EXCLUSIVO: The Morgue

Publicado em: 03-07-2008 @ 1:02 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Raphael Santos

Recebemos com exclusividade o pôster do thriller THE MORGUE, filme dirigido por Halder Gomes e co-dirigido por Gerson Sanginitto. O longa será lançado nos EUA dia 02 de setembro pela LIONSGATE FILMS! No mesmo mês o filme chega também ao Brasil, em DVD, pela Universal Pictures (com o título “Cadáveres 2“). O longa não é nenhuma continuação, mas como é de praxe para as distribuidoras brasileiras (elas adoram inventar moda mudando os nomes originais dos filmes e lançando como seqüências), o resultado é esse mesmo. Ainda este ano o filme será lançado também no Japão, Espanha, Portugal e Romênia. Confira abaixo o cartaz:

Nós tivemos a oportunidade de assistir ao longa em sessões exclusivas e damos nossas impressões em primeira mão no mundo. O filme assimila fácil os elementos básicos do suspense e faz referências a outros filmes do gênero, como “O Sexto Sentido”, por exemplo.

Halder Gomes e Gerson Sanginitto são brasileiros que já há algum tempo fazem sucesso fora dos limites verde-amarelo. Gerson tem uma produtora em Califórnia, EUA, chamada Reef Pictures. De lá a dupla trilha uma competente carreira cinematográfica. Halder Gomes também colhe de lá seus frutos, mas mantém laços estreitos com o Brasil, mais especificamente no Ceará.

Em outras oportunidades, o cineasta cearense - que já foi dublê de luta em Hollywood, dentre várias outras funções durante sua vida – já havia ganhado destaque no âmbito dos curtas-metragens com a comédia “Cine Holiúdy - O Astista Contra o Caba do Mal”. Curta esse que é até estudado em universidades, além de bastante premiado pelo Brasil todo. Não é à toa que estou falando bastante dos diretores. A direção de “The Morgue” é o ponto forte. Até um olhar menos crítico consegue perceber tal detalhe. Para se ter idéia, o filme tem um plano que beira os quatro minutos, sendo que a câmera se encontra sempre em movimento. Movimentos complicados, diga-se de passagem. Na cena em que Margot (Lisa Crilley, de “Annapolis”) acende algumas velas, a câmera sai de uma tomada superior se movendo de forma interessante até ficar na horizontal. Sem nenhum corte ou defeito de enquadramento. Halder e Gerson acertaram nessa tomada – bem como em outras que não vou ficar contando e estragando as sensações que você deve ter da fita.

O roteiro de “The Morgue”, apesar de usar os elementos básicos do suspense (três atos: uma apresentação sem muita explicação, o desenrolar entrelaçando todos os personagens, e um terceiro com muitas revelações), conseguiu deixar todas as pontas, antes soltas durante o decorrer da trama, totalmente amarradas. Najla Ann Al-Doori não foi original, é fato, pois se apoderou de vários elementos de “O Sexto Sentido” (filme de M. Night Shyamalan), por exemplo. O espectador mais experiente pode muito bem facilmente matar a charada. Todavia, é o terceiro ato que faz o roteiro valer a pena. Além de juntar todas as pontas, como já disse, ele faz isso de uma maneira inteligente. É tanto que assistir ao filme pela segunda vez, já conhecendo de seus aspectos, é bastante válido e faz você captar alguns pequenos detalhes que enriquecem o título.

Por falar em tais detalhes, é interessante sempre guiar um olho atento. Ao longo dos seus minutos de projeção, “The Morgue” conta com vários pequenos detalhes. Uma característica de direção do Halder Gomes, agora aliado a seu amigo Gerson Sanginitto. Os dois lotaram as cenas com particularidades. Um exemplo é a pequena participação dos dois diretores no filme (mais referencias à M. Night Shyamalan?). Halder, e seus cabelos esvoaçantes, fecha o filme, enquanto que Gerson faz uma rápida participação como para-médico. Porém, são os detalhes que fazem sentido na trama que valem a pena. De uma forma ou de outra tudo ganha certo sentido: fotografia, trilha sonora e até a falta de ação em certas cenas. Será possível que nem um simples livro ganhando vários close-ups está a esmo? Pois bem, não está!

The Morgue” conta com nomes conhecidos no elenco. Heather Donahue, por exemplo, foi a protagonista de “A Bruxa de Blair” – filme que foi sucesso de bilheterias, mesmo sendo de baixo orçamento. O simpático Bill Cobbs, veterano de vários filmes sendo o último “Uma Noite no Museu” com Ben Stiller, também esteve lá. Inclusive, o personagem de Cobbs, no caso George, é peça chave no entendimento da trama.

O baixo orçamento de “The Morgue” talvez não tenha deixado o filme mais pomposo, mas para seus moldes não deixa de ser um destaque. Enquanto filmes medíocres com bom orçamento para o gênero - como “A Caverna”, de 2005, por exemplo - são bem vendidos, mas fracassam na opinião popular, “The Morgue” pode ter muito mais receptividade perante o público. À medida que outros se vendem com ultras-perseguições ou cenas que tentam tirar o fôlego (eu disse “tentam”), “The Morgue” se apresenta sutil, e acaba até propondo uma nova interpretação de aspectos religiosos que para todos é um mistério, quer queira, quer não.

Acima de tudo já citado, o filme ainda chega para reafirmar a versatilidade do diretor Halder Gomes. Para se ter idéia, o cearense já trilhou vários caminhos na vida. Agora no cinema tenta fazer o mesmo. Ele já passou de “filme de porrada” (“Sunland Heat”, de 2005), para um clássico da comédia regional que por onde passou conquistou chamado “Cine Holiúdy” e o fantástico “Loucos de Futebol”, para agora dar continuidade à sua carreira com o suspense “The Morgue”. Que venha mais de Halder Gomes!

PARA SABER MAIS DETALHES
- Trailer Oficial de THE MORGUE
- Podcast: Dublês no Cinema, com Halder Gomes
- Podcast: Carreira de Halder Gomes (versão nacional)
- Podcast: Carreira de Halder Gomes (versão internacional)
- Compre “Loucos de Futebol” + “Cine Holiúdy”

Terminator 3: Proteja Jesus

Publicado em: 01-07-2008 @ 1:43 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Zé Ronaldo

ATENÇÃO: O objetivo deste post é apenas entreter. Não temos o intuito de ofender o credo de ninguém.

A idéia desta postagem veio após assistir ao trailer de “Disaster Movie” – mais outro filme de comédia escatológica, se já não bastasse “Super-Herói – O Filme” e “Espartalhões”. E a pergunta é: por que as pessoas vão ao cinema ver um filme com um roteiro totalmente absurdo e que apenas faz escárnio de outras produções?

Analisando bem, o enredo deste tipo de filme não possui lógica nenhuma (pelo menos para mim). Talvez esta seja uma provável explicação. Alguns espectadores podem estar apenas com vontade de se entreter com algo que não precise de muito raciocínio. Simplesmente rir de forma descompromissada. Como Freud disse uma vez: “Às vezes, um charuto é só um charuto”.

E já que o assunto é comédia escrachada, encontrei um vídeo que com certeza vai dividir opiniões. O que aconteceria se o Exterminador do Futuro (com direito a um Arnold Schwarzenegger dos pobres) viesse do futuro para impedir que Jesus fosse crucificado?

Titanic 2: Jack is back

Publicado em: 01-07-2008 @ 1:39 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Amenar Neto

Aproveitando essa série de matérias nostálgicas sobre a obra-prima “Titanic”, de James Cameron, encontrei um vídeo falso na Internet onde o mesmo brinca com a história do “Titanic” original, e numa edição muito bem feita, faz uma montagem de outros filmes que Leonardo DiCaprio fez, como “Prenda-me se for capaz” e “Romeu & Julieta”; e aproveita também trechos de outros longas como “Hulk”. Num lance imensa criatividade, arrumam um jeito de trazer Jack Dowson de volta à vida. Vale à pena assistir. Aproveite. Ou não!



Nota do Editor: Isso é mais velho que a Arca de Noé.

Dez anos sem Akira Kurosawa

Publicado em: 01-07-2008 @ 1:36 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Zé Ronaldo

Neste ano é comemorado o centenário da imigração japonesa – a vinda dos primeiros imigrantes é retratada no filme tupiniquim “Gaijin – Os Caminhos da Liberdade”, de Tizuka Yamasaki. Coincidentemente, em 2008 completa uma década da morte do cineasta nipônico Akira Kurosawa. Do seu trabalho, a obra mais conhecida é “Rashomon”. Filme este que foi consagrado com o Leão de Ouro e um Oscar Honorário de Melhor Filme Estrangeiro (a categoria só foi criada em 1956. Antes disso, a Academia, em algumas cerimônias da premiação, concedia estatuetas aos melhores filmes estrangeiros exibidos nos Estados Unidos).

Além de “Rashomon”, da sua filmografia destaca-se “Os Setes Samurais” – considerada por muitos críticos a sua obra-prima – que recebeu duas indicações ao Oscar. Além disso, foi a inspiração para o western “Sete Homens e Um Destino”, de 1960. Que consta no elenco Charles Bronson e Steve McQueen. Apesar de suas películas carregarem traços da cultura oriental, o diretor tinha influência de autores ocidentais como Shakespeare e Dostoievski. Preocupando-se em abordar o homem em meio aos infortúnios causados pelo seu semelhante.

Como acontece com uma boa parcela dos grandes talentos, ele só teve o devido reconhecimento de seu país de origem postumamente. O que é uma pena. Para quem não conhece o trabalho deste prolífico diretor, segue abaixo a relação de suas principais obras:

Waga Seihum Ni Kuinashi (1946)
Rashomon (1951)
Os Sete Samurais (1954)
Trono Manchado De Sangue (1957)
Yojimbo - O Guarda Costas (1961)
O Barba Ruiva (1965)
Dersu Uzala (1975)
Ran (1985)
Sonhos (1990)
Rapsódia Em Agosto (1991)
Madadayo (1993)

A título de curiosidade, após a morte de Kurosawa e outros talentos como Shohei Imamura e Yasujiro Ozu, Clint Eastwood é o maior cineasta japonês – honorariamente japonês – vivo atualmente. É preciso mencionar que isso é resultado de seu aclamado filme “Cartas de Iwo Jima”, que relata a Segunda Guerra Mundial pela ótica do exército japonês – uma produção totalmente japonesa, com atores japoneses falando em seu idioma. Produção – que complementa “A Conquista da Honra”, também de Eastwood - indicada ao Oscar de Melhor Filme, Direção, Roteiro Original e Edição de Som.

O Filme Ideal para o Verão

Publicado em: 01-07-2008 @ 1:29 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Luiz Belmiro

Agora que já estrearam a maioria dos blockbusters do ano, chegou a hora propícia para comentá-los. Não se trata aqui de comentar a qualidade dos filmes, mas de comentar uma tendência que o cinema americano vem mostrando cada vez mais forte dos últimos anos: a falta de originalidade.

Alguns anos atrás, li em algum site especializado em cinema (perdoem-me, mas não lembro qual site) uma coluna comentando que as principais estréias do verão americano daquele ano tinham em comum o fato de não serem roteiros “originais”. Adaptações de histórias em quadrinhos, remakes e continuações de blockbusters davam o tom, e não tínhamos nenhum grande sucesso escrito originalmente para o cinema.

Cada vez mais essa tendência foi ficando forte, a ponto de hoje os grandes estúdios preferirem não se arriscar colocando na disputa de verão uma produção que já não tenha pela menos uma fatia do público certa: fãs de hq’s, de séries de televisão ou de produções de sucesso do passado. Vide as principais estréias desse verão: “Sex And The City”, “Homem de Ferro”, “O Incrível Hulk”, “Speed Racer”, “Agente 86” e o novo “Indiana Jones“, que bem poderia se chamar “Em Busca de Mais Dólares”.

Essa tendência inclusive começa a contagiar outras épocas do ano, como foram as “ressurreições” de Rocky e Rambo no começo de 2007 e de 2008. E não deve parar por aí a onda de adaptações e “ressurreições”: já estão em produção “Wolverine Origins” e “Comandos em Ação”; e já foram anunciados “O Surfista Prateado” e a volta de “Conan” e “Robocop”.

Numa época como essa seria oportuna a estréia do último filme de um dos poucos cineastas que mantém a criatividade em Hollywood, Michael Gondry. Depois do belo “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças” ele lançou em janeiro último “Be Kind Rewind”, com Jack Black e o rapper Mos Def. Na história, Black vive um homem que ao tentar sabotar uma estação de força, gera um campo magnético e acidentalmente apaga todas as fitas da locadora de vídeo em que trabalha seu melhor amigo, Mos Def. A saída encontrada pelos dois para salvar a locadora e o emprego do balconista é fazer eles mesmos “remakes” dos filmes da locadora: “Os Caça-Fantasmas”, “RoboCop”, “A Hora do Rush 2”, “2001”, “Os Donos da Rua”, “Quando Éramos Reis”, “King Kong” e “Conduzindo Miss Daisy” entre outros. Se permanecer a atual tendência dos grandes estúdios hollywoodianos, a saída para aqueles que gostam de cinema será a mesma sugerida no filme de Gondry: começar a contar suas próprias histórias.

30 podcasts do Guanabara.INFO

Publicado em: 30-06-2008 @ 1:54 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Raphael Santos

HOJE É UM DIA ESPECIAL, pois comemoramos os TRINTA EPISÓDIOS do Melhor Podcast de Tecnologia da Internet! Este é um momento de muito orgulho, no mesmo grau que sentimos por um filho. Fazer trinta podcasts é fácil, difícil é manter sempre a qualidade e conquistar cada vez mais adeptos à comunidade de “Amantes da Tecnologia”, que só faz crescer e crescer a cada semana.

Espera aí, mas o que tem esse primeiro parágrafo relacionado com o Cinema com Rapadura ou com o RapaduraCast? Muito simples. Esse parágrafo foi retirado da postagem da trigésima edição do Podcast do Guanabara.INFO. E essa é uma edição comemorativa com vários leitores e com a participação de alguns participantes do RapaduraCast. Essa semana foi lançada a primeira parte do programa e, semana que vem, haverá a continuação.

Escute agora o Guanabara.INFO nº 30.

Pirataria x Fim do Cinema

Publicado em: 30-06-2008 @ 1:26 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Halder Gomes

A pirataria é muito simples, boa e democrática quando o realizador nunca teve que refinanciar o mesmo carro 2 vezes para custear filmagens e honrar compromissos assumidos, assumir dívidas imensas como pessoa física para arcar com despesas de pós-produção, deixar de estar com a família para passar madrugadas (meses) editando, ter agiotas cobrando o tempo inteiro, abrir mão do trabalho para e ficar sem receita para poder concluir um filme, etc x mil… E o que o pirateiro fez enquanto isso? Apenas ficou na espreita, esperando a hora de sugar todo o seu esforço. Só para registrar um filme na Ancine, paga-se a taxa de R$ 3.000,00. Quem paga esta taxa? O pirateiro? Quem pagou por todas as despesas do filme? O pirateiro? Quem vai realmente ter lucro no filme que você fez? Ora, nessa fórmula mágica, o pirateiro, claro!

É um castigo muito grande um realizador/empreendedor fazer um filme de sucesso no Brasil. Tudo isso está causando um tremendo mal ao país, que um dia pensa em tornar-se uma indústria de cinema. Sendo realista, isto não vai acontecer. Quando a cadeia produtiva é prejudicada em toda sua extensão, a possibilidade de investimento cai drasticamente, aumentando ainda mais a obrigação do governo em bancar toda a produção nacional, pois o investidor de sã consciência não vai investir nas circunstâncias atuais. E se de repente entra um presidente que não gosta de cinema? Isto já aconteceu antes, lembram? Pois é, se existisse um terreno fértil e seguro para investimento, não seria o fim do cinema no país, mas do jeito que está seria o fim.

Quando o cidadão compra um filme pirata, ele compra porque quer ver o trabalho do artista, se emocionar com ele, porque gosta dele, etc… Mas não quer pagar por isso. Ora, isto é escravidão e egoísmo! Pergunta se o cara que compra filme pirata compra remédio pirata, comida pirata, água pirata, plano de saúde pirata… Claro que não. Por quê? Porque estas outras opções podem causar danos nele, já o filme pirata, não. Só causa nos outros. Então é puro egoísmo, e como o artista não recebe, é pura escravidão.

Imagine você, médico, que estudou a vida inteira, de repente chegar ao trabalho e ter outra pessoa no seu lugar, que nunca fez nada, e dizer que dali pra frente ele é o médico e você pode arrumar suas malas. O pirateiro faz isso com o realizador, não é com o distribuidor não. O distribuidor apenas vende. Ele só perde o dinheiro. O realizador perde o tempo (que é dinheiro), perde dinheiro, perde a autoria, perde saúde, perde o trabalho, perde o direito ao trabalho, perde o estímulo…

A pirataria exerce o mesmo princípio de um câncer no seu filho, que você gerou, criou, cuidou e investiu, daí a doença simplesmente chega e se apodera, leva seu filho e ainda deixa a conta. Ou um assalto a mão armada, onde todo seu trabalho e investimento são tomados de você. A pirataria é isso, um câncer, um assalto.

Se um dia todo seu esforço e investimento virar um sucesso, podem trocar a autoria deste texto e assinar embaixo.

PERFIL: Halder sempre foi um sonhador, e lutou muito para torná-los realidade. Apesar de formado em Administração de Empresas e Pós Graduado em Marketing, a paixão pelas artes sempre falou mais alto, sejam elas marciais, plásticas ou cinematográfica. Hoje Halder é um artista plástico de destaque, diretor e produtor de cinema brasileiro e hollywoodiano, faixa preta em taekwondo e proprietário da ATC Artes Marciais, uma das maiores estruturas especializadas do país.

Pôster: Jogos Mortais 5

Publicado em: 28-06-2008 @ 3:08 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Jurandir Filho

Foi liberado o primeiro teaser pôster de JOGOS MORTAIS 5. Isso mesmo! Desde 2004, já sabemos que um filme novo da saga deve chegar no segundo semestre de cada ano. E a galera adora! Os produtores também! Baixo investimento, sangue, tripas, histórias mirabolantes, escatologias e MUITA grana no bolso.

Na história, Hoffman (vivido pelo ator Costas Mandylor no filme anterior) é aparentemente a última pessoa viva a conhecer o legado de Jigsaw. Mas quando seu segredo está sendo ameaçado, ele deve ir à caça, a fim de eliminar qualquer ameaça. A direção do longa está a cargo de David Hackl (“Skinwalkers: Amaldiçoados”), que também participou como diretor assistente e produtor nos três últimos “Jogos Mortais”. A dupla de escritores Patrick Melton e Marcus Dunstan também retorna. Eles foram os responsáveis pelo roteiro do quarto filme da franquia. No momento, os escritores estão trabalhando no texto para o remake do filme “Hellraiser”.

No elenco vemos a volta da maioria dos personagens do filme anterior. O vilão Jigsaw retorna na pele de Tobin Bell (“A Hora do Arrepio”); o agente Strahm é interpretado por Scott Patterson (da série “Gilmore Girls: Tal Mãe, Tal Filha”); como Hoffman temos Costas Mandylor (“A Lenda de Beowulf”); e como Jill temos a atriz Betsy Russell (“The Flunky”). A atriz Julie Benz (“Rambo IV”) também integra a equipe.

A estréia de JOGOS MORTAIS 5 está prevista para acontecer em 24 de outubro, véspera de Halloween, nas salas de cinema norte-americanas.

Qual a sua opinião? Confira abaixo e opine:

SAIBA MAIS
Jogos Mortais
Jogos Mortais 2
Jogos Mortais 3
Jogos Mortais 4
Jogos Mortais 5

O Hype do Morcego

Publicado em: 26-06-2008 @ 12:02 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Thiago Siqueira

Diversas críticas de “Batman – O Cavaleiro das Trevas” foram liberadas na última quarta-feira, 25 de junho, e os resultados não poderiam ser melhores. Dentre os veículos que publicaram textos falando sobre esta nova adaptação dos quadrinhos da DC Comics estão os sites Ain’t It Cool News e Nuke The Fridge. No entanto, a cartada final fora dada pela conceituada versão americana da revista Rolling Stone, com uma crítica escrita por Peter Travers e disponibilizada na página oficial da publicação.

Segundo Travers, o filme é simplesmente soberbo, com atuações muito acima da média e temas bastante fortes. Alguns pontos do texto do jornalista me chamaram muito a atenção, como sua descrição do Coringa de Heath Ledger, colocado como um homem que age movido não pela ganância, mas pelo seu desejo de caos (“alguns homens querem apenas ver o mundo queimar”) e que anseia que Batman (Christian Bale) aja também desta maneira. “Eu não quero te matar. Você me completa”, declara o psicótico vilão para o herói mascarado.

Pelo que se vê, a busca do sádico personagem é pela destruição daquilo que a sociedade vê como correto e ele quer companhia nesta empreitada. Além disso, o fator “Oscar” para o falecido Ledger também é citado, com Travers comparando o Coringa do ator ao personagem Alex, o sociopata vivido por Malcolm McDowell que protagoniza a obra-prima cinematográfica “Laranja Mecânica”.

Um fator interessante é que, tanto a crítica do Ain’t it Cool News, quanto a da Rolling Stone comparam Batman com Michael Corleone (Al Pacino) e o novo filme com “O Poderoso Chefão – Parte II”, longa que possui uma das minhas cenas favoritas em todos os tempos. Nos últimos minutos daquele filme, vemos Michael Corleone imerso em uma solidão quase infinita, logo após realizar uma série de atos mais do que questionáveis.

Não consigo tirar da cabeça que o diretor Christopher Nolan prestou uma homenagem nada sutil ao segundo longa da família Corleone, justamente utilizando esta cena como referência para aquela onde Bruce Wayne está sentado em seu apartamento, olhando de maneira pensativa para a sua máscara (esse momento está presente nos trailers do filme). Em uma incrível coincidência, outra produção citada como referência para “O Cavaleiro…” é “Fogo Contra Fogo”, ótima película de ação estrelada por Al Pacino e Robert De Niro (tal qual “O Poderoso Chefão – Parte II”) e dirigida por Michael Mann.

Todos as críticas publicadas até agora colocam este novo “Batman” como um dos melhores longas baseados em HQs de todos os tempos. Realmente espero que o filme faça jus ao hype que está gerando. “Batman – O Cavaleiro das Trevas” chegará aos cinemas do mundo em 18 de julho. Os dias nunca passaram tão devagar.

Vídeos: Dragon Ball - O Filme

Publicado em: 26-06-2008 @ 2:03 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Jurandir Filho

O site Jenova Anime colocou uns vídeos da luta entre Chi-Chi (Jamie Chung, foto à esquerda) e Mai (Eriko Tamura, foto à direita) no torneio de artes marciais no filme do Dragon Ball. Pelo o que dá para notar pelas péssimas imagens gravadas via celular, é que tem muita fidelidade. O cenário está idêntico ao desenho. É lógico que uma luta dessas é rodada e gravada por horas, para ter um material bom, mas pelo o que é mostrado, o negócio parece não estar ficando tão ruim assim. Confira os vídeos abaixo:



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