RapaduraCast 87 - Seriados Adaptados

Publicado em: 25-07-2008 @ 11:17 pm 
Postado em: RapaduraCast
Escrito por: Redação CCR

Acompanhamos as novas tendências de Hollywood: hoje em dia, na terra do Tio Sam, só se fala em adaptação de quadrinhos e séries. Isso mesmo, após o sucesso de “Sex and The City - O Filme“, muitos produtores estão loucos para levar várias séries conhecidas do público para o cinema. Para você ter referências sobre essa tendência, fizemos um raio-x de todos os filmes que se originaram das séries de TV. E, para não deixar passar batido, comentamos a estréia de “Arquivo X: Eu Quero Acreditar“.

Jurandir Filho (o Juras), Maurício Saldanha (o Mau), Thiago Siqueira (o Siqueira) e Cleide Takimori (ouvinte que ganhou a promoção para participar do podcast) conversaram sobre as principais séries adaptadas para as telonas. Para melhor organização, dividimos o programa em gêneros: infantil, comédia, ação, suspense etc. Qual o resultado da adaptação de “Bob Esponja” e “Power Rangers”? Os filmes “Agente 86″ e “A Feiticeira” representaram bem as suas séries originais? Qual o problema dos produtores brasileiros que levam as séries nacionais para os cinemas com o mesmo formato da televisão? Quantos longas de “Jornada nas Estrelas” foram produzidos? Por que o filme “Perdidos no Espaço” não repetiu o sucesso da série? Falamos ainda sobre “Missão: Impossível”, “As Panteras”, “Starsky & Hutch”, “Twin Peaks” e mais.

Para você entender mais sobre as adaptações, recomendamos que ouça um programa que fizemos a respeito de adaptação de desenhos para os cinemas. Muitas dessas obras são séries clássicas da televisão! Para completar, recomendamos que ouça duas edições que fizemos sobre o mundo das séries. Falamos de Lost, 24 Horas, Prison Break, Dexter e etc. Ouça a 1ª PARTE e a 2ª PARTE.

Duração: 89 min

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Tropa de Elite

Publicado em: 25-07-2008 @ 2:01 am 
Postado em: Marketing no Cinema
Escrito por: Bruno Mendonça

O texto abaixo é uma opinião do autor e não retrata necessariamente a posição do Cinema com Rapadura. Deixamos claro que somos totalmente contra a pirataria.

E quando o camelô vira o principal divulgador de um filme? Roubo na subtitulagem, ou ação de marketing? Como Tropa de Elite chegou a expressivos valores de arrecadação, mesmo estreando antes no mercado negro do que nas telonas? 1 é R$ 5 e 3 é R$ 10, caro leitor. Bem-vindo a coluna da semana.

Até o meio do ano passado pouco tinha se ouvido falar de Tropa de Elite. Sites como o Cinema com Rapadura e veículos especializados em cinema, haviam noticiado que José Padilha, diretor do documentário Ônibus 147, estava em novo projeto. Porém, o conhecimento do público em geral sobre a produção só veio perto do lançamento do filme, quando uma cópia pirata vazou e começou a ser vendida nos camelôs.

O filme se espalhou como foguete. Em qualquer esquina poderiam ser encontradas cópias e mais cópias. Algumas tinham até extras com cenas de ações de policiais de verdade. E tudo isso antes da estréia oficial do filme.

Na mesma velocidade que este foguete, a mídia também aproveitou a oportunidade para pautar suas noticias no filme. Na verdade não no filme em si, mas em sua distribuição pirata e até mesmo em um seqüestro relâmpago das equipes de filmagens, que resultou no roubo de 90 armas cinematográficas. A história do filme, ou a violência retratada, não chamava tanto a atenção da imprensa que focava suas matérias na pirataria.



O resultado é que foi dessa forma que todo mundo ficou sabendo sobre Tropa de Elite e a arrecadação bateu a marca de R$ 20 milhões de reais. Com pirataria e tudo.

Mas então qual é a lógica? A pirataria não deveria ter espantando os espectadores do cinema, já que eles podiam ver o filme alternativo em seus próprios lares? Também. Mas o efeito foi contrário. O público que não iria para as salas de cinema, se contentou com o piratão. Enquanto os que queriam realmente apreciar o filme, foram conferir Capitão Nascimento e sua turma nas telonas.

Foi tudo tão perfeito e tão benéfico, que começo a me perguntar se isso não foi de propósito. Se houve mesmo um roubo, ou se foi a melhor estratégia de divulgação já vista neste país. Uma mistura de buzz marketing, com os camelos divulgando o filme a torto e a direito, com uma estratégia de guerrilha chamada PR STUNT, que provoca a imprensa a pautar suas matérias em assuntos que você deseja. Genial e extremamente convincente. Seria tudo uma grande farsa? O filme teria sido, propositalmente lançado nos camelôs para criar burburinho? É o que eu acho!

Além do resultado financeiro, Tropa de Elite alcançou reconhecimento nacional e internacional como um bom filme. Foi vencedor do Urso de Ouro, do festival de Berlim, e tenta, quem sabe, aparecer no Oscar do ano que vem.

Semana que vem, estaremos de volta. E a pauta é uma grande surpresa.

EXTRA: Escute o RapaduraCast especial sobre o filme.

Alan Moore e Watchmen: criador fala da criatura no cinema

Publicado em: 25-07-2008 @ 1:43 am 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Zé Ronaldo

Anteriormente, em uma matéria de minha autoria intitulada “Wacthmen: Ser Fiel ou Não?”, eu havia feito uma análise da diferença entre se adaptar uma obra em aberto – citando o exemplo do Homem-Aranha – e uma fechada – caso das graphic novels, citando a própria Watchmen.

Também tinha esclarecido o porquê de Zack Snyder estar a um passo da glória e também de cometer a maior heresia da vida dele. Pois bem, recentemente, Alan Moore, autor do enredo da HQ, falou a respeito da adaptação – que já foi lançado o primeiro trailer (legal a música do Smashing Pumpkins ao fundo) – e também sobre o diretor do longa: “Ele pode até ser um cara legal, mas o negócio é que ele é a pessoa que fez 300. Não vi os últimos filmes de quadrinhos, mas particularmente não gostei da HQ 300. Tenho vários pontos a criticar, e tudo que ouvi ou vi sobre o filme parece ter incrementado as críticas, ao invés de reduzi-las: que é algo racista, que é homofóbico e, acima de tudo, totalmente idiota (…)Há coisas que fizemos em Watchmen que só funcionariam em um gibi, e inclusive foram projetadas para mostrar coisas que outras mídias não conseguem“.

Alguns podem achar esta posição do bruxo dos quadrinhos extremamente radical, mas é só lembrar do estrago que foi feito em “V de Vingança” – outro clássico de Moore – e que, sem pestanejar, a sua atitude é totalmente compreensível. Afinal, uma obra, seja ela qual for, é como se fosse um filho. E quem gostaria de ver seu filho sendo mal-tratado por outro?

Que o diga Bob Kane quando, da época das filmagens de “Batman Eternamente”, bateu o pé quando Joel Schumacher colocou bat-mamilos no uniforme do Batman. Resultado? Schumacher só é conhecido como “o cara que acabou com o Batman no cinema”. A título de curiosidade, os uniformes dos vigilantes de Watchmen também têm peitinhos. Ou não atentaram para a foto do Ozymandias (Matthew Goode)? Estou com uma sensação de déjà vu!

Em meados dos anos 1990, Neil Gaiman declarou que, se dependesse dele, jamais veríamos um filme do Sandman. Egoísmo dele? Não. Ele apenas alegou que, adaptar Sandman para o cinema, seria o mesmo que mutilar um filho seu. E quem melhor do que o criador para falar de sua criatura?

Assim como em “V de Vingança”, Alan Moore não quis receber seus créditos e nem o dinheiro a que ele tem direito sobre a adaptação. E nem se deu ao trabalho de ver o trailer. Galera, na minha opinião, o trailer pode estar bacana, mas não é sinônimo de filmaço. Quantas vezes fomos enganados por trailers, digamos, “estilosos” e que, ao conferir o filme, saímos com a sensação de termos sofrido lavagem cerebral? Em “V de Vingança”, eu vi o trailer e achei que tinham feito algo decente. Triste engano. (tsc!)

Jogos Mortais 5 (2008)

Publicado em: 25-07-2008 @ 1:16 am 
Postado em: Trailers
Escrito por: Jurandir Filho


Está no ar o teaser trailer de JOGOS MORTAIS 5 (Saw V). O vídeo foi exibido no painel da Lionsgate na Comic-Con. A série, que parece ser infinita, ganha mais um capítulo e tudo indica que a premissa será a mesma dos anteriores: carnificina total. Posso ser sincero? Já deu o que tinha que dar! Porém, é como nas comédias pastelões, enquanto continuar dando dinheiro e o público gostando, vai continuar saindo.

O novo drama sangrento de Jigsaw chegará aos cinemas norte-americanos no dia 24 de outubro e traz no elenco a atriz Julie Benz (da série “Dexter“), que será a protagonista e Tobin Bell (“A Hora do Arrepio”). O elenco ainda conta com Scott Patterson (da série “Gilmore Girls: Tal Mãe, Tal Filha”), Costas Mandylor (“A Lenda de Beowulf”), Betsy Russell (“The Flunky”), Meagan Good (“Venom”) e Shawnee Smith (“Jogos Mortais IV”).

Os roteiristas Marcus Dunstan e Patrick Melton retornaram para a produção do script desta seqüência. A produtora Lionsgate também divulgou a sinopse oficial da trama. No longa, “Hoffman (vivido pelo ator Costas Mandylor no filme anterior) é aparentemente a última pessoa viva a conhecer o legado de Jigsaw. Mas quando seu segredo está sendo ameaçado, ele deve ir à caça, a fim de eliminar qualquer ameaça”.

AVALIAÇÃO DO TRAILER: 4/10
ESTRÉIA NOS EUA: 24 de Outubro DE 2008

CC: Arquivo X: Eu Quero Acreditar

Publicado em: 23-07-2008 @ 10:39 pm 
Postado em: Cabine Celular
Escrito por: Redação CCR

Arquivo X: Eu Quero Acreditar“, o segundo filme baseado na popular série de TV, chega aos cinemas de todo o Brasil. Maurício Saldanha, fã da série, foi conferir o longa e diz aqui o que achou. Fanáticos por suspense e ficção científica vão gostar do filme? O longa é feito para que tipo de público? Assista a mais um Cabine Celular e comente!

Quando um grupo de mulheres é abduzido na região rural de Virgínia, as únicas evidências do desaparecimento são os restos humanos encontrados no local. Com policiais desesperados por uma diga, um padre desesperado tem uma visão e manda os oficiais para um lugar onde eram feitos experimentos médicos que podem ou não estar conectados ao sumiço. É um caso certo para o Arquivo X. Mas o FBI fechou o departamento que investigava tais casos paranormais anos atrás. E a melhor equipe para esse trabalho, os ex-agentes Mulder e Scully, que não têm qualquer desejo de revisitar seus passados.



ONDE FOI VISTO: Cinesystem Cinemas (Porto Alegre/RS)

A Rede Cinesystem Cinemas iniciou suas atividades em 1999 com a inauguração de 5 salas em Maringá-PR. Com um plano de expansão agressivo e uma atuação que garante a excelência na prestação de serviços, hoje, a Rede está consolidada como uma das principais exibidoras de cinema do país. Desde o seu surgimento até agora, já são 50 salas em operação distribuídas em várias cidades.

Crescendo com a Disney

Publicado em: 23-07-2008 @ 5:17 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Marcos Nascimento

Que a Disney é uma das maiores (senão a maior) fábricas de desenhos animados e filmes de animação do mundo, todo mundo, com certeza, sabe. Que a Disney embolsa milhões de dólares e ganha vários prêmios, todos sabem também. Que a Pixar se tornou o nome supremo da animação digital, não é novidade pra ninguém. O império Disney já é mais conhecido no mundo inteiro quanto o presidente dos Estados Unidos, e talvez até mais do que ele. O estúdio embala os sonhos de crianças e adolescentes desde sua consolidação, atravessando gerações e gerações, deixando legados inteiros de fantasia e sonho.

Quantas crianças no planeta cresceram com personagens Disney embalando a sua infância? Lembro-me da primeira vez que vi um desenho no cinema, e foi “O Rei Leão“, clássico até hoje. Lembro-me também dos milhões de adesivos e brinquedos que foram lançados aproveitando a fama de Simba e cia. e fazendo a alegria da criançada. E assim, quantos filmes vieram antes e quantos vieram depois, “A Dama e o Vagabundo”, “Mogli”, “Hércules”, “Tarzan”, “Mulan”. Todos com certeza possuem uma história Disney pra contar.

As meninas são as mais privilegiadas, talvez por serem mais sonhadoras e românticas que os meninos. Walt Disney com certeza sabia que estava quebrando paradigmas quando fez “Branca de Neve e os Sete Anões“, o primeiro longa-metragem de animação. O que ele não sabia é que o mito da princesa dos contos de fadas iria ser tão forte dali pra frente, criando um clã de princesas e príncipes que marcariam meninas do mundo todo. “Cinderela”, “A Bela Adormecida”,” A Bela e a Fera” e mais uma infinidade de princesas, de castelos a cabanas, do Oriente ao fundo do mar, do Novo Mundo ao Japão. Todas as meninas querem ser princesas.

Brinquedos, cadernos, adesivos, produtos que não acabam mais. A Disneylândia virou o desejo absoluto de muitas crianças - e adultos também. Um canal de televisão que passa desenhos o dia inteiro e o Mickey Mouse como símbolo da fantasia. A Disney teve que se preocupar, ao longo do tempo, em agradar uma geração que cresceu atrelada a um aparelho curioso que atrai a atenção da molecada: a televisão. Entra em ação o Disney Channel, que teve de se adaptar e acompanhar a modernidade do mundo e a era da informática. Uma geração que cresce vendo Hannah Montana e agora assiste aos filmes feitos especialmente pra eles, com muita música, dança e rock’n roll. Casos dos musicais “Jump in” e “The Cheetah Girls“, o recente “Camp Rock” e o sucesso absoluto “High School Musical“.

Competir com a informática e os videogames não é fácil. E ainda lidar com a desigualdade social existente no mundo inteiro, com crianças que nem sabem o que é o cinema, também é tarefa difícil. Além da concorrência entre estúdios, que estão vendo o filão que a animação pode ser. Há quem diga que os desenhos estão ficando mais adultos. Mas assistir a um desenho com uma criança do lado faz você se sentir criança de novo. Na verdade mesmo, se for perguntar muito marmanjo ainda conhece de cor as canções do “Rei Leão” e muitas meninas cantam o tema de “A Bela e a Fera” e “A Pequena Sereia”, assim como a geração de agora que canta “High School Musical“. Os tempos mudaram, a magia Disney ainda não.

Homem-Aranha Italiano!!!

Publicado em: 23-07-2008 @ 5:04 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Zé Ronaldo

Na década de 1960, a Alrugo Entertainment produziu um filme do Homem-Aranha. Calma, não estou me referindo ao personagem criado por Stan Lee e Stive Ditko em 1962, e sim a um outro Homem-Aranha. É só reparar no uniforme e no “quase imperceptível” bigode que você vai entender que o personagem possui apenas o mesmo nome do herói das HQ’s.

Sob a direção de Gianfranco Gatti e estrelado por Franco Franchetti, o longa havia se perdido no mar após um navio cargueiro, que transportava o filme, ter naufragado em sua rota para os EUA. A película foi encontrada pelos netos de Alfonso Alrugo, dono da produtora, depois de empreenderem uma expedição submarina em busca dos rolos – atendendo ao último desejo de Alfonso.

O filme foi disponibilizado pela Internet, depois de um processo de remasterização, em várias partes. Portanto, aqui vai para vocês a primeira. Divirtam-se:



Na seqüência contém a segunda parte do filme do Homem-Aranha Italiano. Neste episódio, o nosso amigo mascarado e bigodudo não aparece, dando lugar a um estranho evento que ocorre em uma festa típica dos anos 1960. Além disso, contém uma importante lição de como você NÃO deve proceder para paquerar uma mulher. Aguardem o próximo episódio e divirtam-se!



Após a fuga “espetacular” ao final do primeiro episódio, o Homem-Aranha Italiano está aproveitando muuuuuuuuuuuiiiiitoooooooo bem o seu descanso. Porém, sua paz é interrompida devido a visita de um inimigo nada comum: o Crocodilo.



Aqui vai a quarta parte. Desta vez, o herói atende a um chamado de um amigo seu, professor de ciências de uma universidade, para verificar os estranhos efeitos do asteróide que havia caído na Terra no episódio 2. E, ao que parece, ele enfrentará um novo desafio: o Capitão Maximum.

PS: Como pode um sujeito gordo e bigodudo ter tanta facilidade em conquistar as mulheres?



AS OUTRAS PARTES
Parte 5
Parte 6
Parte 7
Parte 8
Parte 9

Mais uma vez em Pânico!

Publicado em: 23-07-2008 @ 1:56 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Marcos Nascimento

E mais uma notícia vinda dos corredores de Hollywood para uma seqüência de um clássico de Hollywood. Estamos em uma época em que vários personagens estão saindo de suas confortáveis aposentadorias - vide John McClane, Rambo, Rocky Balboa, Indiana Jones e até Axel Foley, de “Um Tira da Pesada” pode voltar. Enfim, depois de Jason Voorhees ganhar sua mais nova refilmagem, parece que mais um cultuado filme de terror vai ganhar sua chance: a trilogia “Pânico” deve deixar de ser uma trilogia.

A notícia vem das produtoras Dimension Filmes e The Weinstein Company, que além desse projeto, devem distribuir o novo filme de Quentin Tarantino, “Ingloriuos Bastards”, e ainda fazer uma refilmagem de “Scanners”, de David Cronemberg. O novo longa da franquia, que está com título provisório sugestivo de “Pânico 4“, não tem grandes confirmações. Não é certa a participação de Wes Craven, diretor da trilogia original, que já afirmou não achar uma boa idéia continuar a história. Do elenco, o único que se pronunciou a respeito foi David Arquette, dizendo que voltaria ao seu personagem Dewey Riley.

Apesar disso, as produtoras informaram que querem dar um rumo novo à franquia. A trilogia “Pânico” é a marca dos filmes de terror dos anos 90, sendo considerado a revitalização do gênero, juntamente com “Lenda Urbana” e “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado“. O primeiro “Pânico” surgiu em 1996, mostrando a trajetória marcada por traumas da adolescente Sidney Prescott, interpretada por Neve Campbell. O filme usa o psicológico da personagem, e um serial killer inusitado, com uma máscara e vestido de preto, fazendo perguntas de filmes de terror - quem erra morre. O filme fez bastante sucesso a partir daí, longas de terror adolescente viraram febre. Tanto que “Pânico 2” e “Pânico 3” fizeram o mesmo sucesso, deixando a trilogia como clássica do terror moderno. “Pânico” ainda tem o mérito de dar vida a um gênero que se tornaria o pesadelo do cinema anos depois: as paródias dos filmes de terror, com “Todo Mundo em Pânico” e a famigerada Cindy Campbell com sua turma a cada novo filme.

Não sei se faria sentido continuar uma trilogia que terminou tão bem amarrada. Sem Sidney Prescott também não sei se daria certo. Se o filme voltar mesmo, já vai chegar com a missão ingrata de fazer dinheiro, que é a lei máxima para filmes desse tipo se manterem hoje em dia. Mas, além disso, não vai poder estragar a aura da trilogia original, que é amada por alguns, odiada por outros, mas continua perpetuada com aquela máscara por aí…

Suecado: The Dark Knight

Publicado em: 23-07-2008 @ 1:45 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Zé Ronaldo

Em uma noite dessas, sem ter o que fazer, eu acabei vendo um trailer legalzinho de “Batman – O Cavaleiro das Trevas”. De fato, o cidadão que o elaborou deve ter tido muito trabalho, mas o resultado ficou bacana (para quem tem senso de humor):

Quadrinhos Cinematográficos

Publicado em: 20-07-2008 @ 9:24 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Zé Ronaldo

Depois que Hollywood descobriu a mina de ouro com as adaptações de Histórias em Quadrinhos, a cada ano é lançada uma produção do gênero. Talvez o que alguns desconheçam é que os quadrinhos e o cinema sempre andaram de mãos dadas. Muitos diretores de cinema sofreram influência das HQ’s. Pela sua narrativa, os ângulos, cores. Como se fosse um longa-metragem visto em storyboard. Um exemplo dessa simbiose entre a sétima e nona arte está entre Will Eisner e Orson Welles.

O diretor de “Cidadão Kane” teve como inspiração para o seu trabalho as histórias do Spirit, do mestre Will Eisner. Com bastante atenção, pode-se perceber como o cineasta utiliza de um jogo de luz e sombra, de ângulos e de uma narrativa que lembra as aventuras do personagem célebre do quadrinhista.

E a influência é mútua. Frank Miller, nas histórias de “Sin City“, enxertou algumas idéias de filmes. Por exemplo, a narrativa em primeira pessoa de seus personagens foi tirada do cult “Blade Runner – O Caçador de Andróides”.

Stan “Pai de Toda Criação” Lee sempre adorou filmes. Foi dele a idéia de creditar os responsáveis pelo enredo – argumento, roteiro, desenho, arte-finalista, cores etc. Como se cada HQ fosse um filme. Assim, os leitores poderiam ter uma proximidade maior com a editora, podendo elogiar ou apedrejar os artistas da Marvel. Não à toa, ele está para os quadrinhos assim como Albert Eisten está para a Física.

Ainda estou eufórico com o resultado de “O Incrível Hulk” e com a vinda de “Hulk Contra o Mundo”, segue abaixo um vídeo que ilustra bem esta simbiose. Parece, de fato, enredo de cinema:



PARA SABER MAIS
- O que é historia em quadrinhos?
Sonia M. Bibe-Luyten, Brasiliense, 1987.
- Shazam!
Álvaro de Moya, Perspectiva, 1977.
- Stan Lee: Mutantes, Monstros e Quadrinhos
De Scott Zakarin e entrevista de Kevin Smith, Sony Pictures, 2002.

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