Rapadura Blog - O Blog do Portal Cinema com Rapadura

Brinquedos no Cinema

Publicado em: 09-06-2008 @ 4:32 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Marcos Nascimento

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Certa vez ouvi falar que a Hasbro, após o sucesso global de “Transformers“, havia dado o aval para a produção de mais longas com brinquedos da marca. Tá, isso de fato aconteceu, mas na época o que se discutia é que o filme em questão seria sobre o cubo mágico! Mas esquisitices a parte, a Hasbro está mesmo bem empolgada. Após investir em “Transformers 2” e “Comandos em Ação“, a empresa teria liberado os direitos para produção de um filme sobre a Tábua Ouija. Não sabe o que é? Sabe aquele tabuleiro que tem várias letras e números escritos, que é usado pra se comunicar com o além? Pois é, essa mesma. O artefato já foi visto em filmes como “O Exorcista” e “O Jogo dos Espíritos“. E mais, o próprio Michel Bay, o homem responsável por levantar a moral da Hasbro, está envolvido no projeto.

Enquanto isso, Ridley Scott declarou que está envolvido com um projeto que pretende levar aos cinemas o jogo “Banco Imobiliário“. Apesar de ainda serem especulações, a empresa está mesmo trabalhando para que seus produtos sejam adaptados. Para isso, a Hasbro fechou contrato de seis anos com a Universal. Ainda estão em discussão adaptações para “Detetive” e “Batalha Naval“. Mas não é de hoje que vemos brinquedos nos filmes, ganhando vida. Quem não se lembra do clássico “Jumanji” (1995), com Robin Williams saindo de dentro do tabuleiro em que ficou preso e agora a única chance que tem de voltar é jogando o perigoso jogo das selvas outra vez? O filme ganhou uma “outra versão”, por assim dizer, em “Zathura” (2005), dessa vez com o jogo se passando no espaço.

E por que não falar do simpático boneco “good guy”, mais conhecido como Chucky? “Brinquedo Assassino” (1988) pode ser hoje motivo de risos por quem assiste, mas vai dizer que a história do bandido que vendeu sua alma ao demônio e reencarnou no famigerado brinquedo não te deixou com medo quando era criança? O filme rendeu duas continuações diretas e ainda trouxe a família do brinquedo para o cinema, com “A Noiva de Chucky” (1997) e “O Filho de Chucky” (2004). E por falar em bonecos, já vimos também a mais famosa boneca do mundo em produções da própria Mattel. “Barbie e o Lago dos Cisnes”, “Barbie e o Quebra-Nozes”, “Barbie Rapunzel” e mais uma dúzia deles que passam de vez em quando na televisão e fazem a alegria das meninas.

O clássico dos clássicos em se tratando de brinquedos é, sem dúvida, “Toy Story” (1995). O primeiro longa animado digital conta a incrível história dos brinquedos que ganham vida no quarto do garoto Andy, e suas frustrações e dilemas quando um boneco super-tecnológico chega para tomar conta do pedaço. “Toy Story 2” (1999) foi um sucesso de mesma proporção e “Toy Story 3D” já está a caminho. E falando em Disney, quem diria que adaptar brinquedos do parque temático de Orlando daria um bom negócio? “Mansão Mal-Assombrada” (2003) pode não ter dado muito certo com Eddie Murphy, mas a franquia “Piratas do Caribe” (2003) foi a prova máxima de que a criatividade às vezes não tem limite. Tanto que já se especulou fazer um filme sobre outro brinquedo Disney, o “Animal Kingdom“, parque a céu aberto que imita reservas naturais do mundo todo.

Há ainda outros em que os brinquedos são o centro das atenções, como “Premonição 3” (2006) onde o acidente principal acontece na montanha-russa. E sempre tem “Transformers” (2007) para ser o exemplo máximo disso. Bom ainda tem os “Comandos” por aí, e podemos esperar mais meia-dúzia de filmes da Hasbro. Mais brinquedos invadindo o cinema. Falta de criatividade ou uma nova mina de ouro? Será que Hollywood não tem mais o que escrever ou simplesmente é mais uma vertente do cinema? Prefiro pensar que é só mais um meio de fazer com que o mercado tenha algo novo, e que não tenhamos que ver o filme do cubo mágico. Enquanto isso, que venha “Comandos em Ação” e “Transformers 2“. Quem ganha com isso é a indústria, que vê milhões de brinquedos sendo vendidos enquanto o filme é exibido. A nós, resta assistir (ou não) e ir lembrando a infância.

Você já se sentiu assim?

Publicado em: 09-06-2008 @ 3:51 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Zé Ronaldo

Existem etapas da nossa vida; um momento ou uma situação em que nos sentimos num filme ou que poderia render uma boa história para o cinema. Com direito a personagens principais, coadjuvantes e até uma trilha sonora.

Foi o que aconteceu comigo entre os dias 6 e 7 de maio. Durante o período em que os motoristas de ônibus de Fortaleza deflagraram uma greve. A cidade, durante a noite do dia 6, entrou num caos. As ruas repletas de pessoas que só se perguntavam “Como irei para casa?”. E a situação parecia grave em frente ao Shopping Benfica, de onde eu olhava do para-peito da rampa que dá acesso aos deficientes físicos, à aglomeração de gente que fazia balbúrdia. Onde os ônibus passavam superlotados. Atos de vandalismo como depredação e até tentativas de atear fogo nos veículos. Um evento assim parece atraente em uma produção do tipo “Cloverfield“, “Eu Sou a Lenda ” ou “Batman – O Cavaleiro das Trevas“. Um espetáculo para histórias que têm uma catástrofe como pano de fundo. Mas que na vida real, não é tão glamurosa assim. Um aspecto que considero negativo, não só do cinema, mas dos meios de comunicação em geral: a banalização.

Em contrapartida, pude constatar que havia pessoas solidarizando-se com o sofrimento alheio – por exemplo, guardas que pagavam, do próprio bolso, refeição para idosos que não tinham como ir para casa e que, provavelmente, dormiram nos terminais de ônibus - não era apenas um clichê dos filmes. Que bom! =)

Eu, vendo a impossibilidade de tomar uma condução para casa, optei por algo que pode ser considerado uma atitude até extrema: fui andando até minha residência. Enquanto eu caminhava – e começava a rascunhar em minha mente esta matéria – me imaginava em um filme de ficção científica, tipo “Independence Day”. Mas também, eu achava que estava em uma comédia daquelas em que o protagonista é um tremendo “pé frio”. Assim como Peter Parker, “Homem-Aranha 2”, quando ele perdeu os poderes, teve de descer por elevador e ir arrastando a motocicleta até seu apartamento. Durante a 1h e 30 min em que andei, vinha à minha cabeça a música “Heaven Knows I’m Miserable Now”, do The Smiths. Se realmente tocasse, ficaria uma cena legal.

No dia seguinte, poucos ônibus circulavam pela cidade e eu tive a sorte de embarcar em um. Mas o cobrador alertou que poderíamos ser interceptados por manifestantes que pretendiam furar os pneus e quebrar as janelas dos ônibus. Aí me senti como o personagem de Tom Cruise em “Guerra dos Mundos”. Na cena em que pessoas querem tomar o seu carro. Fiquei tenso durante a viagem, todavia nada aconteceu. Ao meio-dia, saindo do meu estágio, tentei voltar para casa. Porém, nada. Nada que pudesse me valer a volta para o meu lar, doce lar. Optei por andar até o Shopping Benfica. Comi alguma coisa. Depois fui ao Gaiola – um bar – tomar cerveja Antarctica (pois é Jurandir, a Brahma podia estar mais barata, mas a boa é A boa).

Pedi ao Seu Edson – o dono do bar – sintonizar numa rádio. Com o céu azul, bastante ensolarado, as nuvens brancas como algodão e apreciando uma cerveja bem gelada, ao som de “Fix You” do Coldplay e depois “Be Yourself” do Audioslave; este foi o cenário da minha tarde do dia 7. E tendo como contexto a greve dos ônibus, que deixou a cidade em polvorosa e depois num estado de calmaria por conta de poucas pessoas que se aventurarem a sair de casa. Imaginei-me como o Clint Eastwood, na cena final de “Menina de Ouro”. Depois encontrei um amigo, filosofamos na mesa do bar. Fomos embora. Após outros percalços, cheguei em casa. E você? Já vivenciou algo que poderia servir de base para um enredo de filme? Não deixe de comentar.

P.S: O fundo musical para esta matéria foi “Punchdrunk Lovesick Singalong” do Radiohead. Traduzindo: “Canção brega de amor para cantar bêbado”. ;)

O Guerreiro Didi e a Ninja Lili

Publicado em: 09-06-2008 @ 2:05 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Jurandir Filho



Este mês de junho chega aos cinemas o novo filme do eterno Renato Aragão: O Guerreiro Didi e a Ninja Lili. E é aquela coisa de sempre: “AVENTURA, AÇÃO, COMÉDIA E MUITA CONFUSÃO“. Eu sou adepto a esse tipo de filme. É tão ruim que faz a volta e fica bom. A sinopse? Leia abaixo:

A história se passa no inicio do século vinte. Lili é a filha de um jovem oficial europeu convocado para a guerra. Um Mestre oriental fica responsável pela educação dela, principalmente na milenar arte que deu origem aos NINJAS. O Mestre recebe uma carta comunicando o desaparecimento do pai de Lili na frente de batalha. Ele, então, manda Lili de volta para a Europa para ser criada por sua única parenta viva, Morgana, sua milionária tia materna que odeia crianças. Ele resolve enviar um guardião para a menina e conta com um voluntário para a missão: DIDI. Entretanto, o trapalhão tem uma forma “peculiar” de utilizar seu treinamento ninja, o que não raramente resulta em confusões.

Eu daria um Oscar…

O que os olhos não vêem… o coração pode sentir!

Publicado em: 04-06-2008 @ 2:16 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Marcos Nascimento

Quais as chances de você se apaixonar pela sua melhor amiga? Assistindo o filme “O Casamento do Meu Melhor Amigo” e a esse novo “O Melhor Amigo da Noiva” (coincidência?), não é difícil concluir que essa situação é altamente comum. Tá, a idéia da matéria não é bem essa… “Made of Honor” chegou aos cinemas e só veio reforçar a idéia que foi plantada há muitos anos no cinema: comédia romântica foi feita pra ser assistida acompanhado. É quando você entrega os pontos de não poder assistir a mais um filme água-com-açúcar pra se estar com quem se gosta.

Não estou falando mal dos filmes românticos, nem desse “O Melhor Amigo da Noiva“, que eu pessoalmente até quero ver. Estou aqui tentando ressaltar o que muita gente já sabe. Cinema pode fazer sentido de várias maneiras: na sua casa curtindo um DVD de “Homem-Aranha 3” com seu irmãozinho; na Sessão da Tarde passando “A Lagoa Azul” pela enésima vez (e você assistindo, pra fazer questão de reclamar que viu pela enésima vez); num cineclube vendo amarradão uma sessão de “Laranja Mecânica“; na escola ou na faculdade, vendo um documentário que você talvez não veja nunca mais; e na tela grande, obviamente, seja um filme-pipoca com seus amigos, ou um romântico, com a pessoa que você designou para estar do seu lado naquele momento.

Estou levantando a questão para fazer as pessoas verem o que é o cinema na vida de quem realmente gosta e as vantagens que ele traz que muita gente não percebe. E falo isso também porque tive que assistir a “Um Beijo Roubado” e tenho que confessar que só não gostei mais do filme por uma razão: fui ver sozinho. Foi quando tive um súbito estalo daqueles de fazer você pensar sobre “o que é que está acontecendo com a sua vida?”. “Um Beijo Roubado” era pra ser visto acompanhado. Tá, era Wong-Kar-Wai, era o primeiro filme americano dele, era Norah Jones, mas era mais do que isso: uma oportunidade única daquelas de ficar junto de quem se gosta. Foi aí também que percebi que eu era o único do cinema inteiro (quase lotado, diga-se de passagem) que estava lá por aquele ser a porcaria do primeiro filme americano do Wong-Kar-Wai! O proveito maior foi os dos inúmeros casais (leia-se o resto da sala de exibição), que aproveitaram o clima romântico do filme para, digamos, uma intimidade maior. Sim, adorei “Um Beijo Roubado“, mas nunca mais eu quero ver um filme desse sozinho. É triste demais.

O Melhor Amigo da Noiva” estreou e você já viu esse filme antes. Todo mundo sabe disso, mas não o leve a mal. Ele pode matar uma necessidade única em um fim de semana. Aos que têm namoradas, levem-nas ao cinema. Aos que não tem, veja se ainda está passando “Um Beijo Roubado” e vá sozinho pra se tocar do que está perdendo. Quanto às namoradas, levem seus respectivos companheiros pra ver uma comédia romântica pra ver como se faz. O saldo pode ser positivo para ambas as partes, independente do filme ser bom ou não. Aproveite a oportunidade que o cinema lhe traz, deixe o preconceito de lado com esse tipo de filme e enxergue o lado bom das coisas. Eu vou tentar fazer isso.

Roqueiros no Cinema!

Publicado em: 04-06-2008 @ 2:06 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Zé Ronaldo

ATENÇÃO: Ler esta matéria ao som de “Matinée”, do Franz Ferdinand.

É comum vermos artistas transitarem entre áreas diferentes do entretenimento. Ocorrem muitos casos de músicos que tentam se inserir na carreira cinematográfica. E vice-versa. Como exemplos, posso mencionar os rappers. Vez ou outra podemos vê-los atuarem em filmes. Posso citar Ice Cube, Ice-T, Eminem, Snoopy Dog e 50 Cent. Algumas divas da música pop também. Vide Madonna, que até já dirigiu um filme intitulado “Filth and Wisdom”. E também Beyoncé. Apesar de não gostar de seu estilo musical, confesso que a acho demasiadamente linda e adorei sua atuação em “Austin Powers em o Membro de Ouro”. Astros do cinema também estão apostando na carreira musical. A atriz Scarlett Johansson, recentemente, lançou um álbum chamado Anywhere I Lay My Head.

Bom, diante deste cenário, os roqueiros não poderiam ficar de fora. Há pouco tempo foi lançado o primeiro trailer do filme “Chemical Wedding”, roteirizado pelo vocalista do Iron Maiden, Bruce Dickinson (YEAH \o/). Trata da história de Aleister Crowley, famoso e polêmico ocultista inglês do século XIX. Autoproclamado o anti-cristo. Influenciou muitos astros do rock famosos como Ozzy Osbourne, Jimmy Page, o próprio Dickinson e sua “donzela de ferro” entre outros. A trilha sonora, como não poderia deixar de ser, também é do Bruce.

Em decorrência disso, comecei a rememorar alguns ícones do estilo, que alguns gostam de carimbar como “coisa do demo”, que já tiveram a oportunidade de ocupar um cargo em Hollywood. Lembrei-me primeiro do Bono Vox, líder do grupo U2. Ele foi um dos autores do roteiro de “O Hotel de Um Milhão de Dólares”, estrelado por Mel Gibson e Milla Jovovich. Bono também é responsável pela trilha sonora do filme. Além disso, há uma lenda de que ele teria sido cogitado para ser um dos vilões de “Batman Eternamente”. No caso, ele seria o MacPhisto, demônio que encarnava na turnê de Zoo Tv. Você pode conferi-lo, em desenho animado, no clip de “Hold me, Thrill me, Kiss me, Kill me”, que faz parte do soundtrack do filme do Morcegão. Também pode ver o vocalista do grupo irlandês, caracterizado como o demônio, aqui.

Além dele, temos o “Camaleão do Rock”, David Bowie. O músico inglês atuou em várias produções. Entre elas “Fome de Viver” (ao lado de Susan Sarandon); “A Última Tentação de Cristo”, em que faz o papel de Pôncio Pilatos e “O Grande Truque”, em que interpreta um inventor que trabalha em um laboratório secreto. Em outros filmes, participou como ele mesmo, caso de “Eu, Christiane F., 13 anos, Drogada, Prostituída…” (achei a história do livro mais pesada do que a do filme) e “Zoolander”, em que ele participa como o juiz de uma “desfilada” entre os personagens de Ben Stiller e Owen Wilson (impagável por sinal!).

Outro roqueiro inglês, que se aventurou como ator, foi o Sting nos filmes “Duna” e “A Prometida”. Gene Simmons, o linguarudo do Kiss, fez um gênio do crime, com cabelo alisado, que comandava robôs assassinos em “Runway – Fora de Controle”. Além de produzir “Detroit – A Cidade do Rock”, sobre quatro garotos que fazem de tudo para ver um show do… … Kiss! \o/ Muito bacana quando a banda toca a música Detroit Rock City, que dá título ao filme.

Alguns músicos ou bandas participam apenas restringindo-se em sua área, no caso música. Fazendo composições para a trilha sonora. Caso do Radiohead (minha banda favorita), em “Velvet Goldmine” e do guitarrista da banda, Jonny Greenwood. Este compôs a trilha de “Sangue Negro”, de Paul Thomas Anderson. Em fim, a lista é extensa. Se eu for falar de todos os roqueiros que participaram em produções cinematográficas, ficaria a eternidade escrevendo. Por isso, meu estimado leitor, se você souber de mais ídolos do rock que já tiveram seus 15 minutos de fama no cinema, por favor, não deixe de comentar.

4º filme da Saga Bourne?

Publicado em: 03-06-2008 @ 5:04 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Jurandir Filho

Essa é uma especulação que pode ser confirmada nos próximos meses. O 4º filme da série Bourne já está sendo negociado. Robert Ludlum (escritor americano, autor de 29 novelas e criador da saga Bourne, que faleceu em 2001) escreveu apenas três livros sobre o personagem (que foram todos adaptados), mas Eric Van Lustbader escreveu outro três trabalhos: The Bourne Legacy, The Bourne Betrayal e The Bourne Sanction. Já está praticamente confirmado o envolvimento de Paul Greengrass, diretor de “A Supremacia Bourne” (2004) e “O Ultimato Bourne” (2007), e Matt Damon (Jason Bourne), em um próximo trabalho. “A Identidade Bourne” (2002) foi dirigido por Doug Liman (“Sr. & Sra. Smith”).

Damon declarou que o personagem significa muito para ele, já que o ajudou a estabelecer sua carreira, colocando-o em uma posição de poder fazer muitos outros filmes que ele deseja. Ele condicionou uma provável participação em um quarto longa da franquia ao retorno do cineasta Paul Greengrass. Segundo o ator, ele sente que nem ele, nem Greengrass, terminaram seus trabalhos com Jason Bourne.

A trilogia Bourne é genial. Poucas vezes vimos no cinema um personagem de ação com características que se aproximam da realidade. Só para vocês terem idéia dos motivos para a Universal querer fazer mais filmes: o custo de produção da trilogia foi de 225 milhões de dólares e o faturamento foi de 943 milhões de dólares no mundo (sendo desses, 524 milhões só nos EUA). Sem contar as vendas de DVDs.

COMPRE OS 3 FILMES
A Identidade Bourne
A Supremacia Bourne
O Ultimato Bourne

PODCAST
A Trilogia Bourne

Discussão: O que você acha da série? Vale a pena fazer um quarto filme? Será que pode sair uma nova trilogia? O que você acha do personagem?

À Prova de Morte, literalmente…

Publicado em: 03-06-2008 @ 12:20 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Jurandir Filho

Os fãs de Quentin Tarantino terão que aguardar mais um pouco para conferirem seu mais recente trabalho: À Prova de Morte. De acordo com a distribuidora Europa Filmes, a nova previsão de lançamento no Brasil é no mês de Outubro desse ano.

O filme traz a história de “Stuntman Mike”, interpretado por Kurt Russel (“Poseidon”), um dublê assassino que se utiliza de seu carro nada singelo, um digno “american muscle”, para aterrorizar a vida de dançarinas no Texas. Estão também no elenco Rosario Dawson (“Alexandre”), Rose McGowan (“Dália Negra”) e o também diretor Eli Roth (“O Albergue”).

Agora faço a pergunta: mas que diabos é isso? Antes estava programado para o final de 2007, em seguida foi empurrado para março de 2008, depois foi sendo adiado até ficar como indefinido. O longa é de 2007 e vão lançar próximo ao fim do ano de 2008. Depois reclamam quando filmes muito esperados são baixados na Internet e dão pouco público nos cinemas daqui. Lembro até que queriam trazer Tarantino ao Brasil. É mais fácil ele vir para divulgar seu novo trabalho, “Inglorious Bastards”, que sai em 2010. Daqui pra lá ainda devem estar decidindo se vão lançar “À Prova de Morte” ou não.

Adidas cria tênis para Hellboy 2: O Exército Dourado

Publicado em: 03-06-2008 @ 12:02 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Bruno Mendonça

Para comemorar o lançamento do filme Hellboy 2: O Exército Dourado, que aos cinemas do Brasil dia 5 de setembro, a Adidas está confeccionando dois tênis temáticos. Os calçados serão vendidos a partir de julho e em 2 modelos: o primeiro chamado de “The Forum Mid”, criado pela Universal Studios e o diretor Guillermo Del Toro. E o segundo chamado de “Stam Smith Mid”, feito pelos designers da Adidas com a colaboração de Dark Horse Comics e Mike Mignola, o criador da HQ original de Hellboy.

Porém, os calçados terão um edição bastante limitada: serão produzidos 5 mil do The Fórum Mid e mil de Stam Smith Mid. É uma ótima dica para os fãs, ou para os que gostarem dos modelos. Não curti o primeiro filme e não quero ver o segundo. Mas eu quero um tênis desses, ah se quero. Veja abaixo (os dois modelos juntos, em seguida o The Forum Mid e Stam Smith Mid, respectivamente):



The Forum Mid

Stam Smith Mid

Disaster Movie

Publicado em: 02-06-2008 @ 11:46 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Jurandir Filho

É o ciclo sem fim“. Assim dizia a principal música de “O Rei Leão“. Parece que o mesmo está acontecendo no mundo das comédias pastelões. Depois de “Date Movie” (focado nas comédias românticas) e “Epic Movie” (focado nos filmes pipocões), estão preparando o lançamento de “Disaster Movie“. Esse novo besteirol será focado nos filmes sobre desastres, como “O Dia Depois de Amanhã“, “Godzilla” e “Cloverfield - Monstro“. Descobriram a nova mina de ouro: os gêneros! Daqui a pouco vão lançar “Documentary Movie“, “Action Movie“, “Sport Movie” e etc. Você pode escutar um podcast que fizemos sobre esse gênero que é odiado por alguns e adorado por muitos. Clique aqui!

Para variar, a musa do gênero comédia pastelão está presente: Carmen Electra. O filme estréia nos EUA em 29 de agosto. Vai dar muita grana, vão fazer novos filmes e esse clico não vai acabar. Veja o pôster abaixo:

Dois candidatos a Peter Parker

Publicado em: 02-06-2008 @ 4:37 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Zé Ronaldo

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A trilogia de Homem-Aranha acabou há pouco mais de um ano, mas nem de longe estaremos livres da teia do “Amigão da Vizinhança” no cinema. A Sony Pictures – que ainda possui os direitos sobre adaptações do aracnídeo – já está a pleno vapor para dar prosseguimento a uma das mais lucrativas franquias da história da sétima arte. Tanto é que, além de já estar com a versão do script redigido por James Vanderbilt (“Zodíaco”) - que pode render dois longas filmados no mesmo período -, também está a procura de um substituto para Tobey Maguire.

O ator de “Regras da Vida”, cujo contrato expirou com o encerramento da primeira trilogia, declarou que só voltaria com a condição de trabalhar com a equipe original. Incluindo Sam Raimi no cargo de diretor. O cineasta de “Uma Noite Alucinante”, por sua vez, já afirmou que pode continuar na franquia. Todavia, não necessariamente como diretor, mas como produtor…

Com relação a notícia da escalação de um novo Peter Parker, o site LatinoReview afirma que, segundo fontes seguras, Laura Ziskin e Grant Curtis (ambos produtores da saga) já têm dois candidatos em potencial: Patrick Fugit[1] e Michael Angarano[2]. Ambos de “Quase Famosos” (os dois interpretaram a mesma personagem em idades diferentes).

Bom, no mais, como diz o ditado: “Quem viver verá”. Para mim, a boa nova é que a sombra de Jason Biggs trajando o uniforme do Aranha está desvanecendo. Graças a Odin!

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