O escritor britânico de ficção cientifica Arthur C. Clarke, conhecido pelo livro “2001: Uma Odisséia no Espaço”, que se converteu em um clássico do cinema, morreu na terça-feira, 18, no Sri Lanka.
“Teve um ataque cardiorrespiratório”, disse Rohan de Silva, seu secretário pessoal, que ainda revelou que os médicos relacionaram o ataque a uma síndrome da poliomielite que o mantinha em uma cadeira de rodas durante anos.
Clarke tinha 90 anos e chegou a trabalhar como especialista de radares em Royal Air Force durante a Segunda Guerra Mundial. Foi um dos primeiros a sugerir o uso de satélites que orbitassem em torno da terra para facilitar as telecomunicações. Quando Neil Armstrong chegou à Lua em 1969, os Estados Unidos disse que Clarke “produziu o impulso intelectual essencial que nos levou a lua”, uma vez que sempre acreditou que o homem chegaria ao satélite natural antes de 2000.
Quando viajou pela primeira vez a Sri Lanka, uma ilha situada no oceano índico, Clarke acabou se transladando depois de ter se “apaixonado do lugar”. Escreveu mais de 80 livros e 500 histórias curtas e artigos, e queria ser recordado em primeiro lugar como um escritor.


























