Aproveitando uma semana de sensibilidades estranhas e de correrias cretinas, peguei uma conversa despretensiosa com o parceiro colunista B. Mendonça e transformei na pauta dessa semana. Sim, a troca de idéias triviais entre dois amigos sobre esse negócio que se chama amor. Mas de leve, vai.
[Para ler ouvindo "Heart of Glass"] Pelo andar da carruagem, ainda vou escrever muita coisa torta aqui explorando esse tema cheio de pontas. Hoje ele vem de forma simplificada. Sabe quando você sentava com os amiguinhos do colégio e ficava comentando sobre quem você queria/tinha ficado? Pois é. Eu e o Mendonça exploramos a tecnologia do Skype discutindo quais personagens a gente queria ter por perto. Enfim, um rolinho básico.
Diz o Mendonça que ele já contrariou a máxima do Vinícius de Moraes (sobre beleza ser fundamental) nessas paixonites platônicas. Foram as características, os pequenos detalhes e até defeitos que fizeram com que ele desejasse que algumas mulheres fictícias, fossem reais. Eu já sou super fã de Vinícius e não me atreveria a tirar o mérito da beleza. Mas, certamente, ela não põe cama/mesa/banho: caráter e charme fazem uma diferença monstra! Por isso me espantei quando ele comentou que queria a Amelie Poulain, a tapioquinha. Mas, certo. Concordei com ele sobre a simpatia e doçura da francesa. Afinal de contas, quem resiste aos biquinhos franceses, hein? Pois é, ele apostou o dedão do pé esquerdo (alguém quer?) que isso tudo e a vontade de ajudar o mundo tornariam a Amelie uma namoradinha ideal. Bem, cada um com seu cada qual.
Depois ele me veio com uma doidinha. Aquela Claire, de “Elizabethtown”. Admito que ela me enervou um pouco, mas valeria o rolinho só pela boa vontade de fazer aquele guia de viagens espetacular! Para o Bruno, foi algo tipo paixão à primeira vista… Sei que eu falei que era coisa de doido mesmo, ai ele literalmente partiu para a loucura: Clementine, de “Brilho Eterno”. A perfeição das imperfeições. Seria um rolinho cheio de adrenalina e idas ao salão. Pelo menos o Mendonça foi realista: com o desvio de personalidade, na primeira dificuldade, tentarei esquecê-lo. Mas, vale pela espontaneidade absurda que encanta.
Até ai, a conversa tava super tranqüila, até ele pisar em um calo meu. Ele se apaixonou pela Charlotte, de “Encontros e Desencontros”, da mesma forma que eu meio que tive uma queda pelo Bob Harris. Esse negócio de estar perdida em outro lugar e dentro de si mesma mexeu com a gente. Vai ver esse quê de “preciso de apoio” é afrodisíaco…
Ai falando em afrodisíaco, me lembrei de pedofilia. Brincando, mas é que a Juno foi citada também. Tá que ela é novinha, mas tem um gosto musical ótimo, um humor sarcástico e um jeito bacana de ver as coisas da vida. Deixando que ninguém aqui é depravado. Mas, a menina até filho teve, então, foi citada. Não era tão menininha assim…
Enfim, a coluna poderia continuar por linhas e mais linhas, afinal de contas, todo mundo aqui já teve quedinhas por personagens. Eu mesma fiquei um nó tentando listar os meus. Tanto que não consegui citar nenhum ainda. Mas vocês devem ter alguém da telona para falar. Vamos, abram seus corações cinéfilos e confessem por quem vocês já suspiraram!
[Ouvindo "
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[Ouvindo "
[Para ler ouvindo
No meio do tédio e das janelinhas tortas de um MSN de Domingo, eu e o
Merchandising sempre me pareceu divertido. Isso me colocando como consumidora. Sempre me sinto em um “Onde está o Wally?” interativo quando estou vendo um filme e noto a inserção conveniente – ou não – de uma marca. E me colocando como publicitária, o merchandising é uma saída do comercial tradicional e tem um quê de subliminar que muito me agrada.
(Para ler ouvindo “
“Ah, mais um filme de relacionamento!”. Esse pode ser o pensamento de alguns. E de fato, não é uma mentira. Mas “
Ando me envolvendo com as personagens do seriado “Desperate Housewives” de uma forma bastante agradável, seja pelas risadas, pelas identificações óbvias ou pelas semelhanças surpreendentes. Eis que eu queria muito falar sobre isso aqui explicitamente. (Sim, já que a coluna sobre o