Rapadura Blog - O Blog do Portal Cinema com Rapadura

Lego está de volta!

Publicado em: 24-06-2008 @ 2:33 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Zé Ronaldo

Os leitores rapadurianos, que estão na faixa dos 20 anos, com certeza devem se lembrar de um brinquedo muito popular e que virou mania e que, até hoje, é alvo de devoção por muitos fãs: os bonecos da linha Lego. Ahhh, que saudades de passar horas e horas montando e desmontando peças. Fazendo castelos, casas, carros. Depois brincar com os bonecos nos cenários montados. Parecia que este brinquedo estava esquecido. Ledo engano. A linha Lego voltou e com força total.

É só observar. E a moda agora são os legos customizadas, ou seja, bonecos caracterizados como personagens famosos. E tem de tudo: Indiana Jones, Star Wars, Rambo, Super-Homem, Batman, Homem-Aranha entre outros. Personagens clássicos do cinema, histórias em quadrinhos, desenhos animados e personalidades famosas. Por conta disso, resolvi postar para vocês um vídeo muito legal sobre um certo “Cabeça-de-Teia”. Enquanto os fãs do Aranha estão com o sentido de aranha tilintando por conta dos informes da continuação da franquia, eles podem se deleitar com esta aventura do super-herói:



E mais, quem quiser conferir uma galeria interessante só com estes adoráveis brinquedos, é só clicar aqui.

Pôster: Dragon Ball

Publicado em: 24-06-2008 @ 1:38 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Jurandir Filho

Desta vez liberaram o pôster do filme Dragon Ball. As fotos dos personagens nem são tão novidades assim, mas o detalhe está no topo do cartaz, onde tem os olhos do Piccolo. Pelo visto, as mulheres terão muito destaque no longa. Todo material que sai, lá estão elas. Confira abaixo:

ONDE JÁ FALAMOS DE DRAGON BALL
Dragon Bomba Z?
Novidades em Dragon Ball
Imagem: Dragon Ball

Estréia - Wall-E

Publicado em: 23-06-2008 @ 8:55 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Maurício Saldanha



A história tem início no ano de 2700 onde, devido ao modo terrível no qual os humanos trataram o planeta, a Terra é apenas uma imensa esfera de lixo girando no espaço. Com o planeta em estado tão tóxico, a humanidade o abandonou, e agora espera pelo dia em que o planeta se torne novamente habitável. Para que este dia chegue, a humanidade contratou uma enorme corporação chamada Bunylarge para supervisionar o esforço de limpeza. Para tal, a companhia mandou para a Terra centenas de milhares de robôs para limpar o lixo - robôs chamados Waste Allocation Load Lifters - Earth Class (Wall-E). Infelizmente, estes robôs acabam todos quebrando, com exceção de um único Wall-E que fica a vagar pelo planeta.

Com o passar dos 700 anos, WALL-E começa a ficar curioso a respeito dos humanos. Assim, acompanhado de sua barata de estimação Spot, ele coleciona coisas relacionadas ? humanidade que ele recolhe do lixo que limpa - como uma lâmpada, um carregador de gelo portável da Playmate e, mais importante, um velho vídeo cassete no qual ele assiste repetidamente uma cópia em vídeo de ALÔ, DOLLY! Sendo o único robô operacional no planeta, WALL-E se sente extremamente sozinho, e deseja imensamente companhia. Isto até o dia em que uma espaçonave quase aterrisa em cima dele, trazendo uma nova unidade chamada EVE.

O filme chega na sexta-feira, dia 27 de Junho.

Por que odiamos Titanic?

Publicado em: 23-06-2008 @ 12:59 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Marcos Nascimento

Dezembro de 1997. Chegava aos cinemas aquele que seria um dos filmes mais presentes da história. Contando o naufrágio do transatlântico megalomaníaco que zarpou da Inglaterra em 1912, “Titanic” foi um dos maiores fenômenos já vistos na tela do cinema. Saldo final: 11 Oscars, uma bilheteria absurda, o primeiro a ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão, vendas tresloucadas em DVD da edição especial de luxo e um prestígio eterno devotado a James Cameron. À época aclamado pela crítica, conquistou fãs devotados pelo mundo inteiro que se encantaram com a história do pobretão e malandro Jack Dawson e da aristocrata Rose DeWitt Bukater. Com tudo isso, 10 anos depois, porque muitos odeiam “Titanic“?

Resolvi discutir isso porque participei de um debate sobre filmes marcantes da década de 1990 e abri com o filme. Foi quando comecei a elogiar o filme pelo roteiro, atuação, efeitos e tudo o mais é que caíram em cima de mim!!! Tudo bem, “Titanic” é bem água-com-açúcar nas primeiras horas e quase todo mundo gosta mesmo é da destruição e da catástrofe em si. Mas isso não tira o mérito de Cameron de contar a história com uma riqueza de detalhes (mesmo que com erros) impressionantes com os recursos da época. Sem falar que elevou à quinta potência as carreiras de Leonardo Di Caprio e Kate Winslet, essa última indicada ao Oscar de melhor atriz e mais três vezes depois.

O que se deu com o fenômeno “Titanic” foi que muitos se empolgaram tanto, mas tanto com o filme, que tantas exibições repetidas resultaram em cansaço por parte de quem já viu. Se é assim para os cinéfilos, aqueles que não perdem um clássico por nada, imagine para o telespectador comum, que vira e mexe vê “Titanic” naufragando em algum canal? Tornou-se uma experiência enfadonha, sem contar que todos já sabem de cor o que acontece. Alguns assistem mesmo pra torcer pela milésima vez pela morte do Di Caprio e garantir que ele morreu mesmo. Se tornou o novo “A Lagoa Azul“, o consenso máximo quando se fala de reprises sem sal. Nem eu mesmo paro pra assistir, e olha que já tive que assistir a todos, disse todos os extras do box especial…

A imagem que me vem de “Titanic” na lembrança é de fenômeno mesmo. Lembro de quando assisti a ele no cinema, bem criança, com uma fila enorme do lado de fora. Há de se distinguir o filme que você mais gostou do melhor filme da história. Não, não estou afirmando que ele seja, tanto que pessoalmente nunca vi o filme em alguma lista dos 100 melhores. Nem estou pedindo que você torne a assistir “Titanic” pra tirar conclusões novas. Porém, respeito é o que deve ser prestado a esse filme que quebrou barreiras em Hollywood. Agora, depois do texto, tenta tirar Celine Dion da cabeça…

EXTRA: Escute o RAPADURACAST 69, sobre o filme.

Aaah! Mudaram o Protagonista!

Publicado em: 23-06-2008 @ 12:49 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Marcos Nascimento

E eis que mais novidades e especulações surgem a respeito da seqüência de Homem-Aranha. Como Tobey Maguire não tem contrato para os próximos, fica no ar então quem deve ser o novo herói da franquia. Já se falou em Jason Biggs e agora os novos nomes são Patrick Fugit e Michael Angarano, ambos de “Quase Famosos“. Deixando de lado quem vai ser o novo aracnídeo das telas, eu pensei no seguinte: o protagonista, aquele rosto que nós já nos acostumamos, não devia fazer toda a diferença no filme? Imagine se um dia o Wolverine não for mais interpretado por Hugh Jackman (todos um dia ficam velhos e morrem, não estou contando com isso)? E lembra quando se ousou especular se o trio de Harry Potter não era velho demais para seus respectivos papéis? Sobretudo Emma Watson, a mais indecisa dos três à época.

Não apenas “Homem-Aranha 4” me despertou essa indagação, mas um outro filme que sai ainda esse ano. Um dos grandes motivos de eu adorar a série de filmes “A Múmia” é a presença de Rachel Weisz como a Dra. Evelyn, Eve para os íntimos. E eis que para o terceiro, “A Múmia: Tumba do Imperador Dragão“, me surge Maria Bello no seu lugar. Sim, Rachel Weisz pode não ter querido voltar, e não duvido da competência de Bello, mas que faz uma certa diferença, isso faz.

E aí comecei a pensar quais os filmes que já sofreram essa “reformulação” de atores no papel principal. O mais clássico, e por razões óbvias já que o personagem resiste ao tempo, é James Bond. Esse nem teve tantas diferenças assim de um 007 para o outro, dando até um charme às produções. Não custa lembrar quem já viveu o agente nas telas: Sean Connery, Roger Moore, George Lazemby, Timothy Dalton, Pierce Brosnan e o atual Daniel Craig. Qual deles foi o melhor? Cada um com suas particularidades - com exceção de Lazemby, que fez apenas um e sempre foi tido como o pior - vão dando continuidade às aventuras do agente secreto mais famoso do mundo. E olha que fizeram certo barulho quando Craig foi anunciado, por ser fisicamente diferente dos outros, mas não é que todo mundo adorou o Bond loiro, de olhos azuis?

Mas parece que os heróis de quadrinhos são sempre os que mais sofrem com isso. Vide o próprio Batman, quantos já foram. Michael Keaton, Val Kilmer, George Clooney (o horror, o horror!) e agora Christian Bale, acertadamente o melhor dos quatro, na minha opinião, já que “Batman Begins” também foi um marco nos filmes do homem-morcego. Ainda temos “O Incrível Hulk“, saindo da pele de Eric Bana e fazendo com que Edward Norton fique em tons de verde, e “O Justiceiro“, fazendo a dança das cadeiras entre Thomas Jane e Ray Stevenson. Nesses dois últimos casos, é até justificável essa troca.

Essa foi só uma pequena amostra, se alguém quiser acrescentar outros filmes que, nas seqüências, os protagonistas foram trocados, fiquem à vontade, ajudem a minha memória. Não é bem certeza se Homem-Aranha vai perder o charme sem Tobey Maguire, ou se Maria Bello vai decepcionar, mas dá aquela agonia quando o ator principal vai pelas cucuias. Pode ser uma surpresa pro bem ou para o mal, quem decide é o mercado. O que permanece óbvio é que “Homem-Aranha 4” deve levar outros tantos milhões aos cinemas. Ah, vem aí “Terminator 4“, com Christian Bale e Josh Brolin e ainda não se sabe se um novo “Missão Impossível” vai ter Tom Cruise de volta…

O filme do Lanterna Verde

Publicado em: 23-06-2008 @ 12:34 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Zé Ronaldo

A Warner Bros, em um comunicado na última terça (03/06), citou a adaptação do Lanterna Verde entre um dos seus próximos lançamentos. O enredo, ao que parece, não fará relação nenhuma com o longa-metragem da Liga da Justiça (que na verdade voltou à prancheta). A película contará a origem de Hal Jordan, piloto da aeronáutica que recebeu um anel energético do alienígena Abin Sur. Tal jóia o concederá poder cujo limite será sua força de vontade.

Quem assume a direção é Greg Berlanti, que é mais conhecido pelo público por meio de séries dramáticas como Everwood e Dawson’s Creek. O roteiro fica a cargo de Marc Guggenheim e Michael Green. Ambos são mais familiarizados com o universo dos super-heróis. Já que um é roteirista de HQ’s e o outro produz e escreve séries como Smallville e Heroes.

Uma boa notícia aos fãs do Sentinela Esmeralda é que Jack Black não será o protagonista da trama. E que esta não se tratará de uma comédia ao estilo do finado seriado do Batman, que tanto dividiu opiniões dos leitores na década de 1960. Ainda bem, pois se fosse para achincalhar com o Guardião do Setor 2.814 com certeza este seria o caminho ideal (!).

A intenção é transportar para a telona toda a respeitabilidade e heroísmo que cerca a imagem deste personagem emblemático da DC Comics. É o mínimo que se pode esperar de uma produção a respeito de um super-herói que carrega um dos lemas mais simbólicos das Histórias em Quadrinhos: “No dia mais claro, na noite mais densa, o mal sucumbirá ante à minha presença. Da lanterna vem o dom da paz. Para discriminar a luz que a justiça traz. Quem quer o mal tudo perde ante ao poder do Lanterna Verde”.

EM TEMPO: Para quem não é familiarizado com as aventuras do Lanterna Verde nos quadrinhos, recomendo ler Crepúsculo Esmeralda, publicado pela editora Abril. Com certeza é um dos arcos dramáticos do herói mais populares dos últimos tempos. O zênite da cronologia deste personagem, pois dá um pontapé inicial em uma nova fase (no qual ele se torna o vilão Parallax) e também rememora alguns momentos marcantes de Hal Jordan na época em que era membro da Tropa dos Lanternas Verdes.

Cidades mais Cinéfilas…

Publicado em: 23-06-2008 @ 12:28 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Marcos Nascimento

Esse texto é o resultado da fusão de uma matéria divulgada no jornal “O Globo” com as conversas que tenho com meu amigo Zé Ronaldo.

O site Filme B divulgou no último domingo o ranking das cidades mais cinéfilas do país. E o que se conclui é que as cidades do interior estão levando a melhor no mercado de exibição do que os grandes centros. As cidades que encabeçam a lista das dez mais são Campinas, Santos (ambas de São Paulo) e Niterói (Rio de Janeiro). O que surpreende é a presença do Rio de Janeiro na 14ª.posição e de São Paulo na 27ª. As principais cidades do país, caindo cada vez mais quando se fala em espectadores nos cinemas. Tá certo que Campinas, Santos e Niterói nem são tão interior assim.

O que explica o fenômeno, segundo especialistas, é o espaço que os shopping-centers tem ganhado nessas cidades, que se desenvolvem paralelamente às capitais. No caso de Campinas e Santos, essas sempre foram cidades que cresceram junto com a capital paulista, mas que tem economia voltada para um alvo diferente do que São Paulo. Campinas viu o surgimento de dois novos shoppings com 25 salas de cinema, o que ainda atrai moradores das regiões vizinhas. O mesmo acontece com Niterói, no Rio de Janeiro, que também recebeu maiores instalações do grupo Cinemark nos seus shoppings e em outros pontos. Vale lembrar que a cidade de Niterói tem um dos melhores cursos universitários de cinema do país.

O curioso é as três cidades que encabeçam a lista são do sudeste. E uma coisa que sempre discuto com amigos meus é a concentração de recursos que ficam por aqui. Não falo apenas por ser do Rio de Janeiro. Mas porque será que listas desse tipo não incluem cidades do norte ou do nordeste? Qual será o real motivo? De onde falta o investimento necessário? Porque não é novidade pra ninguém que a grande maioria da população não tem dinheiro para ir ao cinema. E muito mais do que o dinheiro, não tem interesse em ir ao cinema. São raros os moradores de comunidades carentes que se prontificariam a assistir “Piaf - Um Hino ao Amor“, por exemplo. E até no obscuro mercado de DVD pirata, o que vemos nessas bancas são filmes de ação, comédia besteirol ou pornô.

Seja por falta de investimentos do governo nessa área, seja por falta de iniciativa privada ou por deinteresse público, acaba sobrando para o cinéfilo nato. Os que acompanham o Festiival de Cannes e não veem a hora do filme ganhador da palma de ouro vir ao Brasil. Seja ele de Porto Alegre, Natal, Curitiba, Crato, Patos de Minas ou Nova Iguaçú. A saída seria mais shoppings, mais salas de cinema, diminuição no preço dos ingressos? Essas questões já foram debatidas à exaustão, tanto aqui no CCR quanto em outros lugares. E sabemos que certas coisas, como a cabeça do brasileiro comum, são difíceis de mudar. Esse é o ponto de vista de quem está no Rio de Janeiro, com vários pontos de exibição de filmes em shoppings. O debate pelo Brasil afora está aberto. Enquanto isso a gente aguarda a divulgação das próximas listas…

OBS: A lista foi elaborada através da análise da venda de ingressos per capita, levando-se em conta todos os motivos apresentados acima, número de salas, preço de ingressos, etc.

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