo de que o casal passa por obstáculos para pôr em prova o que sentem um pelo outro e no final tem sempre um final feliz… uma coisa meio novela mexicana. Os finais felizes são adequados para alimentar o desejo da platéia de viver uma história como a que foi exposta na película, mas ao mesmo tempo os expectadores sabem que nem tudo é tão lindo como nos filmes. Daí vêm os finais trágicos, aqueles que nos emocionam, fazendo-nos identificar com os personagens e derramar lágrimas e lágrimas lamentando aquele amor tão lindo que acabou em uma separação ou na morte.

Quando filmes como “Titanic”, “Cidade dos Anjos”, “Um Amor para Recordar” e “Moulin Rouge – Amor em Vermelho” terminam de formas tão tristes, s vezes não entendemos porque acabamos gostando tanto deles. Talvez seja porque nos ensinam a dar mais valor ao amor e a usar a velha técnica do Carpe Diem e aproveitar todos os momentos com aquela pessoa que é especial para nós. E o cinema vai continuar trazendo muitas outras histórias de amores que vencem preconceitos como em “Dirty Dancing- Ritmo Quente” ou como aqueles que ultrapassam as barreiras da vida como em “Ghost – Do Outro Lado da Vida”. Quem não quer escrever o “Diário de uma Paixão” ou ter o seu “Shakespeare Apaixonado”?
Seja como for, o cinema vai sempre nos mostrar amores possíveis e impossíveis e fazer com que as pessoas continuem procurando seu Christian, sua Satine; seu Romeu, sua Julieta; e até quem sabe um Jack ou um Ennis, aqueles cowboys de Brokeback Mountain. O importante é saber aceitar os clichês do amor e entender que “A melhor coisa que você aprenderá é simplesmente amar e ser amado” (Moulin Rouge). Para quem já aprendeu, sinta-se realizado. Aos que não aprenderam, abram o coração sempre.
Este é o blog criado pelo portal Cinema com Rapadura com o intuito de realizar uma maior interação com os seus leitores. São publicadas matérias especiais, colunas, textos variados e muitos mais. Tudo sobre o mundo cinematográfico!
Claro que faltou filme!!! Faltou “Antes Que O Dia Termine”! A história é linda e valeria a pena citar!!!
Adorei esse tema!
Bjus
falou tudo.. adorei o texto!
Os filmes citados são ótimos!!!!!
Um que eu amooo de paixão, tirando Moulin Rouge, é Cold Mountain!!! também estrelado pela maravilhosa atriz Nicole Kidman!!!!!
Seleçao perfeita… eu axo que o amor nao pode ser mostrado de uma maneira monótona que muitos vem mostrando por ai… tem q cada vez mais es inovar na arte de amar como os clássicos Moulin Rouge e Titanic que apresentam histórias diferentes das normais e um amor alem da vida como Ghost.. Bom mesmo…
ETERNO BRILHO DE UM NAMORO SEM DISTANCIA-
Esse é o título de minha história de amor de 3 anos de namoro com 2 intervalos vamos dizes assim. Ficamos 6 meses “separados”, achando q não dávamos certo. Nos conhecemos num lugar em comum e descobrimos grandes diferenças na personalidade de cada um,grandes particularidades, coisas em comum, signos (Áries/Escorpião) e a distãncia. Sim, meu grande amor é de Mauá e eu sou de Guarulhos, 3 horas de viajem da casa de um pro outro, mas isso não é suficiente, não foi e nunca será. Voltamos depois de 6 meses e meio praticamente depois q eu terminei o relacionamento com uma pessoa maravilhosa, que eu gostava muito, só que quem eu amava estava sozinho e sem mim, demorou para cair a ficha de ambos. A personalidade de um escorpiano é forte e muitas vezes eles não admitem o que sentem. Mas ele admitiu, eu só fingia não querer mais, enganava a mim mesmo, e como Moulin Rouge no tango de Roxane recebi a inesperada visita numa madrugada de um dia de semana do meu granfde amor q saiu de sua longinqua casa na cidade de Mauá ao meu encontro.
Hoje estamos bem, juntos e finalmente felizes um ao lado do outro pois será eterno esse brilho em nosso namoro que não há distancia que o faça sumir. Seja apagando o Msn, o Orkut, o telefone sempre andaremos com a sombra do outro, seja estando ao lado ou não um do outro. Pois somos uma só alma. Livres!!!não possuímos as pessoas, temos apenas amor por elas e nada mais. E isso nos basta para vivermos juntos uma história romãntica como no cinema.
Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças, esse filme é um ótimo exemplar de filme de amor, o seu texto tá muito bom tb!
Claro que faltaram váaarios romances no texto, mas talvez fosse difícil terminá-lo se eu começasse a exemplificar com cada história de amor bonita que o cinema já nos trouxe. Brilho Eterno, Outono em Nova York, Doce Novembro, Johnny e June. Enfim. São tantos.
De qualquer forma, fico grato com os elogios ao texto e com a participação de todos!
Continuem comentando.
p.s: Bela história, Will! Sejam felizes!
claro que faltou. Um clássico desse gênero: “Love Story”!
Brilho Eterno de Uma Mente sem Lembranças tem um toque único e belo!
Faltou encontro marcado com Brad Pitt….
Boa história.
Ah.. sinto muito mas discordo.. adorei todos esses filmes de romance “trágicos” em que derramamos rios de lágrimas.. mas eu confesso que gosto mesmo é de final feliz, daqueles bem básicos como em Uma linda mulher e outros tantos em que “viveram felizes para sempre”.. rs… sempre digo que gosto de ir ao cinema pra me “desligar” do mundo e não para ver “dramas da vida real” mas cada um tem seu gosto, né?! Ainda bem!..
Não sou muito fã de filmes que retratam o amor. Mas de vez em quando é difícil não se emocionar com tal história. Pois lembra um antigo amor e nos faz voltar no tempo por alguns minutos! Na minha opinião, o tema é bem mostrado no cinema: fantasioso até certo ponto e também consegue ser realista!