Alguns filmes trazem na sua essência um fechamento natural de história. De maneira tal, que não existe como fazer uma continuação desse longa. Ele é bem feito, produzido, finalizado e construído (com utilização de tempo necessário para contar a história), e não necessita de uma segunda parte. Na verdade, não existe como trazer uma segunda parte dele sem desmerecer a qualidade e o bom nome do primeiro. São exemplos disso os recentes (talvez não tão recentes) “Efeito Borboleta” e “Premonição”.
Mas alguns “mercenários” da indústria cinematográfica insistem em ir de contrapartida a essa lógica e filmar novos episódios, usando do bom desempenho do antecessor para conseguir algum dinheiro de alguns espectadores que não percebem essa enrolação e ficam até mesmo felizes em saber que podem assistir um pouquinho mais daquilo que os satisfez algum tempo atrás.
O primeiro modo de reconhecer esses aspirantes a roubo de obra alheia é olhar os créditos: grande parte da equipe técnica do primeiro sequer entra no segundo (ou terceiro, ou quarto…), porque já sabe de antemão da bomba que está por vir, e visando manter a boa reputação e o respeito entre os profissionais, tira o nome de “projetos” como esse.
Basta de usar filmes que arranhem a imagem dos originais simplesmente por ganância! Basta de estúdios que não conseguem ter a mentalidade de que apoiar trabalhos como esse acabam por desacreditar o cinema para as pessoas! Basta de tentar obter sucesso em projetos que não merecem nosso respeito!
Somos terminantemente contra a banalização de bons enredos, somos contra as continuações despropositadas que ferem o fechamento de filmes que merecem um ponto final e não uma vírgula seguida de continuação!Alguns filmes trazem na sua essência um fechamento natural de história. De maneira tal, que não existe como fazer uma continuação desse filme. Ele é bem feito, produzido, finalizado e construído (com utilização de tempo de filme necessário para contar a história), e não necessita de uma segunda parte. Na verdade, não existe como trazer uma segunda parte dele sem desmerecer a qualidade e o bom nome do primeiro. São exemplos disso os recentes (talvez não tão recentes) “Efeito Borboleta” e “Premonição”.
Mas alguns “mercenários” da indústria cinematográfica insistem em ir de contrapartida a essa lógica e filmar novos episódios, usando do bom desempenho do antecessor para conseguir algum dinheiro de alguns espectadores que não percebem essa enrolação e ficam até mesmo felizes em saber que podem assistir um pouquinho mais daquilo que os satisfez algum tempo atrás.
O primeiro modo de reconhecer esses aspirantes a roubo de obra alheia é olhar os créditos: grande parte da equipe técnica do primeiro sequer entra no segundo (ou terceiro, ou quarto…), porque já sabe de antemão da bomba que está por vir, e visando manter a boa reputação e o respeito entre os profissionais, tira o nome de “projetos” como esse.
Basta de usar filmes que arranhem a imagem dos originais simplesmente por ganância! Basta de estúdios que não conseguem ter a mentalidade de que apoiar trabalhos como esse acabam por desacreditar o cinema para as pessoas! Basta de tentar obter sucesso em projetos que não merecem nosso respeito!
Somos terminantemente contra a banalização de bons enredos, somos contra as continuações despropositadas que ferem o fechamento final de filmes que merecem um ponto final e não uma vírgula seguida de continuação!


14 | novembro | 2007 às 20:37
digo logo que nao li a materia toda, mas ja adorei-ei-ei o nome dela. hahaha.
16 | novembro | 2007 às 00:23
Eu li a matéria toda e assino em baixo.
BASTA de Continuações Despropositadas!!
16 | novembro | 2007 às 10:16
PRECISAM DE QUANTAS ASSINATURAS ?
17 | novembro | 2007 às 14:33
Concordo e apoio!!!!!!!!!
As continuações desnecessárias mata a magia do cinema, como a idéia inicial. Todos os excelentes filmes, sempre tem algo que é entregue á nós cinéfilos, para refletir, imaginar, saborear.
Os Remakes e continuações estão matando isso (sentimento e mistério), que descobrimos e/ou tentamos descobrir!!!
Eles (produtores) estão querendo ganhar mais $$$ e mastigando os filmes para o povão que aceita assim, onde o cinema está perdendo sua essência como o rock n´ roll!!!
17 | novembro | 2007 às 15:03
É isso aí! Existem títulos que eu até me espanto de pensarem na continuação, sinceramente, eu acho que até pra ganância deveria haver limites!
Um dos filmes que eu realmente me perguntei: mas por que isso?! foi Sin City, pode até ter continuações nos quadrinhos, mas o primeiro foi tão completo que eu sinceramente não achei que houvesse um segundo (ou até terceiro)!
Os campeões disso são os filmes de “terror” Jogos Mortais… Ficou claro que agora virou coisa comercial (se bem que eu nunca vi nem o primeiro completo)!
Eu até gosto das continuações, mas somente quando elas são realmente importantes para que saibamos de detalhes mais completos.
17 | novembro | 2007 às 15:04
Ah… e o post está repetido
17 | novembro | 2007 às 21:43
Eu também acho um crime continuações sem propósito…
Se eu filme merece uma continuação, que a mesma seja feita com história de qualidade, equipe original e etc etc, e não com o objetivo caça níqueis que vem acontecendo - e muito - recentemente…
Como nosa colega Vanessa disse, ela não achou que Jogos Mortais merecia continuação…
Até o 3 foi aceitável, mas agora no quarto filme, parece que, ainda com boa história, eles estão com o objetivo de ganhar dinheiro só, já que a série (enfim) começou a perder o gás…
Gostei muito da matéria, e eu com certeza participarei do manifesto
18 | novembro | 2007 às 07:32
Efeito Borboleta pode não ser tão novo, mas é um excelente exemplo.
O primeiro é bem legal, agora o segundo é ruim que dói. E vai observar o elenco. Nada a ver com o primeiro filme.
18 | novembro | 2007 às 14:08
Até o texto tem continuação com as mesmas palavras!? Boa idéia!
19 | novembro | 2007 às 10:51
Realmente somos lesados por continuações que tiram o brilho e a magia do longametragem original. Pena que os estúdios usem desses artifícios para obter lucros de onde não sai9 mais nada. Percebe-se isso em todos os gêneros, mas creio que menos evidente se faz naqueles filmes que já nascem dentro de uma trilogia, tal como “Matrix” ou “O Senhor dos Anéis”. Como fã de “Jornada nas Estrelas” percebe-se claramente o que a falta de rumo e a má administração de uma franquia de cinema por um estúdio pode trazer de prejuízo, haja vista que dos 10 filmes para o cinema lançados acerca da série só se aproveitam 2 ou 3, o que é uma verdadeira vergonha para pessoas que adoram rever um seriado com 40 anos de idade (torço para que Abrams ponha a série de volta aos eixos).
Por fim, parabéns pelo tema. Creio que outro assunto relevante diz respeito aos trailers que enganam os espectadores.
19 | novembro | 2007 às 11:29
é ,essas “continuações” mata a gente de raiva, pior é quando eles dizem q é preludio, TIpO isso é um filme antes do primeiro ( HAN??) ex: o exorcista fala serio, pior são continuações exdruxulas tipo EU AINDA CONTINUO SABENDO O Q VC FEZ NO VERÂO PASSADO, meu DEUS que issso, vem ai garotos perdidos 2 ( para com isso ) Duro de matar 4 ( nada ha ver com os outros tres, q de bom somente o primeiro)quando acaba as ideias pra continuações ex do Dr. Hanibal ( 3 filmes) dale preludio, ( ISSO È ANTES DO PRIMEIRO) AHA hANIBAL a origen (q original e ole la se não vim hanibal a origen 2) O massacre da serra eletrica a origen,Meu deus , não sei quem é pior eles, os reis do pecado capital ou nos por gastarmos nosso tempo e dinheiro com isso.
19 | novembro | 2007 às 15:00
concordo
concordo
19 | novembro | 2007 às 22:50
Concordo plenamente. Às vezes tenho a leve impressão de que o “produtores” estão invertendo as bolas. Houve sempre o interessante diálogo entre TV e cinema em termos de linguagem. Mas parecem que querem fazer dos filmes um seriado de 23 capítulos, lançando 1 capítulo por ano. Posso estar equivocado, mas…
Não posso negar que existem histórias que rendem milhares de filmes como, por exemplo, derivados dos quadrinhos. Só que aí que está o grande detalhe: as sagas já existem e necessariamente “só” precisam ser adaptadas. Acho que o bom senso roliúdiano deixou de existir, ou sequer existiu!
ABraços
23 | novembro | 2007 às 19:07
Botei fé, utilizar repetição pra fazer uma analogia foi bem legal, e detesto filmes caça níqueis, ninguém merece viu, melhor num fazer nada. E deixar a vida rolar.
12 | março | 2008 às 18:12
Sou totalmente a favor do “Manifesto Contra as Continuações Despropositadas”.