Rapadura Blog - O Blog do Portal Cinema com Rapadura

Aqui os baixinhos têm vez!

Publicado em: 24-08-2007 @ 9:20 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Raphael Santos

Com meus “imensos” 1,70m de altura, além de saber que não cresço mais, me acho baixo demais. Inclusive virei um curioso mor por saber a altura dos outros. Agregando isso a meu papel de cinéfilo, sempre olho a altura dos atores e vou procurando observar como as câmeras desdobram essa falta de centímetros.


Michael J. Fox, Danny De Vito e Dustin Hoffman, os baixinhos de peso

Já repararam que em “De Volta Para o Futuro” Michael J. Fox, que interpreta plenamente bem o protagonista Mart McFly, nem parece ser tão baixo? Pois bem, J. Fox tem apenas 1,64m de altura. Eu digo isso porque o Doc. Brown, seu fiel companheiro na trama, interpretado pelo brilhante Christopher Lloyd (clique aqui para ver uma foto atual dele), com seu 1,85m de altura nem parece ter 21 centímetros a mais do que J. Fox, no máximo 10 centímetros. O que uma câmera bem colocada não faz!

Por falar em falta de altura, Danny De Vito vem logo cabeça. Ah sim, esse soube se aproveitar muito bem de sua pouca estatura, afinal ele só mede 1,52, sendo um dos atores mais baixos de Hollywood, mas a maioria de seus papéis levou em conta seu tamanho, tanto que o ator caiu como uma luva no papel do arqui-rival do Batman, o seboso Pingüim. Nesse caso, nenhum efeito de câmera precisou ser usado, mas nenhum mesmo! Tem também aqueles um pouco mais altos, mas que continuam baixos para a média, no caso, com apenas 1,67m, o grandioso ator Dustin Hoffman também figura entre os baixinhos, mas, convenhamos, a altura dele não faz jus ao quanto ele é bom.

Outro que também tem 1,67m é Al Pacino (pasmem!). Ele, que recebeu 5 indicações ao Oscar e 10 ao Globo de Ouro na categoria de Melhor Ator, além de outras 9 indicações em categorias diversas juntando os dois festivais ao BAFTA, é a prova viva que altura realmente não é documento quando se fala em cinema. Se a competência do ator fosse paralela sua altura, ele teria aí uns 10 metros brincando. Ora 10 metros, coloca mais aí!

Fica mais do que provado que a altura não diz em hipótese alguma se o cara é bom ou ruim. O que uma câmera bem colocada e uma dosagem de talento não fazem, hã? Com meus 1,70m me achei gigante (é, nem tanto) em tamanho na frente desses atores citados, mas minimizado completamente em talento. Então, altinhos, podem ir descendo do salto.

O Filme: Academicamente Falando

Publicado em: 21-08-2007 @ 5:16 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Raphael Santos

Seja em qual for o curso, geralmente nos deparamos na faculdade com filmes e mais filmes nas diversas cadeiras que fazemos. Antes disso, o colegial também já nos trazia alguns filmes, mas, pelo menos comigo, quando entrei no curso de História, a enxurrada de filmes foi notável. Era filme para área de Sociologia, Psicologia, Filosofia, História Antiga ou do Brasil, Teoria e assim por diante. Todas as cadeiras têm um filme, ou melhor, mais de um filme que pode ser usado para acrescentar a metodologia do professor. Mas até que ponto o filme é acadêmico?

É preciso se ter muito cuidado na escolha de um filme para se trabalhar tanto no meio acadêmico quanto colegial. Os mais escolhidos no âmbito colegial são os hollywoodianos, o que é um erro tremendo. Primeiro que o filme é plenamente comercial e suas utilizações com matérias de História, por exemplo, são meras conseqüências, algumas vezes, nem pensadas pelo diretor. Segundo que o filme da indústria americana é bonitinho demais e acaba destoando o real sentido da aula. Se bem que, mesmo com esses problemas, ainda dá para salvar a abordagem se antes for feita uma boa preparação da aula por parte do professor e que esse deixe bem claro que o real sentido ainda é o conteúdo e o filme é mero elemento para a aprendizagem e fixação desse conteúdo.

Acaba que no meio acadêmico os professores trabalham mais com os filmes de arte, mas há também seus problemas. Algumas pessoas não são acostumadas assistir a tais produções, e a aula acaba ficando chata pela incompreensão que ronda para com os aspectos do filme. Sendo assim, seria bom que desde o colegial o estudante fosse preparado para entrar nesse mundo de filmes de arte. Não que seja preciso os professores passarem filmes e mais filmes quando no colegial, mas as indicações e algumas avaliações feitas para com essas indicações já são de bom grado para essa preparação.

De fato é, se você pretende fazer, por exemplo, o curso de História, comece a pesquisar sobre tais filmes e não seja como muitas pessoas que eu vejo quando estas saem de um filme abordado por um professor muito bem intencionado: “ô filme doido esse, nam!”. Agora, se você não tem essa intenção, fique com os espetáculos de Hollywood e, cá entre nós, eu não troco minha diversão advinda desses filmes por nada, mas deixo um bom tempo reservado para outros tipos de erudições.

Quais os filmes que já foram usados durante as aulas de vocês, seja no colégio ou na faculdade e quais os respectivos temas das aulas?

Destruíram Nova York?! Normal…

Publicado em: 06-08-2007 @ 4:18 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Raphael Santos

Já viram quanto os filmes gostam de destruir uma das cidades símbolos do dinheiro, no caso, Nova York? Pois é, volta e meia no cinema a grande cidade e seus monumentos e símbolos famosíssimos estão sendo realmente aniquilados. Parece que nas reuniões sobre em qual cidade vão gravar um filme de devastação as votações sempre apontam para nova iorquina.


Nova York é alvo de ataques climáticos e de ETs

Recentemente, ela foi totalmente devastada em “O Dia Depois de Amanhã”, mas essa está longe de ser sua única devastação, pois em “Independence Day” os Etzinhos não deixaram a cidade em paz de forma alguma, sem falar que também atacaram muitas outras cidades americanas, mas só não ocorreu algo maior na de Nova York, pois o presidente em pessoa decide liderar a ofensiva norte-americana. Em 1998, depois dos ETs, é a vez do monstro Godzilla “machucar” a cidade. Ele cruza o oceano todinho e vai parar justamente aonde? Não podia ser diferente, Nova York, onde provoca enormes estragos.

Felizmente, a cidade tem seus heróis. Além do Homem-Aranha, cujos vilões não são tão destruidores assim, em 1984, “Os Caça-Fantasmas” salvam a cidade de um boneco de marshmallow que estava a destruindo completamente. Para terminar, não poderia faltar os terroristas. Em “Nova York Sitiada”, a cidade passa mal quando terroristas detonam diversos prédios públicos na tentativa de reaver um de seus líderes, que havia sido aprisionado pelos norte-americanos. A história se inspirou no atentado de 1993 ao World Trade Center.

Em 2008 chega aos cinemas “Cloverfield” (também conhecido como “1-18-08″), filme produzido por J.J. Abrams (criador de Lost). A história acompanha a despedida de um carinha, que está indo para o Japão, a terra de Godzilla (!). Ironicamente, a metrópole que está para ser arrasada por um ser insandecido é Nova York - e a festa de Rob vira uma noite de terror. O filme é inteiramente rodado com câmeras digitais caseiras, como se fossem a perspectiva da população. Veja abaixo o pôster do filme ou clique aqui para assistir ao trailer:


A cidade mais azarada do mundo

O que é isso Hollywood, inveja de Nova York ou o que? Deixe a cidade em paz, não acha que ela já tem muito com o que se preocupar não? Faça o seguinte, vá destruir um pouquinho outras cidades. Ah, mas não venha aqui para o Brasil não, pois também já temos nossos problemas.

Jessica Alba, Keira Knightley e Natalie Portman

Publicado em: 19-07-2007 @ 4:43 pm 
Postado em: Hot - Mulheres
Escrito por: Raphael Santos

Agora chegou a vez de atender os pedidos dos muitos leitores (apreciadores) dessa seção. Duas das três beldades escolhidas foram os leitores quem imploraram para ver aqui. É lógico que muitos foram os pedidos, mas aos poucos vamos colocando-os no ar. Por isso, continuem dando sugestões.

Depois de uma não muito bem sucedida segunda edição da Hot Feminina, farão as belezas de Jessica Alba, Keira Knightley e Natalie Portman jus a essa terceira edição? A mistura não poderia ser melhor. Uma tem beleza quase irrevogável. A outra é queridinha dos blockbusters e a terceira alia uma beleza diferenciada das demais com competência já comprovada no mundo hollywoodiano. Quem você prefere? Agora é com você!

Jessica Alba

Tem gente que toda suja ainda fica bonita. É o caso de Jessica Alba. Loira, morena, cabelo longo, curto, com lente, sem lente, ela não pára só o trânsito de carros. Se ela estiver passando por perto, Alba parará com certeza o tráfego como o aéreo (parece ser ela um dos problemas dos controladores de vôo), naval, de pedestres, de carroça, de moto, de bicho e de tudo. Além de um rostinho muito belo e lábios esculturais, é só dar uma olhada nesse corpanzil que a californiana ostenta. Eu, se fosse você, nem lia o resto desse tópico. Corria logo para ver as fotos.

A carreira de Jessica Alba, apesar de ainda contestada, apresenta momentos bem interessantes. Um dos principais filmes no currículo da moça são os dois “Quarteto Fantástico”, mas, além desse título, participou de uma adaptação muito aclamada, no caso, “Sin City – A Cidade do Pecado”. Para chegar até onde chegou, Jessica Marie Alba, já passou por filmes desconhecidos como “Férias em Alto Astral”, “Fugindo do Perigo”, “P.U.N.K.S.”, etc. Como muitas atrizes, Alba também participou de seriados, como “Flipper” e “Dark Angel”.

A estrela é figurinha carimbada nas premiações do MTV Movie Awards (o que aumentou muito sua popularidade principalmente entre os jovens). Ela já foi indicada a Melhor Herói e Melhor Equipe por “Quarteto Fantástico”, além de ter ganho o prêmio de Melhor Performance Sexy por “Sin City”. Sendo assim, com certeza vale a pena conferir os ensaios fotográficos da moça.
















4 FILMES que todo fã de Jessica Alba tem que ter:
- Quarteto Fantástico - Versão Estendida
- Honey - No Ritmo Dos Seus Sonhos
- Sin City: A Cidade do Pecado
- Dicionário de Cama

Keira Knightley

Se estivéssemos em 2002 por aí, teria que tratar essa atriz como uma desconhecida. Mesmo fazendo filmes de nome (“Star Wars – Episódio I” e “Simplesmente Amor”), foi só em 2003, com o, até então, surpreendente “Piratas do Caribe”, que a carreira da moça deu uma aguçada. Depois de milhares de pedidos enlouquecidos dos leitores dessa seção, eis que mostraremos em fotos Keira Knightley, quase como veio ao mundo.

Nascida em 26 de março de 1985, a carreira dessa atriz oscila bastante. De atuação péssima como em “Domino - A Caçadora de Recompensas”, mediana no primeiro “Piratas do Caribe” a ótima em “Orgulho e Preconceito” (não à toa, foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz), Keira ostenta em sua filmografia também alguns títulos que nem merecem ser comentados, como “Pum - Emissão Impossível” e “Os Caçadores de Tesouros”. Até quem não gosta muito do estilo de beleza dessa atriz da nova geração, deverá se encantar facilmente com seu sotaque britânico. Keira saiu de Teddington (Inglaterra) para ir brilhar em Hollywood e, sempre que possível, seu inglês britânico é utilizado, como em “Simplesmente Amor”, por exemplo, o que dá uma forma diferente ao modo de olhar sua interpretação.

Atriz já quase consagrada – pelo menos no âmbito dos blockbusters -, Keira, com certeza, deve grande parte disso ao seu talento, mas é fato que a beleza também é levada em consideração. Duvida? Pois confira essas fotos e diga se estou certo ou errado.















5 FILMES que todo fã de Keira Knightley tem que ter:
- Piratas do Caribe: O Baú da Morte
- Orgulho e Preconceito
- Domino: A Caçadora de Recompensas
- Rei Arthur
- Driblando o Destino

Natalie Portman

Para não ficarem reclamando que o eixo principal aborado nessa seção é o americano e britânico, vos apresento a minha predileta: Natalie Portman, diretamente de Jerusalém, Israel.

Como se não bastasse ter vários filmes conhecidos em sua filmografia, em muitos destes Natalie (olha aí a intimidade) foi destaque. Obstante a isso, recebeu uma indicação ao Oscar, ao Globo de Ouro e ao BAFTA de Melhor Atriz Coadjuvante, por “Closer - Perto Demais” e outra indicação ao Globo de Ouro também como Melhor Atriz Coadjuvante, por “Em Qualquer Outro Lugar”. É de causar inveja a muita atriz consagrada, pois com apenas 26 anos (completados no último 9 de junho), ela já ganhou indicações a importantes premiações e é detentora de uma filmografia com “Star Wars – Episódios II e III”, “V de Vingança”, o muito engraçado “Marte Ataca!”, “Onde Mora o Coração”, etc.

Caso algum dia alguém muito parecida como Portman se apresente a você com o sobrenome Hershlag, não se engane, pois na certidão de nascimento da moça, o nome que está lá é Natalie Hershlag (até nome difícil fica bonito sendo dela). Algumas pessoas também não sabem, mas Natalie era a primeira opção para o papel de Julieta na versão moderna de Romeo e Julieta, mas recusou o papel devido � diferença de idade com relação a Leonardo DiCaprio que, no caso, interpretou Romeu.

No mais, fica a pergunta: é das baixinhas que eles gostam mais? Com os pouquíssimos 1,60m de altura, quero ver quem se atreve a não responder essa pergunta positivamente para Natalie Portman.















5 FILMES que todo fã de Natalie Portman tem que ter:
- V de Vingança
- Closer: Perto Demais
- Hora de Voltar
- Em Qualquer Outro Lugar
- Marte Ataca!

Especial Quarteto Fantástico

Publicado em: 04-07-2007 @ 4:36 pm 
Postado em: Especiais
Escrito por: Raphael Santos

Especial Quarteto Fantástico

Depois que o Cinema com Rapadura desenvolveu essa de fazer grandes especiais sobre grandes lançamentos do ano, virou moda em todos os sites da área. Todavia, nós ainda estamos mantendo uma qualidade superior ao dos concorrentes. Você pode até duvidar, mas só se antes não tiver lido o mais novo hot-site que lançamos. Estamos falando do Especial Quarteto Fantástico. CLIQUE AQUI para acessar a página.

Como se não bastasse a quantidade de conteúdo que sempre a gente vem apresente, a qualidade também é superada especial após especial. Qualidade dos textos, da pontualidade de lançamento e, dessa vez mais do que das outras, qualidade do layout dos hot-sites.

O que você está fazendo que ainda não acessou? Não é possível que só você não vai ter a honra de conferir o maior e melhor especial sobre Quarteto Fantástico da web. Depois de acessar e ler tudo é só comentar aqui o que faltou, o que você gostou e nunca esquecer de elogiar os nomes responsáveis pela configuração do trabalho, afinal esse especial só saiu tão belo mediante a criatividade dos redatores do Cinema com Rapadura.

Conteúdo: Thiago Siqueira, Raphael Santos e Thiago Sampaio.
Diagramação e Design: Lucas Conde e Jurandir Filho

Filme em Clipe – Guns, Aerosmith e U2

Publicado em: 08-06-2007 @ 3:48 pm 
Postado em: Especiais
Escrito por: Raphael Santos

O advento do cinema move muito mais do que simplesmente o filme. É visível como as várias mídias aderem ao mesmo. Não poderia ser diferente com o mundo musical e seus clipes. Não é à toa que várias bandas e cantores que tiveram sua música tema de filme acabam utilizando-se desse filme e o trazem para dentro sua música ou, principalmente, seu clipe. É justamente esse assunto o estímulo desse post semanal. Mostrar clipes de música que utilizam cenas ou elementos dos filmes que foram tema.

A fim de não causar estranheza começarei essa coluna com bandas conhecidas e seus respectivos filmes. Guns N’ Roses, Aerosmith e U2 fazem essa primeira edição. Conheça um pouco das bandas, da sua música, do filme-tema e assista aos clipes, é lógico.

Música: You Could Be Mine (Guns N’ Roses)
Filme: “Exterminador do Futuro II” (1991)



Talvez Guns N’ Roses tenha sido realmente a primeira banda de rock que acompanhei. Foi quem me deu base para hoje eu ter um determinado gosto musical. Peço desculpas aos que não gostam do estridente W. Axl Rose, mas não poderia deixar de começar essa banda que teve seu ápice entre 1988 e 1993, mas teve seu início na segunda metade da década de 1980.

Quando a banda acabou a formação original era Dizzy Reed (teclados), Matt Sorum (bateria), Duff McKagan (baixo), Gilby Clark (guitarra), Slash (guitarra) e Axl Rose (vocal). O Guns era famosíssimo e produzia ótimos Clips, como “November Rain”, “Estranged”, entre outros. Além disso, seus shows eram memoráveis, como o da turnê “Use Your Illusion”. Mas é o clipe da música “You Could be Mine” que faz jus a essa coluna.

A música é tema de “Exterminador do Futuro II”, filme que estrela Arnold Schwarzenegger e Linda Hamilton. É tanto que o clip utiliza-se de várias passagens marcantes do filme, enquanto a banda faz um show em uma casa noturna enquanto o Exterminador (Arnold) procura os integrantes do alvoroço. No final do clip somos presenteados com um encontro do andróide e da banda, onde depois de analisar cada um em seu sistema o andróide dá um sorrisinho para Axl Rose. Schwarzenegger é um declarado fã da banda.

No filme nós podemos ver algumas referências à música, mas principalmente à banda. Uma das referências é quando no começo do filme um amigo de John Connor (Edward Furlong) utiliza uma camisa tradicional da banda por debaixo de sua jaqueta. Cenas seguintes inicia-se uma perseguição onde a música é utilizada como trilha sonora. Mais para a metade do filme, o Exterminador esconde sua escopeta dentro de uma caixa de rosas. Quando precisa utilizar a arma, ele saca-a da caixa e a câmera pega em plano as rosas caindo e a arma de fundo. Uma direta simbologia ao nome da banda Guns N’ Roses, que traduzido é Armas e Rosas.

Música: I don’t want to miss a thing (Aerosmith)
Filme: “Armageddon” (1998)



O filme é conhecidíssimo, trás um elenco famoso e ótimo roteiro. A música também, a banda mais ainda e ambos foram indicados ao Oscar. Das quatro indicações de “Armageddon” ao Oscar, 3 são relacionados ao som. O filme foi indicado nas seguintes categorias: Melhor Som, Melhores Efeitos Sonoros, Melhores Efeitos Especiais e, como não poderia ser diferente, Melhor Canção Original. Essa canção chama-se “I don’t want to miss a thing” e é um dos melhores clips da banda Aerosmith.

O interessante é que no elenco do filme temos Bruce Willis, Ben Affleck e, dentre outros, a atriz Liv Tyler. Liv é filha do vocalista do Aerosmith: Steven Tyler.

Aerosmith é uma banda americana de hard rock e rock ‘n roll. Formada em Boston, cidade de Massachusetts, tudo teve início nos anos 70. Porém, a grande popularidade durante do grupo musical foi por meados dos anos 70, final dos anos 80 e início da década de 90. Volta e meia Aerosmith aparece com um novo hit para os amantes do bom rock.

Assistindo ao clip da música “I don’t want to miss a thing” somos transportados de volta para o filme, mesmo que por algumas pequenas cenas, até porque nossa memória auditiva ativa as lembranças de emocionantes cenas da trama. Quem assistiu e gostou do filme, além dos fãs da banda, vale com certeza dar uma olhada (mais uma vez, creio) no clip.

Música: Elevation (U2)
Filme: “Lara Croft: Tomb Raider” (2001)



Para encerrar a primeira edição, não poderia deixar de fora a banda U2 e seu hit “Elevation”. Liderados pelo vocalista Bono Vox, a banda irlandesa de rock é composta por The Edge (guitarra, piano, voz e baixo) Adam Clayton (baixo e guitarra) e Larry Mullen, Jr. (bateria). O U2 já está aí no mercado desde 1976 e, sucesso vai, sucesso vem, a música “Elevation” fez um grande sucesso em 2001-2002, principalmente com seu clip que andava lado a lado com o filme “Lara Croft: Tomb Raider”.

Como muitos devem saber, “Lara Croft: Tomb Raider” é o primeiro filme baseado na personagem Lara Croft, que protagonizou diversos jogos de computador da série “Tomb Raider”. Mostrando toda suas habilidades (e curvas), ninguém menos do que a lindíssima Angelina Jolie (“Sr. e Sra. Smith”) interpreta a famosa personagem.

O clip da música “Elevation” é simplesmente um espetáculo de efeitos especiais. Digo que os efeitos do clip superam até os do filme (maldade minha). Além disso, os integrantes da banda revivem algumas cenas do filme de forma bem interessante – inclusive o guitarrista The Edge atua ao lado de Angelina Jolie (pena que só no clip mesmo). Não sei se o carisma que tenho pela banda, faz eu ser tendencioso, mas não vejo como alguém deixar esse clip passar batido.

Não esqueçam de comentar e dar sugestões de novos clips. Nos vemos na próxima edição do Filme em Clipe.

Nas telinhas – 24 Horas, CSI e Friends

Publicado em: 08-06-2007 @ 3:23 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Raphael Santos

Edição passada as séries inteligentes e envolventes predominaram. Dessa vez, abordaremos três diferentes estilos de seriado. A ação estará em evidencia juntamente com o suspense e o tão assistido estilo americano de comédia. “24 Horas”, “CSI – Crime Scene Investigation” e “Friends”, são destaques em cada um de seu gênero, sendo a primeira citada o ponto alto das recentes inovações propostas para as telinhas.

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Damn it!

Os seriados de ação andavam meio de lado. Não que tivessem parado, mas depois de vários sucessos, quando esse estilo conquistou o mundo todo, nada de inovador aparecia mais. Era sempre o desenvolvimento almejando chegar bem (ou não) ação final, sem criar mais pontas ou enriquecer personagens e elementos. Eis que surge Jack Bauer (Kiefer Sutherland) e sua capacidade incrível de resolver problemas magnânimos em apenas 24 horas.

A inovação principal da série está bem figurada no seu título: “24 Horas”. Cada episódio é uma hora do dia do agente da CTU (sigla em inglês para Unidade Contra Terrorista – UCT, no Brasil) Jack Bauer. Tudo acontece praticamente em tempo real, com uma narrativa sempre linear, e o roteiro se distribuindo em diferentes núcleos, sempre tendo como base o núcleo ação/drama de Bauer. Certas vezes a série foca-se nas atividades dos agentes da CTU, como em outras vezes foca-se nas ações dos terroristas e, como se não bastasse, também nas reações do governo federal.

Como a série clama muito pela ação, demonstrando cenas espetaculares para o gênero (responsável por altos orçamentos em comparação a outras séries), alguns confundem o seu verdadeiro cunho. De fato é uma série de ação - com muitas pronuncias fortes da palavra “damn it” (quer dizer em português algo como: “droga!”) - mas com o passar das temporadas vemos que é, acima de tudo, um drama muito bem amarrado. Ao passo que as temporadas vão se apresentado há uma maior abordagem da vida complicada (e amaldiçoada, diga-se de passagem) do agente contra-terrorista. Aí está o outro ponto de destaque da série. Não é a toa que já ganhou Emmy (o Oscar da TV) como Melhor Série Dramática pela quinta temporada.

Apesar de tudo girar em torno do agente, como disse anteriormente, a série cria núcleos, onde vários personagens viram inesquecíveis para os fãs. Toda a temporada há sempre um ou mais personagens além de Bauer que passamos a admirar. A cada dia na vida de Jack Bauer (entenda-se como: a cada temporada) um personagem muito interessante também é apresentado.

Também notável na série é a facilidade que os responsáveis tem em matar os personagens, até os mais adorados pelos espectadores. Não se assuste se, quando você gostar muito de um determinado papel, ele simplesmente desapareça com uma morte dramática ou, se duvidar, simples e direta.

Ao contrário do que possa parecer, houve ao longo das seis temporadas um processo de maturação da trama. Em vez de cair no estereotipo americano de se fazer ação, a série evoluiu bastante e teve seu ápice na quinta temporada – onde mais morreram personagens queridos e onde o roteiro teve muitos elementos novos com relação temporadas passadas. Além do roteiro e dos moldes da série, a estrela-mor da série, Kiefer Sutherland, vem cada vez mais melhorando o personagem Jack Bauer.

Sendo um divisor de águas no âmbito dos seriados, “24 Horas” não pode deixar de ser conferida pelos amantes do bom gênero ação e drama, mas comece a acompanhar rápido, pois não há limites para Jack Bauer.

- Box 24 Horas: 1ª Temporada - 6 DVDs
- Box 24 Horas: 3ª Temporada - 7 DVDs
- Box 24 Horas: 5ª Temporada - 7 DVDs

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Entrando na cena do crime!

Só assistindo “CSI – Crime Scene Investigation” (“Investigação Criminal”, aqui no Brasil) para entrarmos em uma cena do crime, ultrapassando aquela faixa amarela. “CSI” é o maior sucesso do gênero policial das séries norte-americanas dos últimos tempos. O sucesso do seriado é tão grande que teve até alguns derivados diretos. A série original (da qual falaremos nessa matéria) se passa em Las Vegas, e outras duas se passam em Miami e Nova Iorque.

O ponto forte da série é o fato de mostrar bem o dia-a-dia dos investigadores criminais. Os episódios seguem um roteiro base, aonde primeiro mostra-se a apresentação da cena do crime, depois quem serão os investigadores resignados, o desenrolar apresentando os suspeitos – durante esse tempo tem todo o processo investigativo tanto laboratorial quanto de campo - e, finalmente, mostra-se o culpado do crime e como este fora feito.

Apesar de ser uma ficção, a série esbanja qualidade ao falar de um assunto que muito precisa andar ao lado da verdade. Não é só criar casos de morte ou assalto e sair falando sobre, tem que ter bons argumentos – inclusive, alguns casos reais da polícia de Las Vegas, que já foram resolvidos em vida real e tiveram a devida liberação, foram adaptados em um ou outro episódio, além também de objetos que são comumente utilizados pela polícia técnica dos Estados Unidos também foram levados para a trama do seriado.

Valido também é o fato de se aprofundar os personagens, por mais que o principal de cada episódio seja como certo crime foi operado e por quem. Sempre que necessário apresenta-se um pouco da vida fora do trabalho da equipe de CSIs que fizeram muitos se tornarem fãs da série.

Essa equipe dos CSIs de Las Vegas - mais especificamente a equipe noturna - é liderada por Gil Grissom. Personagem espetacularmente vivido pelo ator William Petersen. A atuação de William é, sem dúvidas, o outro ponto forte do seriado. Para se ter idéia, s vezes quando são dadas algumas “férias” a Gil, a série cai drasticamente de nível. Outro personagem bastante interessante também – esse por conta não do ator, mas das falas que lhes são dadas - é o Capitão Jim Brass (Paul Guilfoyle). Sempre que aparece Jim joga uma de suas tiradas irônicas, sobretudo nos momentos mais inusitados de uma investigação.

Depois de sete temporadas, muitos acham que “CSI” tornou-se repetitiva. Isso realmente aconteceu pode ser percebido, mas depois de se apaixonar nas três primeiras temporadas, fica difícil largar o seriado facilmente. Além disso, vira e mexe, os produtores encontram novas situações para esse problema. Como exemplo, um episódio de final de temporada (que chamam no mundo das séries de season finale) de uma hora foi dirigido por Quentin Tarantino (competente diretor de “Kill Bill I e II”, “Pulp Fiction” e etc). Ele foi assistido por mais de 40 milhões de pessoas, fazendo dela um dos programas mais assistidos da história. O episódio, totalmente a cara de Tarantino, é brilhante, principalmente por colocar de forma inteligente um dos CSIs como vítima.

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How you doooing!?

O glorioso seriado “Friends” gira em torno da vida de seis amigos que moram em Nova Iorque, no bairro de Greenwich Village. Do sexteto, alguns vivem no mesmo prédio ou moram próximo. Apesar de serem lá de Nova Iorque, o passar das dez temporadas esses seis amigos se tornaram milhões espalhados por todo o mundo, de norte a sul e leste a oeste.

A receita de “Friends” é muito simples. Os episódios mostram o jeito americano de ser, sempre abordando acontecimentos estereotipados da vida, pois fica difícil algum de nós não ter passado por algumas coisas das quais os nossos seis queridos friends passaram.

Dentre os seis personagens, é muito pessoal dizer quem é o melhor. Mas é fato que a veia humorística de Matthew Perry faz de Chandler Bing um dos personagens mais queridos. Não há um episódio sequer que Chandler não nos roube alguma risada. Sem nem ao menos sabermos com o que Chandler trabalha (eu acho que ele é analista de sistemas), já sabemos de antemão que ele odeia seu emprego. Suas piadas são baseadas no sarcasmo e, por conta disso, elas sempre aparecem certas, entretanto nas horas completamente erradas, se é que você me entende. Sem falar também em seus frustrados relacionamentos amorosos, que só passam a ser resolvidos (ou não) até ele ficar com Monica (brilhantemente interpretada por Courteney Cox).

Apesar de eu aprofundar somente em Chandler por ser o que escolhi como favorito da série, cada um dos integrantes mantém uma característica marcante. Chandler, como já foi dito, é o piadista sarcástico; Ross Geller (David Schwimmer) o perfeccionista, mas que nada dá certo em sua vida; Monica Geller, irmã de Ross, é neurótica por limpeza e sempre quer ser a dona da verdade; Rachel Green (Jennifer Aniston) a típica patricinha americana; Phoebe Buffay (Lisa Kudrow) a vegetariana totalmente nonsense; e o ator frustrado Joey Tribbiani (Matt LeBlanc) que passa longe de ser uma pessoa notável pela inteligência.

“Friends” é uma das séries mais assistidas no mundo. Para se ter idéia de como o seriado realmente obteve sucesso, ao fim da décima temporada cada um dos seis atores recebia US$ 1 milhão por episódio. Propagandas nos intervalos do episódio final, que atraiu uma audiência de mais de 52 milhões de espectadores, custaram em média US$ 2 milhões a cada trinta segundos. Além de outras coisas mais que a franquia conquistou.

Como na retórica da vida tudo que é bom dura apenas um tempo finito, dez anos não foi bastante convivendo com os seis adorados personagens e, até hoje, a saudade comove um grande número de fãs, como eu, por exemplo. Escrever sobre a série é um grande martírio para minha memória tão rica de boas lembranças desses tempos que não voltam mais.

Espero que tenham gostado de mais uma edição dessa seção. Em breve voltaremos com mais três séries sendo aqui analisadas. Caso a resposta seja satisfatória, passaremos a fazer resenhas episódio por episódio de algumas séries que estejam fazendo sucesso.

- Box Friends - 1ª Temporada- 4 DVDs
- Box Friends - 2ª Temporada- 4 DVDs
- Box Friends - 3ª Temporada- 4 DVDs
- Box Friends - 4ª Temporada- 4 DVDs
- Box Friends - 5ª Temporada- 4 DVDs
- Box Friends - 6ª Temporada- 4 DVDs
- Box Friends - 9ª Temporada- 4 DVDs
- Box Friends - 10ª Temporada- 4 DVDs

Scarlett Johansson, Eva Green e Carmen Electra

Publicado em: 25-05-2007 @ 11:50 am 
Postado em: Hot - Mulheres
Escrito por: Raphael Santos

Apesar de que segundo o ditado em “time que está ganhando não se mexe”, nós voltamos na segunda edição da nossa seção Hot feminina com um trio modificado. O modificado, porém, não quer dizer que a qualidade caiu, pelo contrário, houve inclusive evolução. A primeira edição da seção foi um grande sucesso, é tanto que quase cem comentários (até agora) foram postados para o trio turbinado. Desta feita será diferente. Aliamos juventude, quantidade e charme. Vale o alerta: quem sofre problemas do coração não está convidado para ler essa matéria até o final, mas caso queira teimar, tome seus remédios, uma bom calmante de hormônios e vamos lá.

Scarlett Johansson

Apenas 23 anos e um corpo celestial. Todavia, não são essas as características indicam ser Scarlett uma das melhores atrizes da nova geração. Até agora a garota trabalhou com nomes de peso e não precisou tanto assim de seus atributos físicos para subir na carreira, pois é reconhecidamente uma atriz competente.

Para provar que a loira não é só embalagem, ela já recebeu algumas indicações ao Globo de Ouro de Melhor Atriz. Uma dessas indicações foi por sua participação no espetacular drama “Moça com Brinco de Pérola” (de 2003), outra indicação por “A Love Song for Bobby Long” (de 2004) e também por “Encontros e Desencontros” (de 2003). Além de ser indicada para Melhor Atriz Coadjuvante por “Ponto Final” (de 2005), onde trabalhou com o glorioso cineasta Woody Allen.

Apesar de ter sido várias vezes indicada em evento como Globo de Ouro, Independent Spirit Awards, BAFTA e MTV Movie Awards, seu prêmio veio como Melhor Atriz no Festival de Veneza, pelo já citado “Encontros e Desencontros”.

Ah, antes que esqueça, para a mulherada que simpatizar com alguns traços da atriz, ela tem um irmão gêmeo. Quem sabe a genética não ajude, hã?

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Carmen Electra

Como o nosso assunto aqui é a beleza da atriz citada, Carmen Electra cabe muito bem na seção, além de ser uma ótima representante por conta dos seus potentes atributos físicos. Diferentemente de Scarlett, Carmen não teve lá seus momentos de gloria no cinema.

Até teve sim uns momentos de glórias, mas por suas diversas indicações ao Framboesa de Ouro. Para quem não sabe, o Framboesa é uma premiação para os piores (há controvérsias) do cinema, todo ano fazendo um contra ponto � premiação do Oscar. E Carmen esteve lá mais de uma vez.

A filmografia da americana é realmente precária, mas seu corpanzil a levou à ser uma celebridande, é tanto que em filmes como “Todo Mundo em Pânico 4” e “Uma Comédia Nada Romântica”, ela só aparece ali por conta de sua eminente características. Confirmem o que estou falando vendo as fotos.

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Eva Green

Nem só de turbinadas se faz a seção HOT, pois com Eva Green a sensualidade é o que predomina. Afinal, não é � toa que ela foi a bondgirl de “007 – Cassino Royale” (filme que estreou Daniel Craig na franquia como James Bond).

Pessoalmente falando, até então não houve ensaios sensuais tão charmosos quanto os de Eva Green nessa seção. Apesar de não ter um corpão, ela cativa com seu jeito meigo, porém agressivo. Sem falar que deve ser fácil fazer um ensaio com ela de tão fotogênica que aparenta ser. Até eu, um amador, faria milagres com tanto charme em evidência que só as francesas sabem cultivar.

A carreira da atriz nascia em Pariz no dia 5 de julho de 1980 ainda é curta, mas já tem alguns trabalhos marcantes e demonstra realmente perícia na profissão. Em “Os Sonhadores” (filme que recebeu uma indicação ao European Film Awards de Melhor Atriz pelo voto popular) está lá além da competência de Eva, todo o carisma e sensualidade. Vale a pena ser conferido.

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Continuem mandando sugestões para as próximas edições.
Até mais.

Nas telinhas – Lost, Arquivo-X e Prison Break

Publicado em: 22-05-2007 @ 2:30 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Raphael Santos

O paralelo entre os seriados de TV e o cinema é muito curto. Aquele que acompanha assiduamente as produções cinematográficas, certamente, já reservou horas e horas para assistir a determinados seriados, nem que tenha sido uma única série ou temporadas de algumas. O fato é que as séries televisivas embalam as horas vagas do cinéfilo, sobretudo de hoje em dia.

Digo hoje em dia, pois esse gênero de entretenimento vem ganhando cada vez mais espaço. As séries hoje estão melhores produzidas, mais organizadas e até atores que dedicavam suas carreiras ao cinema, estão se voltado para as produções de televisão – também acontece o movimento contrário: muitos usam as séries para promover seu talento (ou falta). É inegável também que o advento da popularização da internet vem ajudado muito esse tipo de mídia a propagar-se rapidamente. Hoje é muito fácil assistir qualquer que seja o episódio.

Por esses e outros motivos falarei de alguns seriados que vem embalando o público tanto cinematográfico, quanto o público nerd e outros curiosos mais. Lembrando que os seriados estão aos montes espalhados pelo mundo, não caberia aqui listar todos, mas farei com aqueles de minha preferência e os mais conhecidos.

ATENÇÃO: Revelamos alguns detalhes das temporadas que já passaram nos EUA de Lost, Arquivo X e Prison Break.

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O que tem naquela ilha!?

Quem não conhece Lost? Talvez a pessoa possa não ter assistido, mas com certeza já deve ter ouvido falar em alguma rodinha de amizades. O seriado, que já está nos finalmentes da terceira temporada nos Estados Unidos, é o símbolo-mor da reerguida dos seriados de TV. Lógico que muitas séries antes de Lost fizeram tremendo sucesso, mas essa franquia reinventou a maneira de se tratar um seriado.

Lost é um drama de sobreviventes (ou não) do vôo 815 que, após desviar de sua rota e entrar em pane, caiu depois de partir-se em duas partes em uma bizarra ilha, onde o mais improvável é facílimo de acontecer. O primeiro episódio da série é eletrizante, fazendo qualquer um se prender trama, mas aos poucos ela vai se desenrolando - e se enrolando, isso é fato – e novidades vão aparecendo ou deixadas no ar.

Deve-se muito o sucesso de Lost a uma produção magnífica, mas o que embala mesmo são os mistérios que o roteiro propõe e dificilmente fecha, pelo contrário, só abre cada vez mais brechas para o espectador utilizar sua imaginação, que nem sempre é consumada quando o mistério é resolvido, quando é resolvido, no caso.

Os personagens são extremamente bem aprofundados por conta dos gloriosos flahsbacks que vemos em todos os episódios e cada um episódio tem um flashback sobre determinado personagem. Esse é um elemento importantíssimo, pois nos leva a entrar cada vez mais no mundo de Lost, criar favoritos e não conseguir mais largar a série, por mais que não concordemos com algumas coisas.

Quando Lost apareceu, havia uma defasagem dos seriados, mas o sucesso fez os fãs desse gênero de entretenimento reviver famosas séries menos contemporâneas e procurar mais franquias para acompanhar. Não é a toa que todas as emissoras hoje brigam para comprar determinadas temporadas de determinadas séries.

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A verdade está lá fora!

Essa verdade demorou muito para ser revelada e esse foi o ponto forte de um dos maiores sucessos da TV nos anos 90. Falo de Arquivo-X. É uma dessas séries não tão contemporânea que os espectadores pós-Lost com certeza devem ter ido buscar assistir.

A receita é muito parecida, mas o argumento da série é baseado em casos alienígenas. Nela, o agente do FBI Fox Mulder e a gloriosa Scully investigam casos que tenham a ver com paranormalidade ou aliens; são os chamados: arquivos-x (x-files no inglês). Na verdade, não são bem os dois quem investiga. Scully mais supervisiona as maluquices desenfreadas de Mulder.

O contrates de personalidades entre os dois personagens é um dos pontos fortes do seriado. Enquanto Mulder acredita nesses fenômenos e na vida além da Terra, Scully é mais cética ou simplesmente não quer acreditar. Ela sempre procura uma razão lógica para as coisas, enquanto Mulder uma razão mais, digamos bem acabadas.

O seriado se arrastou por nove temporadas. Nem todas, entretanto, mantiveram um nível bom. O nível caiu bastante quando os fãs não agüentavam mais o fato dos mistérios da série não serem explicados e também quando Fox Mulder saiu por um tempo da série. Para se ter idéia, a parte intrigante do mistério todo foi respondida nas coxas, sendo preciso até um filme para tal fim. Era uma série que não precisava ter se estendido tanto, mas nem por isso perde a fama de ter sido um dos “hits” dos anos noventa do gênero.

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É fácil fugir de uma penitenciária?

Para Michael Scofield é facílimo. Até porque, tão quanto seu personagem principal, a série Prison Break talvez seja a mais inteligente dessa nova geração. Talvez não! Sem dúvidas é a mais inteligente até agora com suas duas temporadas.

A primeira temporada da série se passa numa prisão. Somos levados a esse ambiente por conta do plano de Scolfield que, a fim de salvar seu irmão, Lincoln Burrows, da cadeira elétrica, força uma prisão e, lá dentro, utiliza todos os métodos almejando uma fuga. O problema é que as coisas vão ficando um pouco complicadas (não há complicações grandes para Scolfield) e ele acaba colocando um bom número de pessoas nessa empreitada. Que pessoas? Os próprios presidiários.

O interessante da série, sobretudo nessa temporada, é que tudo, até o que parece estar totalmente fora de nexo, está planejado por Michael. Desde o mínimo parafuso a ser usado, maneira de como ultrapassar as paredes da penitenciaria.

A segunda temporada já se emenda com a primeira quando cada um dos fugitivos, depois de terem ultrapassado os limites da prisão, terão de rumar a vida cada um por si. Porém, algumas coisas saem de controle e mais uma vez a inteligência de Michael juntamente com o ímpeto do seu irmão Lincoln levam-nos a momentos interessantíssimos que só são proporcionados por essa gloriosa série.

Sem dúvidas vale a pena ser conferida, sobretudo a primeira temporada onde cada trama é importante e, diga-se de passagem, culmina com um fechamento de tirar o fôlego. É de arregalar os olhos, prender a respiração e dizer um enorme, porém carismático, palavrão de desabafo ao final do último minuto do episódio final. Imperdível!

É isso. Na primeira parte desse especial sobre séries falei sobre Lost, Arquivo-X e Prison Break. Espere a próxima parte. Ótimos títulos que nenhum de vocês podem ficar sem assistir também serão comentados.

Salma Hayek, Angelina Jolie e Jessica Biel

Publicado em: 09-05-2007 @ 5:42 pm 
Postado em: Hot - Mulheres
Escrito por: Raphael Santos

O cinema gira em torno da imagem. Como não poderia ser diferente, os atores devem ter lá suas boas imagens, sobretudo, para nós do sexo masculino, as atrizes. É lógico que a competência passa por cima de beleza, mas como é bom admirar a beleza das musas do cinema, não acham? É nesse tom que trazemos a seção “HOT” com ensaios fotográficos das mais belas atrizes que fazem cinema. Lembrando bem que o que está sendo julgado aqui é a beleza e não competência da mesma diante das câmeras, mas, mesmo inconscientemente, com certeza se a atriz for competente ela já está saindo na frente das outras.

Para começar essa pequenina seção, nada melhor do que três nomes populares que enchem os olhos dos “cuecas” de plantão. Imagine um filme contendo Salma Hayek[bb], Angelina Jolie[bb] e Jessica Biel[bb] no elenco! Como esse filme ainda não existe, o Cinema com Rapadura prepara algo para compensar tamanha falta.

SALMA HAYEK

Ela é daqueles exemplos que nem precisam de um ensaio sensual para ser sensual. O andar da mexicana já pára o trânsito. Imagine então se ela se aventura em um ensaio. Pois se aventura sim. Com certeza é simples demais para um fotógrafo criar uma ótima atmosfera para trabalhar com Salma, afinal o corpo da atriz fala por se só. Apesar de não ter um rosto muito fotogênico, outras partes da atriz chamam mais atenção. Confiram vocês mesmos!

Além da beleza mais do que comprovada, Salma já foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz. O filme chama-se “Frida” (de 2002). No filme, a atriz interpreta Frida Kahlo, que foi um dos principais nomes da história artística do México. Sem dúvidas é uma atuação imperdível para os fãs da atriz.

Algumas imagens da atriz:

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5 FILMES de Salma Hayek que você não pode deixar de comprar:
- Bandidas
- Frida
- Pergunte ao Pó
- Ladrão de Diamantes
- Roubos & Trapaças

ANGELINA JOLIE

Seria Angelina Jolie aquela que melhor representa essa seção? Sem dúvidas. Ela é linda e para lá de sensual. Certos filmes da atriz se valem pela participação da mesma, ainda que ela tenha conhecidos filmes na extensa filmografia. Como se não bastasse, Angelina é casada com um ator do seu porte, com quem tem uma filha (e outros adotados). Seu marido é conhecido pela competência nas telonas e por sua indiscutível beleza, no caso, o mega-pop Brad Pitt.

Mas voltando ao que interessa… é notável a presença da beleza dessa atriz em todos os seus filmes. E sua beleza é daquele tipo que não precisa nem se maquiar. Com seus suculentos lábios a californiana também protagoniza inenarráveis ensaios fotográficos. É só conferir… e babar!

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5 FILMES de Angelina Jolie que você não pode deixar de comprar:
- Garota Interrompida
- 60 Segundos - Versão do Diretor
- Tomb Raider - Lara Croft
- Pecado Original
- Colecionador De Ossos

JESSICA BIEL

E se a paixão brasileira é a bunda, segundo pesquisas, não poderia ficar de fora dessa primeira lista a lindíssima Jessica Biel. Nascida no dia 3 de março de 1982, a atriz faz parte da nova geração, tendo feito poucos papéis ainda. Com certeza que tem gente que assiste aos filmes da moça simplesmente para verem certas avantajadas partes dela. Mas como o CCR é facilitador demais, traremos aqui algumas maravilhosas fotos da americana de Minnesota. Não é à toa que a atriz americana já foi eleita a mulher mais sexy do mundo, segundo a revista masculina Stuff. Jessica bateu nada mais, nada menos do que Scarlett Johansson que por dois anos consecutivos já foi a dona desse posto.

Apesar de ter uma ainda curta carreira cinematográfica, sua filmografia já está recheada de filmes conhecidos, como “Blade Trinity”, “Ameaça invisível – Stealth”, “Tudo acontece em Elizabethtown” e “O Ilusionista”, filme no qual protagonizou com Edward Norton. E ainda há quem diga que as americanas não desenvolvem muito os glúteos. Tá brincando num é?

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4 FILMES de Jessica Biel que você não pode deixar de comprar:
- Stealth: Ameaça Invisível - Edição Especial
- Blade Trinity - Duplo
- Jogada De Verão
- London

Mandem sugestões para as próximas edições.
Até breve.

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