A Filme B divulgou essa semana que o público das salas de exibição do Brasil entre janeiro e junho alcançou a cifra de 47,6 milhões, acumulando uma renda de R$ 384 milhões. Em relação ao ano passado, o crescimento não passa de 0,1% descontados os números das distribuidoras não filiadas ao Sindicado das Distribuidoras do Rio de Janeiro (SDRJ) que não eram contabilizados nos anos anteriores. Nos Estados Unidos, o primeiro semestre apresentou um crescimento de 5% no comparativo com 2006.
Algumas especulações começam a ser feitas por especialistas para justificar o fraco desempenho, especialmente do mês de junho, que obteve um resultado inferior aos dos anos de 2003 e 2004. Os grandes blockbusters que deveriam ter ajudado nas contas finais podem ter atrapalhado devido a uma “canibalização” entre si, prejudicando a todos. Além disso, as fitas de médio porte também foram afetadas por eles. A ausência de grandes lançamentos antes do mês de maio exceto “300” (foto) e o fraco desempenho do cinema nacional, com exceção “A Grande Família – O Filme”, são outros fatores que podem ter contribuído para o aumento de apenas 1,8% em ingressos vendidos em comparação ao ano passado.
As esperanças do mercado concentram-se agora no mês das férias. Julho costuma garantir os maiores rendimentos para os exibidores durante o ano.


























