Rapadura Blog - O Blog do Portal Cinema com Rapadura

Keira Knightley fora de Piratas do Caribe 4?

Publicado em: 29-09-2008 @ 10:06 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Rapadura Team

O enredo do próximo “Piratas do Caribe” não contará com Elizabeth Swann, personagem interpretada pela atriz Keira Knightley (”Desejo e Reparação“).

Knightley contou à MTV que fazer um quarto filme da franquia não está entre seus planos para a carreira. “A trilogia foi incrível, mas eu não quero usar espartilho por um tempo“, disse a atriz, que explicou estar mais voltada para outros projetos no momento. Recentemente, Knightley chegou a declarar que tinha vergonha do filme pelo fato de este ser baseado num brinquedo da Disney. Em outra ocasião, afirmou categoricamente que não pretendia encarnar Swann novamente, mas só agora veio a confirmação.

No elenco do próximo longa, apenas Johnny Depp (”Edward Mãos de Tesoura“) está confirmado até agora, mais uma vez no papel do capitão Jack Sparrow. Keira Knightley está em cartaz atualmente estrelando o drama épico “The Duchess“.

A pergunta é: fará falta?

Publicado no Portal Cinema com Rapadura
Produzido por Caio Castelo

Paul Newman vai deixar saudades…

Publicado em: 29-09-2008 @ 9:56 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Léo Francisco

Morreu na última sexta-feira, dia 26 de Setembro, o ator norte-americano Paul Newman. Com 83 anos de idade, ele lutava contra um câncer de pulmão. Atuando em mais de 50 filmes, o ator recebeu ao todo nove indicações ao Oscar, premiado apenas uma única vez, como melhor ator em 1986, pelo papel em “A Cor do dinheiro”, mesmo papel que lhe deu uma indicação ao prêmio em 1961, no filme “Desafio à corrupção”. Aos 61 anos, Newman foi homenageado pela academia de cinema norte-americana com um Oscar pelo seu conjunto da obra.

Os carros de corrida eram a segunda paixão do ator, que chegou a montar uma equipe e ganhou vários campeonatos. Há três anos Newman sofreu um acidente durante os treinos, mas por sorte não se machucou.

Após anunciar há pouco mais de um ano que estava se aposentando dos cinemas devido à sua idade, o ator teve como seu último trabalho o longa-metragem de animação dos estúdios Disney e Pixar, “Carros“, onde emprestou sua voz a um carro de corrida chamado Doc Hudson.

Atualmente o ator estava cotado para voltar a dar voz a seu personagem na continuação do animado. O próprio diretor, John Lasseter, em entrevista para o site da MTV em Julho desse ano, revelou sobre a participação do ator no novo longa, quando sua doença fora constada. “O personagem dele vai voltar. Newman é um bom amigo e estamos esperando para ver“, comentou o diretor.

Mesmo considerado um dos maiores símbolos sexuais, Newman sempre foi muito discreto quando o assunto tratado era sua vida intima. Casado a mais de 40 anos com a atriz Joanne Woodward, o ator teve três filhas, além das outras duas filhas e um filho de seu primeiro casamento com Jackie White. Seu único filho homem, Scott, faleceu no ano de 1978 por uma overdose, causando um duro golpe para Newman, que criou um centro para a prevenção do uso de drogas, chamado Scott Newman Center.

Newman estava se dedicando a trabalhos filantrópicos e destinou cerca de US$ 250 milhões a diversos projetos no mundo todo. Além disso, o ator criou uma linha de produtos alimentícios, chamada de Newman’s Own, pela qual sempre se orgulhou, já que todos os lucros que tinha eram destinados para diversas instituições de caridade.

Sua morte foi divulgada apenas na manhã de sábado, pelo jornal “The Oregonian” e pela agência de notícias Associated Press. Nascido em 26 de janeiro de 1925, em Ohio (EUA), Newman sempre será conhecido por seus marcantes olhos azuis, além de ser um dos maiores atores da história de Hollywood.

RIP - 5/01/1925 - 26/09/2008

RapaduraCast 96 - Fim do Mundo no Cinema | 1

Publicado em: 26-09-2008 @ 10:44 pm 
Postado em: RapaduraCast
Escrito por: Rapadura Team

E se o mundo acabar, o que você faria? Na indústria do cinema, a destruição (ou quase) do Planeta Terra já foi retratada de muitas formas. São os famosos filmes catástrofes. Por existirem milhares de filmes, decidimos iniciar uma nova trilogia, intitulada de: “Fim do Mundo no Cinema”. Para esta primeira edição, selecionamos filmes que possuem catástrofes naturais.

Jurandir Filho (o Juras), Maurício Saldanha (o Mau) e Thiago Siqueira (o Siqueira) saíram de seus abrigos anti-tornados e debateram sobre as principais catástrofes naturais que já foram retratadas nos cinemas. Um terremoto é capaz de rachar a terra? O mundo pode ficar debaixo d’água? Um tornado F5 destruiria casas de cimento? Se o núcleo da terra parar, o que acontece? E se um meteoro se chocar com o planeta? No dia que o Sol apagar, como sobreviveremos? Tudo isso e muito mais.

FILMES COMENTADOS NO PROGRAMA
Terremoto (1974)
Waterworld - O Segredo Das Àguas (1995)
Twister (1996)
Volcano - A Fúria (1997)
O Inferno de Dante (1997)
Armageddon (1998)
Impacto Profundo (1998)
O Núcleo - Missão ao Centro da Terra (2003)
O Dia Depois de Amanhã (2004)
Sunshine - Alerta Solar (2007)

Duração: 80 min

ENDEREÇO DIRETO DO PODCAST
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RH: Controle Absoluto

Publicado em: 25-09-2008 @ 7:32 pm 
Postado em: Repórter Hollywood
Escrito por: Jânio Nazareth



O ator Shia Labeouf nos contou que não planeja o futuro na carreira, prefere curtir o momento. Quem sabe, se não der certo, pode “acabar como condutor de trem“, como ele nos disse em entrevistas anteriores. Isso foi em 2007, no lançamento de “Paranóia“. Desde então, ele já apareceu em “Transformers“, “Indiana Jones 4” e agora em “Controle Absoluto“, todos criações do cineasta Steven Spielberg. Para o lançamento do novo filme, troquei um idéia com o ator, com o diretor D.J. Caruso, com a atriz Michelle Monaghan e com o produtor Alex Kurtzman.

No filme, Jerry Shaw e Rachel Holloman são dois estranhos cujos caminhos se cruzam depois de um telefonema feito por uma mulher desconhecida. Ameaçando a vida deles e de suas famílias, a misteriosa voz os coloca em uma série de situações crescentemente perigosas usando a tecnologia do dia-a-dia para rastrear e controlar todos os seus movimentos. Enquanto a situação se agrava, essas pessoas comuns tornam-se os fugitivos mais procurados do país, e precisam trabalhar juntos para descobrir o que realmente está acontecendo. Lutando por suas vidas, Jerry e Rachel viram brinquedos de um inimigo sem rosto que parece conseguir manipular tudo o que eles fazem.

* Os trechos de “Transformers” e “Controle Absoluto” são cortesias da Universal Pictures;
* Na tv, o jornalista Jânio Nazareth cobre Hollywood para o programa Atualíssima da Band. Ele também produz o site Repórter Hollywood para a editoria de cinema do UOL.
* Edição: Robert Kiraz

Filme solo do Coringa?

Publicado em: 24-09-2008 @ 11:43 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Rapadura Team

O diretor norte-americano Brett Ratner (”Dragão Vermelho“) revelou à MTV que gostaria de ver um longa centrado no psicótico vilão Coringa. O cineasta avaliou que seria interessante fugir dos padrões cinematográficos colocando um anti-herói no papel principal de um filme.

Ratner se disse fã das revistas em quadrinho do homem-morcego desde criança. Para ele, a série de adaptações pode render ainda mais. “Há tantos personagens no universo de Batman que as oportunidades para filmes derivados são infinitas“, disse. O cineasta também elogiou o trabalho de Christopher Nolan (”Amnésia“) na direção de “Batman - O Cavaleiro das Trevas” e revelou que gostaria de ter ficado com o trabalho.

Ratner disse que seria interessante mostrar a origem do insano anti-herói. “Heath [Ledger] estava ótimo. Mas o Coringa é um grande vilão. Foi por isso que Jack Nicholson e Heath Ledger tinham tanto material com que trabalhar. Acho que vai aparecer outro grande ator para interpretá-lo. Seria ótimo ver [Robert] Downey Jr. como Coringa, por exemplo“, opinou.

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Produzido por Victor Ximenes

Synecdoche, New York (2008)

Publicado em: 24-09-2008 @ 11:36 pm 
Postado em: Trailers
Escrito por: Maurício Saldanha



Infelizmente, Charlie Kauffman não faz parte dos meus conhecidos. Imagina estar por perto quando este teve um insight assim: “Que tal filmar um sobre um casal que após brigarem, decidem por vez apagar suas memórias relacionadas?”. Eu não estive com Charlie quando ele teve essa idéia miraculosa (sim, acho “Brilho Eterno…” um milagre!), mas posso dizer que sinto esse cara aí como um companheiro, quando o assunto é cinema-expectador. Explico: Charlie deve gostar de David Cronenberg. Ou se não gosta, assistiu. Tem um Q dos filmes de Cronenberg nos filmes roteirizados por Kauffman, que é na verdade o que me faz acreditar que é um filme, antes de uma só-surrealidade. Explico: vi os filmes de Cronenberg quando criança. Então por mais bizarros que eles fossem, eu sabia, era cinema. Era ficção(?).

Os filmes escritos por Kauffman são bizarros, isso é fato. São estranhos, incomuns, diferente de tudo, igual, ao mesmo tempo, a tudo. Explico: igual são os assuntos, frente a subliminaridades, que nas entrelinhas dos discursos ordinários, seus personagens, até-então, prosam. Agora, Charlie decidiu por ele mesmo filmar. Chega de interpretações, quero eu (ele) dirigir meu (seu) automóvel de design abstrato.

SYNECDOCHE, NEW YORK tem como história um dramaturgo interpretado por Philip Seymour Hoffman, que é deixado pela esposa (Catherine Keener) determinada a levar sua carreira artística a Berlim, e nisso leva sua (deles) filha junto. No teatro onde Hoffman trabalha a bilheteira (Samantha Morton) por ele é apaixonada. Ela mora em um prédio onde tem constantes incêndios. Hoffman vai ao médico e descobre que seus órgãos estão entrando em estado de falência. No meio disso, o dramaturgo ganha “a bolsa dos gênios” de uma Fundação e parte para construir um ambicioso projeto de teatro, onde cada ator irá ser ele ou ela (a bilheteira) mesmos, enquanto acompanhamos os envelhecimentos e decadências físicas e artísticas de todos os envolvidos.

Bizarro? Surreal? Simplesmente estranho(?). Nada tem de simples os roteiros de Kauffman, e agora então, guiando suas próprias palavras, será mais-ou-menos entendido? E precisa? Cinema é uma experiência de vida. Bem melhor: uma experiência viva. “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembrança”, “Adaptação”, “Quero ser John Malcovich”, “Natureza Quase Humana” e “Confissões de uma Mente Perigosa”. Esqueci algum? Charlie Kauffman não é gênio, é um ser comum, que pensa. Racional, ele é analítico, fora do normal. Sem padrão, ele consegue penetrar no mesmo. Penetrou em Hollywood, tanto, que agora realiza seu filme, assinado embaixo por ele mesmo. Um homem simples, com dizeres miraculosos. Nós escutamos? Enxergamos? Pouco importa? Ao que parece Charlie sim, importa-se com isso. Se não ele parava de falar sobre coisas como sétimo andar e meio de um edifício, empresa que apaga memória seletiva, ou sobre um homem que acompanha a falência de seus órgãos, enquanto tem a oportunidade de realizar seus sonhos. Eu enxergo Charlie, e ele gosta disso. Eu sinto.

AVALIAÇÃO DO TRAILER: 10/10
ESTRÉIA NOS EUA: 24 de Outubro de 2008

Charlize Theron diz que atuaria em Hancock 2

Publicado em: 24-09-2008 @ 11:21 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Rapadura Team

Em entrevista concedida à MTV, a atriz Charlize Theron (”No Vale das Sombras“) revelou que adoraria trabalhar em uma eventual seqüência do longa de aventura “Hancock“, protagonizado por Will Smith (”À Procura da Felicidade“). Segundo a artista, bastaria um convite de Smith para que ela aceitasse o trabalho.

Com aqueles caras? Se todo mundo voltar? Sim! Pegar carona no trem de Will Smith é um ótimo passeio“, disse a atriz. Na entrevista, Theron aproveitou para divulgar seu novo trabalho, “Battle in Seattle”, longa cujo elenco conta também com os atores Michelle Rodriguez (”Velozes e Furiosos“), Ray Liotta (”Hannibal“) e Woody Harrelson (”Onde Os Fracos Não Têm Vez“).

No mês de novembro, será lançada a versão em DVD de “Hancock” nos Estados Unidos. Ao contrário do que foi exibido nos cinemas, esta versão não terá os cortes feitos para diminuir a classificação indicativa. Desta vez, os palavrões e passagens mais pesadas da produção serão finalmente exibidas. No Brasil, a versão sem cortes ainda não possui data de lançamento.

Publicado no Portal Cinema com Rapadura
Produzido por Victor Ximenes

Cartaz francês de Jogos Mortais 5

Publicado em: 24-09-2008 @ 11:11 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Rapadura Team

A quinta parte da sangrenta franquia “Jogos Mortais” ganhou um pôster francês para ajudar na divulgação de seu lançamento. A imagem foi publicada na rede pelo site FilmsActu e traz um homem ferido com suas mãos amarradas para trás com o subtítulo: “Você realmente pensou que isto acabou?”.

Com roteiro de Marcus Dunstan e Patrick Melton, “Jogos Mortais 5” traz novamente o personagem Hoffman (encarnado no filme anterior por Costas Mandylor, de “A Lenda de Beowulf”) que aparentemente se tornou a última pessoa a conhecer o terrível legado do assassino em série Jigsaw. Porém, quando seu segredo é ameaçado, Hoffman vai à caça para eliminar todos os indícios.

A atriz Julie Benz (da série “Dexter“), que será a protagonista, Tobin Bell (“A Hora do Arrepio”), Scott Patterson (da série “Gilmore Girls: Tal Mãe, Tal Filha”) , Betsy Russell (“The Flunky”), Meagan Good (“Venom”) e Shawnee Smith (“Jogos Mortais IV”) completam o elenco.

Jogos Mortais 5” tem a direção do cineasta David Hackl e será lançado nos cinemas brasileiros em 31 de outubro. Confira abaixo o cartaz divulgado:

Publicado no Portal Cinema com Rapadura
Produzido por Leandro Barfly

Revolutionary Road (2008)

Publicado em: 23-09-2008 @ 4:47 pm 
Postado em: Trailers
Escrito por: Maurício Saldanha



Onze anos atrás, eu tinha 18 anos. Me emocionar com um casal que não fica junto, por uma catástrofe natural(?) era muito normal, beirando o clichê. Hoje, beirando os 30, o que eu quero é ter uma relação estável, com uma mulher que queira o mesmo. Quero amar, e ser amado, normal né? Nada! Hoje os padrões são outros. Homem com homem, mulher com mulher, como a música, que dizia não valer! Lembra? Tim Maia! Pois então. Vale sim, vale tudo hoje. Sexo, drogas e rock’n roll.

Hoje, se eu saio, sou um velho chato. Não me comove as caras borradas de maquiagem falsa. Suor misturado com baba quente-pós-cheiração-no-banheiro-da-festa. Não consigo ter tesão por peitos exageradamente à mostra. Pornografia por pornografia, prefiro a internet ou a banca de revista. Prefiro eu, meu órgão e meu pulso. Cuidar de bêbada as 4 da matina? Não me vejam como machista. Mulher pensa assim também, e tem que aturar homens exibicionistas, grotescos, rudes e drogados. Nada contra o gosto do público, que ao que parece, é em sua maioria, adepto a esses estilos, de pessoas e de vida.

Mas como é época de eleições, eu voto nulo. Branco-cegueira-branca. Tipo esse ensaio que do livro, veio ao cinema. É isso ai, se enxergas vê, se vê repara! Se não for isso é quase isso que estampa a primeira página de ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA (o livro). E a minha primeira página pré-30 anos é essa: chega! Ou melhor, venha! Que venha coisas boas, de boa índole, sem má fé. Saravá!

REVOLUTIONARY ROAD trata disso. O título traduzido ao pé, é: estrada revolucionária. E não estamos ante a isso? Estrada e revolução? Talvez hoje tenha mais estrada do que revoluções. Ou tenhamos que conhecer melhor, andar mais, por tantas estradas, para praticar a revolução? Che Guevara deve se sacudir na cova. Estampa camisa em estampados peitos, mas cadê o novo? E novas revoluções e/ou revolucionários?

Sam Mendes volta um século, e pára nos anos 50. Década parada. Era tudo, conformidade. Padrões seguidos à risca. Ultrapassar isso? Nada! Loucura total! Mas foi isso. Aliás, é isso que acontece com Leonardo DiCaprio e Kate Winslet. Querem viver seu amor, sem padrões. Querem a liberdade de expressar seus sentimentos, sejam eles quais forem. Mas e pode? E os outros deixam? Não são palavras de Saramago, mas encaixa(?): “O inferno é o olhar dos outros!”

Pronto, pegou fogo. No trailer acima assistimos o casal tentando, sendo tentado, sem poder tentar. Paradoxo além do normal? Absolutamente clichê e comum. Eles, diferentes por assim serem, para chegar onde querem, terão de partir tudo, logo, a si. O que resulta na descoberta do ‘quem-é-quem’, descoberta essa, que todo mundo corre para não enxergar, por temer ter de reparar. A ironia? Nessa corrida, as pessoas não tapam seus olhos, ironia? Nada! Todo mundo sabe que faz aquilo que não deve fazer, todos sabem aquilo que deviam de fazer.

Pronto, deu. Chega? Não. O filme ainda não estreou. Agradeço a Sam Mendes por tocar nesse assunto, pois já o agradeci-viés-osmose pela realização de “Beleza Americana”, onde o recado era: “olhe mais de perto”. Viu? Olhar! Vê, repare! Sei que é difícil, porém me é assustador-além, isso, esse nada disso. Cada um no seu quadrado. Ado? Tsc! Aff! credo!? não, pois eu creio. Leo e Kate também. Deixaram do naufrágio e foram ante a terra firme, mostrando que frieza, só congela. E congelamento é igual (a.k.a) a inércia, que lembra: conformidade. Eleições 2008.  Nulo nada! eu voto, pois tenho fé, tanto na Revolução, quanto na Estrada que leva a mesma.

AVALIAÇÃO DO TRAILER: 10/10
ESTRÉIA NOS EUA: 26 de Dezembro de 2008
ESTRÉIA NO BRASIL: 30 de Janeiro de 2009

Bryan Singer: o vilão de Superman?

Publicado em: 23-09-2008 @ 3:36 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Zé Ronaldo

Foi só a Warner anunciar que vai resetar a franquia do Superman no cinema que atores e diretores de Hollywood começaram a se pronunciar. Ou para “vender seu peixe”, ou para fazer críticas ao trabalho de Bryan Singer.

Na semana passada, o ator Brendan Fraser, de “A Múmia: Tumba do Imperador Dragão”, declarou que havia realizado testes para o papel do Superman, na época em que Brett Ratner (“X-Men: O Confronto Final”) e McG (“As Panteras – Detonando”) disputavam o cargo de diretor do quinto longa do Homem do Amanhã. Segundo o ator, a sua empolgação era grande, mas o entusiasmo passou quando viu que as possibilidades de sua participação, como protagonista do filme, foram ficando reduzidas.

Além disso, o astro alegou que o roteiro que J.J. Abrams (“Missão: Impossível 3”, co-criador da série Lost) – que seria a base para o filme na época – era bem superior ao utilizado por Bryan Singer, de autoria de Michael Dougherty e Dan Harris, em “Superman – O Retorno”. De acordo com Fraser, o enredo abordava galáxias, rivalidade entre irmãos (talvez entre Jor-El, pai de Kal-El, e Zor-El, pai Kara-El – a Supergirl) e que as conseqüências na Terra beiravam a Terceira Guerra Mundial.

O projeto só não foi adiante porque McG, que havia conseguido a direção do filme na disputa com Ratner, foi dispensado pela WB por motivos financeiros. McG queria filmar em Nova York, mas o estúdio queria na Austrália (o que acabou ocorrendo) por conta da diferença entre o dólar americano e o australiano. Além disso, o estúdio estava na dúvida com relação ao personagem-título: contratar um desconhecido (que também aconteceu) ou um astro para levar multidões aos cinemas e justificasse o orçamento que estava na casa dos 200 milhões de dólares. Para quem não se lembra, o orçamento de “Superman – O Retorno” foi de U$270 milhões, mesmo tendo Brandon Routh – que repete a trajetória de Reeve, ambos desconhecidos que projetaram a carreira ao interpretar Clark Kent e seu alter ego – como protagonista. Consulte o Guiness Book e vocês verão que o filme de Singer é considerado a adaptação de HQ com o maior orçamento da história. Com a saída de McG, o script de J.J. foi abandonado. O destino dele todo mundo sabe: começou a se ocupar com uma série de TV chama Lost e ganhar rios de dinheiro.

Já esta semana, a vez de alguém tomar posição com relação ao futuro do Superman no cinema foi o já citado Brett Ratner. À MTV, o diretor falou que, antes de Bryan Singer assumir a direção do quinto longa, a película que ele pretendia dirigir seria “muito mais ‘alienígena’ e sombrio”. 50% se passaria em Krypton e que contava os eventos que ocorriam no planeta natal do Superman, como uma espécie de Guerra Civil por lá – meu palpite seria o motim liderado pelo General Zod para tomar a liderança de Krypton e que foi frustrado. Na verdade, este filme, ao que me parece, teria um enredo bem parecido com o da saga “O Último Filho”, que foi escrito pelo cineasta Richard Donner (“Superman – O Filme”, o clássico) em parceria com o atual bam-bam-bam das HQ’s, Geoff Johns.

O diretor ainda emenda que o visual do herói faria alusão à arte de Alex Ross e a saga “A Morte do Super-Homem”. E que também, como ele pretendia dar uma visão mais sombria ao personagem, talvez pudesse retomar isso um dia – já jogando verde para ver se colhe maduro, já que a Warner pretende dar uma roupagem mais sombria ao Homem de Aço.

Por fim, Brett concorda com o fato de Singer ter optado por um desconhecido para ser o Superman. E que estrelas é que deveriam ser os seus coadjuvantes.

Bom, no fim de tudo isso – apesar de Brendan Fraser parecer se deleitar com a investida mal-sucedida de Singer, pelo fato dele não ter ficado com o papel principal; e de Ratner querer tirar proveito da situação e tentar garantir sua vaga como diretor para a seqüência (e ele está é certo, quem quer tem de correr atrás) – parece que a proposta inicial para o quinto longa do Superman não deixa de ser interessante. Aí me vem uma pergunta: se antes de Singer ser confirmado como diretor tinham sido abordados idéias bem interessantes, então por que é que Singer não aproveitou alguma coisa disso? Por que ele preferiu um filme que fosse um verdadeiro marasmo e que boa parte dos espectadores saiu das sessões de cinema nada empolgados com o resultado? Sem falar que, se a WB optou por resetar a cronologia do Superman no cinema, então quer dizer que “Superman – O Retorno” foi uma verdadeira perda de tempo e dinheiro e que vai ficar no limbo. Seria Bryan Singer o verdadeiro vilão do filme?

A Warner ainda estuda propostas. Nada está confirmado. E ainda tem a saga de Mark Millar na tentativa de dar vida à sua visão do personagem criado por Jerry Siegel e Joe Shuster, em 1938 e publicado, pela primeira vez em Action Comics #1.

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