Você já se sentiu assim?

Publicado em: 09-06-2008 @ 3:51 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Zé Ronaldo

Existem etapas da nossa vida; um momento ou uma situação em que nos sentimos num filme ou que poderia render uma boa história para o cinema. Com direito a personagens principais, coadjuvantes e até uma trilha sonora.

Foi o que aconteceu comigo entre os dias 6 e 7 de maio. Durante o período em que os motoristas de ônibus de Fortaleza deflagraram uma greve. A cidade, durante a noite do dia 6, entrou num caos. As ruas repletas de pessoas que só se perguntavam “Como irei para casa?”. E a situação parecia grave em frente ao Shopping Benfica, de onde eu olhava do para-peito da rampa que dá acesso aos deficientes físicos, à aglomeração de gente que fazia balbúrdia. Onde os ônibus passavam superlotados. Atos de vandalismo como depredação e até tentativas de atear fogo nos veículos. Um evento assim parece atraente em uma produção do tipo “Cloverfield“, “Eu Sou a Lenda ” ou “Batman – O Cavaleiro das Trevas“. Um espetáculo para histórias que têm uma catástrofe como pano de fundo. Mas que na vida real, não é tão glamurosa assim. Um aspecto que considero negativo, não só do cinema, mas dos meios de comunicação em geral: a banalização.

Em contrapartida, pude constatar que havia pessoas solidarizando-se com o sofrimento alheio – por exemplo, guardas que pagavam, do próprio bolso, refeição para idosos que não tinham como ir para casa e que, provavelmente, dormiram nos terminais de ônibus - não era apenas um clichê dos filmes. Que bom! =)

Eu, vendo a impossibilidade de tomar uma condução para casa, optei por algo que pode ser considerado uma atitude até extrema: fui andando até minha residência. Enquanto eu caminhava – e começava a rascunhar em minha mente esta matéria – me imaginava em um filme de ficção científica, tipo “Independence Day”. Mas também, eu achava que estava em uma comédia daquelas em que o protagonista é um tremendo “pé frio”. Assim como Peter Parker, “Homem-Aranha 2”, quando ele perdeu os poderes, teve de descer por elevador e ir arrastando a motocicleta até seu apartamento. Durante a 1h e 30 min em que andei, vinha à minha cabeça a música “Heaven Knows I’m Miserable Now”, do The Smiths. Se realmente tocasse, ficaria uma cena legal.

No dia seguinte, poucos ônibus circulavam pela cidade e eu tive a sorte de embarcar em um. Mas o cobrador alertou que poderíamos ser interceptados por manifestantes que pretendiam furar os pneus e quebrar as janelas dos ônibus. Aí me senti como o personagem de Tom Cruise em “Guerra dos Mundos”. Na cena em que pessoas querem tomar o seu carro. Fiquei tenso durante a viagem, todavia nada aconteceu. Ao meio-dia, saindo do meu estágio, tentei voltar para casa. Porém, nada. Nada que pudesse me valer a volta para o meu lar, doce lar. Optei por andar até o Shopping Benfica. Comi alguma coisa. Depois fui ao Gaiola – um bar – tomar cerveja Antarctica (pois é Jurandir, a Brahma podia estar mais barata, mas a boa é A boa).

Pedi ao Seu Edson – o dono do bar – sintonizar numa rádio. Com o céu azul, bastante ensolarado, as nuvens brancas como algodão e apreciando uma cerveja bem gelada, ao som de “Fix You” do Coldplay e depois “Be Yourself” do Audioslave; este foi o cenário da minha tarde do dia 7. E tendo como contexto a greve dos ônibus, que deixou a cidade em polvorosa e depois num estado de calmaria por conta de poucas pessoas que se aventurarem a sair de casa. Imaginei-me como o Clint Eastwood, na cena final de “Menina de Ouro”. Depois encontrei um amigo, filosofamos na mesa do bar. Fomos embora. Após outros percalços, cheguei em casa. E você? Já vivenciou algo que poderia servir de base para um enredo de filme? Não deixe de comentar.

P.S: O fundo musical para esta matéria foi “Punchdrunk Lovesick Singalong” do Radiohead. Traduzindo: “Canção brega de amor para cantar bêbado”. ;)

O Guerreiro Didi e a Ninja Lili

Publicado em: 09-06-2008 @ 2:05 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Jurandir Filho



Este mês de junho chega aos cinemas o novo filme do eterno Renato Aragão: O Guerreiro Didi e a Ninja Lili. E é aquela coisa de sempre: “AVENTURA, AÇÃO, COMÉDIA E MUITA CONFUSÃO“. Eu sou adepto a esse tipo de filme. É tão ruim que faz a volta e fica bom. A sinopse? Leia abaixo:

A história se passa no inicio do século vinte. Lili é a filha de um jovem oficial europeu convocado para a guerra. Um Mestre oriental fica responsável pela educação dela, principalmente na milenar arte que deu origem aos NINJAS. O Mestre recebe uma carta comunicando o desaparecimento do pai de Lili na frente de batalha. Ele, então, manda Lili de volta para a Europa para ser criada por sua única parenta viva, Morgana, sua milionária tia materna que odeia crianças. Ele resolve enviar um guardião para a menina e conta com um voluntário para a missão: DIDI. Entretanto, o trapalhão tem uma forma “peculiar” de utilizar seu treinamento ninja, o que não raramente resulta em confusões.

Eu daria um Oscar…

O que os olhos não vêem… o coração pode sentir!

Publicado em: 04-06-2008 @ 2:16 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Marcos Nascimento

Quais as chances de você se apaixonar pela sua melhor amiga? Assistindo o filme “O Casamento do Meu Melhor Amigo” e a esse novo “O Melhor Amigo da Noiva” (coincidência?), não é difícil concluir que essa situação é altamente comum. Tá, a idéia da matéria não é bem essa… “Made of Honor” chegou aos cinemas e só veio reforçar a idéia que foi plantada há muitos anos no cinema: comédia romântica foi feita pra ser assistida acompanhado. É quando você entrega os pontos de não poder assistir a mais um filme água-com-açúcar pra se estar com quem se gosta.

Não estou falando mal dos filmes românticos, nem desse “O Melhor Amigo da Noiva“, que eu pessoalmente até quero ver. Estou aqui tentando ressaltar o que muita gente já sabe. Cinema pode fazer sentido de várias maneiras: na sua casa curtindo um DVD de “Homem-Aranha 3” com seu irmãozinho; na Sessão da Tarde passando “A Lagoa Azul” pela enésima vez (e você assistindo, pra fazer questão de reclamar que viu pela enésima vez); num cineclube vendo amarradão uma sessão de “Laranja Mecânica“; na escola ou na faculdade, vendo um documentário que você talvez não veja nunca mais; e na tela grande, obviamente, seja um filme-pipoca com seus amigos, ou um romântico, com a pessoa que você designou para estar do seu lado naquele momento.

Estou levantando a questão para fazer as pessoas verem o que é o cinema na vida de quem realmente gosta e as vantagens que ele traz que muita gente não percebe. E falo isso também porque tive que assistir a “Um Beijo Roubado” e tenho que confessar que só não gostei mais do filme por uma razão: fui ver sozinho. Foi quando tive um súbito estalo daqueles de fazer você pensar sobre “o que é que está acontecendo com a sua vida?”. “Um Beijo Roubado” era pra ser visto acompanhado. Tá, era Wong-Kar-Wai, era o primeiro filme americano dele, era Norah Jones, mas era mais do que isso: uma oportunidade única daquelas de ficar junto de quem se gosta. Foi aí também que percebi que eu era o único do cinema inteiro (quase lotado, diga-se de passagem) que estava lá por aquele ser a porcaria do primeiro filme americano do Wong-Kar-Wai! O proveito maior foi os dos inúmeros casais (leia-se o resto da sala de exibição), que aproveitaram o clima romântico do filme para, digamos, uma intimidade maior. Sim, adorei “Um Beijo Roubado“, mas nunca mais eu quero ver um filme desse sozinho. É triste demais.

O Melhor Amigo da Noiva” estreou e você já viu esse filme antes. Todo mundo sabe disso, mas não o leve a mal. Ele pode matar uma necessidade única em um fim de semana. Aos que têm namoradas, levem-nas ao cinema. Aos que não tem, veja se ainda está passando “Um Beijo Roubado” e vá sozinho pra se tocar do que está perdendo. Quanto às namoradas, levem seus respectivos companheiros pra ver uma comédia romântica pra ver como se faz. O saldo pode ser positivo para ambas as partes, independente do filme ser bom ou não. Aproveite a oportunidade que o cinema lhe traz, deixe o preconceito de lado com esse tipo de filme e enxergue o lado bom das coisas. Eu vou tentar fazer isso.

Roqueiros no Cinema!

Publicado em: 04-06-2008 @ 2:06 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Zé Ronaldo

ATENÇÃO: Ler esta matéria ao som de “Matinée”, do Franz Ferdinand.

É comum vermos artistas transitarem entre áreas diferentes do entretenimento. Ocorrem muitos casos de músicos que tentam se inserir na carreira cinematográfica. E vice-versa. Como exemplos, posso mencionar os rappers. Vez ou outra podemos vê-los atuarem em filmes. Posso citar Ice Cube, Ice-T, Eminem, Snoopy Dog e 50 Cent. Algumas divas da música pop também. Vide Madonna, que até já dirigiu um filme intitulado “Filth and Wisdom”. E também Beyoncé. Apesar de não gostar de seu estilo musical, confesso que a acho demasiadamente linda e adorei sua atuação em “Austin Powers em o Membro de Ouro”. Astros do cinema também estão apostando na carreira musical. A atriz Scarlett Johansson, recentemente, lançou um álbum chamado Anywhere I Lay My Head.

Bom, diante deste cenário, os roqueiros não poderiam ficar de fora. Há pouco tempo foi lançado o primeiro trailer do filme “Chemical Wedding”, roteirizado pelo vocalista do Iron Maiden, Bruce Dickinson (YEAH \o/). Trata da história de Aleister Crowley, famoso e polêmico ocultista inglês do século XIX. Autoproclamado o anti-cristo. Influenciou muitos astros do rock famosos como Ozzy Osbourne, Jimmy Page, o próprio Dickinson e sua “donzela de ferro” entre outros. A trilha sonora, como não poderia deixar de ser, também é do Bruce.

Em decorrência disso, comecei a rememorar alguns ícones do estilo, que alguns gostam de carimbar como “coisa do demo”, que já tiveram a oportunidade de ocupar um cargo em Hollywood. Lembrei-me primeiro do Bono Vox, líder do grupo U2. Ele foi um dos autores do roteiro de “O Hotel de Um Milhão de Dólares”, estrelado por Mel Gibson e Milla Jovovich. Bono também é responsável pela trilha sonora do filme. Além disso, há uma lenda de que ele teria sido cogitado para ser um dos vilões de “Batman Eternamente”. No caso, ele seria o MacPhisto, demônio que encarnava na turnê de Zoo Tv. Você pode conferi-lo, em desenho animado, no clip de “Hold me, Thrill me, Kiss me, Kill me”, que faz parte do soundtrack do filme do Morcegão. Também pode ver o vocalista do grupo irlandês, caracterizado como o demônio, aqui.

Além dele, temos o “Camaleão do Rock”, David Bowie. O músico inglês atuou em várias produções. Entre elas “Fome de Viver” (ao lado de Susan Sarandon); “A Última Tentação de Cristo”, em que faz o papel de Pôncio Pilatos e “O Grande Truque”, em que interpreta um inventor que trabalha em um laboratório secreto. Em outros filmes, participou como ele mesmo, caso de “Eu, Christiane F., 13 anos, Drogada, Prostituída…” (achei a história do livro mais pesada do que a do filme) e “Zoolander”, em que ele participa como o juiz de uma “desfilada” entre os personagens de Ben Stiller e Owen Wilson (impagável por sinal!).

Outro roqueiro inglês, que se aventurou como ator, foi o Sting nos filmes “Duna” e “A Prometida”. Gene Simmons, o linguarudo do Kiss, fez um gênio do crime, com cabelo alisado, que comandava robôs assassinos em “Runway – Fora de Controle”. Além de produzir “Detroit – A Cidade do Rock”, sobre quatro garotos que fazem de tudo para ver um show do… … Kiss! \o/ Muito bacana quando a banda toca a música Detroit Rock City, que dá título ao filme.

Alguns músicos ou bandas participam apenas restringindo-se em sua área, no caso música. Fazendo composições para a trilha sonora. Caso do Radiohead (minha banda favorita), em “Velvet Goldmine” e do guitarrista da banda, Jonny Greenwood. Este compôs a trilha de “Sangue Negro”, de Paul Thomas Anderson. Em fim, a lista é extensa. Se eu for falar de todos os roqueiros que participaram em produções cinematográficas, ficaria a eternidade escrevendo. Por isso, meu estimado leitor, se você souber de mais ídolos do rock que já tiveram seus 15 minutos de fama no cinema, por favor, não deixe de comentar.

4º filme da Saga Bourne?

Publicado em: 03-06-2008 @ 5:04 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Jurandir Filho

Essa é uma especulação que pode ser confirmada nos próximos meses. O 4º filme da série Bourne já está sendo negociado. Robert Ludlum (escritor americano, autor de 29 novelas e criador da saga Bourne, que faleceu em 2001) escreveu apenas três livros sobre o personagem (que foram todos adaptados), mas Eric Van Lustbader escreveu outro três trabalhos: The Bourne Legacy, The Bourne Betrayal e The Bourne Sanction. Já está praticamente confirmado o envolvimento de Paul Greengrass, diretor de “A Supremacia Bourne” (2004) e “O Ultimato Bourne” (2007), e Matt Damon (Jason Bourne), em um próximo trabalho. “A Identidade Bourne” (2002) foi dirigido por Doug Liman (“Sr. & Sra. Smith”).

Damon declarou que o personagem significa muito para ele, já que o ajudou a estabelecer sua carreira, colocando-o em uma posição de poder fazer muitos outros filmes que ele deseja. Ele condicionou uma provável participação em um quarto longa da franquia ao retorno do cineasta Paul Greengrass. Segundo o ator, ele sente que nem ele, nem Greengrass, terminaram seus trabalhos com Jason Bourne.

A trilogia Bourne é genial. Poucas vezes vimos no cinema um personagem de ação com características que se aproximam da realidade. Só para vocês terem idéia dos motivos para a Universal querer fazer mais filmes: o custo de produção da trilogia foi de 225 milhões de dólares e o faturamento foi de 943 milhões de dólares no mundo (sendo desses, 524 milhões só nos EUA). Sem contar as vendas de DVDs.

COMPRE OS 3 FILMES
A Identidade Bourne
A Supremacia Bourne
O Ultimato Bourne

PODCAST
A Trilogia Bourne

Discussão: O que você acha da série? Vale a pena fazer um quarto filme? Será que pode sair uma nova trilogia? O que você acha do personagem?

À Prova de Morte, literalmente…

Publicado em: 03-06-2008 @ 12:20 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Jurandir Filho

Os fãs de Quentin Tarantino terão que aguardar mais um pouco para conferirem seu mais recente trabalho: À Prova de Morte. De acordo com a distribuidora Europa Filmes, a nova previsão de lançamento no Brasil é no mês de Outubro desse ano.

O filme traz a história de “Stuntman Mike”, interpretado por Kurt Russel (“Poseidon”), um dublê assassino que se utiliza de seu carro nada singelo, um digno “american muscle”, para aterrorizar a vida de dançarinas no Texas. Estão também no elenco Rosario Dawson (“Alexandre”), Rose McGowan (“Dália Negra”) e o também diretor Eli Roth (“O Albergue”).

Agora faço a pergunta: mas que diabos é isso? Antes estava programado para o final de 2007, em seguida foi empurrado para março de 2008, depois foi sendo adiado até ficar como indefinido. O longa é de 2007 e vão lançar próximo ao fim do ano de 2008. Depois reclamam quando filmes muito esperados são baixados na Internet e dão pouco público nos cinemas daqui. Lembro até que queriam trazer Tarantino ao Brasil. É mais fácil ele vir para divulgar seu novo trabalho, “Inglorious Bastards”, que sai em 2010. Daqui pra lá ainda devem estar decidindo se vão lançar “À Prova de Morte” ou não.

Adidas cria tênis para Hellboy 2: O Exército Dourado

Publicado em: 03-06-2008 @ 12:02 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Bruno Mendonça

Para comemorar o lançamento do filme Hellboy 2: O Exército Dourado, que aos cinemas do Brasil dia 5 de setembro, a Adidas está confeccionando dois tênis temáticos. Os calçados serão vendidos a partir de julho e em 2 modelos: o primeiro chamado de “The Forum Mid”, criado pela Universal Studios e o diretor Guillermo Del Toro. E o segundo chamado de “Stam Smith Mid”, feito pelos designers da Adidas com a colaboração de Dark Horse Comics e Mike Mignola, o criador da HQ original de Hellboy.

Porém, os calçados terão um edição bastante limitada: serão produzidos 5 mil do The Fórum Mid e mil de Stam Smith Mid. É uma ótima dica para os fãs, ou para os que gostarem dos modelos. Não curti o primeiro filme e não quero ver o segundo. Mas eu quero um tênis desses, ah se quero. Veja abaixo (os dois modelos juntos, em seguida o The Forum Mid e Stam Smith Mid, respectivamente):



The Forum Mid

Stam Smith Mid

Disaster Movie

Publicado em: 02-06-2008 @ 11:46 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Jurandir Filho

É o ciclo sem fim“. Assim dizia a principal música de “O Rei Leão“. Parece que o mesmo está acontecendo no mundo das comédias pastelões. Depois de “Date Movie” (focado nas comédias românticas) e “Epic Movie” (focado nos filmes pipocões), estão preparando o lançamento de “Disaster Movie“. Esse novo besteirol será focado nos filmes sobre desastres, como “O Dia Depois de Amanhã“, “Godzilla” e “Cloverfield - Monstro“. Descobriram a nova mina de ouro: os gêneros! Daqui a pouco vão lançar “Documentary Movie“, “Action Movie“, “Sport Movie” e etc. Você pode escutar um podcast que fizemos sobre esse gênero que é odiado por alguns e adorado por muitos. Clique aqui!

Para variar, a musa do gênero comédia pastelão está presente: Carmen Electra. O filme estréia nos EUA em 29 de agosto. Vai dar muita grana, vão fazer novos filmes e esse clico não vai acabar. Veja o pôster abaixo:

Dois candidatos a Peter Parker

Publicado em: 02-06-2008 @ 4:37 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Zé Ronaldo

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A trilogia de Homem-Aranha acabou há pouco mais de um ano, mas nem de longe estaremos livres da teia do “Amigão da Vizinhança” no cinema. A Sony Pictures – que ainda possui os direitos sobre adaptações do aracnídeo – já está a pleno vapor para dar prosseguimento a uma das mais lucrativas franquias da história da sétima arte. Tanto é que, além de já estar com a versão do script redigido por James Vanderbilt (“Zodíaco”) - que pode render dois longas filmados no mesmo período -, também está a procura de um substituto para Tobey Maguire.

O ator de “Regras da Vida”, cujo contrato expirou com o encerramento da primeira trilogia, declarou que só voltaria com a condição de trabalhar com a equipe original. Incluindo Sam Raimi no cargo de diretor. O cineasta de “Uma Noite Alucinante”, por sua vez, já afirmou que pode continuar na franquia. Todavia, não necessariamente como diretor, mas como produtor…

Com relação a notícia da escalação de um novo Peter Parker, o site LatinoReview afirma que, segundo fontes seguras, Laura Ziskin e Grant Curtis (ambos produtores da saga) já têm dois candidatos em potencial: Patrick Fugit[1] e Michael Angarano[2]. Ambos de “Quase Famosos” (os dois interpretaram a mesma personagem em idades diferentes).

Bom, no mais, como diz o ditado: “Quem viver verá”. Para mim, a boa nova é que a sombra de Jason Biggs trajando o uniforme do Aranha está desvanecendo. Graças a Odin!

Fim de Carreira

Publicado em: 02-06-2008 @ 4:21 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Luiz Belmiro

Dando continuidade às minhas listas infames, meus alvos de hoje são os ex-astros, aqueles que já faturaram milhões, foram sex symbols, mas hoje amargam papéis ridículos em produções idem. Pois todo mundo sabe: “Tudo que sobe um dia tem de descer”; “Mais difícil do que chegar ao topo é manter-se no topo” e toda sorte de ditado redundante sobre o assunto. Más escolhas, incompreensão do público ou simplesmente falta de sorte. Difícil explicar o que acontece para que de repente, não mais que de repente, os maiores astros de Hollywood passem a ser vistos apenas em sub-produções. Não é a toa a expressão “Fim de Carreira”, depois de amargar papéis inexpressivos por vezes nada mais resta a fazer senão adiantar a aposentadoria.

Essa foi a opção escolhida pelo primeiro nome de nossa lista: Whoopi Goldberg[1]. Em 2007, ela declarou que estava se retirando da carreira de atriz devido à escassez de bons papéis. Ela já ganhou um Oscar ganhou roubando a cena em “Ghost”, depois fez um bando de freirinhas nos dois “Mudança de Hábito”. Mas a seguir vieram filmes lamentáveis, como “Eddie - Ninguém Segura Essa Mulher”, no qual ela interpreta uma técnica de um time de basquete da NBA, ou o pior de todos: “Meu Parceiro é um Dinossauro”. Trata-se de uma comédia de ficção científica em que ela faz uma policial que tem o inusitado parceiro do título, motivo de riso? Só se for da desgraça alheia dos atores e equipe por ter esse filme no currículo.

Mas nem todo mundo segue o exemplo de Whoopi, e continuam insistindo, testando a paciência do público e aguardando uma chance de ressurgirem das cinzas como já tiveram John Travolta e Mickey Rourke. Mas enquanto isso, apenas vexames. Que o diga outro oscarizado, Cuba Gooding Jr.[2], parece que Jerry Maguire não lhe mostrou coisa nenhuma onde estava o dinheiro. Da comédia gay “O Cruzeiro das Loucas” ao suspense “End Game”, Cuba vem colecionando personagens nada memoráveis. Outro dia ainda passando em frente a uma locadora vi o cartaz de sua nova comédia: “O Acampamento do Papai”. O que pode-se esperar de um filme com um título desses?

Comédias parecem o último porto no destino inevitável da carreira de vários astros, como a ex-sex symbol Jamie Lee Curtis[3]. Ela despontou para a fama ainda nos anos 70 com a série Halloween, quando ganhou destaque graças à seus fortes pulmões (perdoem o eufemismo), a filha dos astros Tony Curtis e Janet Leigh parecia que construiria uma carreira sólida. E assim foi, até que surgiram atrizes mais jovens para ocuparem seu posto no imaginário masculino. Nos anos 90 até parecia que ela voltaria ao primeiro time de Hollywood com sua participação no divertido “True Lies”, com direito a Striptease e tudo. Mas não teve jeito, e ela acabou como coadjuvante de Lindsay Lohan (a bola da vez no quesito sex appeal) no nada original “Sexta-feira Muito Louca”, mais um dentre as centenas de produções em que duas pessoas trocam de corpos num passe de mágica.

Ainda falando em comédias, um comediante de sucesso das décadas de 70 e 80 que derrapou feio nas bilheterias e nas produções foi Dan Aykroyd[4]. Dos divertidíssimos “Irmãos Cara-de-pau” e “Os Caça-Fantasmas” ele passou aos insossos “Evolução” e “Mong e Lóide”, quando muito conseguiu papéis pequenos em filmes interessantes como “Matador em Conflito”. Mas se era pra fazer papéis pequenos deveria ter feito boas escolhas, convenhamos que ser o pai de Britney Spears em “Crossroads” não é uma boa opção pra ninguém. O Road Movie com a ex-namoradinha da América é um daqueles filmes que poderia nunca ter sido realizado, pois não passa de uma boa oportunidade que o diretor perdeu de ficar em casa com a família.

Já que falamos numa ex-queridinha do público, ninguém melhor do que a sensação da primeira metade dos anos 90: Alicia Silverstone[5]. Ela estrelou produções de sucesso como “Patricinhas de Beverly Hills” e até videoclipes do Aerosmith, que a transformaram da noite pro dia em símbolo sexual. Mas eis que no meio de seu caminho até o topo havia o diretor Joel Schumacher e “Batman e Robin”, estrelar o maior fiasco de uma franquia de sucesso e sair ileso é apenas para nomes consagrados, como os seus companheiros de cena George Clooney e Arnold Schwarzeneger. Todo a malhação pela qual passou pra entrar na roupa de Batgirl se revelou inútil, ah se arrependimento matasse. Desde então ela foi sumindo aos poucos, e hoje só é possível vê-la como coadjuvante de pequenas produções, como a comédia também dispensável “Um Salão do Barulho”, estrelada por Queen Latifah.

Minha breve lista está aí, a exemplo de minha lista anterior espero contribuições dos leitores. Falando na lista anterior, as pessoas esqueceram de um início de carreira bem vexatório: Hilary Swank em “Karatê Kid III”. Ela estava desesperada por um papel no cinema e o Sr. Miyagi devia já estar senil, só mesmo assim pros dois terem topado participar dessa asneira.

James Mcavoy fará Bilbo Bolseiro?

Publicado em: 29-05-2008 @ 2:29 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Jurandir Filho

Parece que o desejo dos fãs SENSATOS está se confirmando: Ian Holm pode não fazer Bilbo Bolseiro nos 2 filmes que serão adaptados da obra de “O Hobbit“. O desejo era meio óbvio, afinal, o ator já tem quase 80 anos e não conseguiria corresponder bem as peripécias do personagem nas aventuras junto com o mago Gandalf (Ian McKellen, que já está confirmado).

O jornal Daily Express apontou que um dos principais indicados pelo diretor Guillermo del Toro e produtor Peter Jackson para o papel de Bilbo Bolseiro, é o ator James McAvoy. O astro fez muitos filmes populares recentemente, como os premiados “Desejo e Reparação” e “O Último Rei da Escócia“, e mais pops “O Procurado” e o primeiro “As Crônicas de Nárnia“. O pior foi saber que Daniel Radcliffe e Jack Black estão competindo para agarrar o papel. Dá para acreditar o Harry Potter fazendo o Bilbo?

Na história, Bilbo aparenta ser muito novo, apesar dos 60 anos. McAvoy, que tem 29 anos, seria uma ótima indicação. Ainda assim, acho que Ian Holm irá fazer uma participação, mesmo que velho, relembrando as aventuras.

Discussão: Qual o melhor ator para interpretar o Bilbo?

Monalisa de Rapadura

Publicado em: 29-05-2008 @ 1:20 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Redação CCR

Você que é fã do RapaduraCast (RC), o podcast mais escutado do Brasil, agora pode aflorar seu lado feminino (se você for homem, no caso). O nosso RC, após apadrinhar o GuanabaraCast, temos o prazer de apresentar para muitos dos nossos visitantes e ouvintes mais um podcast: Monalisa de Pijamas. Don Corleone estaria bastante orgulhoso do nosso trabalho!

Esta semana foi lançada a edição 18 deste podcast que é formado só por mulheres. Exatamente! E para este recente programa, o nosso ilustre Jurandir Filho (diretor do portal e apresentador do RapaduraCast) foi representando toda a nossa equipe e ficou nessa saia justa: 4 mulheres e 1 homem. E o tema? Loiras X Morenas! Afinal, quem é mais bonita: a loira ou a morena? E no cinema? Escute aqui!

Não deixe de prestigiar as nossas colegas de podcast. As mulheres que escutam o nosso programa precisam passar a escutar, também, o Monalisa de Pijamas. Vale a pena! Aproveitem e tirem sarro do Jurandir. Conversar sobre luzes de cabelo não é para qualquer um. :lol:

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