Qual é a Cena? - Edição #08

Publicado em: 15-12-2007 @ 12:29 pm 
Postado em: Qual é a Cena?
Escrito por: Diego Benevides

Carros“? “Resident Evil“? “Matrix“? As edições anteriores do “Qual é a Cena” estavam muito fáceis. Agora a seção volta com três novos desafios. Quem é bom mesmo em desvendar filmes não tão comerciais e que ocupam a prateleira de Arte das locadoras? O pedido é simples. Além do nome do filme, é preciso também uma breve descrição para a cena. A melhor resposta se juntará � s imagens dos filmes aqui no post. E então, quem sabe quais são os filmes?

Você ainda não sabe o que é a seção? Pois bem,é simples. Colocaremos imagens marcantes e vocês terão que adivinhar qual é o nome do filme e descrever a cena. Porém, o leitor que MELHOR descrevê-la, terá seu comentário juntamente com seu nome e sua cidade inseridos aqui na matéria, logo abaixo da imagem correspondente ao filme. Seja bastante claro e objetivo nas suas palavras. Diga os nomes dos personagens para reforçar ainda mais a sua descrição. Vale lembrar que quem já acertar o nome do filme de primeira, já terá seu crédito fixo. Vamos aos filmes e suas cenas:

PS: Edição encerrada! Vocês estão horríveis! ;)
28 de Maio de 2008

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Nome do filme: Réquiem Para um Sonho (Marcus Rocha)
Descrição da cena: Mostra Sara Goldfarb em um de seus devaneios por causa de uma proposta para aparecer num programa de televisão. Ela começa a tomar pílulas para emagrecer e entrar no vestido vermelho que ela se casou. Na cena ela está falando com a enfermeira do hospital de que os remédios receitados não estão adiantando. (Marcelo Coldfer)
Dificuldade: 5/10

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Nome do filme: Mistérios da Carne (Leonardo de Paiva Fernandes)
Descrição da cena: Eric Lackey, Neil McCormick e Wendy, param no sinal ao lado de uma camionete, os três olham pela janela e então Neil e Brian começam a se beijar, o cara da camionete fica indignado, pega uma espingarda, mas antes que ele atire, eles arrancam e fogem. (Juliano Aragão Pessoa)
Dificuldade: 7/10

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Nome do filme: Um Homem e Uma Mulher (Nathalia Diniz)
Descrição da cena: A cena mostra Anne e Jean na primeira noite de amor, entretanto ela não consegue se desvencilhar da memória de seu falecido marido. (Nathalia Diniz)
Dificuldade: 8/10

Fofocar ou não?

Publicado em: 27-11-2007 @ 11:17 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Diego Benevides

Katie Holmes querendo fugir com a filha, Lindsay Lohan com suas manias e futilidades, Paris Hilton sendo presa ou dando os escândalos de praxe, Angelina Jolie e Brad Pitt cada dia com algo inusitado… ufa! Se eu for continuar citando as outras milhões de fofocas que circulam todos os dias pelas páginas virtuais, revistas especializadas e colunas do gênero, não caberiam neste pequeno espaço que tenho. Nossos brilhantes astros não são só alvos de novos projetos e afins, mas também possuem uma vida pessoal que, como dá para perceber, na maioria das vezes, vira alvo de boatos e fatos dos tablóides internacionais.

Por menos especialista em fofoca que o CCR seja, não é novidade que sempre colocamos na seção notícias umas fofoquinhas básicas quando achamos que seja algo de interesse de determinado público, porque é óbvio que tem gente que adora ler essas notícias quentíssimas. Por exemplo, eu não sou muito fã da Paris Hilton, mas acho tão absurdas as coisas que ela apronta que quando sai uma nota sobre ela, logo me interesso em ler para rir um pouco ou reforçar a futilidade dela. Com ou sem fofocas, o CCR não abandona a parte séria da coisa e sempre tenta atualizar os leitores do que está rolando no mundo cinematográfico afora, tentando fazer um mix do útil e do agradável.

Por que eu estou falando isso se todos já sabem, não é? Porque nós da equipe recebemos recentemente um e-mail de uma leitora insatisfeita com o abuso que estamos fazendo na seção noticiária, exagerando no número de fofocas e desvirtuando a proposta do site. Achei interessante pegar isso como gancho e explanar sobre alguns pontos de vista acerca do assunto, até porque eu também sou um dos responsáveis por colocar material do gênero aqui no CCR e concordo que nem todo mundo está interessado em notícias que não se refiram diretamente ao cinema, que nem todos se importam se ator X ou atriz Y está feliz com o casamento, ou esperando um bebê ou tendo um barraco entre uns, enfim. Do mesmo jeito que é certo que muitos adoram saber as novidades na vida de seus artistas preferidos, até mesmo aqueles que não são grandes admiradores de fofoca e só querem se informar. Este é o fato: informar e não fofocar, apesar de a fofoca ser uma conseqüência onde sempre terá gente que vai querer ler, e tal interesse sobre o assunto vai depender do gosto de cada um.

O CCR não pode se limitar demais, pois temos um público eclético que se agrada com isso ou aquilo que publicamos, o que gera um certo fanatismo até pelos nossos redatores que sempre recebem elogios ou críticas, mas é preciso entender que precisamos lidar com assuntos de interesse em geral para atender a necessidade (ou a curiosidade) de qualquer leitor, principalmente aquele que nos visita pela primeira vez. Acho que o que incomoda alguns é a maneira como os assuntos são abordados, dosando ou não o sensacionalismo e é claro que não usamos a mesma medida quanto a mídia especializada, até porque não vivemos disso. Somos até pacientes ao lidar com um assunto e procuramos não colocar a notícia somente por colocar, mas pensamos no que pode atrair um clique dos nossos leitores. Em tudo na vida sempre tem algo que desagrada, do mesmo jeito que tem muita coisa que nos agrada. Gostos não se discutem, se compartilham. E fofoca sempre vai existir. Aqui, lá. Sempre.

Jennifer Lopez, Lindsay Lohan e Beyoncé Knowles

Publicado em: 06-09-2007 @ 12:50 am 
Postado em: Hot - Mulheres
Escrito por: Diego Benevides

O mundo artístico gera inúmeras possibilidades para um astro que esteja na moda. Atualmente, o que mais se vê são cantores investindo na carreira cinematográfica ou vice-versa. Este hábito não é novo, já que Elvis Presley[bb] e The Beatles[bb] foram uns dos maiores exemplos de sucesso em ambas as vertentes dos holofotes.

O 4º Hot Feminino traz três das melhores beldades que o universo do cinema e da música tem a honra de possuir. Jennifer Lopez[bb], Lindsay Lohan[bb] e Beyoncé Knowles[bb] insistem em seduzir o público não só com suas músicas calientes que deixam qualquer um com vontade de usar um babador, mas também têm demonstrado jogo de cintura nos trabalhos para o cinema. Para quem, mesmo assim, não gosta das moças, ou repudiam o gênero pop que as três representam, ou não simpatizam com os personagens já vividos por elas, relaxem… nada melhor do que admirar a sensualidade do trio nesta seção onde, mais do que nunca, fica comprovada que o culto ao corpo nunca é em vão. Haja bunda!

Jennifer Lopez

Nem parece que a moça já está chegando à casa dos 40 anos. As curvas de Lopez nunca foram fáceis de esconder. Figurinha carimbada no atual cenário artístico, Lopez é bastante versátil no que faz. Para quem pensa que ela começou na música e depois se aventurou no cinema, como é mais comum, se engana! A primeira incursão de J.Lo no mundo artístico foi em programas como “South Central” e “Hotel Malibu”, logo recebendo um convite em 1995 para estrear nas telonas com o drama “Minha Família”. Depois disso, atuou ao lado de Wesley Snipes em “Assalto Sobre Trilhos” e não tardou para ser dirigida por um dos maiores nomes do cinema internacional, Francis Ford Coppola, na comédia “Jack”, de 1996.

Tendo sua carreira cinematográfica bastante questionada, J.Lo foi indicada a seis prêmios Framboesa de Ouro, vencendo um deles ao lado do ex Ben Affleck, pelo filme “Contato de Risco”. Após isso, passou por outros papéis antes de se aventurar na música. Em 1997, foi indicada ao Globo de Ouro por sua performance em “Selena”, ganhando mais visibilidade em Hollywood. Filha de pais porto-riquenhos, ela foi consagrada como a primeira atriz latina a conseguir US$ 1 milhão ou mais por um papel em filme. Seria em 1999 que começaria sua vida de cantora, com o álbum “On The 6”, cujos singles ajudaram a alcançar o Top 10 da lista da Billboard em 2000.

Sempre se dedicando às duas paixões em sua carreira, Lopez também é compositora, dançarina e estilista. Com tanta experiência nas áreas que têm como ponto forte a beleza e o talento, J.Lo nunca se deu ao luxo de aparecer com uma gordurinha a mais ou deixar que algum paparazzi a fotografasse em momentos constrangedores de nudez. Porém, a cantora surpreendeu o público quando apareceu vestindo apenas um pedaço de pano que pode ser definido como “vestido” durante uma apresentação do Oscar. Certamente os cinéfilos não conseguiram prestar atenção na premiação, muito menos os fotógrafos, que torciam para que um vento levantasse o vestido e mostrasse tudo o que qualquer homem com vida sexualmente ativa gostaria de ver.

Representante firme da classe dos admiradores de corpos esculturais, Lopez tem mais de vinte filmes na sua filmografia, onde destacam-se “Anaconda”, “Sangue e Vinho”, “A Cela”, “Dança Comigo?” e no recente “A Sogra”, pelo qual recebeu uma quantia de 15 milhões para atuar ao lado da gloriosa Jane Fonda. Em breve, Lopez poderá ser vista no independente “El Cantante”, onde atua com o sortudo por conhecer cada esquina do seu corpo, o maridão Mark Anthony. Na lista de próximas aparições da musa da música pop está também o longa “Cidade do Silêncio” (Bordertown), onde divide cenas com Antonio Banderas e Sonia Braga. A carreira musical também vai muito bem, obrigado. O sétimo álbum, quinto em inglês, intitulado “Brave”, tem previsão para invadir as pistas de todo o mundo nos próximos meses.

Com tanta informação, vale a pena espiar o que a queridinha J.Lo tem a mostrar, seja de frente, de costas, de lado… ser vouyer nunca foi tão bom.

[Vídeos]
+ JLo e o taco de Beisebol em “I’m Gonna Be Alright”
+ Ben Affleck tira o biquíni de JLo em “Jenny From The Block”
+ JLo revive “Flashdance” em “I’m Glad”

Jennifer Lopez
Jennifer Lopez
Jennifer Lopez
Jennifer Lopez
Jennifer Lopez
Jennifer Lopez
Jennifer Lopez
Jennifer Lopez
Jennifer Lopez
Jennifer Lopez
Jennifer Lopez
Jennifer Lopez
Jennifer Lopez
Jennifer Lopez
Jennifer Lopez
Jennifer Lopez
Jennifer Lopez

+ 5 FILMES DE JENNIFER LOPEZ
- Selena
- Dança Comigo?
- Mensagem Para Você e Olhar de Anjo
- Anaconda
- Encontro de Amor

Lindsay Lohan

Saindo do mulherão-Lopez e indo para a ninfeta problemática, mas não menos sexy, Lindsay Lohan, muito dela já foi visto na mídia. Sem vergonha de esconder o que guarda debaixo dos trajes, a atriz e cantora pop já protagonizou cenas desnudas e chegou até a alimentar os fetiches dos marmanjos mais exóticos com os possíveis casos lésbicos que a imprensa já apontou. Sem fazer questão de ser mais uma mulher fatal, a estrela ocupa o posto de menininha-das-sardas-excitantes. Definitivamente, Lohan é um dos melhores motivos para torcermos por mais polêmicas. Só não seria agradável ela machucando o seu belo corpo com aquelas facas perigosas com quais estava brincando um dia desses. A não ser que seja em uma relação sadomaso na minha cama ou na dela.

Modelo desde os três anos de idade, Lohan nunca dispensou um comercial de televisão. Exibida, esteve em seriados famosos como “A Luz Guia”. Iniciando também a carreira de atriz bem antes do que a de cantora, Lohan fez seu debut no cinema com “Operação Cupido”, de 1998. A nova-iorquina de atuais 21 anos despontou no gosto adolescente após protagonizar filmes como “Sexta-Feira Muito Louca” e “Meninas Malvadas”, este último um dos maiores marcos em sua filmografia, agraciado pelo público e crítica. Ainda pudemos ver tamanho charme nos longas “Confissões de uma Adolescente em Crise” e “Herbie: Meu Fusca Turbinado”. Entretanto, Lohan não deu o ar de sua graça somente em comédias. Em 2006, a estrela participou do drama “Bobby”, sendo inclusive elogiada por sua performance. Seu nome está atualmente atrelado ao suspense “Eu Sei Quem Me Matou”, no qual deverá matar vários corações apaixonados com cenas quentes de strip-tease.

Na vida musical, 2002 foi o ano em que decidiu gravar as primeiras notas. Dois anos depois, deu vida ao álbum “Speak”, pelo qual conseguiu alcançar o Top 5 de todas as paradas de sucesso. Aqueles que já admiravam a docilidade e fatalidade de Lohan viraram fãs de suas músicas. Como toda boa cantora que se preze, desde então Lohan muda o visual constantemente e participa de apresentações bem quentes. Mesmo assim, nunca foi de segurar o temperamento explosivo que quase fez com que perdesse algumas participações em filmes, além de já ter trocado farpas em público com a ex-melhor-amiga-forever Paris Hilton, após esta ter tido um pseudo affair com a cantora Britney Spears.

A norte-americana já apareceu loira, morena, ruiva e até enfrentou problemas com anorexia, mas nunca deixou de ser um símbolo da sensualidade hollywoodiana. Declaradamente viciada em álcool e drogas ilícitas, ela devia saber como o rosto de menina vicia aqueles que gostam de pegar no colo e fazer cafuné. Alguém também está precisando de reabilitação sexual?

[Vídeos]
+ Lindsay e o elevador em “Rumors”
+ Lindsay e o desafio de cantar ao vivo
+ Lindsay em paródia de “Harry Potter”

Lindsay Lohan
Lindsay Lohan
Lindsay Lohan
Lindsay Lohan
Lindsay Lohan
Lindsay Lohan
Lindsay Lohan
Lindsay Lohan
Lindsay Lohan
Lindsay Lohan
Lindsay Lohan
Lindsay Lohan
Lindsay Lohan
Lindsay Lohan
Lindsay Lohan
Lindsay Lohan
Lindsay Lohan
Lindsay Lohan
Lindsay Lohan
Lindsay Lohan

+ 5 FILMES DE LINDSAY LOHAN
- Sorte no Amor
- Operação Cupido
- Sexta-Feira Muito Louca
- Meninas Malvadas
- Herbie: Meu Fusca Turbinado

Beyoncé Knowles

Da lista, ela é a que menos tem experiência cinematográfica, tendo sido destaque maior do grupo pop “Destiny’s Child”. Mesmo assim, ela é uma das que competem bunda-a-bunda com Jennifer Lopez no quesito femme fatale. Se Beyoncé fosse baiana, não seria tão provida de pernas torneadas e curvas que só o Jay-Z pode conferir a cada noite em que tocam… e cantam juntos. If you know what I mean!

A beleza de B. deixa qualquer protótipo de americana perfeita no chinelo. Nada de loirinha, da cintura fina e dos olhos azuis não! Aqui, a americana que foi criada em Houston, Texas, tem sangue afro-americando correndo na veia. Sempre foi dedica � religião, foi na igreja que revelou seu potencial vocal. Ainda criança, chocou sua escola ao cantar “Imagine” de John Lennon, pelo qual arrebatou um prêmio na ocasião. Depois, conheceu a amiga Kelly Rowland e se apaixonou mais ainda pela música, fazendo com que seu pai buscasse um selo musical que investisse nelas duas, dando origem ao já citado grupo “Destiny’s Child”. A febre durou de 1990 a 2005 e até hoje é um dos grupos musicais de maior referência da música pop. A cada apresentação, Beyoncé não se intimidava em usar decotes, em mudar o cabelo, a maquiagem e soltar seus gritos que faziam os fãs vibrarem. A sensualidade com que interpretava cada canção deixava as companheiras de grupo em segundo (ou terceiro) plano.

Vendo seu futuro promissor, Beyoncé não relutou em seguir seus próprios passos e até agora tem ido onde muitos não foram. Com dois álbuns solo lançados, a cantora também se aventurou no cinema em “Austin Powers e o Membro de Ouro”, “Resistindo � s Tentações” e na versão mais atual de “A Pantera Cor-de-Rosa”. Porém, foi no recente musical “Dreamgirls” que seu potencial de atriz foi revelado, rendendo-lhe, inclusive, uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Atriz. Neste filme, com alguns quilos a menos e dando charme ao exuberante figurino, Beyoncé compartilharia a voz do filme com Jennifer Hudson, outra revelação na música e no cinema.

Baby B. construiu um símbolo sexual praticamente sem defeitos. Dotada do carisma necessário para conquistar a audiência, Beyoncé mostra que não é só de uma bela rebolada que se faz um bom artista. Apesar de que todas as sensuais coreografias, com direito a penteados e roupas exóticas, além de mexidinhas inigualáveis dos poderosos quadris são mais do que motivos para fazer um homem gritar e implorar por mais. Estão servidos?

[Vídeos]
+ Beyoncé feels sexy em “Naughty Girl”
+ Beyoncé mostra o que consegue fazer ao vivo
+ Beyoncé canta “Listen”, do filme “Dreamgirls”
+ Beyoncé no grupo “Destiny’s Child”

Beyoncé Knowles
Beyoncé Knowles
Beyoncé Knowles
Beyoncé Knowles
Beyoncé Knowles
Beyoncé Knowles
Beyoncé Knowles
Beyoncé Knowles
Beyoncé Knowles
Beyoncé Knowles
Beyoncé Knowles
Beyoncé Knowles
Beyoncé Knowles
Beyoncé Knowles
Beyoncé Knowles
Beyoncé Knowles

+ 3 FILMES DE BEYONCÉ KNOWLES
- A Pantera Cor de Rosa
- Resistindo às Tentações
- Dreamgirls: Em Busca de Um Sonho

Cantoras ou Atrizes?

Publicado em: 18-06-2007 @ 2:21 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Diego Benevides

Loiras, morenas, ruivas, excêntricas e polêmicas. Além disso, será que elas seriam atrizes? Hum, não sei se já me entenderam, mas meu tema desta semana é sobre as cantorinhas que se jogam para fazer filmes (não necessariamente nessa mesma ordem) e acabam atraindo legiões de fãs que não estão preocupados com a qualidade do filme (ou da atuação), e sim em ver seu ídolo nas telonas. Há coisa melhor? Acho que sim.

Beyoncé KnowlesO mundo da música internacional é bastante disputado, principalmente quando se trata de pop music. Falo em pop porque a maioria das moças que falarei aqui se enquadra neste gênero, mas não descarto cantoras de outras tribos. Quando uma loirinha recebe um papel para estrelar no cinema, já alerta suas concorrentes para seguirem o mesmo destino para não ficarem atrás, sempre resultando em filmes nem sempre bons e olhe lá se puderem ser classificados como medianos.

A questão é: como e por que elas se engajam em projetos assim? Primeiro, porque atrai o público que gosta de suas músicas. Segundo, devido ânsia das próprias atrizes em aparecer e pichar seus nomes em outros projetos além do cenário musical, fazendo com que elas participem de tudo que sua fama pode lhes dar. Mas essa nem sempre é a melhor escolha. Vários exemplos podem ser vistos por aí nas locadoras. No caso da loirinha polêmica Britney Spears, seu filme “Crossroads – Amigas para Sempre” foi um verdadeiro fracasso de bilheteria e deixou a desejar, se incluindo na lista daqueles filmes que passam a tarde na tv. A moça pode agitar nas baladas, mas no cinema ela ainda precisa aprender muito.

Jennifer Love Hewitt, Beyoncé Knowles (foto), Mandy Moore, Jennifer Lopez, Madonna, Mariah Carey, Hillary Duff, Lindsay Lohan, Queen Latifah, Whitney Houston. Sem contar das outras que não sabe nem o que são… se são atrizes ou cantoras ou sei lá o quê; quando na verdade são apenas riquinhas mimadas querendo aparecer. Dessas moças citadas até saíram filmes legais como “Meninas Malvadas” (Lohan) e “Chicago” (Latifah), mas talvez o índice de fracasso seja maior. Não discordo que algumas delas (Lopez, Lohan, Latifah) tenham talento para assumir bons papéis nas telonas e, por isso, já conseguem desvincular seu interesse cinematográfico do ‘fazer por fazer’, mas acho desnecessário produzir algo por puro luxo e ser um fracasso como temos Glitter (de Carey). E até quando continuarem surgindo cantorinhas novas e mais fama e mais ambição, várias delas vão continuar atacando como atrizes sem ao menos ter talento para tal coisa. O público aceitará? Pior que sim. Se não por admiração, para criticá-las negativamente.


Nicole Kidman e Uma Thurman

Mas é isso mesmo. Enquanto esses rostinhos bonitos não brilham tanto nas telonas, temos verdadeiras atrizes que soltaram a voz e surpreenderam com o talento musical, e desculpem aos que me conhecem, vou puxar a bola de duas mulheres perfeitas: Nicole Kidman e Uma Thurman. Ao atuarem respectivamente em “Moulin Rouge” e “Os Produtores“, elas mostraram talento e voz para tal tarefa. Isso sim é ser atriz!

Qual cantora você acha que pode despontar como uma excelente atriz? Ou qual cantora que virou atriz, você acha que nunca deveria ter entrado no mundo dos cinemas?

Vai um musical aí?

Publicado em: 08-06-2007 @ 3:10 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Diego Benevides

Escolher assistir a um filme musical realmente é uma questão de gosto. Tá, tudo bem que sempre temos uma preferência acerca deste ou daquele gênero de película, mas quando a questão é sobre musicais, as escolhas se afunilam. Nem todos conseguem se entregar queles momentos de fuga para as canções, que s vezes é onde o roteiro é produzido. Já os mais fanáticos, amam e cantam e dançam com o que foi visto na telona, denunciando sua entrega total produção.

Particularmente eu gosto de musicais. Não vou mentir que achava um saco assisti-los antes de “Moulin Rouge – Amor em Vermelho“. Aos que me conhecem nem venham dizer que foi só por causa da Nicole Kidman. Tá, foi também, mas foi a partir deste filme que eu desenvolvi duas paixões: musicais e Kidman(!). Comecei a ter uma visão mais interessada com esse estilo de filme e aprendi a me emocionar e me entregar aos personagens.

Conheço pessoas de todos os jeitos. Os que amam, os que odeiam e os indiferentes aos musicais, mas poucos entendem o que isso verdadeiramente significa. Os musicais são especiais por terem uma procedência do teatro desde a Antigüidade, onde muitas encenações eram cantadas. A partir daí, as músicas fizeram surgir o teatro musical que misturava um novo modo de atuar, com mais movimento em palco embalados por canções que atraíam mais o público. Aos poucos, essas peças teatrais foram deixando a Broadway e invadindo o cinema. O primeiro musical apresentado nas telonas foi “O Cantor de Jazz“, em 1917, e desde então esse gênero cinematográfico tem tido seus momentos de altos e baixos, mas sempre proporcionando aos seus admiradores belíssimas produções (com suas exceções, claro).


John Travolta, no auge, em Grease – Nos Tempos da Brilhantina

Para chegar onde os musicais chegaram hoje, muito foi lapidado. Antigamente, não havia uma interatividade tão grande entre as cenas, que tendiam a ser mostradas somente de um ângulo, ainda recaindo sobre a idéia teatral, onde o público só tem uma visão. Dos anos 30 até os 50, encontramos vários clássicos como “O Picolino” e “Cantando na Chuva“, seguidos por “A Noviça Rebelde” e “Oliver!“. Nos anos 70, os musicais praticamente entraram em decadência por apresentarem-se saturados demais no cenário cinematográfico, o que não significou uma época de fracasso, pois dela tiramos os eternos “Cabaret” e “Grease – Nos Tempos da Brilhantina“. Depois disso, a força dos musicais foi perdida, com longas que apresentavam apenas coreografias interessantes, sem apelar para personagens que cantavam, perdendo um pouco da originalidade do estilo, como podemos ver em “Dirty Dancing - Ritmo Quente“. Praticamente morto, o gênero teve uma boa representação em 1997, com “Evita“, que trouxe a ópera teatral ao cinema.

De qualquer forma, os musicais conseguiram entrar novamente no cenário cinematográfico, inovando na parte técnica e cativando o público. Depois de “Moulin Rouge“, “Chicago” chegou com sua versatilidade e um elenco interessante, ganhando o Oscar de melhor filme em 2003. As produções mais recentes que invadiram as salas de cinema foram a refilmagem de “O Fantasma da Ópera” e a adaptação de “Os Produtores“, espetáculo da Broadway; e tenham certeza que outras belas produções continuarão sendo feitas, para o bem dos apreciadores dos musicais. Para quem não gosta, respeite quem admira e escolha outro filme ou mude de canal! Sem ofensas, claro.

COMPRE ALGUNS MUSICAIS

- Moulin Rouge - Amor em Vermelho
- O Picolino
- Cantando na Chuva - Edição Comemorativa 50 anos
- A Noviça Rebelde - Edição Especial de Colecionador
- Oliver
- Grease - Edição de Colecionador
- Dirty Dancing - Ritmo Quente
- Chicago
- Os Produtores

Julgar ou não um filme pela capa?

Publicado em: 16-05-2007 @ 5:28 pm 
Postado em: Especiais
Escrito por: Diego Benevides


Quem nunca olhou para a capa de um DVD na locadora ou para um cartaz exposto nas salas de projeção e pensou: “nossa, esse filme deve ser bom”. Ou pior ainda: “esse filme deve ser muito chato”? Independente da sua reação ao olhar a imagem que anuncia o conteúdo de um filme, sempre existem os que chamam mais nossa atenção. Sabendo ou não da história, o design do cartaz juntamente com os nomes que assinam cada filme tornam-se atrativos (ou não) para uns e outros.

Cheio de cores, situações ou momentos importantes que prevêem a história, esperamos que no cartaz de divulgação do filme esteja a maioria dos elementos possíveis para despertar o interesse das pessoas em locar ou comprar um ticket e vê-lo no cinema. É bem verdade que a modernização e os recursos gráficos estão desenvolvendo cada vez mais variados e bons pôsteres. O que é verdade também é que algumas vezes os investimentos no filme são tão poucos que nem no material de divulgação investe-se, desvalorizando a produção e afastando-a do espectador. De qualquer forma, analisar se um pôster chama ou não a atenção é o mesmo que discutir se um filme é bom ou não. É engraçada essa divergência entre gostos que a indústria cinematográfica provoca. Até em um simples pôster ou em uma simples caixinha de DVD pode aguçar em qualquer pessoa a adoração ou o repúdio, quanto mais um filme.

No caso das locadoras, perdi as contas de quem já me disse que a capa dos filmes é que decidem se irão ser locados ou não. Um raciocínio lógico. Quem se dirige até uma locadora sem um filme em específico para alugar, gasta minutos e minutos analisando todos os cantos das estantes até achar “o” filme que tenha despertado alguma sensação dentro de si. Seja pelo elenco, seja pelos elementos gráficos, ou pelo próprio nome do filme, algo sempre interessa. Agora, será mesmo que este filme que parece ser tão bom realmente o é? Ou seria melhor então alugar um com uma capa mais modesta, mas que promete uma história boa? Cada qual tem seus critérios para escolher, mas nem sempre obtém sucesso. Já cansei de contar as vezes que eu pensei que um filme seria bom pela capa, mas até a sinopse que se encontrava na parte de trás da caixa do DVD me enganou.

E no cinema? Algumas vezes vemos cartazes tão bem elaborados, expressivos e com frases de efeito (principalmente nos filmes de terror e suspense) que fazem com que esperemos a data de estréia, nos deixando com uma expectativa positiva, mas que nem sempre é correspondida. Do mesmo jeito que filmes com cartazes mais simples podem nem chamar tanto a atenção, mas são filmões. E sabemos que isso acontece mesmo. Outro caso onde isso acontece são com os ditos banais filmes B, aqueles que ou são independentes ou não têm o investimento suficiente para ser distribuído em circuito aberto e vão direto para as prateleiras das locadoras, muitas vezes passando despercebidos.

A Vida de David Gale

A Vida de David GaleVou começar a exemplificar com o fenomenal “A Vida de David Gale” (2003). Com uma capa normal, mostrando os personagens principais da trama, Kevin Spacey como David Gale, um professor universitário que luta contra a pena de morte juntamente com Kate Winslet na pele de Elizabeth Bloom, uma jornalista que passa a investigar a vida de Gale quando este é condenado pena de morte e descobre fatos que podem mudar a história do sistema judicial americano. Com uma temática forte, talvez seja um dos motivos que tenha vindo direto para DVD. Mas voltando questão da capa do DVD, talvez não atraia tanto os olhos curiosos dos locadoramaníacos por não ter nenhum elemento atraente e por fazer com que nos questionemos: “por que eu deveria saber a vida deste homem?”. Se fosse comigo, eu alugaria imediatamente, pois sou muito curioso, mas nem todos têm essa curiosidade a ser saciada. A imagem com mistura dos rostos de Spacey e Winslet designam exatamente este mistério da história e não dão uma prévia para o quanto o roteiro é denso e ímpar. Chocante e pretensioso, o longa conecta o espectador a um mundo totalmente regido por soluções rápidas e põe em questionamento a sentença pena de morte, sendo um bom objeto de estudo acadêmico e para a auto-reflexão.

As Virgens Suicidas

As Virgens SuicidasOutro filme que segue a mesma linha de uma capa não muito convidativa é a estréia de Sofia Coppola na direção, em “As Virgens Suicidas” (2000). Sem apelar para uma imagem dramática para que entrasse em harmonia com o titulo, o pôster é simples e acima de tudo sensível, não transparecendo abordar um tema sobre suicídio de adolescentes. A partir do momento que você se permite assisti-lo, é possível interpretar tal delicadeza que entra em sintonia com a pureza da virgindade e da juventude, tornando-se tão sensível quanto a forma como o assunto foi abordado. O público nunca terá a certeza porque aquelas moças da família Lisbon que viveram na década de 70 em Michigan encontraram no suicídio a saída para seus problemas. “As Virgens Suicidas” dá margem para várias leituras por estudar psicologicamente as personagens e focar nas relações familiares de uma época rígida e solitária. Sofia Coppola surpreende pela maturidade e ao mesmo tempo pela leveza da sua direção. Orientada pelo seu pai, Francis Ford Coppola, que assumiu a produção do longa, ela adaptou o roteiro como uma veterana e sabia muito bem o que extrair de cada personagem, exaltando Kirsten Dunst, na pele de Lux Lisbon, um dos seus personagens mais soltos onde foi notável sua capacidade dramática e ficou comprovado seu talento.

O Iluminado

O IluminadoO que falar do clássico “O Iluminado” (1980) de Stanley Kubrik? A capa com o rosto psicopata de Jack Torrance, personagem de Jack Nicholson, não provoca muitas reações para quem o vê dando bobeira entre outros DVDs. A priore, nem parece que o filme se trata de um thriller de terror e suspense e a expressão de Nicholson não é nada atraente. Certamente estaria em um dos últimos lugares dos filmes que muita gente alugaria. O que só sabe-se depois que vemos o filme é que a imagem que ilustra o DVD é uma das partes mais significativas de toda a película e que transmite toda a personalidade alterada do protagonista. Além disso, podemos ter uma visão entre um verdadeiro clássico de terror e as atuais produções do mesmo gênero que são apelativas e indelicadas, clamando para a tosquice e o exagero. Em “O Iluminado”, Kubrik escolheu a obra certa para adaptar para as telonas e mostrar que não é preciso ser apelativo para assustar ou deixar o espectador angustiado e tenso. Uma verdadeira mostra de como o fazer terror devia continuar sendo produzido, ao invés de cair na mesmice da modernidade, mostrando-se cada vez mais filmes fracos e descartáveis.

Mulheres Perfeitas

Mulheres PerfeitasAgora vamos trocar os papéis e exemplificar alguns filmes cujos pôsteres são interessantes mas que desapontam depois que assistimos. Começo com a beleza estonteante de uma das atrizes mais talentosas de Hollywood, Nicole Kidman, na comédia “Mulheres Perfeitas” (2004). Vou logo salientar que não estou dizendo que não gosto dos filmes, mas sim que prefiro o cartaz ao filme, é diferente. E é o que acontece no filme do diretor Frank Oz. A refilmagem de “As Esposas de Stepford” (1975) não foi um grande acerto na carreira da atriz, que talvez tenha sido escalada somente para fazer jus ao título da trama. Concordam que é bem melhor admirar o pôster do que assistir s quase duas horas de projeção. A má recepção foi tanta, que Kidman teve que abandonar as gravações de A Intérprete para regravar o final de Mulheres Perfeitas, pois nas exibições-teste que foram feitas antes de estrear, o longa não foi nada bem. E nem a mudança do desfecho minimizou o seu fracasso. A história é tão dispensável e vaga que parece que o filme não chega a lugar nenhum e não acaba nunca. Claro, dá para tirar várias discussões sobre a sociedade atual e as relações entre as pessoas dentro dela, mas é só.

O Amigo Oculto

O Amigo OcultoO Amigo Oculto” (2005) é o estilo de filme que o título dá margem para brincar a vontade no design do pôster. Mas não, não foi o escolhido. Simples, porém denso, o cartaz que ficou exposto nos cinemas usou cores fortes e propositais para causar uma grande curiosidade, sendo um prato cheio para os fãs de suspense e terror. Já a capa do DVD brasileiro, que é diferente, é também menos atraente, mas ainda deixa o gostinho de curiosidade no ar. Mas a temática, ah, a temática! Bem no ritmo dos bons “O Sexto Sentido” e “Os Outros”, “O Amigo Oculto” infelizmente não tem tanto efeito quanto deveria ter. A história de David Callaway, personagem de Robert de Niro, e sua filha Emily, interpretada pela fabulosa Dakota Fanning, até tenta envolver a platéia, mas o roteiro não é passa segurança e não convence. Nem todo o burburinho que a Fox causou, dizendo que o final seria um estouro, inclusive distribuindo os rolos com as cenas finais só na estréia para que não vazasse, não adiantou. Talvez tenha até sido por esta enorme expectativa que o filme tenha sido um fracasso. Digo fracasso na frente de outros do gênero e por não trazer tona nada novo na indústria cinematográfica, sendo classificado como mais um dentro de muitos. O público está cada vez mais inteligente e exigindo que sua inteligência seja preservada principalmente quando vêem um filme com finais que pretendem chocar, mas que fazem, no máximo, soar como “eu já sabia que ia ser assim”, valendo a pena mesmo pelo elenco. Somente.

Orgulho e Preconceito

Orgulho e PreconceitoSuave, melancólico e expressivo, “Orgulho e Preconceito” (2005) traz a jovem indicada ao Oscar Keira Knightley no papel de Elizabeth, um das cinco irmãs da família Bennet que viviam em uma época cujo costume era arranjar casamentos que garantissem o futuro das moças. É quando Elizabeth conhece o arrogante e misterioso Sr. Marcy, interpretado por Matthew Macfadyen, e começam a ter uma relação de amor e ódio. Ok, um romance onde não inova em nada. E permanece sem inovar. A história do casal é tão arrastada que por vários momentos duvidamos se existe sentimento entre eles. Mas mesmo assim, o filme não é um fracasso por completo. O figurino e trilha sonora são impecáveis, se sobressaindo mais do que o enredo onde gira. Apesar das nominações em prêmios como o Bafka, Oscar e Globo de Ouro, “Orgulho e Preconceito” agrada mais pelo pôster, que, mostrando a sensibilidade de seus personagens, torna-se melhor do que o enredo da projeção.

E outros muitos exemplos poderiam ser postos aqui. O que vale lembrar é que tudo isso é uma questão de gosto. Não somente em relação ao filme, mas estética de seus cartazes. Algumas vezes somos enganados sim, por uma capa de DVD bonitinha, mas com uma história desagradável, ou vice versa. Mas melhor do que se estressar com tais divergências, não podemos esquecer que existem filmes que agradam tanto na estética do seu material de divulgação, quanto na película que assistimos, conquistando legiões de admiradores. E são deles que nos lembramos sempre, sugerimos a amigos e endeusamos. Pena que nem todos podem ser assim, afinal, não se pode ter filmes bons todas s sextas-feiras.

Privacidade no mundo das celebridades?

Publicado em: 15-05-2007 @ 12:06 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Diego Benevides



Casamentos… separações… brigas… intrigas. Os melhores alvos para a imprensa e para o público. Sempre estamos querendo saber o que anda rolando pelo mundo, principalmente sobre quem nós admiramos. Então vai lá a imprensa e suga todas as informações possíveis (e impossíveis) para atualizar os curiosos de plantão. O problema é até onde confiar. Notícias, principalmente vindas do exterior, podem não passar de meros boatos para enganar as pessoas. Sem falar que nem sempre as fontes dessas informações são divulgadas, sem dá-las procedência segura.

Privacidade? Hum, é meio difícil para quem está na crista da onda. Até para quem já anda meio esquecido da mídia e quando aparece uma notícia bombástica sobre sua vida pessoal, os veículos de comunicação caem em cima para fazer “bom” uso da informação, o que nem sempre acontece quando as notícias são sobre novos projetos que os famosos desenvolverão. Claro, é mais interessante saber quem foi pego em flagrante com quem ou saber qual será o próximo personagem ou o próximo filme dirigido por tal pessoa?

Seja como for, quem está na chuva é para se molhar. Quem constrói fama tem que aceitar essa invasão da mídia principalmente na sua vida particular. Por mais que tente esconder, tem sempre um espertinho que se dedica integralmente para fazer um furo de reportagem e engordar sua conta bancária. Mas e aí? Melhor seria desistir do mundo das celebridades pela vida pessoal ou continuar ganhando alguns milhões em cada projeto que um ator, uma atriz, um diretor resolvam participar? Eis a lógica.

Veja abaixo uma seleção de imagens de flagrantes e fotos que fizeram polêmica ultimamente:

Tom Cruise, Katie Holmes e Suri
A famosa foto com Tom Cruise, Katie Holmes e sua filha, Suri.


A família Pitt-Jolie junta. Essa foto rendeu muitas capas de revistas.


Kate Moss cheirando cocaína.


Flagra: Lindsay Lohan em possível caso lésbico.


Britney Spears mostrando sua real beleza.

O que você acha desse mundo das fofocas? Você costuma ler sobre a vida pessoal das celebridades? Faz parte desse mundo do show business ou é exagero? Qual o limite? Opine!

À La 21 Gramas

Publicado em: 23-04-2007 @ 9:41 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Diego Benevides

Obs: Só leia se não se importar em saber mais ou menos a ideologia final do filme.


“Quantas vidas vivemos? Quantas vezes morremos? Dizem que todos nós perdemos 21 gramas no momento exato de nossa morte. Todos! Quanto cabe em 21 gramas? Quanto é perdido? Quando perdemos 21 gramas? Quanto se vai com eles? Quanto é ganho? Quanto é ganho? 21 gramas. O peso de cinco moedas de cinco centavos, o peso de um beija-flor. De uma barra de chocolate. Quanto pesam 21 gramas?” É a partir dessas reflexões que o personagem de Sean Penn faz no fim do filme “21 Gramas” que uso como premissa para discorrer meus pensamentos.

Alguns vivem várias mortes durante a vida. Não falo em morte do corpo. Cada decepção, cada lágrima, cada injustiça leva uns 21 gramas de nós. E até onde podemos perder? Será que podemos nos dar ao luxo de perdê-las e não fazer nada para compensá-las? Não se vive só de perdas. Por mais que o ser humano negue sua sensibilidade, é inevitável ficar indiferente aos sentimentos, se tornar frio e amargo. Existem até aqueles que conseguem, mas seriam elas as melhores pessoas? Será que precisamos mesmo das melhores pessoas? Talvez no fundo a gente clama tanto por precisar de alguém e um dia descobrimos que o que precisamos sempre tivemos: nós mesmos e pronto.

Talvez eu tenha vindo para confundir e acabar sem dizer nada. Me importaria? Não quero perder mais 21 gramas me importando com isso. De pouquinho em pouquinho a galinha enche o papo e eu fico sem nada. Tantos números (repetidos). Como já diria Paul Rivers (personagem de Penn), “há um número escondido em cada ato de vida, em cada aspecto do universo. Fractais, matéria… Há um numero gritando, tentando nos dizer algo. Os números são uma porta para entender um mistério que é maior do que nós, como duas pessoas, desconhecidas, acabam se encontrando”. Quem ousaria entender tais mistérios?

São vinte e um gramas perdidos, tão pouco que nem notamos. Será que viemos a esse mundo para deixar para trás essa quantidade inútil? Pequenas coisas fazem a diferença. Não vivemos por isso. Vivemos porque precisamos perder sempre 21 gramas para que, com isso, possamos aprender a viver sem ou aprender a não perder mais. Mas até quando precisamos passar por coisas na nossa vida para sempre perder e nunca ganhar? Até onde vai o sempre? A resposta está nos nossos limites e só nós próprios sabemos. Mesmo porque o para sempre, sempre acaba. Acaba?

Abaixo imagens do filme:

21 Gramas 01

21 Gramas 02

21 Gramas 03

21 Gramas 04

21 Gramas 05

Curta “O Andarilho” ganha vida nas mãos de Cláudio Figueiredo

Publicado em: 19-04-2007 @ 1:24 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Diego Benevides

Enquanto muitos descansavam ou bebiam vinho durante a Semana Santa, uma rigorosa equipe técnica começou a dar vida ao curta-metragem “O Andarilho”, novo projeto cinematográfico do diretor Cláudio Figueiredo (do curta “A Morte Prepara o Laço”), que começou a ser rodado nos estúdios do Colégio Marista Cearense entre os dias 4 e 6 de abril. Vencedor do V Edital Ceará de Cinema e Vídeo, o roteiro do curta competiu com outro projeto na categoria de Teleconto estabelecida pela Secult e conseguiu os recursos financeiros necessários para o início de sua realização. O CCR esteve presente no corrido set de filmagem de “O Andarilho” e trouxe imagens exclusivas.

O Andarilho - Foto 01

“O Andarilho” é baseado no conto homônimo do escritor cearense Eduardo Campos e deve contar a história de um homem idealista que é preso por andar pelo sertão e dividir o que conquista com pessoas necessitadas. Andarilhos como Antônio Conselheiro, ícone de Canudos, é exemplo claro de como suas ações influenciaram as gerações e confortaram as pessoas desiludidas com a difícil vida no sertão. É seguindo esse lado sensível que “O Andarilho” pretende dar um toque humano nos ideais levantados por essas pessoas. Devendo ter uma duração entre dez e quinze minutos, a ficção objetiva também resgatar o estilo do teleconto que tanto ocupou espaço no audiovisual dos anos 60.

O Andarilho - Foto 02

Segundo o produtor executivo do projeto, Paulo Benevides, as filmagens que aconteceram no Núcleo de Produção Audiovisual (NUPA) são apenas os primeiros registros do que irá compor a totalidade do curta. Como a maior parte da trama se passa dentro da cadeia onde o andarilho é julgado por seus atos, foi montada uma delegacia no estúdio do NUPA para servir de cenário � história. A segunda parte das filmagens acontecerá em breve em localidades do interior cearense como Icó, Juazeiro do Norte e Sobral, onde o principal objetivo é registrar os momentos de caminhada do protagonista que deverão ser alternadas com os discursos do andarilho na prisão, como modo de ilustrar e justificar seus atos.

O Andarilho - Foto 03

O compromisso com a história original e o modo que será transmitida pelo diretor ganhou dentre as várias ajudas no processo de produção, a orientação de especialistas em literatura e teleconto para que a trama pudesse ganhar mais originalidade em sua ambientação. Além disso, o profissionalismo da equipe técnica também foi uma preocupação primordial para a eficiência do curta. Segundo o produtor, por mais que os recursos financeiros sejam suficientes para a realização do curta, os gastos com equipe e o elenco ainda são altos, mas não devem ser economizados, já que a idéia é fazer um bom filme e continuar mostrando para várias partes do país a competência cearense em fazer cinema.

O Andarilho - Foto 04

No elenco, Rodger Rogério dá vida ao sofrido Andarilho, enquanto Giovanni Marsalis e Pedro Domingues serão, respectivamente, o soldado e o delegado responsáveis pela captura do protagonista. “O Andarilho” deve ser finalizado em alguns meses para competir no Festival de Cinema de Brasília que acontecerá no fim do ano. Para o público cearense, o curta deverá ser exibido durante o Festival Nacional de Cinema e Vídeo Universitário, o NÓIA 2007, além de exibições especiais ainda não definidas pelos produtores.

Qual a sua opinião sobre curta-metragem? Você assiste? Gosta? Já fez? Comente!

Fotografias tiradas por Té Pinheiro

Eu já vi esse filme antes…

Publicado em: 12-04-2007 @ 1:42 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Diego Benevides

Existe uma diferença em ver filmes somente por diversão e assisti-los para extrair deles mais do que simples horas gastas que serviram apenas para passar mais rápido o dia. Tenho percebido que os cinéfilos (ou não) estão cada vez mais exigentes com o que eles vêem nas telonas, apesar de ainda existir aqueles que se contentam com qualquer historinha com começo, meio e fim.

Os clichês estão atualmente presentes em todos os gêneros cinematográficos. Estamos saturados daquelas comédias românticas que se resumem apenas em entretenimento pastelão para o público. Os suspenses e terror estão cada vez mais manjados, prontos, iguais, sem originalidade. Os dramas até tentam inovar, mas ainda caem no lugar comum. E essas semelhanças com filmes que já vimos roda todos os gêneros, mas claro que, para nossa alegria, existem as exceções.


Os atuais filmes em cartaz justificam essa dominação dos filmes com falta de originalidade. Será que as produções hollyoodianas perderam o pique e a criatividade? Onde estão os filmes que virão para marcar a vida do público? Será que a onda da vez é ter como base filmes clássicos para desenvolver histórias parecidas, procurando conquistar de forma fracassada o expectador? Acho que essa visão está cada vez mais ultrapassada, o público está mais difícil de ser enganado e as produtoras não podem se dar ao luxo de aprovar qualquer roteiro, mesmo porque pode ser o contrato da sua morte, já que muitas vezes as empresas gastam muito dinheiro e não têm o retorno do investimento.

O fato é que se eles não atendem nosso pedido para mudar a grade cinematográfica atual, o jeito é nos conformar com tais clichês e acreditar que um dia teremos novas opções nas telonas. Quem sabe perto ao Oscar do próximo ano poderemos nos deliciar de novo com mais trilhões e trilhões de boas opções. Até lá, uma boa escolha é ir locadora e escolher filmes bons.

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