Diga-me o seu filme que te direi quem és.

Publicado em: 22-10-2007 @ 7:11 pm 
Postado em: Suspirolândia
Escrito por: Maíra Suspiro

Sabe quando você está em um grupo novo de pessoas e falta assunto? Pois é, vira e mexe, alguém acaba falando de algum filme para quebrar o gelo ou simplesmente para puxar assunto. E dependendo do filme que a pessoa citar, você pode até tirar algumas conclusões sobre a personalidade da criatura.

Eu tenho uma amiga com quem eu já deixo pré-combinado: ó, se faltar assunto, joga algum filme na conversa. Ou o cinema entra como tábua-da-salvação para evitar o silêncio constrangedor entre as pessoas ou entra como fonte de pesquisa sobre a pessoa com quem se está conversando. Sempre muito útil!

Certa vez eu estava em um jantar qualquer, com um monte de gente com quem eu não tinha muita paciência para conversar. Então, alguém falou: ah, a Maíra escreve sobre Cinema. Olha, só… Imediatamente, todo mundo começou a me perguntar sobre cinema, como se eu tivesse muita paciência para falar apenas sobre isso 24 horas por dia ou fosse uma autoridade no assunto. Aí começam as perguntas mais óbvias (e descabidas): “Tu sabe quais os filmes que estão em cartaz?” Ah sim, claro, eu sou informadora nas horas vagas… Ou, “Tu já assistiu aquele filme tal?” Provavelmente, a pessoa está falando de algum enlatado americano super-pop ao qual eu ainda não tive tempo de ver. Ou ainda, os casos mais absurdos: “Ah, eu sou cinéfilo!” É mesmo? “É, eu vou ao cinema todo fim de semana!” Sim, e quem foi que disse que cinéfilo é definido por matemática? Enfim, ok… E qual teu ator favorito? Tem algum que tu acompanha? “Sim, eu adoro o Brad Pitt!” Nossa senhora, só não foi pior porque ele não falou o Tom Cruise… Nada contra o Brad Pitt - ele é um pitel. Mas, não consigo dar muito crédito a quem tem ele como melhor ator, sem sequer citar um nome de peso-qualitativo. Enfim, quando o Cinema entra como tábua-da-salvação dos outros e tábua-do-desespero para você, quem sabe o melhor é pegar o filme mais complexo e europeu que você viu e citá-lo. Pronto, acaba o assunto de onda comercial. Ou vice-versa.

Se estamos no extremo-comercial, podemos ir para o extremo-cult ou, como eu já citei em colunas passadas, para o extremo do “pseudo-cult”. Aquele povo que quer parecer inteligente e sai falando dos filmes que viraram ícone da cultura cinéfila e são referências de “cinema bom”. É só ver se a pessoa vai citar “Laranja Mecânica”, qualquer filme do Bergman, “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembrança”, “Amelie Poulain”, “Cinema Paradiso” e por aí vai, sem sequer ter uma base argumentativa forte. “Ah, porque esse filme é bom demais, sem palavras para descrêve-lo!” Claro que é sem palavras, se fosse para descrever, você não conseguiria… E o pior é que tem gente que até engana, sabe? Ai você tem que investigar se a criatura realmente curte o filme – porque afinal de contas, são filmes bons – ou se está apensar pousando de pseudo-cult. Nessas horas, é bom se fazer de doido. Ou então, soltar um argumento seu e perguntar o que o tal “grilo” falante tem para dizer.

E aí rolam os extremo-cults mesmo, que só querem falar do cinema italiano, do cinema do Oriente Médio, do Cinema Novo e gritando argumentos como se estivesse em um palanque político. Ai, eu canso. E fico enfadada. Se quer se exibir, ao invés de explicar o tema e apresentar os filmes, procure o bar mais próximo, que os bêbados podem fingir te dar atenção. No final das contas, essas pessoas só querem ter público para confirmar o intelecto deles. Ninguém com bom senso insiste em uma conversa unilateral, ora.

Bom mesmo, na verdade, é quando você vê que a pessoa sabe do que gosta e não tem medo de falar. No mínimo, ela vai saber falar bem do filme, sendo trash, ruim ou o que quer que seja. É quando todas as máscaras que certos filmes podem impor saem de cena e a síndrome de David Aames some do mapa. Qual é o problema de quem diz que o primeiro grande filme da vida foi “O Rei Leão”? Ora, foi o meu primeiro filme, junto com “Sociedade dos Poetas Mortos”. E o que é que tem chorar em “Um Amor Para Recordar”? É mamão-com-açúcar, mas emociona alguns. Não é para ter vergonha de assumir, ora. Se fosse “Minha Vida Sem Mim”, produzido pelo Almodóvar, em um instante seria “digno” de ser citado em rodas de conversas… No final das contas, os filmes que você gosta podem dizer muito sobre você, mas são seus argumentos sobre eles que fazem a diferença. Então, ande sempre com as notinhas no bolso, caso você precise sair de uma saia justa ou de um silêncio constrangedor.



23 Comentários

  1. Vinicius
    22 | October | 2007 às 23:28

    haha. acontecem mesmo situações como essas… e são bem chatas. bom mesmo é quando a conversa é descontraída e sem coisas comedidas demais. :) abraço, moça de suspiro

  2. Bruno Garcia
    23 | October | 2007 às 00:25

    Pior do que conversar sobre filmes para quebrar o gelo ou simplesmente para puxar assunto, é comentar sobre eles em blogs de cultura inutil. Se existir opiniões divergentes é na base do tolerância zero.
    Acho pelo menos nessa coluna acho que posso dar minha opinião sem ser apedrejado, ou não?

  3. Bia Diogo
    23 | October | 2007 às 09:03

    Impressionante como conversas sobre cinema realmente salvam em todas as situações, e o melhor de tudo: sem rolar aquele constrangimento natural de conversa sobre o tempo ["tá quente, né?", "pois é..."]. rs

    Acho que o importante é saber do que gosta, logo, saber quem é você mesmo. O que me irrita não é não saber explicar porque gosta do filme, porque a gente também é levado por sensações, e nem todo mundo tem base pra discutir conceitos, digamos assim. O irritante que eu acho é gente que não sabe quem é, não sabe o que curte e é sempre levado por modismo, por vontade de fazer parte de algo [tipo, aquela historinha do rei, se liga? que fazia roupas transparentes e diziam que só quem era inteligente via... e tipos, não existia tecido nenhum, mas todo mundo fingia que via pra não parecer burro ¬¬]. Isso é que eu acho triste.

    Tosquices parte, adorei a coluna e o tema dela. huehuehuehuehue. E sim, achei muito válida a discussão. Lembrei de domingo, que eu contei que tinha levado filmes pra tua casa, e alguém me perguntou “filmes de arte?”, com um sorriso no rosto. huehuehue. E eu tipos “não. ‘Curtindo a Vida Adoidado’, um dos melhores filmes ever pra mim”.

    Porque é impressionante, que quando você diz que estuda/faz cinema, todo mundo espera que tu só goste de filmes cult. Ou seriam pseudo cult?! huehuehue

  4. Jurandir Filho
    23 | October | 2007 às 12:24

    Pior, Bia, é que todo mundo espera que você seja uma programa~ção ambulante, pra dizer os filmes e os horários que estão passando.

  5. Ronald Luis Rodrigues do Nascimento
    23 | October | 2007 às 12:46

    Concordo com o Jurandir, só porque gostamos de cinema, as pessoas querem que saibamos de có filmes e horários…
    Tenho que andar com os horários divulgados nos jornais da sexta-feira na carteira…

  6. Rui Gomes
    23 | October | 2007 às 14:53

    Eu gosto dos enlatados americanos e não to nem ai, e não tenho a minima paciencia com esses “pseudos cults e extremos cults”

    Comigo acontece coisa parecida, tem gente que sabe que gosto muito de filmes e ficam me perguntando a programaçao do cinema, etc e etc.

    Bom mesmo é o barzinho que costumo ir, quando eu colo no balcão o assunto já vira cinema, e já consegui umas boas dicas de filmes por lá, hehe

  7. Lucas Mendes
    23 | October | 2007 às 16:17

    Eu tenho que admitir que sou muito provavél um desses chatos com o cinéfilios ;D
    Mas não fico perguntando sobre o horário de cinema (porque isso sei bem toda a semana xD), pergunto sobre os gostos da pessoa (ator favorito, atriz, filme…) algo que pergunto para qualquer um.

  8. Carlos Daniel Reichel
    23 | October | 2007 às 16:21

    Acho que o lance do cult, do filme de arte, é uma evolução natural de todo cinéfilo. Afinal, quem gosta de cinema começa pelo popular. Ampliando o escopo do debate, é assim com tudo. Depois de acostumar-se com fórmulas “fáceis”, não entenda como algo ruim, parte-se para outras experiências, digamos mais alternativas.

    Agora, inegável é notar o cuidado de Hollywood em produzir cada vez mais filmes tendo cuidado com direção, interpretação. Um exemplo? Pegue o novo 007? Diretor conhecido pelos dramas, roteiro de quem já ganhou o oscar.São os toques de arte invadindo a indústria cada vez mais.

    Não vamos rotular a qualidade pela origem, seja cult ou comercial, assista, leia e caso goste, saiba argumentar, mas se não souber, não tem problema, afinal alguns dos maiores sentimentos são coisas que todo mundo entende, mas ninguém explica, já dizia Jorge Furtado.

    E estou na espera da pesquisa. ok? ;)

  9. Giovanna Pupo
    23 | October | 2007 às 16:36

    Só tenho a dizer o seguinte:os chatos sempre existirao,os inteligentes e descolados,sempre permanecerao ! Parabéns para vc,seus comentários sao divertidos e inteligentes ! Boa sorte,e nao se perca com os “tudinhos” de bom do cinema!
    Um forte abraço !!

  10. Marcelo
    24 | October | 2007 às 07:47

    Legal o tópico Maíra mas, francamente, que atitude mais arrogante a sua! Ficar julgando as pessoas desse jeito… Cinéfilo com essa atitude blasé é a coisa mais chata que existe, bem pior do que ser fã do Brad Pitt.

  11. Custódio Filho
    24 | October | 2007 às 09:16

    Olha, se tem uma coisa chata é conversar sobre cinema, é o mesmo que discutir religião ou esporte, gosto cada um tem o seu e não se discute, é igual meu pai dizia: “uns gostam dos olhos, outros da remela” mas gosto é gosto. Eu por exemplo não tenho vergonha de dizer para qualquer publico que gosto mesmo é de enlatados cheios de efeitos especiais que enchem os olhos. Ficção Cientifica então são os preferidos pelos meus neurônios, que adoram ser excitados pelos enredos que envolvam viagens no tempo e toda a sua complexidade, ou alienígenas pegajosos que querem dominar o nosso mundo, gostei até de Independence Day, acho que o único SF que não curti até hoje foi o Código 46, filmes Cult são poucos os que já vi, ou que terminei de ver, quando alguém comenta sobre algum filme Cult eu lembro de Tudo Sobre Minha Mãe de Almodóvar, ao invés de sair do cinema totalmente eufórico e desestressado, fiquei foi por muito tempo totalmente deprimido, igual a 21 Gramas. Sempre digo para mim mesmo que cinema é entretenimento e diversão, se não é divertido é a vida real, e posso me dar o luxo de perder duas horas da minha vida real para me divertir num mundo de fantasias.

  12. Thiago
    24 | October | 2007 às 10:09

    Muito bom texto. Realmente acontece. E as preferências que as pessoas têm revelam muito de sua personalidade.

  13. Ritinha
    24 | October | 2007 às 16:02

    Adorei o tema!
    Mas achei a Maíra um pouco estressadinha… ;PPP
    Mas deve ser estressante mesmo ter que aturar certAs coisaS/pessoas relacionadas sua área de trabalho…
    Enfim, não sei se entendi muito bem, na verdade…
    Não tenho certeza se a Maíra me odeia porque eu sou uma pseudo-cult, se é que eu sou isso… O fato é que eu adoro a maioria dos filmes citados por ela, especialmente Amélie Poulain, que aliás foi tema da minha atualização de hoje no flog…
    =)
    Pensando bem, creio que não sou uma pseudo-cult, pois como alguns comentaram, cinema pra mim é diversão, embora eu me divirta muito mais com um Labiríto de Fauno da vida que com um Transformers…
    Mas assisti ambos e saí satisfeita dos dois, cada um proporcionando uma satisfação diferente.
    E os filmes de terror?!?!? Quer coisa mais trash que os atuais filmes de terror? Mas eu adoroooooooooo!!! Nem todos, é verdade… Um lobisomem(ou lobimulher, no caso… Te manca!)
    dando um cotoco depois que a mocinha fala que a bunda dela é murcha, não tem “as escondições”…
    Mas o filme marcou, pela tosquice, mas marcou!
    Então já valeu… o.O
    E VIVA O CINEMA!!!
    =)

  14. Ritinha
    24 | October | 2007 às 16:10

    A verdade é a seguinte, cada momento pede um estilo de filme diferente, mas se eu fosse obrigada a escolher entre ser de uma das tres categorias citadas pela Maíra, com relação ao tipo de filmes, eu seria uma pseudo-cult! Sem medo de ser feliz! =)
    Ah, e o filme da cena tosquissíma do cotoco da lobimulher, é do filme Amaldiçoados…
    Meu namorado, que odeia filme de terror, me amaldiçoou depois que fiz ele ver esse filme… ;P
    Mas eu adoro sentir medo de mentira!!!
    Embora isso seja difícil com os filmes de hoje me dia…
    Enfim… E As Sete Faces do Dr. Lao, hein, quem lembra?!?!!?!? Égua do filme firme!!!
    Eu atualizei meu outro flog com um post sobre ele hoje… http://www.fotolog.com/meninastudodbom
    =)

  15. Alexsandro Vasconcelos
    25 | October | 2007 às 01:26

    Melhor post do blog…
    Me identifiquei muito com ele…
    Outra vez um cara venho idolatrando o Nicolas Cage e recomendando a todos o filme O Vidente…
    Quando eu discordava dele, ele logo metia o pai na história…
    Pra falar a verdade, eu até acho Nicolas Cage um bom ator…
    Mas existem muuuuuitos melhores que ele…
    Sem falar que os filmes que ele anda fazendo são apenas medíocres…
    E tem mais…
    Se ele é filho do Coppola não importa…
    Meu pai é Ortopedista e se tem uma coisa que eu odeio é a área de saúde…
    Talento não é passado pelo sangue…
    Sem falar que esse mesmo cara, ainda teve a cara de pau de me dizer que eu apenas “gostava de assistir filmes”…
    A partir daí comecei a ignorá-lo…
    Se tem uma coisa que eu aprendi nessa vida, é que quando você está sem argumentos, você começa a atacar o lado pessoal da outra pessoa…
    Percebi que era isso que ele estava fazendo, pois se ele tivesse argumentos que anulassem os meus a respeito do “filho do Coppola”, ele não teria mudado o foco…

    Abraço

  16. Guilherme
    25 | October | 2007 às 08:15

    Ainda bem que eu nunca vou conversar com ela! Acho que ela pode estragar um bom papo sobre filmes, so por se achar a rainha da cocada preta.

    Se alguem acha que o Brad Pitt é o melhor ator, por isso não precisa olhar para essa pessoa com “outros” olhos, achando que ela é uma pessoa que não entende nada de cinema, por isso é uma pessoa totalmente sem cultura…

    Acredito que para a maioria das pessoas que falam que um determinado ator é o prefirido dela e porque ele fez algum papel que essa pessoa se identificou com o personagem dele, ou simplismente teve uma simpatia pelo filme.

    Então não podemos dizer quem a pessoa é somente pelo filme ou ator que ela gosta e sim com essas atitudes repugnantes de pessoas que se acham cinéfilos.

    Pode ter certeza que prefiro conversar num bar com pessoas que tem humildade do que com certas pessoas que nem essa Maíra Suspiro

  17. Diego Benevides
    25 | October | 2007 às 17:32

    Eu acho que ninguém precisa entender de Cinema. O que existe é a tolerância de quem entende, quem estuda, ou conhece um pouco além do senso comum.
    Claro, várias vezes me abstive de conversar sobre cinema de arte com pessoas que, talvez, não gostariam do tema ou do filme; não por subestimar a pessoa, mas pelo simples fato de ser tolerante e não gerar uma discussão gratuita.
    Não tem porque eu falar de filmes franceses ou coreanos, aos quais gosto bastante, com quem não faz a mínima idéia de quem é François Ozon ou Kim Ki Duk. E outra, eu não aconselho filme. Acho o maior erro aconselhar filme. Gostos realmente divergem, e os olhares, dependendo da bagagem de cada um, vão pender para interpretações diferentes.

    Por outro lado, me pergunto… por que não conversar sobre filmes de arte com alguém que gosta do Brad Pitt ou então que só gosta de pipocão? Não pelo simples fato de educar a pessoa sobre outros lados do cinema, apesar da (in)tolerância, mas para captar como as pessoas ao redor percebem os filmes comerciais. Por mais óbvio que seja, acho que qualquer conversa sobre cinema é válida, até aquelas sem argumento. O que importa, afinal e mais uma vez, é tolerar e medir os “porque eu gostei” ou “porque é legal”. Como já disseram anteriormente, filme de arte acaba sendo uma nova aventura a ser explorada. Ninguém começa uma vida de cinéfilo vendo só filmes de arte. Há uma experimentação enorme dos gêneros para que chegue a novos patamares de gostos pessoais.

    Agora eu vou me isolar em uma caverna porque eu gosto da Nicole Kidman e outro gosta da Halle Berry? Ou por que eu gosto de “Moulin Rouge” e outro de “Chicago”? Ou até porque eu prefiro mil vezes os filmes do Kim Ki Duk do que qualquer outro cineasta de ação cultuado pelo mundo a fora? Claro que não. Cinema é percepção, emoção, debate, e muitas outras coisas a mais. Se eu prefiro um filme de arte, como prefiro, não quer dizer que eu não vou assistir ou comentar sobre um “Tropa de Elite” da vida. Acho que devemos abrir o lado sensorial e discutir mesmo.

    Acho que Cinema é uma constante aberta demais para restringir e peneirar pseudo-leis sobre gostos e estilos. Um dia quando todo mundo souber de tudo de Cinema, aí sim podemos postular idéias extremistas sobre o que é bom e o que não é.

    Enfim, divagações.

  18. Gustavo
    25 | October | 2007 às 21:30

    Poxa vida, alguém fale para a Maira para ao menos manter o conteúdo do texto como proposto pelo título da matéria. Além disso, colunas, em um veículo de comunicação deve ao menos acrescentar algo, para as últimas colunas da Maira, blogs seriam mais adequados. É visível a qualidade de seus textos, sua forma de expressar pensamentos, mas poderia ser melhor elaborado e direcionado.

  19. Wilson Junior
    25 | October | 2007 às 22:00

    Nao achei a Maíra muito coesa nesse post. O titulo me chamou atençao, mas quando li, pensei estar lendo posts antigos…

    Eu gostei da visao dela no sentido de que sempre o cinema da assunto pra conversas, mas quem acompanha filmes e sabe filtra-los, destingue pessoas que pensam que sabem alguma coisa sobre cinema. Adoro falar sobre cinema, acompanho muito tudo relacionado, mas é chato mesmo as pessoas perguntarem quais filmes vao estreiar, quais filmes estao sendo produzidos… Afinal de contas, se voce quiser saber, procure na internet.

    Seus posts sao otimos, nao perca essa qualidade.

  20. Marcelo Coldfer
    26 | October | 2007 às 08:04

    Eu já nem ligo mais. Dou dica de cinema pra todo mundo no escritório. A Sofia Coppola é uma chata.
    Adoro as cores do Almodovar, Vejo qualquer filme da Jeniffer Conelly, David Linch não é pra qualquer um, Steven Seagel deveria … Bom deixa pra lá. O importante é que eu sou reconhecido pelo por umas das melhores coisas que eu gosto de fazer. Recomendei a um amigo que visse Guardiões da Noite e ele adorou^. Com isso vc até acostuma com os gostos das pessoas

  21. beatriz cordeiro fiuza
    29 | October | 2007 às 15:03

    Sinceramente, cinema é como alguns comentaram é de cada um, gôsto não se discute. Eu por exemplo detesto filme nacional, tipo cidade de deus , carandiru entre outros. è uma realidade conhecida para nós e muito sofrida.Tenho algumas preferencias de artistas estrangeiros, gosto do Gerard Depardieu, Samuel L.Jackson, Morgan Freeman, Sean Connery,Ed harris ,Tom Hanks,Jonh Wayne. Procuro não parecer pedante com meus poucos conhecimentos na area.Mas também detesto Matrix, que todos falam ser maravilhoso, eu sequer assisti todo, somente pedaços de tão chato que achei. Concordo com o amigo que falou do “Curtindo a vida adoidado” quem não gosta nunca assistiu Sessão da tarde.Mas também não pago cinema para assistir Velozes e furiosos , mais tem gente que vai e gosta, tem gente que gosta do Steve Segall, Jean Claude Van Damme, Lorenzo Lamas, Jet li, jackie Chan e uma enorme lista de atores e filmes medíocres que tantas pessoas veêm e gostam.O que importa mesmo, é o respeito na falta de conhecimento do outro. Não é mesmo Maíra ?!

  22. renildo carvalho
    31 | October | 2007 às 18:45

    Pior mesmo é puxar conversa sobre “Arrocha” e os pagodinhos de Belo e Cia.

Deixe um Comentário

Antes de fazer um comentário, leia atentamente esses avisos, regras e instruções. Todos os comentários publicados aqui no Rapadura Blog são de inteira responsabilidade dos seus respectivos autores. Eles exprimem a opinião dos visitantes e são publicados aqui automaticamente sem intermédio de um censor ou editor. Porém, todos os comentários são moderados e podem ser deletados sem aviso prévio. Regras:

1) Evite SPOILERS. Se for postar, coloque um aviso;
2) Saiba discutir, sem ofender;
3) Não fuja do assunto do tópico;
4) Acrescente algo. Pense antes de escrever!

Os campos Nome e E-mail são obrigatórios, mas seu e-mail não será exibido.


Opções:

Size

Colors