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Metamorfose com: Sharon Stone
Data de Publicação: 23 de Abril de 2006
Por: Leonardo Heffer

Sharon Stone foi uma pessoa que batalhou para conseguir chegar onde chegou. Nascida e criada em Meadville, uma pequena cidade na Pensilvânia, nos Estados Unidos, Sharon Vonne Stone é a segunda filha de quatro crianças. O pai trabalhava em uma fábrica e a mãe era dona de casa. Aos 15 anos, ela ingressou na escola de Ensino Médio Saergetown e, ao mesmo tempo, conseguiu entrar para Universidade Estadual Edinboro, na Pensilvânia. Isso graças à sua inteligência (seu QI é de 154 pontos). Formou-se com honra em Escrita e Artes.

Aos 17 anos, concorreu ao concurso de beleza da Pensilvânia e ganhou. De um trabalho de meio período como atendente do McDonalds para modelo bem sucedida da Ford no final da década de 70, tanto de comerciais de TV como da mídia impressa, Stone chegou à carreira cinematográfica. Mas, como qualquer pessoa normal, ela possui seus problemas. Ela é alérgica à cafeína, asmática e possui um problema nas costas, o qual atrapalhou muito nas gravações de Cassino. É ativista dos direitos dos homossexuais. Fala, além de inglês, italiano. Possui também uma cicatriz no pescoço bem visível, resultado de um acidente na infância enquanto andava a cavalo. Por este fato, sempre preocupa-se em vestir roupas que cubram a região ou, então, usar maquiagem no local.

Finalmente a loira ganha a sua estréia no cinema. Embora não tenha falas e só apareça como figurante, começa com pé direito na produção Memórias, de Woody Allen, fazendo o papel de uma bela mulher no trem. Nada mais a calhar para ela. Porém, um ano depois, ela finalmente abriria a boca para dar gritos e mais gritos no filme de Wes Craven. Afinal o que seria de um ator sem iniciar sua carreira em um longa de terror, não é? Em 1981, ela aparece em Deadly Blessing. O filme acompanha membros de uma seita que perseguem uma mulher após a morte de seu marido, que era integrante desta mesma seita. Essa sua estréia ainda não foi o que a levou para novos trabalhos no cinema. Os anos seguintes serviriam para Stone apenas como experiência. Somente trabalhos para TV em filmes e seriados. Em 1984, ela retorna ao cinema em Diferenças Irreconciliáveis, com a então ainda moleca, Drew Barrymore (com 9 anos na época). Ainda em 1984, retorna às séries, inclusive participando de três episódios do seriado Magnun 44, com Tom Selleck. Ainda nesse ano, ela se casaria com Michael Greenburg (produtor da série MacGyver).

Em 1985, consegue um papel, mesmo que ainda secundário, porém com mais visibilidade, em As minas do Rei Salomão, ao lado de Richard Chamberlain, clássico da Sessão da Tarde. No filme, Stone interpreta uma filha que, em busca do pai, convence Allan Quartermain a ajudá-la na procura pela floresta Africana, lugar onde acontecia a última expedição do pai antes de desaparecer. O filme se tornou um sucesso de bilheteria, todavia não renderia mais trabalhos para a atriz. Mais um alto e baixo da montanha russa na carreira da loira. Em 1986, ela volta para a TV.

 

O seu primeiro ano de maior trabalho foi 1987. Sharon Stone consegue entrar para o elenco, novamente como coadjuvante, de “Loucademia de Polícia 4: O Cidadão Se Defende”. Na história, o comandante da academia inventa que qualquer cidadão que tiver um treinamento básico poderá ser voluntário no combate ao crime. Ela ainda não se destaca no papel que tem no filme. Provando ser este um ano proveitoso para a atriz, ela também grava “O Confronto Final”, ao lado de Brad Davis e Johnathan Banks.

Ainda em 1987, reprisa seu papel de “As Minas do Rei Salomão”, na continuação “Allan Quartemain e a Cidade do Ouro Perdido”, trazendo de volta Stone e Chamberlain. Nesse novo capítulo da franquia, quem está desaparecido é o irmão de Quartermain, e os dois saem em busca deste pelas florestas africanas. Então acabam se deparando com a cidade que dá o nome ao filme. Ainda em 1987, ela fez o teste para “Atração Fatal”, perdendo o papel para Glenn Close.

 

Depois de 1987, sua carreira parece começar a deslanchar. Ela começa a se tornar uma das atrizes mais vistas aos olhos de Hollywood. Mas a TV parece ser um chiclete que não desgruda do sapato da moça. Em 1988, ela volta a fazer televisão, participando de nada menos que dois filmes para TV: “Tears in the Rain” e “Badlands 2005”, fora a minissérie televisiva “War and Remembrance”. Porém Hollywood não a deixa partir, e ela volta às telas ainda no mesmo ano com o filme “Action Jackson”. Nele, ela atua ao lado de Carl Weathers. Action Jackson é um policial que investiga Peter Dellaplane, um rico e corrupto fabricante de automóveis, causando vingança através de difamações e falsas acusações. O filme é a entrada da atriz para longas de ação.

“Nico – Acima da Lei” é o segundo filme da atriz no ano, e, por coincidência (ou obra do destino), também é no gênero de ação. Dessa vez, interpreta o papel de esposa de Steven Seagal. No projeto, o ator vive Nico Toscani, ex-combatente do Vietnã e agente da CIA especializado em Artes Marciais. Ao investigar traficantes, é deposto do seu cargo e coloca sua família em risco. Ainda assim não foi o grande momento da loiríssima. Em 1989, a TV parece se despedir da atriz. Nenhum trabalho para a TV, mas dois para o cinema: “Por Trás da Lua”, no qual ela contracena com Martin Sheen e um Christian Slater ainda com 20 anos de idade, e “Sangue e Areia”. Neste último, interpreta uma personagem espanhola. Ainda nesse ano, ela também tentou teste para ficar com um papel em Batman, mas quem ganhou foi Kim Basinger.

 

1990 é o ano de Sharon Stone, já que este marca, finalmente, sua entrada em um grande filme hollywoodiano. Ao lado de Arnold Schwarzenegger, atua no clássico “O Vingador do Futuro”, no qual interpreta uma sedutora vilã, esposa de Schwarzenegger. Na história do filme, que se passa em 2084, o operário Doug Quaid (Arnold Schwarzenegger) freqüentemente tem sonhos com uma misteriosa mulher em Marte. Porém ele nunca esteve lá e nem se lembra se realmente conhece aquela pessoa. Sua obsessão pelo sonho e pelo planeta vermelho acabam gerando alguns problemas e tumultuando sua vidinha aparentemente perfeita. O filme se torna a sua primeira grande bilheteria, arrecadando só nos Estados Unidos 119 milhões de dólares e ganhando também um Oscar de Efeitos Especiais. Também nesse ano, ela resolve posar, aos 32 anos, nua para a Playboy, uma decisão audaciosa para alguém na idade em meio a uma sociedade na época um pouco preconceituosa (e que ainda não mudou muito). O que uma boa bilheteria não faz por uma atriz! Tanto que em 1992 ela consegue repetir sua façanha de 1989, 4 trabalhos em um ano, só que, dessa vez, todos para o cinema.

“Scissors – Enigma do Passado” é seu primeiro filme como protagonista. O suspense acompanha uma jovem que, após ter sido atacada no elevador, conhece dois de seus vizinhos. Um dos irmãos guarda um segredo, enquanto que o outro é apaixonado por ela. O analista dela tenta ajudá-la a esquecer o incidente, mas, uma vez que é convidada a visitar os irmãos, as coisas ficam cada vez piores. O filme não chega a fazer sucesso, porém incrementa a filmografia da atriz. Também no mesmo ano, grava “O Ano da Fúria”, onde interpreta uma fotógrafa que, junto com um jornalista, cobre a editoria policial de um jornal da Itália, na década de 70; e por último “Dominada Pelo Medo”. Também nesse ano fez teste para um papel em Dick Tracy, mas perdeu a vaga para Madonna.

 

Mesmo com “N” filmes feitos, um sucesso de bilheteria recentemente, só em 1992 é que Sharon Stone iria conhecer realmente o que é estar debaixo dos holofotes da fama. “Diário de um Crime” é apenas um arranhão no que seria a sua grande personagem: Catherine Tramell. “Instinto Selvagem” foi a reviravolta da sua vida. A sua segunda personagem principal em toda sua carreira e a chance de mudar de vida. A cena do seu interrogatório (e especialmente a cruzada de perna) se tornou clássica na história do cinema, responsável por ela ter sido eleita como a mulher mais desejada e levado para casa o prêmio de melhor atriz no MTV Movie Awards, além de ter sido indicada ao Globo de Ouro pelo papel.

Logo em seguida, em 1993, outra personagem mexer com sua sensualidade e com a cabeça dos marmanjões. No sensual “Invasão de Privacidade”, Stone interpretou Carly Norris, ao lado de um dos irmãos Baldwin. No filme, Norris se muda para um novo apartamento e se envolve com dois homens diferentes. Depois de um tempo, acha que está sendo observada e é então que sua nova vida se torna um pesadelo. Essa atuação lhe rendeu novamente uma indicação como a mulher mais desejada no MTV Movie Awards.

 

Ainda em 1993, apareceu ao lado do amigo Arnold Schwarzenegger em “O Último Grande Herói”, fazendo uma pequena ponta interpretando seu papel mais conhecido: Catherine Trammel. Ela não tem falas, somente aparece sentada reprisando a personagem a qual a elevou ao status de celebridade. Em 1994, volta às telas no “Intersection – Uma Escolha, Uma Renúncia” no papel de esposa de Richard Gere, um drama no qual Gere tem que decidir entre continuar com a esposa que não ama e abrir mão da vida que construiu ou ficar com a jornalista por qual se apaixonou. Nesses dois anos, ela permaneceu noiva do produtor William J. MacDonald.

Ainda em 1994, Stone foi escalada para atuar em outro sucesso de bilheteria (mais sucesso fora dos Estados Unidos do que em solo americano). “O Especialista” conta com Sylvester Stallone no papel de um especialista em bombas que ajuda uma mulher sedutora (Sharon Stone) a vingar a morte de seus pais. Se tornando figurinha clássica no MTV Movie Awards, volta a ser indicada como a mulher mais desejada.

 

Já no ano seguinte, 1995, resolve apostar em outro estilo. Ela vai parar no Velho Oeste no filme “Rápida e Mortal”. Sharon é Ellen, mulher misteriosa que chega à cidade de Redemption armada até os dentes e doida por vingança. Ela quer matar o poderoso Harold (Gene Hackman), que tornou sua vida um inferno. Um duelo entre os dois é o ponto do alto do filme, que reúne todos os personagens e situações típicas do gênero. E como protagonistas destaques para Leonardo DiCaprio, Russel Crowe e Gary Sinise. Consegue uma indicação no prêmio Saturn Award como Melhor Atriz por este filme. Nesse ano, também ficou em 49° lugar entre as 100 atrizes mais sexy da história do cinema.

Ainda em 1995, fez a personagem Ginger McKenna em “Cassino”. A história é centrada num cassino controlado pela máfia em Las Vegas nos anos 70. Os personagens principais são "Ace" Rothstein (Robert De Niro), que cuida do lugar, Nicky Santoro (Joe Pesci), um amigo de Ace que trabalha para máfia, e Ginger McKenna (Sharon Stone), a esposa infiel de Ace, uma ex-prostituta que adora dinheiro. O filme narra a "ascensão e queda" destes personagens, as mentiras, as traições, a violência e a constante tensão que existe no caminho que, ao mesmo tempo que lhes dá dinheiro e poder, também os destrói. Martin Scorsese faz um filme pesado, tenso e com uma violência perturbadora. A interpretação rende a sua primeira (e única, até o momento) indicação ao Oscar e ao Globo de Ouro como Melhor Atriz. Além disso, também recebeu uma indicação como Melhor Atriz pelo MTV Movie Awards.

 

Em 1996, de volta às telas e nunca sem parar de trabalhar. Retorna no remake de “Diabolique”, ao lado de Isabelle Adjani e Chazz Palminteri. Adjani é Mia, esposa do cruel diretor de escola Guy (Chazz Palmiteri). Cansada de ser maltratada e traída, ela se junta à amante do marido, Nicole (Sharon Stone). Juntas, matam o homem afogado na banheira. No entanto, quando o cadáver desaparece e uma detetive (Kathy Bates) começa a persegui-las por conta do desaparecimento, as coisas começam a fugir do controle. O filme se torna só mais um à sua carreira, não lhe rendendo muito mais do que isso.

Ainda em 1996, ela muda completamente de estilo no papel da presidiária Cindy Liggett no filme “A Última Chance”. O advogado iniciante Rick Hayes (Rob Morrow) é escalado para trabalhar no caso de Cindy Liggett (Sharon Stone), uma mulher condenada a um crime em primeiro grau que espera sua hora de morrer no corredor da morte. Enquanto Hayes investiga o passado de sua cliente, começa a desenvolver uma grande amizade com ela. Para esse filme, Stone recebe o cachê de 6 milhões de dólares. Nesse mesmo ano, foi dada a notícia de que ela estaria namorando o chefe de produção da Columbia Pictures, Barry Josephson.

 

Dedicando um ano de sua vida ao descanso, já que desde 1980 ela nunca havia tirado férias, Sharon Stone retorna às telas de cinema somente em 1998, na superprodução “Esfera”, ao lado de Dustin Hoffman e Samuel L. Jackson. No filme, Dr. Norman Goodman (Dustin Hoffman) é um psicólogo convocado pelo governo a participar de uma pesquisa no meio do Oceano Pacífico. Ele se junta à equipe formada por Barnes (Peter Coyote), a bioquímica Halperin (Sharon Stone), com quem já teve um caso, e o matemático Harry Adams (Samuel L. Jackson). A missão é investigar uma estranha nave descoberta no fundo do mar que parece estar lá há 300 anos. Dentro desta nave, encontram uma enigmática esfera que parece ser viva e inteligente. Pior: ela entra na mente das pessoas e transforma seus pesadelos em realidade. O oxigênio começa a acabar, eles perdem contato com a equipe da superfície e o terror está apenas começando.

Nesse ano, ela casou com o editor de jornal Phil Bronstein (com o qual teve um filho e se separou em 2004). Ainda em 1998, fez “Sempre Amigos” ao lado de Gillian Anderson (Dana Scully, de Arquivo X). O filme mostra Kevin (Kieran Culkin), um garoto que sofre de uma doença degenerativa. Extremamente inteligente, mas isolado do convívio social por conta de seu problema, ele aprendeu a viver no mundo da imaginação. Max (Elden Henson) é outro menino rejeitado pelos colegas da mesma idade por conta de um problema de desenvolvimento: o cérebro não acompanha o corpo, fazendo com que ele repetisse de ano por vezes consecutivas. Quando esses dois jovens se encontram, uma bela amizade nasce. Stone recebe a terceira indicação ao Globo de Ouro por esse filme. E, no mesmo ano, grava a voz da princesa Bala na animação “FormiguinhaZ”, da Dreamworks.

 

Em 1999, volta a sair do foco das produções hollywoodianas, não se sabe se foi por opção dela ou dos produtores de Hollywood. Com três trabalhos: “Glória”, com Jeremy Northan, “A Musa”, comédia de Albert Brooks que conta com Jeff Bridges no elenco, e “Simpático”, ao lado de Nick Nolte. Em 2000, ela se aventura na continuação “Se Essas Paredes Falassem 2”, ao lado de Woody Allen, em “Juntando os Pedaços”, no qual ela interpreta uma mulher infiel, e “Vítimas da Sedução”. Na vida pessoal, adota uma criança, Roan Joseph Bronstein. Passa um tempo afastada das telas devido a um aneurisma que teve no cérebro, em outubro de 2001.

Em 2003, retorna aos holofotes hollywoodianos ao lado de Dennis Quaid no suspense “Garganta do Diabo”, no qual um casal (Dennis Quaid e Sharon Stone), em busca de tranqüilidade, decide mudar-se com seus filhos de Nova York para uma cidadezinha do interior dos Estados Unidos. Mas escolhem uma casa com um passado sombrio, onde muitos assassinatos aconteceram. O filme, infelizmente, não vai bem nas bilheterias americanas e não é lançado nos cinemas brasileiros.

Em 2004, ela lança “Uma Questão de Lealdade”, no qual interpreta uma americana vivendo em Beirute em plena Guerra Fria, ao lado de Rupert Everett. Ainda no mesmo ano, também não chega a ter tanta visibilidade com o trabalho seguinte: a vilã Laurel Hedare, em “Mulher Gato”, ao lado de Halle Berry. O filme, uma tentativa de spin-off do Batman, traz Patience Philips (Halle Berry), uma tímida artista que trabalha como designer gráfica em uma empresa de cosméticos. Sem querer, ela se mete em uma grande conspiração empresarial e, após um incidente, adquire características dos felinos, como a agilidade e os sentidos aguçados. É assim que vira a notória heroína Mulher-Gato. Felizmente, o filme se torna um verdadeiro fracasso, inibindo qualquer possibilidade de se criar uma continuação.

 

Em 2005, ela retorna ao lado de Bill Murray e Jéssica Lange em “Flores Partidas”. No filme, Don Johnston (Bill Murray) acaba de levar o fora de sua namorada Sherry (Julie Delpy). É quando, mais uma vez, Don resolve ficar sozinho e resolver seus problemas. Quando começa a repensar o passado amoroso, recebe uma carta misteriosa. É de uma antiga amante não-identificada, dizendo que ele tem um filho de 19 anos. A carta ainda avisa: possivelmente o menino está à procura do pai. Com a ajuda de seu amigo e vizinho Winston (Jeffrey Wright), Don resolve investigar o paradeiro do rapaz (e do remetente da carta), partindo em uma viagem pelos EUA. Esse é o único trabalho dela para o cinema em 2005, fora as participações em séries da TV americana como “Will & Grace”.

Nesse ano de 2006, ela retorna aos cinemas com a personagem que a fez celebridade há 14 anos atrás, em “Instinto Selvagem 2”, prometendo mexer com a cabeça da molecada (de 18 anos para cima, é claro!). No filme, a escritora Catherine Tramell (Sharon Stone) está novamente tendo problemas com a lei e indica o psiquiatra Dr. Andrew Glass (David Morrissey) para avaliá-la. Mas ele é envolvido pela sedutora Catherine numa perigosa trama de luxúria. O filme foi fracasso de bilheteria nos EUA.

 

Seguindo a história de perto, a loira não é daquelas que surgiu e fez sucesso. Ela batalhou, permaneceu muitos anos longe dos holofotes, mas conseguiu galgar seu lugar. Possui uma estrela na calçada da fama e, apesar de uma carreira com altos e baixos, conseguiu deixar sua marca na história do cinema. Quer queira quer não, quem não sabe quem é Sharon Stone?

 
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