O Sexo, a Cidade e o Cinema

Publicado em: 09-06-2008 @ 2:20 am 
Postado em: Suspirolândia
Escrito por: Maíra Suspiro

Dez anos depois, lançam o filme baseado na minha série favorita: “Sex and the City”. Depois de muitas histórias pessoais entrelaçadas com a série, chega a hora de matar um pouco a saudade – ou a vontade de ver qualquer coisa sobre o assunto. Superando o medo de frustrações, entrei na sala para conferir e adivinha só: me like it!

satc.jpg[Para ler ouvindo a música do filme] Hello, lover! Após um RapaduraCast comentando o pré-filme, eis que vem a coluna pós-filme. Fico até com medo de escrever. Primeiro porque o fato de ser auto-crítica aumenta bem mais quando o assunto é algo tão querido como SATC. E mais: quando já se soltaram tantos burbulhinhos sobre o assunto, a expectativa cresce. Como diz a personagem Carrie no filme, “o valor da aposta aumenta”. Mas, quer saber? Espontaneidade e diversão, eis o casal da vez.

Sobre a série. As expectativas rondavam sobre um filme tal qual um episódio “alongado”. De fato, são perceptíveis as semelhanças. Tenho certeza de que a intenção era agradar ao público que teve a oportunidade de acompanhar a série e, em conjunto, agradar aos “novatos” no assunto. A boa da vez é que tive a impressão de que eles conseguiram. O começo do filme, a intro narrada pela Carrie com todas as seqüências dinâmicas e glamourosas, é um presente nostálgico e querido aos fãs da série. Os pequenos flashes de cenas de episódios passados – que eu já sabia de cor, a música envolvente – apesar da Fergie – com o jingle cativo super sofisticado… Começa bem demais! Quando, de fato, entramos no enredo que vai guiar o resto do filme, percebemos os trocadilhos com detalhes da série, citações recorrentes, as lembranças dos desfechos… Tudo encaixado. Apesar do filme focar mais ainda na Carrie e tirar um pouco do espaço das outras três, foi um reencontro ótimo.

Sobre as personagens. Apesar das mudanças, as “meninas” continuam as mesmas. Claro, com seus retoques. Carrie anda menos confusa e destrambelhada, mas ainda envolvida “in a Big thing”… Samantha até conseguiu se comportar durante o filme todo, mas conservou sua essência de “sexualmente bem-resolvida” com afinco. Miranda provou que debaixo da couraça irracional, existe alguém que também sente. Mas que ainda valoriza o bom senso para tudo. E Charlotte, que tando já me deu abuso, me cativou horrores no filme. Romântica convicta, ela faz caras e bocas que pagam o ingresso. Queridas. Amigas queridas que adorei reencontrar.

Sobre o assistir. Quebrando outra expectativa, a primeira sessão foi a melhor. Sim, até agora, vi o filme duas vezes. E a primeira sessão foi infinitamente melhor. A sintonia dos cinéfilos era contagiante. As mesmas risadas, as mesmas sacadas… Tenho certeza de que na primeira sessão a maioria era de fãs veteranos. Senti como se fosse, de fato, um reencontro depois de anos sem contato. E claro, “Sex and the City” não é “Sex and the City” sem coquetéis. Definitivamente, deveria ter entrado com um drink na mão. Mas, ok, tive que deixar para depois.

Sobre o Marketing. Todo mundo esperava merchandising de peso no filme. E, de fato, ele bateu o ponto. Mas, como na série, estava bem disfarçado. A Apple marcando presença com a maçãzinha aparecendo de fundo sempre que a cena estava no quarto/apê da Carrie. O iPhone alado carregado pela Samantha e marcando presença no casamento. As marcas. A moda. O estilo. Apesar de tantas citações, a maior “venda” ali foi do status de ser fabulosa, independente e apaixonada, com muito, muito estilo.

Sobre o fashionismo. Óbvio, estava inundando o filme em todos os segundos. E estava lindo. Westwood, Oscar de La Renta, John Galliano, Prada, Gucci, Versace, Dior… A lista é enorme. E linda de se ver, apesar dos exageros. Admito que não morreria nem teria dor de cabeça por aquela bolsa da Luis Vitton da Louise. Mas morreria sim, por alguns saltos que vi patinando pelas calçadas… Afinal de contas, um bom salto alto faz parte do kit de qualquer mulher vaidosa.

Sobre as cenas. “No!”. A melhor cena do filme, certeza, é o grito da Charlotte para o Big. Quem viu, sabe qual é. Sensacional. Em segundos ela emocionou – e fez rir - em extremos rápidos. Aliás, ela me deixou com nó na garganta em todas as cenas. Arrasou. A cena da Miranda e do Steve, com Al Green de fundo… Deliciosa. A cena em que a Carrie aparece com o figurino da abertura da série. Fofo! E o Ano Novo com direito a beijinhos do Anthony e do Standford? Ótimo.

Sobre a saudade. Acho que ela foi o ingrediente principal para o fato de eu ter me divertido tanto com o filme. Sem sombra de dúvidas. Cumpriu o papel, com um timing quase perfeito – as cenas de drama mereciam uns segundos a mais para fechar bem a emoção. Agora é curtir a nostalgia com as seis temporadas e um longa-metragem de cabeceira.

Sobre sexo, cidade e cinema. Se tem uma coisa de sempre me agradou no pacote do “Sex and the City”, essa coisa é a liberdade destemida. É. Liberdade para falar o que se quer, como se quer e quando se quer, deixando de lado a vergonha, os tabus. Simplesmente natural. E quando digo ser livre, digo também o ser livre para ter opiniões. Logo, a liberdade acerta as críticas, as negações e os julgamentos contrários ao que a série mostra. Todos tem direito a opiniões, sejam elas coerentes ou não. Mas, acima de tudo, é livre. E destemida, principalmente, por tratar as mulheres como seres absolutamente competentes e reais, donas do seu próprio nariz, sem medo de admitir que procuram um grande amor. Trata-se de ser natural. E sentir-se natural.

Na coluna dessa semana, não vou questionar nada. Sem perguntas. Apenas excesso de saudade e de amor. Seja na chuva, na rua, na fazenda, numa casinha de sapê ou na cidade, atire a primeira pedra quem nunca sentiu amor e tesão. E se você, de fato, puder atirar essa pedra… Não sabe o que está perdendo.

O Guerreiro Didi e a Ninja Lili

Publicado em: 09-06-2008 @ 2:05 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Jurandir Filho



Este mês de junho chega aos cinemas o novo filme do eterno Renato Aragão: O Guerreiro Didi e a Ninja Lili. E é aquela coisa de sempre: “AVENTURA, AÇÃO, COMÉDIA E MUITA CONFUSÃO“. Eu sou adepto a esse tipo de filme. É tão ruim que faz a volta e fica bom. A sinopse? Leia abaixo:

A história se passa no inicio do século vinte. Lili é a filha de um jovem oficial europeu convocado para a guerra. Um Mestre oriental fica responsável pela educação dela, principalmente na milenar arte que deu origem aos NINJAS. O Mestre recebe uma carta comunicando o desaparecimento do pai de Lili na frente de batalha. Ele, então, manda Lili de volta para a Europa para ser criada por sua única parenta viva, Morgana, sua milionária tia materna que odeia crianças. Ele resolve enviar um guardião para a menina e conta com um voluntário para a missão: DIDI. Entretanto, o trapalhão tem uma forma “peculiar” de utilizar seu treinamento ninja, o que não raramente resulta em confusões.

Eu daria um Oscar…

RapaduraCast 80 - O Mundo Feminino por Sex and The City

Publicado em: 06-06-2008 @ 12:45 am 
Postado em: RapaduraCast
Escrito por: Redação CCR

ATENÇÃO: Esse programa não é recomendado para menores de 18 anos!
CENSURA: Linguagem chula, sexo, pornografia, sinceridade…

Adaptação de séries de sucesso para o cinema vêm sendo bastante freqüente nos últimos anos. A diferença é que nem sempre as séries são boas e os resultados nos cinemas também acabam nem sendo tão bons assim. “Sex and The City” é diferente. A série conquistou um público enorme entre as mulheres do mundo, e muitos homens também entraram no barco. Isso a tornou um fenômeno de crítica e público. O que faz da série esse sucesso todo? Por que fizeram uma adaptação para os cinemas?

Jurandir Filho (o Juras), Raphael Santos (o Ph), Maíra Suspiro (a Suspiro) e Daniel Eto (ouvinte do podcast que ganhou a promoção) conversaram sobre tudo que envolve “Sex and The City”. Afinal, é um produto apenas para o público feminino? Quem são as personagens? Quais as diferenças e semelhanças entre elas? Os casos que acontecem nos episódios podem acontecer no mundo real? Que os paradigmas que a saga “Sex and The City” quebrou nos últimos anos? Qual é a linguagem da série? E o filme? O que esperar dele? Existe a possibilidade de ter uma seqüência?

Esse bate-papo ficou enorme por motivos óbvios: a série teve mais de 50 indicações ao Emmy e 24 indicações ao Globo de Ouro. Não tinha como conversar sobre uma série tão premiada como essa sem ir além do tempo comum. E lógico, não tínhamos como falar do tema dessa série sem fazer um podcast com censura 18 anos (assim como o RapaduraCast 50, sobre o mundo do Pornô). Escute as opiniões desbocadas dos participantes do programa e sinta-se à vontade para mandar a sua história, mesmo que seja via e-mail. Não deixe de comentar!

LINKS ÚTEIS
- Compre as 6 Temporadas do Seriado
- Imagens, Cartazes e Trailers do Filme
- Crítica de Sex and the City - O Filme (1)
- Crítica de Sex and the City - O Filme (2)

Duração: 96 min

SUGESTÕES, CRÍTICAS, DÚVIDAS E CHUTES NO SACO
Envie e-mails para: rapaduracast@cinemacomrapadura.com.br

INFORMAÇÕES
Aperte o botão PLAY abaixo ou BAIXE AQUI (clique com o botão direito do mouse no link e escolha a opção Salvar Destino Como) o arquivo no formato MP3 na MELHOR QUALIDADE (64 Kbps) para o seu PC. Desfrute, ou não! ;)


NOVO ENDEREÇO
Acesse agora por www.rapaduracast.com.br

RSS e iTunes
Adicione o feed do RapaduraCast no seu iTunes ou no seu agregador.

COMENTÁRIOS
O que achou? Não gostou? Elogie, critique e sugira. Erramos em algo? Não deixe passar batido. Faça o seu comentário aqui na página e troque sua opinião com os ouvintes do cast. Os melhores comentários serão lidos nas próximas edições. Não deixe de colocar a sua cidade e sua idade.

Marley e Eu (2008)

Publicado em: 04-06-2008 @ 2:36 am 
Postado em: Trailers
Escrito por: Jurandir Filho

A 20th Century Fox liberou o teaser trailer da adaptação do best-seller “Marley & Eu“. Os atores principais do longa, Jennifer Aniston (”Separados pelo Casamento“) e Owen Wilson (”Meu Nome é Taylor, Drillbit Taylor“), aparecem no vídeo junto do cachorro labrador correndo na beira da praia. Por ser um teaser, é bem isso mesmo. Pouca coisa liberada. Mas e esse grito ecoado da Aniston? Bah… ficou bem estranho isso!

Na história, John (Wilson) e Jenny (Aniston) haviam acabado de se casar. Eles eram jovens e apaixonados, vivendo em uma pequena e perfeita casa e nenhuma preocupação. Jenny queria testar seu talento materno antes de enveredar pelo caminho da gravidez. Ela temia não ter vindo com esse “dom” no DNA, justamente porque matara uma planta por excesso de cuidado: afogando-a. Então, eles decidiram ter um mascote. Vão a uma fazenda, escolhem Marley, ao tomar contato com uma ninhada, porque também ficam encantados com a doçura da mãe, Lily; só depois tem uma rápida visão do pai, Sammy Boy, um cão rabugento, mal-encarado e bagunceiro. Rezam para que Marley tenha puxado á mãe, porém suas “preces” não são atendidas.

A vida daquela família nunca mais seria a mesma. Marley rapidamente cresceu e se tornou um gigantesco e atrapalhado labrador de 44kg, um cão como nenhum outro. Ele arrebentava portas por medo de trovões, rompia paredes de compensado, babava nas visitas, apanhava roupas de varais vizinhos, e comia praticamente tudo que via pela frente, incluindo tecidos de sofás e jóias. As escolas de adestramento não funcionaram - Marley foi expulso por ter ridicularizado a treinadora. Mas, acima de tudo, Marley tinha um coração puro e a sua lealdade era incondicional.

Eu nunca li o popular livro. Inclusive, eu acabei de comprar aqui (R$ 12,33, apenas). Vocês já leram a obra? Assistam ao vídeo abaixo e comente:

O que os olhos não vêem… o coração pode sentir!

Publicado em: 04-06-2008 @ 2:16 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Marcos Nascimento

Quais as chances de você se apaixonar pela sua melhor amiga? Assistindo o filme “O Casamento do Meu Melhor Amigo” e a esse novo “O Melhor Amigo da Noiva” (coincidência?), não é difícil concluir que essa situação é altamente comum. Tá, a idéia da matéria não é bem essa… “Made of Honor” chegou aos cinemas e só veio reforçar a idéia que foi plantada há muitos anos no cinema: comédia romântica foi feita pra ser assistida acompanhado. É quando você entrega os pontos de não poder assistir a mais um filme água-com-açúcar pra se estar com quem se gosta.

Não estou falando mal dos filmes românticos, nem desse “O Melhor Amigo da Noiva“, que eu pessoalmente até quero ver. Estou aqui tentando ressaltar o que muita gente já sabe. Cinema pode fazer sentido de várias maneiras: na sua casa curtindo um DVD de “Homem-Aranha 3” com seu irmãozinho; na Sessão da Tarde passando “A Lagoa Azul” pela enésima vez (e você assistindo, pra fazer questão de reclamar que viu pela enésima vez); num cineclube vendo amarradão uma sessão de “Laranja Mecânica“; na escola ou na faculdade, vendo um documentário que você talvez não veja nunca mais; e na tela grande, obviamente, seja um filme-pipoca com seus amigos, ou um romântico, com a pessoa que você designou para estar do seu lado naquele momento.

Estou levantando a questão para fazer as pessoas verem o que é o cinema na vida de quem realmente gosta e as vantagens que ele traz que muita gente não percebe. E falo isso também porque tive que assistir a “Um Beijo Roubado” e tenho que confessar que só não gostei mais do filme por uma razão: fui ver sozinho. Foi quando tive um súbito estalo daqueles de fazer você pensar sobre “o que é que está acontecendo com a sua vida?”. “Um Beijo Roubado” era pra ser visto acompanhado. Tá, era Wong-Kar-Wai, era o primeiro filme americano dele, era Norah Jones, mas era mais do que isso: uma oportunidade única daquelas de ficar junto de quem se gosta. Foi aí também que percebi que eu era o único do cinema inteiro (quase lotado, diga-se de passagem) que estava lá por aquele ser a porcaria do primeiro filme americano do Wong-Kar-Wai! O proveito maior foi os dos inúmeros casais (leia-se o resto da sala de exibição), que aproveitaram o clima romântico do filme para, digamos, uma intimidade maior. Sim, adorei “Um Beijo Roubado“, mas nunca mais eu quero ver um filme desse sozinho. É triste demais.

O Melhor Amigo da Noiva” estreou e você já viu esse filme antes. Todo mundo sabe disso, mas não o leve a mal. Ele pode matar uma necessidade única em um fim de semana. Aos que têm namoradas, levem-nas ao cinema. Aos que não tem, veja se ainda está passando “Um Beijo Roubado” e vá sozinho pra se tocar do que está perdendo. Quanto às namoradas, levem seus respectivos companheiros pra ver uma comédia romântica pra ver como se faz. O saldo pode ser positivo para ambas as partes, independente do filme ser bom ou não. Aproveite a oportunidade que o cinema lhe traz, deixe o preconceito de lado com esse tipo de filme e enxergue o lado bom das coisas. Eu vou tentar fazer isso.

Roqueiros no Cinema!

Publicado em: 04-06-2008 @ 2:06 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Zé Ronaldo

ATENÇÃO: Ler esta matéria ao som de “Matinée”, do Franz Ferdinand.

É comum vermos artistas transitarem entre áreas diferentes do entretenimento. Ocorrem muitos casos de músicos que tentam se inserir na carreira cinematográfica. E vice-versa. Como exemplos, posso mencionar os rappers. Vez ou outra podemos vê-los atuarem em filmes. Posso citar Ice Cube, Ice-T, Eminem, Snoopy Dog e 50 Cent. Algumas divas da música pop também. Vide Madonna, que até já dirigiu um filme intitulado “Filth and Wisdom”. E também Beyoncé. Apesar de não gostar de seu estilo musical, confesso que a acho demasiadamente linda e adorei sua atuação em “Austin Powers em o Membro de Ouro”. Astros do cinema também estão apostando na carreira musical. A atriz Scarlett Johansson, recentemente, lançou um álbum chamado Anywhere I Lay My Head.

Bom, diante deste cenário, os roqueiros não poderiam ficar de fora. Há pouco tempo foi lançado o primeiro trailer do filme “Chemical Wedding”, roteirizado pelo vocalista do Iron Maiden, Bruce Dickinson (YEAH \o/). Trata da história de Aleister Crowley, famoso e polêmico ocultista inglês do século XIX. Autoproclamado o anti-cristo. Influenciou muitos astros do rock famosos como Ozzy Osbourne, Jimmy Page, o próprio Dickinson e sua “donzela de ferro” entre outros. A trilha sonora, como não poderia deixar de ser, também é do Bruce.

Em decorrência disso, comecei a rememorar alguns ícones do estilo, que alguns gostam de carimbar como “coisa do demo”, que já tiveram a oportunidade de ocupar um cargo em Hollywood. Lembrei-me primeiro do Bono Vox, líder do grupo U2. Ele foi um dos autores do roteiro de “O Hotel de Um Milhão de Dólares”, estrelado por Mel Gibson e Milla Jovovich. Bono também é responsável pela trilha sonora do filme. Além disso, há uma lenda de que ele teria sido cogitado para ser um dos vilões de “Batman Eternamente”. No caso, ele seria o MacPhisto, demônio que encarnava na turnê de Zoo Tv. Você pode conferi-lo, em desenho animado, no clip de “Hold me, Thrill me, Kiss me, Kill me”, que faz parte do soundtrack do filme do Morcegão. Também pode ver o vocalista do grupo irlandês, caracterizado como o demônio, aqui.

Além dele, temos o “Camaleão do Rock”, David Bowie. O músico inglês atuou em várias produções. Entre elas “Fome de Viver” (ao lado de Susan Sarandon); “A Última Tentação de Cristo”, em que faz o papel de Pôncio Pilatos e “O Grande Truque”, em que interpreta um inventor que trabalha em um laboratório secreto. Em outros filmes, participou como ele mesmo, caso de “Eu, Christiane F., 13 anos, Drogada, Prostituída…” (achei a história do livro mais pesada do que a do filme) e “Zoolander”, em que ele participa como o juiz de uma “desfilada” entre os personagens de Ben Stiller e Owen Wilson (impagável por sinal!).

Outro roqueiro inglês, que se aventurou como ator, foi o Sting nos filmes “Duna” e “A Prometida”. Gene Simmons, o linguarudo do Kiss, fez um gênio do crime, com cabelo alisado, que comandava robôs assassinos em “Runway – Fora de Controle”. Além de produzir “Detroit – A Cidade do Rock”, sobre quatro garotos que fazem de tudo para ver um show do… … Kiss! \o/ Muito bacana quando a banda toca a música Detroit Rock City, que dá título ao filme.

Alguns músicos ou bandas participam apenas restringindo-se em sua área, no caso música. Fazendo composições para a trilha sonora. Caso do Radiohead (minha banda favorita), em “Velvet Goldmine” e do guitarrista da banda, Jonny Greenwood. Este compôs a trilha de “Sangue Negro”, de Paul Thomas Anderson. Em fim, a lista é extensa. Se eu for falar de todos os roqueiros que participaram em produções cinematográficas, ficaria a eternidade escrevendo. Por isso, meu estimado leitor, se você souber de mais ídolos do rock que já tiveram seus 15 minutos de fama no cinema, por favor, não deixe de comentar.

4º filme da Saga Bourne?

Publicado em: 03-06-2008 @ 5:04 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Jurandir Filho

Essa é uma especulação que pode ser confirmada nos próximos meses. O 4º filme da série Bourne já está sendo negociado. Robert Ludlum (escritor americano, autor de 29 novelas e criador da saga Bourne, que faleceu em 2001) escreveu apenas três livros sobre o personagem (que foram todos adaptados), mas Eric Van Lustbader escreveu outro três trabalhos: The Bourne Legacy, The Bourne Betrayal e The Bourne Sanction. Já está praticamente confirmado o envolvimento de Paul Greengrass, diretor de “A Supremacia Bourne” (2004) e “O Ultimato Bourne” (2007), e Matt Damon (Jason Bourne), em um próximo trabalho. “A Identidade Bourne” (2002) foi dirigido por Doug Liman (“Sr. & Sra. Smith”).

Damon declarou que o personagem significa muito para ele, já que o ajudou a estabelecer sua carreira, colocando-o em uma posição de poder fazer muitos outros filmes que ele deseja. Ele condicionou uma provável participação em um quarto longa da franquia ao retorno do cineasta Paul Greengrass. Segundo o ator, ele sente que nem ele, nem Greengrass, terminaram seus trabalhos com Jason Bourne.

A trilogia Bourne é genial. Poucas vezes vimos no cinema um personagem de ação com características que se aproximam da realidade. Só para vocês terem idéia dos motivos para a Universal querer fazer mais filmes: o custo de produção da trilogia foi de 225 milhões de dólares e o faturamento foi de 943 milhões de dólares no mundo (sendo desses, 524 milhões só nos EUA). Sem contar as vendas de DVDs.

COMPRE OS 3 FILMES
A Identidade Bourne
A Supremacia Bourne
O Ultimato Bourne

PODCAST
A Trilogia Bourne

Discussão: O que você acha da série? Vale a pena fazer um quarto filme? Será que pode sair uma nova trilogia? O que você acha do personagem?

À Prova de Morte, literalmente…

Publicado em: 03-06-2008 @ 12:20 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Jurandir Filho

Os fãs de Quentin Tarantino terão que aguardar mais um pouco para conferirem seu mais recente trabalho: À Prova de Morte. De acordo com a distribuidora Europa Filmes, a nova previsão de lançamento no Brasil é no mês de Outubro desse ano.

O filme traz a história de “Stuntman Mike”, interpretado por Kurt Russel (“Poseidon”), um dublê assassino que se utiliza de seu carro nada singelo, um digno “american muscle”, para aterrorizar a vida de dançarinas no Texas. Estão também no elenco Rosario Dawson (“Alexandre”), Rose McGowan (“Dália Negra”) e o também diretor Eli Roth (“O Albergue”).

Agora faço a pergunta: mas que diabos é isso? Antes estava programado para o final de 2007, em seguida foi empurrado para março de 2008, depois foi sendo adiado até ficar como indefinido. O longa é de 2007 e vão lançar próximo ao fim do ano de 2008. Depois reclamam quando filmes muito esperados são baixados na Internet e dão pouco público nos cinemas daqui. Lembro até que queriam trazer Tarantino ao Brasil. É mais fácil ele vir para divulgar seu novo trabalho, “Inglorious Bastards”, que sai em 2010. Daqui pra lá ainda devem estar decidindo se vão lançar “À Prova de Morte” ou não.

Adidas cria tênis para Hellboy 2: O Exército Dourado

Publicado em: 03-06-2008 @ 12:02 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Bruno Mendonça

Para comemorar o lançamento do filme Hellboy 2: O Exército Dourado, que aos cinemas do Brasil dia 5 de setembro, a Adidas está confeccionando dois tênis temáticos. Os calçados serão vendidos a partir de julho e em 2 modelos: o primeiro chamado de “The Forum Mid”, criado pela Universal Studios e o diretor Guillermo Del Toro. E o segundo chamado de “Stam Smith Mid”, feito pelos designers da Adidas com a colaboração de Dark Horse Comics e Mike Mignola, o criador da HQ original de Hellboy.

Porém, os calçados terão um edição bastante limitada: serão produzidos 5 mil do The Fórum Mid e mil de Stam Smith Mid. É uma ótima dica para os fãs, ou para os que gostarem dos modelos. Não curti o primeiro filme e não quero ver o segundo. Mas eu quero um tênis desses, ah se quero. Veja abaixo (os dois modelos juntos, em seguida o The Forum Mid e Stam Smith Mid, respectivamente):



The Forum Mid

Stam Smith Mid

Disaster Movie

Publicado em: 02-06-2008 @ 11:46 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Jurandir Filho

É o ciclo sem fim“. Assim dizia a principal música de “O Rei Leão“. Parece que o mesmo está acontecendo no mundo das comédias pastelões. Depois de “Date Movie” (focado nas comédias românticas) e “Epic Movie” (focado nos filmes pipocões), estão preparando o lançamento de “Disaster Movie“. Esse novo besteirol será focado nos filmes sobre desastres, como “O Dia Depois de Amanhã“, “Godzilla” e “Cloverfield - Monstro“. Descobriram a nova mina de ouro: os gêneros! Daqui a pouco vão lançar “Documentary Movie“, “Action Movie“, “Sport Movie” e etc. Você pode escutar um podcast que fizemos sobre esse gênero que é odiado por alguns e adorado por muitos. Clique aqui!

Para variar, a musa do gênero comédia pastelão está presente: Carmen Electra. O filme estréia nos EUA em 29 de agosto. Vai dar muita grana, vão fazer novos filmes e esse clico não vai acabar. Veja o pôster abaixo:

Dois candidatos a Peter Parker

Publicado em: 02-06-2008 @ 4:37 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Zé Ronaldo

novos-spidermans.jpg

A trilogia de Homem-Aranha acabou há pouco mais de um ano, mas nem de longe estaremos livres da teia do “Amigão da Vizinhança” no cinema. A Sony Pictures – que ainda possui os direitos sobre adaptações do aracnídeo – já está a pleno vapor para dar prosseguimento a uma das mais lucrativas franquias da história da sétima arte. Tanto é que, além de já estar com a versão do script redigido por James Vanderbilt (“Zodíaco”) - que pode render dois longas filmados no mesmo período -, também está a procura de um substituto para Tobey Maguire.

O ator de “Regras da Vida”, cujo contrato expirou com o encerramento da primeira trilogia, declarou que só voltaria com a condição de trabalhar com a equipe original. Incluindo Sam Raimi no cargo de diretor. O cineasta de “Uma Noite Alucinante”, por sua vez, já afirmou que pode continuar na franquia. Todavia, não necessariamente como diretor, mas como produtor…

Com relação a notícia da escalação de um novo Peter Parker, o site LatinoReview afirma que, segundo fontes seguras, Laura Ziskin e Grant Curtis (ambos produtores da saga) já têm dois candidatos em potencial: Patrick Fugit[1] e Michael Angarano[2]. Ambos de “Quase Famosos” (os dois interpretaram a mesma personagem em idades diferentes).

Bom, no mais, como diz o ditado: “Quem viver verá”. Para mim, a boa nova é que a sombra de Jason Biggs trajando o uniforme do Aranha está desvanecendo. Graças a Odin!

Fim de Carreira

Publicado em: 02-06-2008 @ 4:21 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Luiz Belmiro

Dando continuidade às minhas listas infames, meus alvos de hoje são os ex-astros, aqueles que já faturaram milhões, foram sex symbols, mas hoje amargam papéis ridículos em produções idem. Pois todo mundo sabe: “Tudo que sobe um dia tem de descer”; “Mais difícil do que chegar ao topo é manter-se no topo” e toda sorte de ditado redundante sobre o assunto. Más escolhas, incompreensão do público ou simplesmente falta de sorte. Difícil explicar o que acontece para que de repente, não mais que de repente, os maiores astros de Hollywood passem a ser vistos apenas em sub-produções. Não é a toa a expressão “Fim de Carreira”, depois de amargar papéis inexpressivos por vezes nada mais resta a fazer senão adiantar a aposentadoria.

Essa foi a opção escolhida pelo primeiro nome de nossa lista: Whoopi Goldberg[1]. Em 2007, ela declarou que estava se retirando da carreira de atriz devido à escassez de bons papéis. Ela já ganhou um Oscar ganhou roubando a cena em “Ghost”, depois fez um bando de freirinhas nos dois “Mudança de Hábito”. Mas a seguir vieram filmes lamentáveis, como “Eddie - Ninguém Segura Essa Mulher”, no qual ela interpreta uma técnica de um time de basquete da NBA, ou o pior de todos: “Meu Parceiro é um Dinossauro”. Trata-se de uma comédia de ficção científica em que ela faz uma policial que tem o inusitado parceiro do título, motivo de riso? Só se for da desgraça alheia dos atores e equipe por ter esse filme no currículo.

Mas nem todo mundo segue o exemplo de Whoopi, e continuam insistindo, testando a paciência do público e aguardando uma chance de ressurgirem das cinzas como já tiveram John Travolta e Mickey Rourke. Mas enquanto isso, apenas vexames. Que o diga outro oscarizado, Cuba Gooding Jr.[2], parece que Jerry Maguire não lhe mostrou coisa nenhuma onde estava o dinheiro. Da comédia gay “O Cruzeiro das Loucas” ao suspense “End Game”, Cuba vem colecionando personagens nada memoráveis. Outro dia ainda passando em frente a uma locadora vi o cartaz de sua nova comédia: “O Acampamento do Papai”. O que pode-se esperar de um filme com um título desses?

Comédias parecem o último porto no destino inevitável da carreira de vários astros, como a ex-sex symbol Jamie Lee Curtis[3]. Ela despontou para a fama ainda nos anos 70 com a série Halloween, quando ganhou destaque graças à seus fortes pulmões (perdoem o eufemismo), a filha dos astros Tony Curtis e Janet Leigh parecia que construiria uma carreira sólida. E assim foi, até que surgiram atrizes mais jovens para ocuparem seu posto no imaginário masculino. Nos anos 90 até parecia que ela voltaria ao primeiro time de Hollywood com sua participação no divertido “True Lies”, com direito a Striptease e tudo. Mas não teve jeito, e ela acabou como coadjuvante de Lindsay Lohan (a bola da vez no quesito sex appeal) no nada original “Sexta-feira Muito Louca”, mais um dentre as centenas de produções em que duas pessoas trocam de corpos num passe de mágica.

Ainda falando em comédias, um comediante de sucesso das décadas de 70 e 80 que derrapou feio nas bilheterias e nas produções foi Dan Aykroyd[4]. Dos divertidíssimos “Irmãos Cara-de-pau” e “Os Caça-Fantasmas” ele passou aos insossos “Evolução” e “Mong e Lóide”, quando muito conseguiu papéis pequenos em filmes interessantes como “Matador em Conflito”. Mas se era pra fazer papéis pequenos deveria ter feito boas escolhas, convenhamos que ser o pai de Britney Spears em “Crossroads” não é uma boa opção pra ninguém. O Road Movie com a ex-namoradinha da América é um daqueles filmes que poderia nunca ter sido realizado, pois não passa de uma boa oportunidade que o diretor perdeu de ficar em casa com a família.

Já que falamos numa ex-queridinha do público, ninguém melhor do que a sensação da primeira metade dos anos 90: Alicia Silverstone[5]. Ela estrelou produções de sucesso como “Patricinhas de Beverly Hills” e até videoclipes do Aerosmith, que a transformaram da noite pro dia em símbolo sexual. Mas eis que no meio de seu caminho até o topo havia o diretor Joel Schumacher e “Batman e Robin”, estrelar o maior fiasco de uma franquia de sucesso e sair ileso é apenas para nomes consagrados, como os seus companheiros de cena George Clooney e Arnold Schwarzeneger. Todo a malhação pela qual passou pra entrar na roupa de Batgirl se revelou inútil, ah se arrependimento matasse. Desde então ela foi sumindo aos poucos, e hoje só é possível vê-la como coadjuvante de pequenas produções, como a comédia também dispensável “Um Salão do Barulho”, estrelada por Queen Latifah.

Minha breve lista está aí, a exemplo de minha lista anterior espero contribuições dos leitores. Falando na lista anterior, as pessoas esqueceram de um início de carreira bem vexatório: Hilary Swank em “Karatê Kid III”. Ela estava desesperada por um papel no cinema e o Sr. Miyagi devia já estar senil, só mesmo assim pros dois terem topado participar dessa asneira.

Página 6 à 43« Primeira...«3456789»...Última »

Opções:

Size

Colors