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Metamorfose com: Drew Barrymore
Data de Publicação: 22 de Setembro de 2005
Por: Raphael Santos

Definida por Joel Schumacher como "puro algodão-doce", ela adora animais, é vegetariana, se recusa a usar acessórios de couro ou pele, adotou diversificados visuais ao longo dos últimos anos e, por ter passado uma infância turbulenta, é detentora de uma vasta história para contar. Quer dizer, para nós contarmos.

Drew Blythe Barrymore nasceu em 22 de fevereiro de 1975 em Culver City, na Califórnia, EUA. Herdeira de uma família de atores - neta de John Barrymore, o primeiro grande ator americano a ser consagrado interpretando Shakespeare - seria quase impossível não vermos as atuações da loira (às vezes, morena... outras, ruiva). Muitos dizem que sua relação com a mãe, Jaid, era movida pela inveja vinda da mãe. Nove meses depois que a filha posou para a Playboy americana, em 1995, Jaid também se despiu nas páginas da revista, marcando o fim do relacionamento entre as duas. Antes, logo após o lançamento de Little Girl Lost, Jaid brincava de roubar o namorado da filha.

Little Girl Lost é o nome do livro precocemente escrito por Drew aos quinze anos de idade. Pelo contrário do que vocês possam achar, a garota não tinha pouco a dizer. Alcoólatra aos nove, viciada em cocaína aos doze e interna de uma clínica de reabilitação aos treze. Na verdade, ela poderia fazer mais do que um só livro. De livro para livro, sua mãe também não ficou para trás. Todas as histórias picantes de Jaid e seus amantes famosos podem ser lidos em Confidential.

Hoje, sua reputação é a de uma profissional responsável, a quem um estúdio pode confiar seu dinheiro. Bill Mechanic, executivo da Fox Films, diz que Drew tem ambições bem definidas. “Ela quer fazer muito mais do que simplesmente atuar”. Mas antes de ser cacife para tanta confiança, muita coisa aconteceu em sua vida cinematográfica. De filmes totalmente esquecíveis a famosos clássicos, como ‘E.T. – O Extraterrestre’.

Seu primeiro filme foi em 1980 e chama-se ‘Viagens Alucinantes’. De acordo com a sinopse do filme, William Hurt é um cientista que simplesmente ignora ter amigos e uma família, pois está tão envolvido com seu projeto que não consegue pensar em outra coisa. Seu objetivo é descobrir, a qualquer custo, o verdadeiro papel da Humanidade no Plano Geral das Coisas. Para atingir seus objetivos, ele se submete a uma série de experimentos para expandir sua mente. O resultado desses trabalhos foi uma transformação do cientista em uma espécie de monstro. Drew interpreta a filha de tal cientista.

Como dito acima, a atriz, ainda pequenina, participa do clássico ‘E.T. – O Extraterrestre’ em 1982. Como nós, a grande maioria, conhecemos a aventura de Elliott: um garoto que vive com a mãe, o irmão mais velho e a irmã pequena (Drew Barrymore). Uma noite, o menino ouve barulhos estranhos e imagina que há algo diferente acontecendo na garagem de sua casa. Embora amedrontado decide ir investigar o que está causando os barulhos e tem uma enorme surpresa: encontra um extraterrestre. Depois do susto do encontro, o garoto e o alienígena começam a fazer contato e acabam se tornando amigos. Agora, Elliott e seus irmãos terão como desafio fazer com que E.T., como foi apelidado o novo hóspede, volte para seu planeta natal. As coisas começam a se complicar quando agentes federais, que estão atrás do ser, cruzam o caminho dos garotos. Esse foi o primeiro papel de destaque da polemica Drew Barrymore.

 

Dois anos mais tarde ela aparece como Casey, em ‘Diferenças Irreconciliáveis’. A personagem é uma pequenina de nove anos que fica em um jogo de ciúmes entre seus pais; Albert (Ryan O'Neal) e Lucy (Shelley Long). E a jovem tinha fôlego mesmo, pois no mesmo ano é Charlie em ‘Chamas da Vingança’. Baseado em livro escrito pelo mestre do terror Stephen King, conta a trama de Andrew McGee (David Keith), um homem que, quando jovem, participou de uma experiência científica na faculdade e, depois que uma substância misteriosa foi injetada em sua corrente sangüínea, sua filha Charlie (Drew Barrymore) acaba herdando a capacidade de provocar incêndios com a ajuda da mente. Juntos, pai e filha devem fugir de uma agência governamental que descobre os poderes adquiridos por Charlie.

 

Em 1985, Drew estrela ‘Olhos de Gato’, terror de Stephen King, que conta três histórias nas quais um gato é o elo de ligação entre elas. O primeiro episódio é sobre Morrison (James Woods), que integra um grupo de ajuda para fumantes, liderado pelo Dr. Monatti (Alan King). No segundo episódio, Cressner (Kenneth McMillan) é um viciado em jogos de azar que faz uma aposta com o amante da esposa. No último episódio, uma garotinha (Drew Barrymore) é aterrorizada por uma pequena e assustadora criatura.

Após os que talvez tenham sido os quatro piores anos de sua vida, mesmo tendo dado a volta por cima por conta deles, Drew reaparece nos cinemas em ‘Bem Longe de Casa’ (1989). Desta feita, ela é Joleen, que viaja durante as férias com o pai, Charlie Cross (Matt Frewer). Eles ficam presos em um estacionamento de trailers quando o veículo da família fica sem gasolina. Assim, eles passam a conviver com seus vizinhos temporários: a velhinha mal humorada (Susan Tyrrell) e seu filho (Andras Jones); os viajantes camaradas Amy (Jennifer Tilly) e Louise (Karen Austin); e o nerd Pinky Sears (Anthony Rapp). No entanto, as coisas saem fora do controle quando descobrem que há um assassino à solta na região. É quando o xerife Bill Childers (Dick Miller) se junta aos moradores do estacionamento para pegar o dito cujo antes que ele ataque novamente.

 

Após papéis curtos em ‘See You In The Morning’ (1989) e ‘Waxwork 2 - Perdidos no Tempo’ (1991), interpreta uma personagem de mais participação em ‘Motorama’ a comédia de 1991 narra as aventuras de um garoto de dez anos, obcecado pelo jogo “Motorama”, que faz de tudo para levar o prêmio oferecido aos ganhadores: US$ 500 milhões. Para isso ele precisa juntar cards dos postos de gasolina Chimera espalhados no país inteiro, até juntar letras suficientes para formar a palavra Motorama. Como seus pais não parecem muito empolgados em viajar os Estados Unidos inteiros o garoto se vê obrigado a roubar um belo e possante Mustang vermelho e ir atrás dos cards sozinho.

Logo mais, em 1992, incorpora a personagem Anita em ‘Guncrazy - Howard e Anita - Jovens Amantes’. A película é um remake de filme homônimo da década de 40. Anita é uma adolescente que nasceu em um estacionamento de trailers e, desde que se conhece por gente, luta contra preconceitos e discriminações. A garota foi abusada sexualmente pelo namorado de sua mãe, é motivo de gozação na escola e é considerada uma perdedora pelo resto da comunidade. As coisas começam a mudar quando Anita começa a se corresponder com o presidiário Howard (James LeGros), que está cumprindo pena por homicídio. O rapaz é uma das primeiras pessoas que trata a moça com respeito e carinho. Quando consegue a condicional, Howard resolve conhecê-la pessoalmente.

 

Ilustrando bem o sentido da coluna Metamorfose, chegamos ao filme ‘Relação Indecente’, ainda em 1992. Este drama erótico marca a transição na carreira de Drew Barrymore como atriz mirim para uma jovem sedutora. Sylvie Cooper (Sara Gilbert) é uma estudante de escola particular. Seu pai é Darryl (Tom Skerritt), produtor de TV. A menina acaba ficando amiga de Ivy (Drew Barrymore), uma órfã que estuda em sua escola graças a uma bolsa de estudos. As duas tornam-se rapidamente melhores amiga, mas a proximidade de Ivy com a família de Sylvia torna-se doentia quando a jovem - e sexy - Ivy resolve matar Georgie (Cheryl Ladd), mãe de Sylvia, e seduzir seu pai alcoólatra Darryl.

Começando 1993 com a bola toda pelo bom papel em Relação Indecente, encarna a jovem Tinsel Hanley em ‘Sem Refúgio’. Sua personagem é protegida pelo policial Joe Garvey (Kris Kristoferson), pois foi jurada de morte pelo homem que matou sua irmã. A vida de ambos, a partir daí, resumi-se em capturar o assassino e tentar sobreviver às tentativas deste em aniquilá-los. Estabelece-se, dessa maneira, uma espécie de cumplicidade entre o policial e a garota.

 

No mesmo ano, ganha plano de destaque em ‘Enigma Mortal’. Ela é a tímida Holly Gooding, quem, depois de ter sua mãe brutalmente assassinada, é mandada para Los Angeles e acaba encontrando a proteção do escritor Patrick Highsmith (George Newbern). Porém, ele não idéia que está abrigando um terrível perigo sob seu teto. Por trás do rosto ingênuo de Holly escondem-se duas personalidades: de um lado, a doce e tímida jovem que todos conhecem; de outro, uma assassina violenta.

Em 1994 e bem loira, participa de um western incomum: ao invés de homens, quatro mulheres fazem o papel de heroínas. Cody (Madeleine Stowe), Anita (Mary Stuart Masterson), Eileen (Andie MacDowell) e Lilly (Drew Barrymore) são as heroínas deste filme. O filme chama-se ‘Quatro Mulheres e um Destino’.

 

Na projeção ‘Amor Louco’ de 1995, Drew contracena com Chris O'Donnell. Ele interpreta Matt Leland: um jovem inteligente e responsável que, como a maioria dos rapazes da sua idade, está à procura de garotas. Porém, ele não é muito feliz em suas “caçadas”. Uma noite, enquanto observa as estrelas com seu telescópio, Matt descobre acidentalmente Casey Roberts (Drew Barrymore), uma jovem que mora do outro lado do lago próximo a sua casa. O garoto se encanta por ela e arranja um jeito de conhecê-la. Ao se encontrarem, Matt fica mais impressionado com Casey e ela parece também se interessar por ele. Porém, o jovem não sabe que a pretendente é maníaca depressiva e passa longe de ser uma menina, digamos... ajustada. O pai da garota quer, a todo custo, interná-la. Ciente das intenções do pai, Casey convence Matt a fugir com ela para o México. Apaixonado, o rapaz topa, mas durante a viagem começa a perceber que as mudanças de humor da namorada são mais graves do que ele imagina.

Em seguida participa do drama em que três mulheres com vidas e personalidades diferentes dividem uma carona atravessando o país. Uma é Jane (Whoopi Goldberg), uma cantora de bar desempregada. A segunda é a tímida Robin (Mary-Louise Parker), que está com Aids. E a outra é Holly (Drew Barrymore), grávida e fugindo de seu violento namorado.

 

O ano ímpar de 1995 foi deveras sortido para a moça. Ainda nele é dirigida por Joel Schumacher, que a leva para a terceira versão do Batman moderno aos cinemas; Batman Eternamente. Os vilões são: Charada (Jim Carrey) e Duas-Caras (Tommy Lee Jones), unida a eles para desmascarar o Homem-Morcego, encarnado por Val Kilmer. Por trás de Bruce Wayne está Chase Meridian (Nicole Kidman) que tenta seduzi-lo a todo custo. Mas, quando ele mais precisa de ajuda, surge Dick Grayson (Chris O'Donnell), que se transforma em Robin após perder a família por culpa de Duas-Caras. É, o filme não agradou, porém podemos dizer que a Drew estava interessante – somente!

Depois de feitas comédias, aventuras, dramas e até terror, faltava-lhe um musical. Porque não faze-lo? Isso acontece em ‘Todos Dizem Eu Te Amo’ (1996). Uma deliciosa comédia musical com Woody Allen em altíssimo astral. O ponto de partida é o casamento de dois jovens apaixonados, nova-iorquinos e ricos, Holden (Edward Norton) e Skylar (Drew Barrymore). Depois entram em cena as confusões amorosas deles e principalmente da família dela. Skylar mora com a mãe Steffi (Goldie Hawn) casada com um político (Alan Alda) e os filhos dos casamentos anteriores deles. O escritor Joe (Woody Allen), ex-marido de Steffi, acabou de se separar novamente. Para espairecer, ele parte com a filha para Veneza e lá se apaixona por uma jovem mulher (Julia Roberts). E conta com a ajuda da filha nesta conquista.

 

No final de 1996, Barrymore surge - e é morta a pedidos seus, pois não queria ficar marcada por tal filme – no conhecidíssimo ‘Pânico’. No ano posterior à Pânico, faz um filme que é mais a sua cara: ‘Coisas de Casais’. Max (James Le Gros), um projecionista de um cinema de Nova York, conhece a veterinária Elizabeth (Jennifer Beals) em uma clínica para animais. A atração entre ambos é imediata e eles logo começam a namorar. No entanto, embora eles tenham engatado um relacionamento promissor, Max não se sente pronto para casar, ao passo que Elizabeth não consegue pensar em outra coisa. Essa situação começa a gerar alguns desentendimentos entre o casal. Enquanto isso, Lena (Drew Barrymore), que trabalha com Max, tenta usar os problemas de relacionamento do colega a seu favor, convencendo o rapaz de que sua amada está interessada em outro.

 

No mesmo gênero do anterior, divide a telona com Luke Wilson. O filme chama-se ‘Nosso Louco Amor’ e a já bastante renomada loira metamorfoseada, faz Sally. A sinopse do filme conta que um homem mulherengo é o alvo da vingativa Sra. Lever (Catherine O'Hara), que envia seus dois filhos para assustá-lo: os pilotos de helicóptero Dorian (Luke Wilson) e Angus (Jake Busey), que assustam o homem em uma floresta. Mas eles não sabiam que a grávida Sally (Drew Barrymore), que trabalha em uma lanchonete, era a esposa do homem perseguido. Sally e Dorian compartilham a mesma freqüência de rádio e ele começa a desconfiar da ligação.Ele, então, resolve arranjar um emprego no mesmo lugar onde Sally trabalha, mas o inesperado acontece: Dorian se apaixona por ela.

Em 1998, em mais outro que leva o nome amor e contracenando com o, até então, pouco conhecido Adam Sandler (O Paizão, A Herança de Mr. Deeds), Drew faz ‘Afinado no Amor’. Divertida comédia que se passa nos coloridos e brilhantes anos 80, mais precisamente em 1985. Neste ano, Robbie Hart (Adam Sandler) é vocalista de uma banda de rock. Em uma festa ele conhece a garçonete Julia Sullivan (Drew Barrymore). Imediatamente ele se sente atraído pela jovem, mas, como ela é noiva, Robbie resolve manter distância da garota (!).

 

Desta vez mais seria, trabalha na recriação do conto de fadas Cinderela. A Rainha da França reconta a história de sua tataravó, Danielle de Barbarac (Drew Barrymore), criada como empregada pela madrasta após a morte do pai. Cinderela, como passou a ser chamada, sofreu nas mãos da meia-irmã mais velha, Marguerite (Megan Dodds) e da "mãe postiça" (Anjelica Huston). Os maus tratos, no entanto, não impedem que ela se torne uma moça meiga e otimista. Enquanto isso, no castelo, o rei decide que príncipe Henry (Dougray Scott) precisa se casar. E logo. Por isso, convoca todas as moças nobres do reino para um baile. O jovem herdeiro deverá escolher uma delas para ser sua noiva. Porém, o rapaz conhece uma jovem no campo e se apaixona por ela (adivinhe quem é?).

O tema comédia romântica pareceu mesmo colar em Drew, pois em 1999 volta a telonas em ‘Nunca Fui Beijada’. Josie (Drew Barrymore) sempre foi uma aluna exemplar. O problema é que sua dedicação fez dela uma nerd, tornando-a motivo de gozação para seus colegas. Depois de se formar em Jornalismo, Josie consegue um ótimo emprego como editora, mas o seu sonho é ser repórter.

 

Eis que em 2000, estreando como produtora além de atriz, faz um dos filmes que está na lista dos mais badalados nos últimos anos. ‘As Panteras’. Natalie (Cameron Diaz), Dylan (Drew Barrymore) e Alex (Lucy Liu), três lindas e inteligentes detetives enfrentam um grande desafio quando passam a investigar o seqüestro do bilionário Eric Knox (Sam Rockwell), que pode fazer com que sua empresa, a Knox Tecnologies, perca milhões de dólares. Sem perder a pose, elas vão passar por muitas aventuras e perigos. Em 2003 participa da continuação, dessa vez uma série de assassinatos põe o trio de beldades em ação. Os crimes ocorrem depois que um arquivo do sistema de proteção à testemunha é roubado. A primeira suspeita recai sobre Madison Lee (Demi Moore), uma ex-Pantera que se converteu ao crime. Nessa produção, o brasileiro Rodrigo Santoro faz uma ponta como Emmers, um dos capangas da vilã.

 

Ainda antes da continuação de As Panteras, participa de outra comédia; ‘Fora de Casa!’. O filme é estrelado e dirigido por Tom Green. Nada demais, nada além. Um filme normal, com um papel em que Drew está acostumada a fazer. Não novamente loira e saindo do tom comédia, trabalha em um drama – mesmo ainda tendo uma pitada de humor (sacal em Drew!). Baseado no livro autobiográfico de Beverly D'Onofrio ‘Os Garotos da Minha Vida’ é uma tragicomédia sobre a trajetória de Beverly Donofrio.

 

Um ano depois compõe o elenco do filme que marca a estréia de George Clooney na direção, ‘Confissões de uma Mente Perigosa’ (2003). Baseado em biografia não-autorizada, Clooney convocou Charlie Kaufman (de Quero Ser John Malkovitch e Adaptação) para adaptar o livro às telas. O filme conta a história de Chuck Barris, famoso apresentador do programa de TV The Ong Show. O detalhe é que, nas horas vagas, Barris era um assassino da CIA disfarçado. Sam Rockwell, que interpreta o protagonista, recebeu o Urso de Prata em Berlim 2003 por sua atuação.

Contracenando novamente com Adam Sandler, mais conhecido e melhor ator, estrela a ótima comédia romântica (pra variar) ‘Como Se Fosse a Primeira Vez’. Henry (Adam Sandler) é um veterinário paquerador que mora no Havaí. Ele adora conhecer as moças que estão lá de passagem, passando férias. Até que conhece Lucy (Drew Barrymore), por quem se apaixona. Ele tem de conquistá-la todos os dias, já que Lucy sofre de “falta de memória de curto prazo”, esquecendo-se de fatos recentes. A atriz se posta muito bem e define de vez seu perfil: namoradinha da América.

 

Como desfecho de sua filmografia (até agora), a linda encarna Lindsey em ‘Amor em Jogo’. Baseado no livro homônimo escrito em 1997 pelo inglês Nick Hornby, o filme é protagonizado por Jimmy Fallon, que faz Ben, um fã obcecado pelo Boston Red Sox, time de beisebol da cidade onde vive. No estádio, Ben conhece Lindsey e eles se apaixonam. Todas as coisas estão indo maravilhosamente até que Lindsey descobre que sempre fica em segundo plano em relação ao time.

 

Quando a loira pensa em um modelo de família a formar, o primeiro que vem à sua mente é o da Griswolds, protagonista da série de filmes ‘Férias Frustradas’. Drew é uma hippie perdida no século 21: veste-se como tal, não come carne, enfeita o rosto com purpurina e professa as virtudes das flores. Talvez, por isso, ela nomeou sua produtora de Flower Films. E se um dia você quiser agradá-la, aposte nas margaridas - são suas flores favoritas.

Uma das qualidades que levou Drew à posição que ocupa hoje no mundo do entretenimento é a obstinação. O vício precoce em drogas, a família desestruturada e a falta de perspectiva na infância não a desanimaram. Drew teve forças para voltar a fazer sucesso e hoje é uma das atrizes mais equilibradas e promissoras de sua geração.

 
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