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Alguém sabe sobre Sin City 2?

Publicado em: 15-06-2008 @ 2:29 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Zé Ronaldo

Ainda me lembro do dia 12 de agosto de 2005 como se fosse ontem: eu e meu grande amigo, Josimar, tínhamos marcado de ir ver uma sessão de “Sin City – A Cidade do Pecado”. Recordo-me que tínhamos ido, também, porque o cinema estava fazendo uma promoção: um ingresso valia para duas pessoas. Também rememoro que, depois de comprarmos os ingressos, fomos para um bar tomar umas cervejas e filosofar sobre as mazelas da vida ao som de Led Zeppelin. A gente não sabia, mas era como se estivéssemos nos preparando para entrar no clima do filme.

Após quase três anos, uma das coisas que tenho esperado ansiosamente na vida é a continuação desta belíssima obra de arte. E tudo relacionado a uma seqüência, tenho vasculhado. Ainda em 2005, rolavam boatos de que um próximo filme sairia na metade de 2006. Nesse período, já sabia que a base do longa seria a graphic novel “A Dama Fatal”. E que incluiria a volta de Clive Owen no papel de Dwight McCarthy e Mickey Rourke como Marv (YEAH \o/). Aí chegou 2006 e nada…

De concreto, só veiculavam que o diretor Robert Rodriguez (“El Mariach”) queria Angelina Jolie no papel de Ava Lord (a dama fatal da HQ). Porém, ela estava grávida do marido e, também ator, Brad Pitt. O cineasta pretendia então esperar pelo fim da gravidez. E enfim, o primeiro rebento do casal mais badalado de Hollywood veio ao mundo e… NADA. Só o que eu sabia é que Frank Miller já havia terminado o roteiro do filme. E que também pretendiam incluir Johnny Depp e Antonio Banderas no elenco (ambos estiveram sob a direção de Rodriguez no mediano “Era Uma Vez no México“). E tudo isso já em 2007.

Enfim, estamos em 2008. Daí, tomo conhecimento que Miller está roteirizando e dirigindo “The Spirit” (afinal, este filme deve ser a “menina dos olhos” do quadrinhista. Já que ele sempre foi fã do personagem). E que Rodriguez quer fazer a adaptação de “Barbarella”. Em vista disso, pensei de imediato: “Putz! E onde o ‘Sin City 2’ fica nessa história?”. De novidade a respeito da produção, foi que li no CCR que Jessica Alba havia confirmado sua participação no longa. E há tempo de se recuperar da gravidez. Mas para piorar, a nota consta que a estréia está prevista para 2010.

Sinceramente, só vou acreditar neste filme quando eu for conferi-lo pessoalmente no cinema. Meus amigos na faculdade, volta ou outra, me perguntam o que sei a respeito de “Sin City 2”. E eu digo que sei tanto quanto eles, ou seja, quase nada. Vocês, leitores, não têm a noção do sucesso que a adaptação de Frank Miller fez – e ainda faz – na Universidade que eu estudo. Por isso, se vocês souberem de algo mais concreto, não deixem de me informar. Quero, novamente, ter a mesma experiência de 12 de agosto de 2005. Incluindo o bar, Led Zeppelin e tudo mais. E, para encerrar a matéria, eu acho que quem deveria ser a Ava Lord é a Eva Green. Ela sim tem o que a personagem precisa.

Cartazes: Disaster Movie

Publicado em: 15-06-2008 @ 1:42 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Jurandir Filho

A comédia pastelão sobre filmes catástrofes ganhou dois cartazes. Do lado esquerdo, fazendo paródia ao “Indiana Jones“, e do lado direito, parodiando “Os Simpsons“. Não tem graça alguma, mas vale o registro. O que posso dizer é que os cartazes desses filmes são ótimos, mas o resultado final geralmente é uma bomba. Comentamos mais sobre o filme aqui! A estréia nos EUA está programada para 29 de Agosto:

Homem-Aranha 4 pode ter Sam Raimi como diretor

Publicado em: 15-06-2008 @ 12:48 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Zé Ronaldo

E continua a novela a respeito da franquia Homem-Aranha. Se já não bastasse a notícia de que a primeira versão do roteiro escrito por James Vanderbilt (“Zodíaco”) teria a possibilidade de se desdobrar em dois filmes, e também que a Sony (ainda detentora dos direitos da adaptação do aracnídeo para as telonas) estaria analisando alternativas para substituir Tobey Maguire – caso o ator de “Tempestade de Gelo” recuse participar de uma nova trilogia do “Amigão da Vizinhança” -, o diretor Sam Raimi demonstrou interesse em voltar a assumir a direção na cinessérie.

De acordo com Raimi: “James Vanderbilt está escrevendo o roteiro e estou empolgado pra ler. Acho que estará completo em alguns meses. Espero que esteja tão bom quanto as discussões que tivemos, e espero que combine um pouco comigo porque eu amo o Homem-Aranha. Espero que eu esteja descansado o bastante pra pegar mais essa e espero que a Sony me queira novamente“.

Bom, a primeira vista, é uma ótima notícia – pois o cineasta obteve êxito em tornar o Homem-Aranha em um épico da era contemporânea – já que Maguire declarou que voltaria a envergar o uniforme só na condição de ter toda a equipe original de volta ao batente. Todavia, no que tange ao elenco, Raimi falou: “Eu odiaria ter que reescalar alguém. Não consigo nem imaginar isso“.

Ou seja, isso pode ser motivo para que o sentido de aranha dos fãs fique tilintando, na eventual possibilidade de Tobey, realmente, não reprisar seu papel como Peter Parker/Homem-Aranha. Contudo, ainda é cedo fazer qualquer prognóstico. O jeito é esperar por mais informações.

Brinquedos no Cinema

Publicado em: 09-06-2008 @ 4:32 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Marcos Nascimento

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Certa vez ouvi falar que a Hasbro, após o sucesso global de “Transformers“, havia dado o aval para a produção de mais longas com brinquedos da marca. Tá, isso de fato aconteceu, mas na época o que se discutia é que o filme em questão seria sobre o cubo mágico! Mas esquisitices a parte, a Hasbro está mesmo bem empolgada. Após investir em “Transformers 2” e “Comandos em Ação“, a empresa teria liberado os direitos para produção de um filme sobre a Tábua Ouija. Não sabe o que é? Sabe aquele tabuleiro que tem várias letras e números escritos, que é usado pra se comunicar com o além? Pois é, essa mesma. O artefato já foi visto em filmes como “O Exorcista” e “O Jogo dos Espíritos“. E mais, o próprio Michel Bay, o homem responsável por levantar a moral da Hasbro, está envolvido no projeto.

Enquanto isso, Ridley Scott declarou que está envolvido com um projeto que pretende levar aos cinemas o jogo “Banco Imobiliário“. Apesar de ainda serem especulações, a empresa está mesmo trabalhando para que seus produtos sejam adaptados. Para isso, a Hasbro fechou contrato de seis anos com a Universal. Ainda estão em discussão adaptações para “Detetive” e “Batalha Naval“. Mas não é de hoje que vemos brinquedos nos filmes, ganhando vida. Quem não se lembra do clássico “Jumanji” (1995), com Robin Williams saindo de dentro do tabuleiro em que ficou preso e agora a única chance que tem de voltar é jogando o perigoso jogo das selvas outra vez? O filme ganhou uma “outra versão”, por assim dizer, em “Zathura” (2005), dessa vez com o jogo se passando no espaço.

E por que não falar do simpático boneco “good guy”, mais conhecido como Chucky? “Brinquedo Assassino” (1988) pode ser hoje motivo de risos por quem assiste, mas vai dizer que a história do bandido que vendeu sua alma ao demônio e reencarnou no famigerado brinquedo não te deixou com medo quando era criança? O filme rendeu duas continuações diretas e ainda trouxe a família do brinquedo para o cinema, com “A Noiva de Chucky” (1997) e “O Filho de Chucky” (2004). E por falar em bonecos, já vimos também a mais famosa boneca do mundo em produções da própria Mattel. “Barbie e o Lago dos Cisnes”, “Barbie e o Quebra-Nozes”, “Barbie Rapunzel” e mais uma dúzia deles que passam de vez em quando na televisão e fazem a alegria das meninas.

O clássico dos clássicos em se tratando de brinquedos é, sem dúvida, “Toy Story” (1995). O primeiro longa animado digital conta a incrível história dos brinquedos que ganham vida no quarto do garoto Andy, e suas frustrações e dilemas quando um boneco super-tecnológico chega para tomar conta do pedaço. “Toy Story 2” (1999) foi um sucesso de mesma proporção e “Toy Story 3D” já está a caminho. E falando em Disney, quem diria que adaptar brinquedos do parque temático de Orlando daria um bom negócio? “Mansão Mal-Assombrada” (2003) pode não ter dado muito certo com Eddie Murphy, mas a franquia “Piratas do Caribe” (2003) foi a prova máxima de que a criatividade às vezes não tem limite. Tanto que já se especulou fazer um filme sobre outro brinquedo Disney, o “Animal Kingdom“, parque a céu aberto que imita reservas naturais do mundo todo.

Há ainda outros em que os brinquedos são o centro das atenções, como “Premonição 3” (2006) onde o acidente principal acontece na montanha-russa. E sempre tem “Transformers” (2007) para ser o exemplo máximo disso. Bom ainda tem os “Comandos” por aí, e podemos esperar mais meia-dúzia de filmes da Hasbro. Mais brinquedos invadindo o cinema. Falta de criatividade ou uma nova mina de ouro? Será que Hollywood não tem mais o que escrever ou simplesmente é mais uma vertente do cinema? Prefiro pensar que é só mais um meio de fazer com que o mercado tenha algo novo, e que não tenhamos que ver o filme do cubo mágico. Enquanto isso, que venha “Comandos em Ação” e “Transformers 2“. Quem ganha com isso é a indústria, que vê milhões de brinquedos sendo vendidos enquanto o filme é exibido. A nós, resta assistir (ou não) e ir lembrando a infância.

Você já se sentiu assim?

Publicado em: 09-06-2008 @ 3:51 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Zé Ronaldo

Existem etapas da nossa vida; um momento ou uma situação em que nos sentimos num filme ou que poderia render uma boa história para o cinema. Com direito a personagens principais, coadjuvantes e até uma trilha sonora.

Foi o que aconteceu comigo entre os dias 6 e 7 de maio. Durante o período em que os motoristas de ônibus de Fortaleza deflagraram uma greve. A cidade, durante a noite do dia 6, entrou num caos. As ruas repletas de pessoas que só se perguntavam “Como irei para casa?”. E a situação parecia grave em frente ao Shopping Benfica, de onde eu olhava do para-peito da rampa que dá acesso aos deficientes físicos, à aglomeração de gente que fazia balbúrdia. Onde os ônibus passavam superlotados. Atos de vandalismo como depredação e até tentativas de atear fogo nos veículos. Um evento assim parece atraente em uma produção do tipo “Cloverfield“, “Eu Sou a Lenda ” ou “Batman – O Cavaleiro das Trevas“. Um espetáculo para histórias que têm uma catástrofe como pano de fundo. Mas que na vida real, não é tão glamurosa assim. Um aspecto que considero negativo, não só do cinema, mas dos meios de comunicação em geral: a banalização.

Em contrapartida, pude constatar que havia pessoas solidarizando-se com o sofrimento alheio – por exemplo, guardas que pagavam, do próprio bolso, refeição para idosos que não tinham como ir para casa e que, provavelmente, dormiram nos terminais de ônibus - não era apenas um clichê dos filmes. Que bom! =)

Eu, vendo a impossibilidade de tomar uma condução para casa, optei por algo que pode ser considerado uma atitude até extrema: fui andando até minha residência. Enquanto eu caminhava – e começava a rascunhar em minha mente esta matéria – me imaginava em um filme de ficção científica, tipo “Independence Day”. Mas também, eu achava que estava em uma comédia daquelas em que o protagonista é um tremendo “pé frio”. Assim como Peter Parker, “Homem-Aranha 2”, quando ele perdeu os poderes, teve de descer por elevador e ir arrastando a motocicleta até seu apartamento. Durante a 1h e 30 min em que andei, vinha à minha cabeça a música “Heaven Knows I’m Miserable Now”, do The Smiths. Se realmente tocasse, ficaria uma cena legal.

No dia seguinte, poucos ônibus circulavam pela cidade e eu tive a sorte de embarcar em um. Mas o cobrador alertou que poderíamos ser interceptados por manifestantes que pretendiam furar os pneus e quebrar as janelas dos ônibus. Aí me senti como o personagem de Tom Cruise em “Guerra dos Mundos”. Na cena em que pessoas querem tomar o seu carro. Fiquei tenso durante a viagem, todavia nada aconteceu. Ao meio-dia, saindo do meu estágio, tentei voltar para casa. Porém, nada. Nada que pudesse me valer a volta para o meu lar, doce lar. Optei por andar até o Shopping Benfica. Comi alguma coisa. Depois fui ao Gaiola – um bar – tomar cerveja Antarctica (pois é Jurandir, a Brahma podia estar mais barata, mas a boa é A boa).

Pedi ao Seu Edson – o dono do bar – sintonizar numa rádio. Com o céu azul, bastante ensolarado, as nuvens brancas como algodão e apreciando uma cerveja bem gelada, ao som de “Fix You” do Coldplay e depois “Be Yourself” do Audioslave; este foi o cenário da minha tarde do dia 7. E tendo como contexto a greve dos ônibus, que deixou a cidade em polvorosa e depois num estado de calmaria por conta de poucas pessoas que se aventurarem a sair de casa. Imaginei-me como o Clint Eastwood, na cena final de “Menina de Ouro”. Depois encontrei um amigo, filosofamos na mesa do bar. Fomos embora. Após outros percalços, cheguei em casa. E você? Já vivenciou algo que poderia servir de base para um enredo de filme? Não deixe de comentar.

P.S: O fundo musical para esta matéria foi “Punchdrunk Lovesick Singalong” do Radiohead. Traduzindo: “Canção brega de amor para cantar bêbado”. ;)

O Guerreiro Didi e a Ninja Lili

Publicado em: 09-06-2008 @ 2:05 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Jurandir Filho



Este mês de junho chega aos cinemas o novo filme do eterno Renato Aragão: O Guerreiro Didi e a Ninja Lili. E é aquela coisa de sempre: “AVENTURA, AÇÃO, COMÉDIA E MUITA CONFUSÃO“. Eu sou adepto a esse tipo de filme. É tão ruim que faz a volta e fica bom. A sinopse? Leia abaixo:

A história se passa no inicio do século vinte. Lili é a filha de um jovem oficial europeu convocado para a guerra. Um Mestre oriental fica responsável pela educação dela, principalmente na milenar arte que deu origem aos NINJAS. O Mestre recebe uma carta comunicando o desaparecimento do pai de Lili na frente de batalha. Ele, então, manda Lili de volta para a Europa para ser criada por sua única parenta viva, Morgana, sua milionária tia materna que odeia crianças. Ele resolve enviar um guardião para a menina e conta com um voluntário para a missão: DIDI. Entretanto, o trapalhão tem uma forma “peculiar” de utilizar seu treinamento ninja, o que não raramente resulta em confusões.

Eu daria um Oscar…

O que os olhos não vêem… o coração pode sentir!

Publicado em: 04-06-2008 @ 2:16 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Marcos Nascimento

Quais as chances de você se apaixonar pela sua melhor amiga? Assistindo o filme “O Casamento do Meu Melhor Amigo” e a esse novo “O Melhor Amigo da Noiva” (coincidência?), não é difícil concluir que essa situação é altamente comum. Tá, a idéia da matéria não é bem essa… “Made of Honor” chegou aos cinemas e só veio reforçar a idéia que foi plantada há muitos anos no cinema: comédia romântica foi feita pra ser assistida acompanhado. É quando você entrega os pontos de não poder assistir a mais um filme água-com-açúcar pra se estar com quem se gosta.

Não estou falando mal dos filmes românticos, nem desse “O Melhor Amigo da Noiva“, que eu pessoalmente até quero ver. Estou aqui tentando ressaltar o que muita gente já sabe. Cinema pode fazer sentido de várias maneiras: na sua casa curtindo um DVD de “Homem-Aranha 3” com seu irmãozinho; na Sessão da Tarde passando “A Lagoa Azul” pela enésima vez (e você assistindo, pra fazer questão de reclamar que viu pela enésima vez); num cineclube vendo amarradão uma sessão de “Laranja Mecânica“; na escola ou na faculdade, vendo um documentário que você talvez não veja nunca mais; e na tela grande, obviamente, seja um filme-pipoca com seus amigos, ou um romântico, com a pessoa que você designou para estar do seu lado naquele momento.

Estou levantando a questão para fazer as pessoas verem o que é o cinema na vida de quem realmente gosta e as vantagens que ele traz que muita gente não percebe. E falo isso também porque tive que assistir a “Um Beijo Roubado” e tenho que confessar que só não gostei mais do filme por uma razão: fui ver sozinho. Foi quando tive um súbito estalo daqueles de fazer você pensar sobre “o que é que está acontecendo com a sua vida?”. “Um Beijo Roubado” era pra ser visto acompanhado. Tá, era Wong-Kar-Wai, era o primeiro filme americano dele, era Norah Jones, mas era mais do que isso: uma oportunidade única daquelas de ficar junto de quem se gosta. Foi aí também que percebi que eu era o único do cinema inteiro (quase lotado, diga-se de passagem) que estava lá por aquele ser a porcaria do primeiro filme americano do Wong-Kar-Wai! O proveito maior foi os dos inúmeros casais (leia-se o resto da sala de exibição), que aproveitaram o clima romântico do filme para, digamos, uma intimidade maior. Sim, adorei “Um Beijo Roubado“, mas nunca mais eu quero ver um filme desse sozinho. É triste demais.

O Melhor Amigo da Noiva” estreou e você já viu esse filme antes. Todo mundo sabe disso, mas não o leve a mal. Ele pode matar uma necessidade única em um fim de semana. Aos que têm namoradas, levem-nas ao cinema. Aos que não tem, veja se ainda está passando “Um Beijo Roubado” e vá sozinho pra se tocar do que está perdendo. Quanto às namoradas, levem seus respectivos companheiros pra ver uma comédia romântica pra ver como se faz. O saldo pode ser positivo para ambas as partes, independente do filme ser bom ou não. Aproveite a oportunidade que o cinema lhe traz, deixe o preconceito de lado com esse tipo de filme e enxergue o lado bom das coisas. Eu vou tentar fazer isso.

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