
No começo deste ano, tivemos a oportunidade (se é que se pode chamar assim) de conferir “Alien Vs. Predador 2”, dos irmãos Strause. Eu me pergunto como conseguiram fazer uma seqüência pior do que o original de 2004.
Para os fãs de ficção científica, cinéfilos e outros que curtem cultura pop em geral; sempre ficam vislumbrados com a possibilidade de um crossover entre dois ou mais personagens. Pelo menos, nos quadrinhos este sonho se tornou viável graças ao primeiro encontro entre Super-Homem e Homem-Aranha, publicado em 1976 nos Estados Unidos. Você pode conferir este duelo na edição Grandes Encontros Marvel & DC: Super-Homem e Homem-Aranha #1 (Editora Abril, 1993).
Foi o início para que muitos outros fossem produzidos. Não só entre os personagens dos quadrinhos, mas também destes com os de outras mídias. Casos de Batman Vs Alien, Super-Homem Vs. Alien, Batman Vs Predador entre outros. Além de personagens do cinema se enfrentarem nas páginas dos gibis. A exemplo de Robocop e o Exterminador do Futuro em uma edição publicada pela Dark Horse na década de 1990.
Bom, já que o foco são os crossovers - também aproveitando que julho vai ser o mês do Batman com o lançamento da nova película -, vocês podem conferir abaixo um vídeo muito interessante. Uma produção independente que mostra o encontro entre Batman, Aliens e Predadores (com a participação do Coringa). A produção pode ser independente, mas com certeza é mil vezes melhor do que certos blockbusters que apenas sugam o dinheiro do público e que ofendem a nossa inteligência. Enjoy:
Ah, só para lembrar: “Batman – O Cavaleiro das Trevas” estréia mundialmente em 18 de julho de 2008.



A Warner Bros, em um comunicado na última terça (03/06), citou a adaptação do Lanterna Verde entre um dos seus próximos lançamentos. O enredo, ao que parece, não fará relação nenhuma com o longa-metragem da Liga da Justiça (que na verdade voltou à prancheta). A película contará a origem de Hal Jordan, piloto da aeronáutica que recebeu um anel energético do alienígena Abin Sur. Tal jóia o concederá poder cujo limite será sua força de vontade. 
É inegável que a carreira de Wagner Moura sofreu um up após a sua atuação como o Capitão Nascimento, em “
