RapaduraCast 92 - Como eles Conseguiram?

Publicado em: 29-08-2008 @ 7:44 pm 
Postado em: RapaduraCast
Escrito por: Rapadura Team

Como eles conseguiram? Essa é a pergunta de 1 milhão de dólares. Muitos profissionais, jornalistas e cinéfilos se perguntaram durante anos e mais anos como determinados filmes com baixíssimos orçamentos conseguiram faturar tanto dinheiro nas bilheterias mundiais. Existe alguma fórmula mágica?

Jurandir Filho (o Juras), Maurício Saldanha (o Mau) e Thiago Siqueira recebem de braços abertos Juliana Morgado (a Juh) e Verônyca Veras (a Minny), a dupla vencedora da promoção para participar do RapaduraCast. Essa galera toda tentou desvendar os mistérios que certos filmes de Hollywood estão envolvidos. É necessário muito dinheiro para fazer um filme funcionar? A aceitação do público está relacionada ao montante investido na produção? É possível fazer isso nos dias de hoje?

Selecionamos 15 filmes clássicos do cinema, da década de 70 até os dias atuais, e discutimos suas fórmulas, suas particularidades e os seus formatos com o intuito de descobrir como produzir um filme com pouco dinheiro e arrecadar milhões. Vale lembrar que consideramos baixo orçamento apenas filmes que custaram até 20 milhões de dólares.

ALGUNS DOS FILMES COMENTADOS
Tubarão
Rocky
Star Wars IV: Uma Nova Esperança
Grease - Nos Tempos Da Brilhantina
De Volta para o Futuro
Esqueceram de Mim
Uma Linda Mulher
A Bruxa de Blair
Casamento Grego
Mar Aberto

Duração: 79 min

SUGESTÕES, CRÍTICAS, DÚVIDAS E CHUTES NO SACO
Envie e-mails para: rapaduracast@cinemacomrapadura.com.br

RSS e iTunes
Adicione o feed do RapaduraCast no seu iTunes ou no seu agregador.

INFORMAÇÕES
Aperte o botão PLAY abaixo ou BAIXE AQUI (clique com o botão direito do mouse no link e escolha a opção Salvar Destino Como) o arquivo no formato MP3 na MELHOR QUALIDADE (64 Kbps) para o seu PC. Desfrute, ou não! ;)

 
icon for podpress  [alta qualidade]: Play Now | [play em popup] | [baixe aqui]

Oscar Revelação?

Publicado em: 20-07-2008 @ 8:44 pm 
Postado em: Mistureba
Escrito por: Amenar Neto

Nas minhas constantes reflexões sobre poder e importância do mundo cinematográfico e após assistir um dos filmes indicados ao prêmio máximo do Oscar desse ano, pude chegar a algumas conclusões. Para esclarecer melhor o motivo da matéria, o filme em questão chama-se “Juno” e a questão referente foi: seria correto implementar novas categorias na premiação do Oscar referentes a artistas e filmes revelação?

Eu fiquei horas pensando naquilo. Até porque, por um lado, artistas novos têm total condição de competir com muitos outros veteranos; bem como novos filmes. Só que todos nós sabemos que as premiações atuais baseiam-se na conveniência; claro que o quesito “qualidade” ainda é algo bem influente (graças a Deus). Porém, sabemos também que injustiças de premiações são algo que, se depender de seus realizadores, nunca sairá de moda.

No caso específico que me fez refletir sobre isso foi a talentosíssima Ellen Page que brilhou na pele de Juno MacGuff e anteriormente, viveu maravilhosamente a psicopata Haley em “Menina Má.com”. Ela conquistou a todos; menos a tão cobiçada estatueta dourada. Eu infelizmente ainda não vi a atuação de Marion Cotillard em “Piaf- Um Hino ao Amor”, que ganhou o prêmio de melhor atriz. Contudo, mesmo sem ter como estabelecer parâmetros, certamente Ellen Page não esteve em desvantagem.

Daí surgiu a pergunta: seria justo Page não ter ganhado a estatueta? Eu sou muito suspeito a falar sobre, pois simplesmente adorei “Juno”. Acredito que talentos como o dela tem que ser incentivados de todas as formas possíveis para que, futuramente, possa garantir a continuidade da qualidade cinematográfica; ao menos no âmbito das atuações. E nesse mesmo navio também iriam ser citadas, as produções mais alternativas como o próprio “Juno”, o indefinível “Magnólia”, ou o delicioso “Pequena Miss Sunshine”.

Filmes como esses citados, certamente nunca terão chances de concorrer na academia, juntamente com devastadores “Babel”, “Os Infiltrados”, “Sangue Negro”, “Onde Os Fracos Não Tem Vez”, “Desejo e Reparação” e por aí vai. Obras mais alternativas só têm vazão mesmo, se forem estrangeiras. Daí o Oscar para filmes estrangeiros; caso contrário, são quase que descartadas. Tudo bem que, alguns desses filmes foram até indicados ao prêmio, porém só serve mesmo como forma de consolação. Até porque, seria difícil compreender como filmes que são ovacionados pelo público e crítica, poderiam ser esquecidos pela academia.

E após passar horas pensando, cheguei à conclusão que sim. Devem sim serem implantadas categorias no Oscar que privilegiem, ou dêem chances para que atores ou filmes revelação possam também levar o ouro para casa. É a forma de germinar aquilo que tanto se exigiu, mas que não se é reconhecido. E caso vocês perguntem, não, eu não acho que o Oscar signifique muito. Mas reconhecimento é reconhecimento. Cruel e exclusivo, mas necessário para honrar e encher o ego de quem algum dia de alguma forma, demonstrou o que significa a palavra qualidade.

RapaduraCast 75 - Jukebox: Rock

Publicado em: 02-05-2008 @ 11:48 pm 
Postado em: RapaduraCast
Escrito por: Rapadura Team

Mais um RapaduraCast na sua versão Jukebox. Se você ainda não sabe o que são os Jukebox, escute a 1ª edição (românticas), 2ª edição (dança) ou a 3ª edição (temas). A bola da vez é um gênero musical bastante pedido e bastante complicado de ter suas músicas selecionadas: rock. Não é rock lento, heavy metal, power metal, new metal, pop rock, é ROCK!! Na essência.

Jurandir Filho (o Juras), Raphael Santos (o PH), Thiago Siqueira (o Sicas) e Thiago Sampaio (o Sampaio) passaram por clássicos do rock, como AC/DC[bb], The Doors[bb], The Beatles[bb], dentre outros. Só escutando do começo até o fim para conferir as bandas, músicas e, como não poderia ser diferente, os filmes. Foram discutidos 13 filmes, 13 músicas e muitas histórias sobre clássicos do Rock. Escute, comente e sugira músicas paras as seqüências desta edição. Let’s Rock!!!

SET LIST DO PROGRAMA
1. 60 SEGUNDOS - The Cult - Painted On My Heart
2. CURTINDO A VIDA ADOIDADO The Beatles - Twist and Shout
3. ELIZABETHTOWN - Lynyrd Skynyrd - Free Bird
4. ESCOLA DE ROCK - ACDC - It’s A Long Way To The Top
5. EXTERMINADOR DO FUTURO 2 - Guns N’ Roses - You Could Be Mine
6. O FERA DO ROCK - Jerry Lee Lewis - Great Balls Of Fire
7. JUNO - Mott The Hoople - All The Young Dudes
8. MOTOQUEIROS SELVAGENS - ACDC - Highway To Hell
9. NASCIDO PARA MATAR - The Trashmen - Surfin Bird
10. QUASE FAMOSOS - Lynkid Skyryd - Sweet Home Alabama
11. THE DOORS - Light My Fire
12. THE WALL - Pink Floyd - Comfortably Numb
13. THE WONDERS - That Thing You Do

Duração: 83 min

SUGESTÕES, CRÍTICAS, DÚVIDAS E CHUTES NO SACO
Envie e-mails para: rapaduracast@cinemacomrapadura.com.br

RSS e iTunes
Adicione o feed do RapaduraCast no seu iTunes ou no seu agregador.

INFORMAÇÕES
Aperte o botão PLAY abaixo ou BAIXE AQUI (clique com o botão direito do mouse no link e escolha a opção Salvar Destino Como) o arquivo no formato MP3 na MELHOR QUALIDADE (64 Kbps) para o seu PC. Desfrute, ou não! ;)

 
icon for podpress  [alta qualidade]: Play Now | [play em popup] | [baixe aqui]

Juno (2007)

Publicado em: 03-12-2007 @ 3:08 pm 
Postado em: Trailers
Escrito por: Maurício Saldanha


Hoje acordei de bom amor. Isso mesmo, bom amor. Então como não escrever sobre JUNO, filme de Jason Reitman (“Obrigado por Fumar”), que já está na lista dos críticos mundiais, assim como “A Pequena Miss Sunshine” liderava ano passado. Isso mesmo, líder em todas as apostas para os indicados a premiações que chegam agora no fim de ano.

Vamos ao trailer. Juno (Ellen Page, de “Menina má.com”) liga para sua amiga e diz que está grávida. Logo, obviamente, o choque do pai J.K. Simmons (“Homem-Aranha”), a tentativa de se “livrar” do filho oferecendo para pais adotivos; Jennifer Garner (“Elektra”) e Jason Bateman (“A Loja Mágica de Brinquedos”). Vemos até o Dwight (Rainn Wilson) da série “The Office” fazendo o que bem sabe: fazer-nos rir. E é isso, um beijo apaixonado e um dedo médio apontado.

JUNO não tem novidade em seu roteiro. Menina grávida desesperada, pais “malucos”, reflexões sobre o amor, a amizade… enfim: o filme fala sobre amor, e isso não é mesmo novidade. Mas ao menos para mim, isso não importa. Alguém com amor no coração quer mesmo isso, assistir causos corriqueiros sendo demonstrados de maneira interessante.

E de cinema interessante, Jason Reitman, o diretor, entende muito. Ele é filho de Ivan Reitman, que pra quem não sabe, dirigiu pérolas da comédia nos anos 80 como “Irmãos Gêmeos” (com Arnold Schwarzenegger e Danny DeVito) e “Caça - Fantasmas 1 e 2”. Então, JUNO é a mesma conhecida história sendo contada por um jeito interessante, e se for assistida com interesse, não tenho dúvidas: ele vai estar ao lado de “A Pequena Miss Sunshine” em suas futuras listas sobre pequenas obras primas do cinema de amor… família… etc.

AVALIAÇÃO DO TRAILER: 9/10
ESTRÉIA NOS EUA: 14 de Dezembro de 2007
ESTRÉIA NO BRASIL: 22 de Fevereiro de 2008
SAIBA MAIS SOBRE O FILME: Clique Aqui!

O que você achou?
Qual a sua nota?

Opções:

Size

Colors