A entrevista foi concedida a revista cinematográfica alemã “Tv Movie“. Mel Gibson (“O Preço de Um Resgate“) revelou que passou por uma grave crise de identidade nos últimos anos, após divorciar-se, submeter-se a uma desintoxicação e até perder a permissão de dirigir. “Mas a humilhação pública que sofri me fortaleceu“, confirmou.
Seu último trabalho como ator foi em “Sinais“, lançado nos cinemas em 2002. Como diretor, Gibson ainda se manteve no mercado até o lançamento de “Apocalypto“, em 2006, mas desde então havia saído de Hollywood. Nos quatro anos que passou afastado das telas e câmeras, o ator/diretor passou por momentos difíceis e situações embaraçosas, como a prisão por dirigir bêbado.
Ele contou a revista que todos os fatos negativos que aconteceram durante esse período foram por causa dessa péssima fase. O ator disse que chegou a se sentir “que não era mais interessante e sentia como um pão velho. Em uma fase assim, o melhor é dar marcha ré“.
Mas para ele a fase ruim passou e veio o roteiro certo para o seu retorno a atuação. Em “O Fim da Escuridão“. No filme, que é baseado no seriado homônimo de 1985 exibido pela BBC, Gibson interpreta o detetive Thomas Craven, que após a morte de sua filha ativista, inicia uma intensa investigação. No meio do caminho, ele acaba desenterrando uma conspiração do governo.
A direção ficou por conta de Martin Campbell (“007: Cassino Royale”), com roteiro assinado por William Monahan (“Rede de Intrigas”) e Andrew Bovell (“O Livro das Revelações”). No elenco, ainda estão Dany Huston (“X-Men Origens: Wolverine”), Ray Winstone (“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”) e Denis O’Hare (“Duplicidade”).


























