Estréia nessa semana uma das mais aguardadas seqüências de todos os tempos: Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal. Trazendo de volta as aventuras do arqueólogo mais famoso do mundo, o filme dá continuidade a um fenômeno que se espalhou pelo país há um tempo atrás, mas que tinha perdido uma certa força: a veneração pelos anos 80. Tudo dos obscuros 80 tem voltado à moda, dos cubos mágicos às músicas bregas. E no cinema não poderia ser diferente, a moda oitentista chegou também e pegou todos de assalto. Agora, o ícone máximo do cinema de aventura se encarrega de retornar àquela década, fazendo muita gente reassistir os filmes da trilogia original para ficar a par do novo filme, e com isso, relembrando a década novamente. Aqui vão alguns dos filmes que fizeram o favor de contribuir com a moda 80:

Miami Vice: Foi a criação da série de TV “Miami Vice” que deu a Michael Mann a carta branca pra bancar projetos bons no cinema dali pra frente. E sua carreira culmina com a adaptação da série para as telonas, com Colin Farrell e Jamie Foxx encarando os personagens dos detetives Sonny Crockett e Ricardo Tubbs. O visual dos 80: cabelo tipo mullet, ombreiras e cores berrantes. O estilo dos 80: muita ação policial descabida. “Miami Vice” foi uma das séries mais cultuadas daquela época, e até que sua adaptação não decepcionou.

Transformers: Quem diria que um simples brinquedo transformaria Michael Bay em um fenômeno maior do que ele já era. Pois foi o que aconteceu. Os Transformers foram lançados em 1985 pela Estrela e eram robôs que se transformavam em carros, tanques, aviões e o que mais desse. Quando foi lançada a história em quadrinhos, contando o passado dos Autobots e dos Decepticons, a transformersmania se espalhou e virou febre. Levados ao cinema em 2007, com efeitos especiais nunca antes vistos, “Transformers” repete o sucesso dos brinquedos e se encaminha para uma nova franquia.

O Exterminador do Futuro III - A Rebelião das Máquinas: A onda brucutu do futuro (ou do passado), misturando drama, ficção científica e muita ação pode ter começado com “Blade Runner” (1982), mas foi com “O Exterminador do Futuro”(1984) que o estilo se consolidou. A partir daí o estilo robótico virou febre em Hollywood e Arnold Schwarzenegger, um fenômeno. O sucesso dos dois primeiros filmes foi tão grande, que era inevitável voltar com um terceiro, já no século XXI, onde os recursos digitais evoluíram e muito. Tanto que “Terminator 4″ já está em desenvolvimento e uma série de TV (Terminator: The Sarah Connor Chronicles) já foi produzida.

Rambo IV: Ninguém acreditava que Sylvester Stallone tinha gás pra alguma coisa até ele ressurgir em “Rocky Balboa” (2006). O sucesso do retorno do boxeador o fez ressuscitar outro ícone dos 80, que estava perdido em alguma selva por aí: John Rambo, o ex-combatente do Vietnã que retornou para sua quarta aventura nos cinemas. Dirigido pelo próprio Sly, o filme mostra a vida do herói 20 anos depois do último filme, recluso na Tailândia. O curioso é que o filme mostra uma guerra civil na fronteira de Mianmar, que viria a se tornar conhecida pouco tempo depois nos noticiários.

Cazuza - O Tempo não Pára: Simplesmente o maior fenômeno da música brasileira dos 80, igualando-se somente ao RPM e à Legião Urbana. A cinebiografia de Cazuza rendeu um dos maiores filmes do cinema nacional e o melhor papel da carreira de Daniel de Oliveira, que agradou a fãs, antigos integrantes do Barão Vermelho e à crítica. O filme, dirigido por Sandra Werneck e Walter Carvalho foi baseado no livro “Cazuza: Só as Mães são felizes”, escrito por Lucinha Araújo, mãe do cantor.
E apertem os cintos da máquina do tempo. Ainda vem por aí Comandos em Ação e uma nova saga de Jason Vorhees. Lembra de mais algum sucesso dos anos 80 que foi pras telonas? Gostaria que algum voltasse ou que a onda dos 80 acabasse logo? Quem sabe a discussão inspira os produtores. Mas isso é bom ou ruim, no fim das contas??

O título acima é da história publicada na revista Marvel Millenium Homem-Aranha #32 (ago/2004) pela editora Panini. Tomei a liberdade de escolhê-lo, pois é o que eu vou tentar explicar a vocês nas próximas linhas. E também o porquê da minha expectativa pelo 

Merchandising sempre me pareceu divertido. Isso me colocando como consumidora. Sempre me sinto em um “Onde está o Wally?” interativo quando estou vendo um filme e noto a inserção conveniente – ou não – de uma marca. E me colocando como publicitária, o merchandising é uma saída do comercial tradicional e tem um quê de subliminar que muito me agrada. 

