
Ei psiti! Sabe quem está de filme novo?
Pois é, aquele que é odiado pela crítica (e quem importa?) e amado pelo que ele mesmo chama de “meu público”, está de volta. O querido (?) trapalhão Renato Aragão Didi Mocó Sonrisélpio Colesterol Novalgino Mufumbo está de volta ao cinema com seu espetacular “O Guerreiro Didi e a Ninja Lili”(!).
Espetacular mesmo é saber que o trapalhão em suas quatro décadas de carreira(!), com seus 46 filmes no currículo obtém nada mais, nada menos que sete filmes no TOP10 de filmes nacionais mais vistos aqui no nosso país.
Respeito. Essa é a palavra certa para qualquer um que consegue ter mais de cinco filmes no currículo aqui no nosso país.
Renato Aragão não só atua como chuta a bunda do filme, empurra, realiza. O trapalhão faz parte de algumas gerações, inclusive a minha, e consegue sempre renovar a safra de piadinhas (?) e render certa bilheteria, ignorando assim a dificuldade de se fazer cinema nos tais “tempos modernos”, ora, isso não é louvável?
Esse ano o trapalhão foi homenageado no Grande Prêmio de Cinema Brasileiro pelo conjunto da obra, e eu me senti obrigado a colocar aqui um trecho de seu discurso ao receber o prêmio: “Já passei por várias emoções, mas esta é especial porque vem do cinema. Quando vim da minha terra, vim para fazer cinema, mas não consegui e fui para a televisão. Quando fiz o meu primeiro filme, pensei que já poderia voltar para casa porque já tinha conquistado o que eu queria. E hoje estou aqui fazendo o meu 46º filme, ‘O Guerreiro Didi e a Ninja Lili’, que vou estrear em junho. Apanhei muito da crítica, mas quanto mais eles me batiam, mais a bilheteria dos meus filmes crescia. Aliás, quero agradecer a crítica construtiva, que me fez crescer”.
Palmas, palmas, e palmas.
Nostalgia para alguns, diversão atual para outros, ta ai um cara que eu queria ser quando crescer. Ou não.
E viva o pastelão nacional!
Viva?
“Seeeeeeeejam bem vindos seres rapadurianos de todo Brasil, está começando mais um rrrrrrapaduracast. Eu sou o Jurandir Filho e tenho aqui comigo Raphael Santos e Maurício Saldanha… Hoje vamos falar da evolução do videocassete até o blúrei…“, introduzia o âncora do programa, Jurandir Filho, começando assim, o RapaduraCast 71.




