Rapadura Blog - O Blog do Portal Cinema com Rapadura

Velocidade Máxima 3?

Publicado em: 29-04-2008 @ 4:10 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Bruno Mendonça

Navegando pela grande rede, achei este site: speedthreemovie.com

Na verdade o site não tem conteúdo nenhum, mas parece ser um teaser do terceiro filme da série “Velocidade Máxima” (que teve uma seqüência). Porém, não encontrei mais nenhuma informação a respeito do “Sp3ed”. Será que vai pintar algo por aí? Se alguém sabe alguma coisa, conta para a gente.

O Tenebroso Mundo da TV Aberta

Publicado em: 28-04-2008 @ 10:53 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Marcos Nascimento

TV AbertaOlá. Essa é a minha primeira colaboração para o Rapadura Blog e estou simplesmente extasiado (e nervoso) por poder participar. Deixa eu me apresentar, eu sou o Marcos Nascimento, do Rio de Janeiro, e estou cursando a faculdade de Jornalismo. Espero que os textos aqui possam gerar discussões e interações entre o mundo dos rapaduras. Então, feitas as apresentações, mãos à obra. Pra começar eu pensei em poder levantar a seguinte situação: o descaso que os canais abertos de televisão dispensam às grandes produções.

A TV aberta faz parte da realidade, senão da totalidade, da maioria dos brasileiros. Hoje, o único acesso que muitos possuem a bons filmes é através dos canais abertos. É claro que o cinéfilo convicto, ou os amantes do cinema em geral, vão procurar outras fontes pra assisti-los, como as próprias salas de exibição, os DVDs ou até mesmo a TV a cabo. Mesmo assim, há aqueles que amam o cinema da mesma maneira e não tem o mesmo acesso a esses recursos. E então, esperam ansiosamente pela programação de filmes das emissoras e essas não dão o devido valor às produções.

Resultado disso: para assistir a bons filmes, ou esperamos a boa vontade dos canais de exibi-los ou temos que acordar de madrugada para poder ver o cinema na telinha. Vários filmes vão para essa faixa de horário, como por exemplo, “Confissões de Uma Mente Perigosa” e “As Horas”. Vi uma discussão na internet uma vez de pessoas que lamentaram muito que o filme só tenha passado na madrugada de domingo. É uma pena que esse não seja um caso isolado. Enquanto isso, num horário em que muitos esperam um bom filme, como domingo, segunda e sexta à noite, passam produções pobres que fazem você querer ir dormir logo para que o dia acabe. Com certeza muitos já passaram por essas situações.

Sei que nem toda a população brasileira vai querer assistir a filmes do calibre de “As Horas”. Esse talvez seja um erro irreparável que a própria televisão ajudou a construir, algo enraizado na cultura brasileira que se acostumou a assistir apenas Xuxa, Didi e Steven Seagal. Fica aí a discussão, já que essa não é uma indignação única. E quem sabe não é hora de mudar essas diretrizes e fazer com que percebam a grandiosidade da Sétima Arte. Talvez seja pedir muito. Mas se eu pudesse chegar ao fim de semana à noite e não ter que assistir a “Esqueceram de Mim” mais uma vez seria ótimo.

O Fantástico Mundo no Cinema

Publicado em: 28-04-2008 @ 1:40 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Lincoln Péricles

Primeiramente, sou Lincoln Péricles. Amo vocês.

Recentemente foi confirmado que Guillermo Del Toro estará na direção da adaptação do livro de J.R.R Tolkien. O tão esperado “O Hobbit” vai enfim sair, logo sabemos que o filme será um estouro de bilheteria (você ainda tem dúvidas?). Mas porque será que os filmes ditos “fantásticos” fazem tanto sucesso nas telonas?

Se pegarmos qualquer lista de bilheterias, semanais ou mundiais, podemos ver que tais filmes sempre pairam no topo da lista. Com exceção de “Titanic”, que lidera absoluto a lista de arrecadação mundial, todos os outros contam com tons fantásticos, mas isso já não é assunto para mim, tivemos um RAPADURACAST para discutir porque ele é o maior filme de todos os tempos (eu acho que foi macumba). Deixemos de lado o fenômeno fantástico de um filme, para entrar no mundo fantástico dos filmes.

Acho extremamente válido a utilização de efeitos especiais em prol do filme, mas abomino filmes que se arrastam e dependem só disso. A fantasia tem seu lugar certo no cinema, as novas tecnologias tornaram isso muito mais simples, o visual está cada vez mais impecável, e isso é um ponto a favor do “fenômeno”.

Pois bem, nada melhor do que unir a vontade de consumir com a vontade de ganhar, ou tentar unir a imaginação com a realidade. Se existe um gênero que só se dá bem com o “avanço” das tecnologias, é o gênero fantástico. Não sei como é no mundo dos bruxos ou na Terra Média, mas o dinheiro para as fantasias aqui na vida real é sempre muito.

E vocês, porque acham que filmes como “As Crônicas de Spiderwick” e “Ponte para Terabithia” fazem tanto sucesso assim?

Sobre a lista das 20 piores adaptações de quadrinhos

Publicado em: 28-04-2008 @ 1:15 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Zé Ronaldo

Pegando carona na estréia do filme “Homem de Ferro”, que promete ser uma das melhores adaptações de quadrinhos para as telonas, quero falar a respeito de uma lista, divulgada pela revista Entertainment Weekly, que consta os “20 piores filmes de todos os tempos baseados em quadrinhos”.

A lista é encabeçada por “Motoqueiro Fantasma”, estrelado por Nicolas Cage (“60 Segundos”). Em minha opinião, foi cometida uma injustiça contra o filme do “Cabeça-de-Fósforo”. Tudo bem que não é um primor de filme. Que no embate contra os inimigos, ele os derrota de uma maneira muito, muito, muito… “bestamente fácil”(!). Mas há de se convir que o ambiente, clima, a caracterização ficaram legais. Condizentes com o teor das histórias do personagem flamejante da Marvel Comics. Sem falar no personagem em CGI que ficou muito bom. Bem dark.

Por conta de alguns aspectos positivos presentes no filme, considero injusto ele estar em primeiro colocado. A adaptação que deveria ocupar esta posição, sem dúvida, é “Mulher Gato”, com a Halle Berry (“X-Men”). Ao invés de se contetar em ser a Tempestade no filme dos “Filhos do Átomo”, acabou por participar de um longa que é execrável do começo ao fim. Atuação que ainda lhe rendeu um Framboesa de Ouro de Pior Atriz de 2004. Ela pelo menos pode compartilhar da culpa com a produção. Por exemplo, como alguém aprova um roteiro daqueles? Tipo, ela morre e é ressuscitada por um gato que tem ligação com deuses egípcios. Prefiro o argumento das HQ’s, em que Selina Kyle (no filme, ela se chama Patience Philips, uma designer gráfica) era uma prostituta e que, sem mais nem mesmos, resolve usar uma roupa de couro preto e sair por aí cometendo crimes.

Pior ainda foi a caracterização dela como badgirl, com aquele cabelo louro e ter como inimiga no filme a Sharon Stone. A luta entre elas parecia um episódio do desenho “Três espiãs demais”. E com direito a um interesse amoroso aos moldes de tal desenho. E para completar, o filme não fazia a menor conexão com o universo do Batman. O filme “Elektra”, que também está na lista dos 20 piores, pelo menos faz alusão com o do “Demolidor” – que também tá na lista (eita!) – na cena em que ela é ressuscitada pelo seu mestre. Prova de que não dá para fazer um filme de um coadjuvante sem mostrar de qual universo ele veio. Imagina fazer um filme que conta a origem do Coringa sem fazer a menor ligação dele com o Batman. Não dá! Um é a razão de ser do outro na história.

Bom, é isso. Só pretendo deixar a mostra minha opinião em relação à colocação errônea do “Motoqueiro Fantasma” como o pior filme baseado em HQ de todos os tempos. ;)

RapaduraCast 74 - Homem de Ferro

Publicado em: 26-04-2008 @ 12:41 am 
Postado em: RapaduraCast
Escrito por: Rapadura Team

Começou a temporada de blockbusters. Para muitos, é a melhor época do ano! Para entrar no clima, já lançamos nosso primeiro “cast blockbuster” do ano. “Homem de Ferro” é um nome familiar para muitos, mas poucas pessoas conhecem a fundo a sua verdadeira história. Você sabe quem criou o personagem? Sabe quem é Tony Stark[bb]? Qual sua semelhança com Howard Hughes? O que esperar do primeiro projeto cinematográfico solo da Marvel?

Jurandir Filho (o Juras), Raphael Santos (o Ph) e Thiago Siqueira (o Sicas) destrincharam nos mínimos detalhes tudo que existe sobre o super-herói. Muitas informações sobre a pré-produção do filme foram discutidas; desde a seleção do elenco, até a escolha do diretor. Durante a produção também aconteceu muita coisa interessante. O marketing exagerado foi detalhado e debatido. Falamos tudo sobre “Homem de Ferro” para deixar você preparado para conferir essa grande obra!

Além de tudo isso, ainda tivemos a participação especial de Guilherme Briggs, o fantástico dublador de vários personagens clássicos da televisão, e diretor de dublagem de muitos filmes, como os recentes “Tá Dando Onda”, “Encantada” e “Transformers”. Nesta edição, ele comenta sobre a dublagem nacional de “Homem de Ferro“, realizada sob seu comando; a repercussão, as dificuldades. De quebra, ele faz comentários sobre o filme em si, já que teve oportunidade de assistir antes de todo mundo.

Duração: 88 min

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“Alô? Te ligo depois, tô gravando um filme”!

Publicado em: 25-04-2008 @ 2:27 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Bruno Mendonça

Salve Senhores. Primeiro vou me apresentar, já que sou novo no pedaço. Prazer, Bruno Mendonça. Sou curitibano, publicitário e cinéfilo de carteirinha. Fã de Kubrick e do seriado Mad Men. Espero que gostem de meus textos e comentem bastante. Vamos ao que interessa.

Os avanços da técnologia facilitaram muitas coisas, descomplicou processos e colocou em nossas mãos aparelhos que nunca imaginavamos. Um exemplo são câmeras digitais, que estão cada vez mais potentes e mesmo sendo amadoras, dão alguns recursos de câmeras profissionais. Os celulares também tem vários recursos de captação de imagem, e muitos aparelhos fazem tanta coisa que falar ao telefone virou mero detalhe. Um exemplo: os iPhones.

E por que estou falando tudo isso? Spike Lee, diretor de “O Plano Perfeito” e “A Última Noite”, indicado pela acadêmia ao Oscar de melhor roteiro original por “Faça a Coisa Certa”, lançou uma novidade: em parceria com a Nokia, ele vai rodar um filme inteiro com imagens captadas em câmeras de celular. Ele afirmou que esta é a democratização do cinema e que qualquer um que um dia pensou em ser cineasta, mas não teve tempo, cacife, oportunidade (e talento???) pode participar.

O filme vai abordar como a música pode contar a história da humanidade. Quem quiser colaborar é só mandar textos, imagens e vídeos para o site www.nokiaproductions.com. A Nokia vai fazer uma pré-selação com 25 obras que serão postados no site para os visitantes votarem. As 10 mais votadas, vão para a mão de Spike Lee.

Se isso é bom ou ruim, eu ainda não sei. Mas que é diferente, é.

Pôster: The Dark Knight

Publicado em: 25-04-2008 @ 1:05 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Jurandir Filho

Pôster The Dark Knight

Precisa dizer algo mais?
MEU DEUS DO CÉU!

Saiba tudo sobre “Batman - O Cavaleiro das Trevas”!!

Quem esmaga: Norton ou Marvel?

Publicado em: 25-04-2008 @ 12:38 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Zé Ronaldo

Desde que foi anunciado um segundo longa-metragem do “O Incrível Hulk”, muito se especulou a respeito da produção. Principalmente, por conta da controversa adaptação levada às telonas pelo introspectivo diretor taiwanês Ang Lee (“O Segredo de Brokback Mountain”). A película que foi exibida em 2003, tem seus pontos fortes e fracos. O forte, que considero, é uma abordagem psicológica do lado obscuro do protagonista Bruce Banner. O fraco, eu consideraria não o “Hulk chicletão” (que parecia mais o Geléia dos “Caça-Fantasmas” depois de ter abandonado a sua forma ectoplasmática e ter tomado muito anabolizante), mas sim o ator escalado para ser o atormentado Dr. Banner: Eric Bana. Ele é bom ator, mas nem de longe ele tinha perfil para ser lado “humano fracote” do Gigante Esmeralda.

Em 2006, ao ser anunciado o diretor francês Louis Leterrier, que tem no currículo filmes de ação como “Carga Explosiva” e “Carga Explosiva 2”, os ânimos dos fãs parecem ter se inflado, pois gostariam de que a ação tivesse sido melhor explorada no longa de Ang Lee. A expectativa foi grande, até ser anunciado o nome de Edward Norton (que, convenhamos, tem bem mais o biotipo de Bruce Banner do que Eric Bana). Até eu estranhei a participação dele num blockbuster deste tipo, já que ele é mais conhecido pelos filmes voltado para um intelectual(?). E melhor para ele, que pôde ter Liv “linda de morrer” Tyler como Betty Ross.

Além do mais, nomes do porte de Tim Roth e William Hurt davam mostras que o longa prometia (e promete). E já que é assim, então por que não há uma maciça campanha de marketing como “Batman – O Cavaleiro das Trevas”, “Speed Racer”, “Homem de Ferro”? Pois só em março é que saiu o primeiro trailer do filme, sendo que sua estréia é em junho.

Ao que parece, a premissa das histórias do Hulk, em que as personalidades de Banner e do verdão estão sempre em rota de colisão no íntimo do “médico-monstro”, se repetiu na pós-produção. Segundo a mídia, Norton e Leterrier (que também assina o roteiro) querem um longa-metragem mais extenso para abordar tanto o doutor quanto seu alter-ego monstruoso. A Marvel, por outro lado, quer um filme mais curto e com mais ação. E também por motivos mercadológicos.

Se por motivos comerciais, eu for ao cinema para ver um filme que a história só serve de pano de fundo para uma pancadaria incessante de um bombado verde, seria melhor ficar em casa e ver o “WWE – Luta Livre na TV”. Programa que foi excluído da grade do SBT. Pelo menos não gasto o dinheiro da passagem e do ingresso e ainda posso ver o programa deitado na minha rede.

De acordo com Norton, não há disputas de egos e sim apenas divergências criativas na pós-produção. Afinal, blockbusters são sempre uma faca de dois gumes: pirotecnia exacerbada, mas uma história pífia. Como no caso do filme “Armageddon” – de fato, um armageddon na história do cinema. Bom, Norton é competente – vide seus trabalhos -, por isso dou um crédito para ele. Mas, no fim, o único ego a se sobressair no longa é o do “O Incrível Hulk”. Afinal, “Hulk Esmaga!”

Homem-Aranha x Torta de Maçã

Publicado em: 24-04-2008 @ 11:20 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Zé Ronaldo

Olá, amigos rapaduras! Em primeiro lugar, quero me apresentar a vocês. Meu nome é Ronaldo e sou de Fortaleza, capital do Ceará. Esta é a minha primeira matéria e, como pontapé inicial, eu escolhi redigir matérias sobre filmes de super-heróis. Afinal, desde que Hollywood voltou os olhos para o gênero, o número de adaptações cresceu consideravelmente. Por conta disso, fãs de HQ’s – me incluo nesta estatística – e cinéfilos em geral, têm procurado avidamente por notícias de última hora sobre produções de seus super-heróis favoritos.

O assunto desta matéria é sobre a notícia, publicada no CCR no dia 02/04, de que Jason Biggs (“American Pie”) é o candidato mais provável a envergar o uniforme do Homem-Aranha após a confirmação de que Tobey Maguire (“Garotos Incríveis”) não reprisaria o seu papel na cinessérie do “Cabeça-de-Teia”. Confesso que se esta notícia tivesse sido publicada no dia anterior, eu não pensaria duas vezes de que se tratava de uma piada do Dia da Mentira!

Muitos fãs já estão com o “sentido de aranha” tilintando por conta dessa especulação, tendo em vista que Tobey Maguire se perpetuou no imaginário do público como Peter Parker. Ele está para o Homem-Aranha assim como o saudoso Christopher Reeve esteve para o Super-Homem. É difícil não olhar para ele e não imaginá-lo escalando um prédio ou soltando uma teia. Assim como também não dá para dissociar Jason Biggs e a famigerada “cena da torta de maçã” no primeiro “American Pie” – que se tornou antológica nos filmes de comédia adolescente e uma terrível “mancha negra” na carreira de qualquer ator que se preze!

Por conta disso, nenhum fã xiita do Homem-Aranha – inclusive eu – quer associar a imagem de um dos maiores heróis de todos os tempos a um “fornicador de tortas de maçã”. Além do que, ele NÃO tem a menor cara e jeito para ser Peter Parker. Em contrapartida, para se especular sobre sua escalação, os produtores viram algum mérito no rapaz durante o seu teste. De toda maneira, é torcer para esperar uma trilogia digna da primeira – se bem que a última deixou a desejar, pois aquele “emo-aranha” ninguém merece. Para mim, e tantos outros, a identidade secreta do “Peter Parker em película” ainda é o Tobey Maguire (por favor, não nos abandone!). É isso.

P.S: Será que se disserem ao Tobey, que ele não precisa usar aquela franjinha de novo, ele toparia voltar a vestir o uniforme?

Crítica Inútil

Publicado em: 24-04-2008 @ 3:37 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Jurandir Filho

Amigos Rapaduras, seguinte, estou pegando abuso da crítica. É sério. Tudo bem que faço parte do Cinema com Rapadura, um portal que, além de tudo, possui muitas críticas. Mas não estou com raiva dos nossos críticos (que possuem uma visão diferenciada, por sinal), e sim da crítica em um contexto geral. Sabe aqueles veículos que deixam UMA PESSOA criticar tal filme e a opinião daquele determinado veículo é tida como a opinião daquela pessoa? Por exemplo, quando sai uma crítica em um jornal, geralmente, é apenas UMA crítica por filme. Isso acaba tornando aquela crítica a opinião desse determinado jornal sobre tal filme. Isso vale para sites também. Então, grandes veículos geralmente são assim. E por serem grandes, acabam, de certa forma, influenciando a ida de muitas pessoas aos cinemas e até mesmo na escolha dos filmes a serem assistidos.

O que está me deixando com abuso é o fato de que muitos veículos que se dizem especialistas e possuem cavalos como críticos, estão usando de má fé para criticar certos filmes. Tudo bem que tem muita tosqueira no cinema e a crítica serve para isso mesmo, além de analisar tecnicamente, dizer se o filme presta ou não presta. A ida ao cinema quem decide é você. Mas e quando a crítica pega no pé de um filme que boa parte do público está adorando? É irritante ver o nível de conservadorismo de certas pessoas. As vezes influenciadas por outras críticas negativas, acabam seguindo no mesmo rumo como um boi puxando a carroça. E pior é que eles conseguem enxergar certos problemas que só eles acham ruim.

Em suma, se eu tivesse ido pela crítica mundial, eu nunca teria visto o filme. Porque, além de tudo, como eu já disse, a crítica serve também para recomendar. O que eu não entendo é porque a crítica em geral adora destruir certos filmes que são puro entretenimento. A função do cinema, além de ensinar e causar reflexão, é divertir. E este último, eu acho mais importante, já que ninguém vai ao cinema querendo levar sermão, e sim com o intuito de se divertir.

Sem querer puxar a sardinha, eu gosto muito das críticas do CCR porque, além de termos uma visão diferenciada, nós costumeiramente colocamos várias críticas de um mesmo filme. O objetivo é fazer com que você veja opiniões por olhares diferentes, escritos por pessoas diferentes. Não deixem de assistir aos filmes que chamaram sua atenção por algum ou qualquer detalhe que seja, porque isso estará impedindo você de ter uma opinião sobre algo. Então, antes de julgar determinado filme baseado em alguma crítica, assista primeiro. Combinado?

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