Julgar ou não um filme pela capa?

Publicado em: 16-05-2007 @ 5:28 pm 
Postado em: Especiais
Escrito por: Diego Benevides


Quem nunca olhou para a capa de um DVD na locadora ou para um cartaz exposto nas salas de projeção e pensou: “nossa, esse filme deve ser bom”. Ou pior ainda: “esse filme deve ser muito chato”? Independente da sua reação ao olhar a imagem que anuncia o conteúdo de um filme, sempre existem os que chamam mais nossa atenção. Sabendo ou não da história, o design do cartaz juntamente com os nomes que assinam cada filme tornam-se atrativos (ou não) para uns e outros.

Cheio de cores, situações ou momentos importantes que prevêem a história, esperamos que no cartaz de divulgação do filme esteja a maioria dos elementos possíveis para despertar o interesse das pessoas em locar ou comprar um ticket e vê-lo no cinema. É bem verdade que a modernização e os recursos gráficos estão desenvolvendo cada vez mais variados e bons pôsteres. O que é verdade também é que algumas vezes os investimentos no filme são tão poucos que nem no material de divulgação investe-se, desvalorizando a produção e afastando-a do espectador. De qualquer forma, analisar se um pôster chama ou não a atenção é o mesmo que discutir se um filme é bom ou não. É engraçada essa divergência entre gostos que a indústria cinematográfica provoca. Até em um simples pôster ou em uma simples caixinha de DVD pode aguçar em qualquer pessoa a adoração ou o repúdio, quanto mais um filme.

No caso das locadoras, perdi as contas de quem já me disse que a capa dos filmes é que decidem se irão ser locados ou não. Um raciocínio lógico. Quem se dirige até uma locadora sem um filme em específico para alugar, gasta minutos e minutos analisando todos os cantos das estantes até achar “o” filme que tenha despertado alguma sensação dentro de si. Seja pelo elenco, seja pelos elementos gráficos, ou pelo próprio nome do filme, algo sempre interessa. Agora, será mesmo que este filme que parece ser tão bom realmente o é? Ou seria melhor então alugar um com uma capa mais modesta, mas que promete uma história boa? Cada qual tem seus critérios para escolher, mas nem sempre obtém sucesso. Já cansei de contar as vezes que eu pensei que um filme seria bom pela capa, mas até a sinopse que se encontrava na parte de trás da caixa do DVD me enganou.

E no cinema? Algumas vezes vemos cartazes tão bem elaborados, expressivos e com frases de efeito (principalmente nos filmes de terror e suspense) que fazem com que esperemos a data de estréia, nos deixando com uma expectativa positiva, mas que nem sempre é correspondida. Do mesmo jeito que filmes com cartazes mais simples podem nem chamar tanto a atenção, mas são filmões. E sabemos que isso acontece mesmo. Outro caso onde isso acontece são com os ditos banais filmes B, aqueles que ou são independentes ou não têm o investimento suficiente para ser distribuído em circuito aberto e vão direto para as prateleiras das locadoras, muitas vezes passando despercebidos.

A Vida de David Gale

A Vida de David GaleVou começar a exemplificar com o fenomenal “A Vida de David Gale” (2003). Com uma capa normal, mostrando os personagens principais da trama, Kevin Spacey como David Gale, um professor universitário que luta contra a pena de morte juntamente com Kate Winslet na pele de Elizabeth Bloom, uma jornalista que passa a investigar a vida de Gale quando este é condenado à pena de morte e descobre fatos que podem mudar a história do sistema judicial americano. Com uma temática forte, talvez seja um dos motivos que tenha vindo direto para DVD. Mas voltando à questão da capa do DVD, talvez não atraia tanto os olhos curiosos dos locadoramaníacos por não ter nenhum elemento atraente e por fazer com que nos questionemos: “por que eu deveria saber a vida deste homem?”. Se fosse comigo, eu alugaria imediatamente, pois sou muito curioso, mas nem todos têm essa curiosidade a ser saciada. A imagem com mistura dos rostos de Spacey e Winslet designam exatamente este mistério da história e não dão uma prévia para o quanto o roteiro é denso e ímpar. Chocante e pretensioso, o longa conecta o espectador a um mundo totalmente regido por soluções rápidas e põe em questionamento a sentença à pena de morte, sendo um bom objeto de estudo acadêmico e para a auto-reflexão.

As Virgens Suicidas

As Virgens SuicidasOutro filme que segue a mesma linha de uma capa não muito convidativa é a estréia de Sofia Coppola na direção, em “As Virgens Suicidas” (2000). Sem apelar para uma imagem dramática para que entrasse em harmonia com o titulo, o pôster é simples e acima de tudo sensível, não transparecendo abordar um tema sobre suicídio de adolescentes. A partir do momento que você se permite assisti-lo, é possível interpretar tal delicadeza que entra em sintonia com a pureza da virgindade e da juventude, tornando-se tão sensível quanto a forma como o assunto foi abordado. O público nunca terá a certeza porque aquelas moças da família Lisbon que viveram na década de 70 em Michigan encontraram no suicídio a saída para seus problemas. “As Virgens Suicidas” dá margem para várias leituras por estudar psicologicamente as personagens e focar nas relações familiares de uma época rígida e solitária. Sofia Coppola surpreende pela maturidade e ao mesmo tempo pela leveza da sua direção. Orientada pelo seu pai, Francis Ford Coppola, que assumiu a produção do longa, ela adaptou o roteiro como uma veterana e sabia muito bem o que extrair de cada personagem, exaltando Kirsten Dunst, na pele de Lux Lisbon, um dos seus personagens mais soltos onde foi notável sua capacidade dramática e ficou comprovado seu talento.

O Iluminado

O IluminadoO que falar do clássico “O Iluminado” (1980) de Stanley Kubrik? A capa com o rosto psicopata de Jack Torrance, personagem de Jack Nicholson, não provoca muitas reações para quem o vê dando bobeira entre outros DVDs. A priore, nem parece que o filme se trata de um thriller de terror e suspense e a expressão de Nicholson não é nada atraente. Certamente estaria em um dos últimos lugares dos filmes que muita gente alugaria. O que só sabe-se depois que vemos o filme é que a imagem que ilustra o DVD é uma das partes mais significativas de toda a película e que transmite toda a personalidade alterada do protagonista. Além disso, podemos ter uma visão entre um verdadeiro clássico de terror e as atuais produções do mesmo gênero que são apelativas e indelicadas, clamando para a tosquice e o exagero. Em “O Iluminado”, Kubrik escolheu a obra certa para adaptar para as telonas e mostrar que não é preciso ser apelativo para assustar ou deixar o espectador angustiado e tenso. Uma verdadeira mostra de como o fazer terror devia continuar sendo produzido, ao invés de cair na mesmice da modernidade, mostrando-se cada vez mais filmes fracos e descartáveis.

Mulheres Perfeitas

Mulheres PerfeitasAgora vamos trocar os papéis e exemplificar alguns filmes cujos pôsteres são interessantes mas que desapontam depois que assistimos. Começo com a beleza estonteante de uma das atrizes mais talentosas de Hollywood, Nicole Kidman, na comédia “Mulheres Perfeitas” (2004). Vou logo salientar que não estou dizendo que não gosto dos filmes, mas sim que prefiro o cartaz ao filme, é diferente. E é o que acontece no filme do diretor Frank Oz. A refilmagem de “As Esposas de Stepford” (1975) não foi um grande acerto na carreira da atriz, que talvez tenha sido escalada somente para fazer jus ao título da trama. Concordam que é bem melhor admirar o pôster do que assistir às quase duas horas de projeção. A má recepção foi tanta, que Kidman teve que abandonar as gravações de A Intérprete para regravar o final de Mulheres Perfeitas, pois nas exibições-teste que foram feitas antes de estrear, o longa não foi nada bem. E nem a mudança do desfecho minimizou o seu fracasso. A história é tão dispensável e vaga que parece que o filme não chega a lugar nenhum e não acaba nunca. Claro, dá para tirar várias discussões sobre a sociedade atual e as relações entre as pessoas dentro dela, mas é só.

O Amigo Oculto

O Amigo OcultoO Amigo Oculto” (2005) é o estilo de filme que o título dá margem para brincar a vontade no design do pôster. Mas não, não foi o escolhido. Simples, porém denso, o cartaz que ficou exposto nos cinemas usou cores fortes e propositais para causar uma grande curiosidade, sendo um prato cheio para os fãs de suspense e terror. Já a capa do DVD brasileiro, que é diferente, é também menos atraente, mas ainda deixa o gostinho de curiosidade no ar. Mas a temática, ah, a temática! Bem no ritmo dos bons “O Sexto Sentido” e “Os Outros”, “O Amigo Oculto” infelizmente não tem tanto efeito quanto deveria ter. A história de David Callaway, personagem de Robert de Niro, e sua filha Emily, interpretada pela fabulosa Dakota Fanning, até tenta envolver a platéia, mas o roteiro não é passa segurança e não convence. Nem todo o burburinho que a Fox causou, dizendo que o final seria um estouro, inclusive distribuindo os rolos com as cenas finais só na estréia para que não vazasse, não adiantou. Talvez tenha até sido por esta enorme expectativa que o filme tenha sido um fracasso. Digo fracasso na frente de outros do gênero e por não trazer à tona nada novo na indústria cinematográfica, sendo classificado como mais um dentro de muitos. O público está cada vez mais inteligente e exigindo que sua inteligência seja preservada principalmente quando vêem um filme com finais que pretendem chocar, mas que fazem, no máximo, soar como “eu já sabia que ia ser assim”, valendo a pena mesmo pelo elenco. Somente.

Orgulho e Preconceito

Orgulho e PreconceitoSuave, melancólico e expressivo, “Orgulho e Preconceito” (2005) traz a jovem indicada ao Oscar Keira Knightley no papel de Elizabeth, um das cinco irmãs da família Bennet que viviam em uma época cujo costume era arranjar casamentos que garantissem o futuro das moças. É quando Elizabeth conhece o arrogante e misterioso Sr. Marcy, interpretado por Matthew Macfadyen, e começam a ter uma relação de amor e ódio. Ok, um romance onde não inova em nada. E permanece sem inovar. A história do casal é tão arrastada que por vários momentos duvidamos se existe sentimento entre eles. Mas mesmo assim, o filme não é um fracasso por completo. O figurino e trilha sonora são impecáveis, se sobressaindo mais do que o enredo onde gira. Apesar das nominações em prêmios como o Bafka, Oscar e Globo de Ouro, “Orgulho e Preconceito” agrada mais pelo pôster, que, mostrando a sensibilidade de seus personagens, torna-se melhor do que o enredo da projeção.

E outros muitos exemplos poderiam ser postos aqui. O que vale lembrar é que tudo isso é uma questão de gosto. Não somente em relação ao filme, mas à estética de seus cartazes. Algumas vezes somos enganados sim, por uma capa de DVD bonitinha, mas com uma história desagradável, ou vice versa. Mas melhor do que se estressar com tais divergências, não podemos esquecer que existem filmes que agradam tanto na estética do seu material de divulgação, quanto na película que assistimos, conquistando legiões de admiradores. E são deles que nos lembramos sempre, sugerimos a amigos e endeusamos. Pena que nem todos podem ser assim, afinal, não se pode ter filmes bons todas � s sextas-feiras.

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17 Comentários

  1. Mariana Raquel
    16 | May | 2007 às 20:39

    Putz… tb ja cansei d alugar filmes pela capa ou poster!
    vi o poster d Cry-Wolf, e achei q era um filme mui massa
    fui ver… dá pro gasto. [8)]

  2. Rui Gomes
    16 | May | 2007 às 20:54

    Pra mim a distribuidora tem mais influencia que a capa. As vezes a capa é boa, ai vou olhar a distribuidora e é la que eu decido tem umas que eu sempre olho meio torto ( Imagem, Flash, Focus, e umas outras ) apesar de já ter visto alguns ( poucos )filmes bons delas.

    No inicio era pela “sorte” mesmo já que a capa do filme não ficava a mostra, o filme era escolhido por uma ficha que tinha os nomes dos atores, diretores, e uma pequena sinopse, sem foto alguma do filme.

    Hoje quando vejo uma capa que chama atenção, olho a distribuidora e se ainda fico na duvida vou pesquisar na internet, e só depois vou alugar :D

    * Vi que tem a capa do filme “Gol” , por acaso você já sabe quando vai sair o “Gol 2″ ? Já tem um bom tempo que ele foi lançado e no primeiro tem até um trailer do segundo. Já perguntei pro Panelada, mas ele sumiu !!!!

  3. André
    16 | May | 2007 às 22:13

    Não estou alugando muita coisa, mas depois de Velozes e Furiosos, tem uma enxurrada de filme (com atores totalmente desconhecidos) e com foto de um baita carrão(es) todo tunado na capa!

  4. [maf]-wilder souza
    16 | May | 2007 às 23:35

    Devo admitir que as vezes alugo os filmes pelo mixto de “capa e título”… [um exemplo é "A vida de David Gale" que nem o nome nem a capa me interessaram,e ainda não assisti, mas com a sua dica vou passar na locadora... ;)]
    Mas normalmente ja vou na locadora/cinema sabendo o que vou alugar/assistir… prefiro pesquisar um pouco sobre o filme antes de alugar (ou de ir ao cinema)

  5. Adriano
    17 | May | 2007 às 10:23

    Um filme que eu adoro causa certa aversão nas pessoas graças sua capa. O filme é Donnie Darko, a capa é uma cara de um coelho escroto formada pelos rostos dos personagens e, antes que eu faça toda a propaganda necessária para que as pessoa peguem o filme na locadora, todas dizem que não se interessaram porque acham a capa esdrúxula e imaginam logo se tratar de um terror trash de péssima qualidade. ¬¬’

  6. jorge
    17 | May | 2007 às 15:41

    Um filme que eu adoro causa certa aversão nas pessoas graças sua capa. O filme é Donnie Darko, a capa é uma cara de um coelho escroto formada pelos rostos dos personagens e, antes que eu faça toda a propaganda necessária para que as pessoa peguem o filme na locadora, todas dizem que não se interessaram porque acham a capa esdrúxula e imaginam logo se tratar de um terror trash de péssima qualidade. ¬¬’

    Adriano, é verdade, quando ele saiu na locadora eu vi a capa dele e pensei: que escroto, óbvio que eu nunca ia alugar um filme com aquela capa mal feita…

    Aí uma surpresa, eu estava lenda a SET que tinha um artigo de 1 página inteira só falando bem do filme e acabei alugando

    Hoje é um dos filmes que eu mais gosto e inclusive assisti ele no SBT há duas semanas atrás

  7. Leonardo de Paiva Fernandes
    17 | May | 2007 às 16:16

    Existem inúmeros filmes com capas desinteressantes, mas que por outro lado são excelentes!!!

    É o caso de encontros e desencontros,achei a capa tediosa, mas o filme é brilhante. A capa de conflitos internos é tipica de “filmes B” de ação, mas o filme é excepicional, (bem melhor que os infiltrados, por sinal)!!!

    Duas faces de um crime, o chamado, filhos da esperança, 36, scarface, são exemplos de filmes em que a capa não deve ser levada a sério, e sim pelo conteúdo!!!

  8. Thiago Neres
    17 | May | 2007 às 16:32

    Hehehehehe, o filme que eu mais curti em toda minha vida foi V de Vingança.

    No entanto, eu levei ele pela sinopse. Lembro que olhei a capa e achei tosco.

    E aquele nome super tosco então ? V de Vingança…

    Pensei logo que era uma porcaria, mas já tinha ouvido falar bem e a sinopse me atraiu.

    Hoje eu amo de paixão esse filme, ótimo mesmo :D

  9. Felipe Stoker
    17 | May | 2007 às 21:50

    Eu sinceramente já julguei muitos filmes pela capa…

    Um exemplo é o filme “A Rainha dos Condenados” que a capa eu achei muito legal, mas o filme não achei tão bom assim…

    Valeu pessoal…

  10. Bruno
    18 | May | 2007 às 01:57

    A capa é relevante realmente, mas não saiu de uma locadora sem ler a sinopse. As imagens trazidas no filme me chamam a atenção para observar se parece ter clichês demais ou não, mas tb convenhamos que quem as escolhe pode não fazer isso tão bem!

  11. Filipe
    18 | May | 2007 às 10:24

    Eu não julgo um filme pela capa ou pelo pôster.

    Sempre que vou alugar um filme eu leio a sinopse, é ela que me atrai, tendo o filme capa chamativa ou não.

    É claro que há filmes onde a sinopse não convence, filmes que receberam criticas negativas, mas mesmo assim eu pego, pois eu tenho que ver com meus proprios olhos para dizer que é ruim, ou bom.

    Quanto aos posteres nos cinemas, para mim já há uma diferença. O problemas deles não me convencer ou não a ver um filme, mas sim se o poster é bem feito ou não.

    Como sempre estou vendo as novidades na internet, e os posteres são divulgados atraves dela quase que diariamente, me surpreende é o fato de fazerem posteres ruins para filmes bons e vice-versa.

    Quando vou ao cinema, em geral eu já vou sabendo o que esperar do filme, seja ele bom ou ruim, tenha ele um bom cartaz de divulgação ou não.

  12. Diego Luiz
    18 | May | 2007 às 18:58

    Um filme que me deixou curioso foi O Operário com o Cristian Bale. A capa do dvd é simples mais me deixou com uma vontade de assistir, depois da eu já tinha ouvido falar do filme antes, mais só depois de assisti-lo é que pude ver que o filme é mesmo muito bom. Um outro filme também que eu fui pela capa foi Amnésia, todo mundo falava desse filme, que era bom e tal, o dvd tava bem escondido e levei tempo para achar, a capa não era muito convidativa, de qualquer formar o filme é um dos melhores que já vi. Realmente é muito importante ter uma capa bastante envolvente ao ponto de conquistar o consumidor, apesar de que como já mencionaram antes, muitas vezes o filme é bom e tem uma capa ruím ou vice-versa.

    obs: alguém já assistiu ao filme Pulse? A capa do dvd tá muito bem feita. Mas será que o filme é bom?

  13. Juliano Aragão Pessoa
    19 | May | 2007 às 10:32

    Eu nao julgo um filme pela capa, ate pq antes de ir assistir ou alugar um filme eu passo pelo CCR e me informo sobre o filme (alias, eu fico me informando dos filmes tudim..).

    Mas meu primo nao, esse sim, julga o filme pela capa.. ele jah pegou altos filmes totalmente desconhecidos soh pela capa… dps q assiste e ve q o filme eh paia ele diz: “eh pq a capa era massa, ai eu peguei..”

    pra ver como eh a situaçao, ele queria alugar Dracúla 3000!!! neeeem…

  14. Joseph
    27 | May | 2007 às 13:23

    Realmente quem nunk fez isso???
    Alguns deles eu até acerto dizendo”Que filme dve ser super chato” ou até digo o filme deve ser muito bom”, poucas veses eu erro!rsrs
    um exmplo concreto é “O terceiro Olho”!!!
    Kra eu imaginave um filme de suspence super cabeça que tivesse uma história magnifik!
    Olha eu ñ aconselho ninguem a vê esse filme!
    um axemplo de filme q eu ñ daria nada era “Machuca”, um filme q fala do comunismo na Russia!
    é muito inteligente e super triste!
    vlw genti já dei meu comenti!
    Partiu!

  15. Navid
    30 | August | 2007 às 20:42

    Meu nome é Navid Navid, sou proprietário de uma grande discográfica. Gostava de expandir meu negócio e preciso de ajuda quanto a cedência de direitos de reprodução e distribuição de filmes.
    Por favor peço k me indique 1 site onde possa tirar informações das condições para o efeito. Muito obrigado.

    Saudações
    Navid

  16. Marcelo Coldfer
    31 | August | 2007 às 17:54

    Nunca devemos julgar um filme pela capa
    Antigamente eu fazia isso, e vi cada filme que até me envergonho de falar aqui.
    Filmes bons com capas toscas
    - Nó na Garganta
    (a capa deste filme é um garoto com cabeça de porco segurando uma faca )
    - Menina má .com -
    - Guardiões da Noite ( que será uma trilogia )
    - Delicateessen ( um porco )
    Um nacional, - Amarelo Manga ( observem bem ; deve ter crianças vendo isso )

  17. suelen
    24 | August | 2008 às 16:00

    A primeira vez que vi ORGULHO E PRECONCEITO o filme estava no meio,nao deu pra entender muito mais eu amei o filme.
    Depois de muito tempo achei o DVD nossa na hora comprei ele agora assisto ele quase todo dia..o melhor filme de romance que já ví eu amo filmes romanticos e de tempos antigos esse filme é perfeito principalmento o Sr Darcy (Matthew MacFadyen) :cry: ..muito lindo ele e o filme :oops: .

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