Assim como livros, filmes são capazes de despertar sentimentos, algumas vezes até mesmo adormecidos, em nós, seres humanos. Determinadas pessoas, por argumentarem que produções cinematográficas dão um teor maior de veridicidade s sensações, preferem os longas s obras escritas. Não que este seja o meu caso (já que, para mim, depende do livro ou do filme em questão), porém, como o CCR é um portal sobre cinema, irei focar os meus pensamentos apenas nos projetos cinematográficos.
Sabe quando você vai uma sala de cinema sem intenção alguma de se emocionar com determinada película e esta acaba o pegando de surpresa? Isso pode ocorrer por diversos fatores ou até mesmo por nenhum. Você pode estar com um problema familiar, ter se decepcionado com um amigo, estar passando pela gostosa euforia de um começo de namoro, enfim, pode encontrar-se mais suscetível a baques emocionais. Então, quando menos percebe, já está se derramando em lágrimas, rindo toa, estressado, entre outras coisas, durante a exibição de um filme. Pois é, os longas têm esse poder sobre a gente. Poder este que ninguém sabe dizer muito bem de onde emana, e, para falar a verdade, nem precisa saber, apenas ter noção que existe já é suficiente.
Eu, particularmente, sou uma pessoa bastante emotiva. Por qualquer besteirinha, pela menor rixa, pareço que vou secar de tanto chorar. Já me imaginaram assistindo a um DVD sozinha em casa? Não digo no cinema porque consigo me conter um pouco em lugares públicos, porém quando estou na comodidade do meu lar vendo um filme - drama, especialmente - tenho pena dos meus lenços. Chorei que cheguei a soluçar em uma cena de “Crash – No Limite“, na qual uma meninazinha, acreditando usar uma capa invisível prova de balas, se joga na frente de seu pai com o intuito de salvá-lo. Também foi impossível não me emocionar com o final de “Moulin Rouge“, filme que, para mim, é um dos mais marcantes. Infelizmente, assim como sou fácil de chorar, não sou de rir. Não que eu seja depressiva, todavia, para mim, as seqüências ligadas tristeza acabam se tornando mais ricas. Não sei bem o porquê.

“Crash” e “Moulin Rouge”, dois ótimos filmes para chorar
É fato que há inúmeros sentimentos possíveis de serem emanados de uma produção cinematográfica, como o medo, a alegria, a raiva, entre outros, porém, se fosse divagar a respeito de todos, com certeza tornaria este texto demasiado enfadonho. Enfim, seja você homem ou mulher, adolescente ou idoso, heterossexual ou homossexual, assista a um filme e não se preocupe em conter seus sentimentos. Pode ter certeza que, ao permitir que venha tona todas as suas emoções, o longa se tornará melhor ainda.

1 | July | 2007 às 17:07
Matéria excelente…
Citarei dois filmes que tocaram minha vida (apesar de muitos não gostarem)…
São eles “Armageddon” e “300″, começando por “Armageddon” que vi apenas 21 vezes, me lembro do anúncio do SBT, em que apareceiam tantos personagens famosos como, Bruce Willis, Liv Tyler, Ben Affleck, Billy Bob Thorton, entre muitos outros, já havia me chamado a atenção, e quando toca a música do Aerosmith “I don’t want to miss a thing” nossa, não ia perder por nada o filme, me sento no sofá e vejo tal espetáculo (para mim foi), não vou falar que chorei no filme, nem cheguei perto de tal proesa, mas que foi tocante foi, na hora em que Bruce Willis toma o lugar com Ben Affleck e fica no meteóro, nossa sempre vejo o filme quando passa na TV, independente do horário, sem contar as vezes que vi na TV, e as que baixei (não façam isso :))… Nota 10…
E agora falarei de “300″ a história vai ser longa, hehe…
O ano é 1998 (acho) quando me deparo em uma rodoviária com uma revista do “Batman” começo a folha-lá e me deparo com os seguintes dizeres…
“SEM PRISIONEIRO, SEM PIEDADE” 300… Isso já chamou minha atenção, e ai comprei tal revista, nessa época nem conhecia Frank Miller…
Alguns anos depois vejo tal notícia em um site sobre HQ de Frank Miller que virária filme, bom fui fazer tal visita a tal site e me deparei com “300″ ai liguei tudo, comecei a pesquisar sobre a história, ai sempre acompanhando o desenvolvimento do filme, ai vejo a notícia que o filme teria o brasileiro “Rodrigo Santoro”, ai sim pensei, “que legal, um brasileiro em um filme épico, não perco por nada”… Ai sim fiquei viciado, li as HQ’s 7 vezes todas, e o filme então no dia da estréia, entrei meia hora na sala, que por sinal estava vazia, pensar que eu tinha contado os minutos para tal façanha, e o que vejo então “UM ESPETÁCULO CINEMATOGRÁFICO”…
Me lembro que quando sai do cinema, me sentia um verdadeiro Espartano, se o Mike Tyson aparece-se na minha frente eu quebrava a cara dele…
Bom acho que esses dois filmes são so que verdadeiramente gostei…
1 | July | 2007 às 18:53
assim como a Andreisa, choro horrores assistindo a DVD’s
e não importa o número de vezes que eu assista a determinados filmes, é batata chorar todas as vezes e sempre na mesma cena… a cena vai chegando e eu já vou lembrando, e pronto: desato a chorar
dois filmes assim são “Lado a Lado” e (pasmem) “4 Amigas e um Jeans Viajante)
2 | July | 2007 às 13:24
Concordo plenamente com esse post…. Adoro filmes que me tragam esses tipo de emoções profundas, que a gente sente mesmo sem querer…. Como em Ninguém Pode Saber, e Monster!
2 | July | 2007 às 14:48
Concordo plenamente com a matéria.
E no que se refere ao filme Crash, lembro da família inteira estar reunida e qdo aconteceu a cena da garotinha todo mundo, literalmente,deu um urro, tipo Hãaammm…. quase que perdendo a voz. Até eu, que não sou de me impressionar mto por filmes inevitavelmente tb soltei. Mto boa aquela cena.
Um filme que chorei mto e em silêncio no cinema(geralmente não sou de chorar, mas neste chorei)
foi À procura da Felicidade de Will Smith, com lágrimas contidas. E qdo olhei ao meu redor não era só eu que estava a chorar. Ouvia pessoas soluçando e aspirando o ar tentando se conter na sala inteira.
2 | July | 2007 às 14:59
Outro filme mto bom pra chorar é aquele da atriz Dakota Fanning e Seann Penn, na qual ele é um pai excepcional.
2 | July | 2007 às 19:53
Não sou de chorar em filme, mas se eu fosse um “chorão”, eu choraria nos filmes:
“Menina de ouro”, “Patch Adams” “À procura da Felicidade” , “Anjos da vida - Mais bravos que o mar” e por incrivel que possa parecer no “Click” e na “A Marcha dos Pinguins”
2 | July | 2007 às 22:12
Ninguém chorou ao assistir “Meu Primeiro Amor”? Isso é um absurdo. Eu não acredito!
2 | July | 2007 às 23:51
não tenho vergonha de dizer que sou emotivo, e choro em determinados filmes!!!
pasmem, chorei ao ver king kong de peter parker, a feição do gorilão era tão pefeita que não consegui segurar a emoção, e “chorei largado”!!!
sem falar em alguns dramas e romances que também são emocionantes- perfume de mulher, diário de uma paixão, tempo de recomeçar são filmes que me trouxeram emoção!!!
3 | July | 2007 às 11:01
Eu sou uma manteiga derretida! Choro por qualquer filme bobo (ou não).
Entrei em pane vendo “Filadélfia”. Eu simplesmente não conseguia parar de chorar. O filme acabou, os créditos acabaram e eu não conseguia parar de chorar! Algo parecido aconteceu quando vi “Menina de ouro” e “um amor pra recordar” (pois é).
Não vou me prolongar porque choro muito e não são poucos os filmes que me arrancaram lágrimas. Acho que os citados são os que mais tiveram o toque piegas da coisa.
3 | July | 2007 às 11:03
Ah, mas tem aqueles filmes que me deixam atônitos, não me fazem necessariamente chorar, mas ficam pregados emn mim por um bom tempo ( s vezes dias), mudando o meu humor e minha forma habitual de raciocinar e ver as coisas. Posso citar “Donnie Darko”, “Os sonhadores”, “Magnólia” e “Perfume: a história de um assassino” como os que me deixaram meio abobalhado por mais tempo. Cheguei a ficar deprimido ao ver Donnie Darko…
3 | July | 2007 às 12:37
Ao contrário de muitos, eu não choro em filmes, num é por nenhum motivo de que “homem não chora” e tal, é só pelo fato de a lágrima não cair.
Mas os filmes que eu cheguei mais perto de chorar foram: Crash, Homens de Honra, À Procura da Felicidade (esse foi por muito pouco) e outros que não me vieram a memória.
Mas esses são os principais, faltou só uma peinha de nada pra acontecer.
3 | July | 2007 às 19:36
Admitir que choramos é um pouco difícil mas realmente existem alguns filmes que extrapolam na capacidade de emocionar o espectador, por mais rígido que este possa ser. Crash é realmente um exemplo de filme para chorar, é bastante emotivo e prova como a falta de comunicação entre ricos e pobres pode causar graves danos vida. Já Moulin Rouge nem tanto. Talvez porque eu não goste de filmes de romance. Assisti mais porque esperava um bom musical. A Cor Púrpura, Menina de Ouro, A Lista de Schindler, Meu Primeiro Amor, Meu Pé Esquerdo, Num Lago Dourado, A Vida é Bela, Platoon, A Marcha dos Pinguins,Filadélfia, A Cura, Rain Man… Esses são especialmente tristes e merecem ser vistos; no fim deles olhamos para debaixo de nossos próprios narizes e conseguimos enxergar felicidade e paz em vários cantos da nossa vida.
3 | July | 2007 às 23:55
Não que eu sejá uma pessoa fria, mas é meio difícil eu chorar, não sou de ferro também, mas em filme eu acho bem improvável que eu chore, mas teve uma vez quando eu era pequeno que quase chorei de medo em “Brinquedo Assassino”
4 | July | 2007 às 20:01
Que bom que existem outros cinéfilos emotivos que nem eu.
Apenas citei dois filmes na matéria, mas muitos outros, inclusive citados nos comentários, já me emocionaram. Na realidade, acho que essa característica dos filmes de mexer com os sentimentos é uma das que mais significativas pra mim.
7 | July | 2007 às 00:45
Adorei a matéria
Sou emotiva de derramar lágrimas e lágrimas. Me emociono, me desespero, me revolto, isso é a maravilha do cinema, da sensação do poder que ele tem em nossas mentes e corações.
São muitos filmes que já chorei, que revoltei, um exemplo ” O retorno de um estranho” com Jodie Foster e Richard Gere,na cena final ele só esperando olhar pra ela pra ficar mais seguro para ter força é foda… e muitos otros.. Concordo com o colega acima, essa coisa de mudar de mexer com os nossos sentimentos é uma das maravilhas do cinema.
10 | July | 2007 às 19:24
Jurandir, é mesmo, assisti Meu Primeiro Amor qdo era pequena. Lembro que mexeu bastante comigo, principalmente na parte que a Vada vai ao velório do Macaulay Culkin. Tenho esse filme em VHS.
Outro muito bom pra chorar é À espera de um Milagre com o Hanks. Tem até gente que não se arrisca a assistir de novo pq tem medo de ficar triste. Eu gosto de rever esse filme. Não pela maldade, mas pela pureza de coração do grandão.
2 | April | 2008 às 13:24
AMO BRED>
2 | April | 2008 às 13:27
gostaria de conhecer bred pitt meu colega pesssoalmente

1 | July | 2008 às 21:08
1 | July | 2008 às 21:10
não gostei deste desenho do mal acho que deveriam tirar.

1 | July | 2008 às 21:13
acho os ingleses muito amorosos e paciente,que não levam a maldade no coração.um dia eu queria conhecer a França.