“Um é demais de bom, dois é sensacional e três é pedir para morrer“. Essa é a adaptação do velho ditado quando estamos falando de Johnny Depp. Adorado pela maioria dos seres sexuados – sim, foi o meio mais justo e geral que consegui achar, o ator arranca suspiros e admiração em dose dupla: beleza e talento. Quer mais? Sabendo disso, o Cinema com Rapadura faz uma edição diferente, um tanto concentrada e monogâmica, para ajudar na manutenção do vício pelo famoso galã da intrigância.
Go Deep, Depp. Ui! Tinha que brincar com esse trocadilho. Afinal de contas, parte desse charme do Johnny vem da forma inteira como ele trabalha, de como ele se dedica e valoriza o que faz. Prova disso é a capacidade de mutação que ele tem, Camaleão pride, dono de uma versatilidade de dar inveja, que muda e muda, sem nunca perder o charme. Com 45 anos nos couro, ele deixa qualquer moleque de 20 no chinelo. Arrasa! Não tem papel que essa personificação da perfeição pegue que não seja bom. Só por ser ele, já basta. No mínimo, vamos nos deliciar com aquele par de olhos misteriosos, aquele nariz imponente (longe de ser impotente) e as curvas estranhamente sensuais. Ai, só de falar já fico sem fôlego! É difícil pôr em palavras uma imagem que nem mil nem trocentas milhões de palavras conseguiriam traduzir, mas, vale o esforço, não vale?
Prestando atenção no nosso querido Johnny, Oh, Johnny, pensei: ele manda bem em tudo. Além de ser, por si só, uma beldade, ele ainda agrega valores respeitáveis através das suas amizades. “Diga-me com quem andas que te direi quem és”, não é? Pois então, faz parte da lista de “coleguinhas” do Depp artistas como Sean Penn,Tim Burton e o falecido Marlon Brando. Um trio da pesada! Tirando o Burton, com os outros dois, eu super toparia uma orgia. Sim, claro, tirando o lado macabro da morte do Marlon…
Outra coisa. Antes de começar a falar dos papéis que ele pegou, vou lembrar de alguns que ele dispensou, promovendo a fama de ser rebelde, indo contra a superficialidade dos rostos bonitos de Hollywood. Cá entre nós, o Keanu Reeves só pegou “Velocidade Máxima” porque nosso Johnny não fez questão. O Brad-morto-de-lindo-Pitt só virou lenda em “Lendas da Paixão“, porque a bola foi passada pra frente e ainda tem mais! O pequeno biruta do Tom Cruise só fez o vampiro Lestat em “Entrevista com o Vampiro”, porque Depp não quis o papel. Quem pode, pode, né?
Sobre as overdoses Deppianas nos cinemas, podemos falar do seu primeiro clássico, “Edward, Mãos de Tesoura“. Na hora que eu viraria uma adolescente masoquista para aguentar a dor de me agarrar com aquele singelo freak! Ou então, pediria para ele tomar cuidado com a mão boba, né? E em “Don Juan DeMarco“, que ele estava com a faca e o queijo na mão para extrapolar todo seu poder de sedução? Muito perigoso assistir quele filme em momentos sensíveis… Você fica impressionada! Até como os excêntricos Jack Sparrow, de “Piratas do Caribe” e Willy Wonka, de “A Fantástica Fábrica de Chocolate“, ele conseguiu impressionar. Covardia, Johnny D.
Ele ainda fez “Ed Wood“, dublou “A Noiva Cadáver” e recentemente, cantou em “Sweeney Todd – O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet“. Teve também “A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça“… Sim, sem cabeça, mais ou menos como ele deixa a gente com todas as facetas. Embreagada ainda com o charme dele em “Don Juan”, lembrei da fofura dele em “Em Busca da Terra do Nunca” e do charme em “Chocolate“. Me lambuza de chocolate e me joga na assadeira! Ops, pensei alto demais…
Enfim, oportunidade para ver o Johnny é o que não falta. Assim, assado, de todas as formas. Poderia passar linhas e linhas aqui comentando cada trabalho dele. Porém, entretanto, todavia, acho melhor irmos para o que interessa: das palavras para as imagens. Go deep with Depp e até a próxima!









































































































































































