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CCR libera quatro novas críticas variadas
Data: 31 de Agosto de 2007
Por: Igor Vieira
 
Esta semana, o Cinema com Rapadura traz quatro novas críticas variadas em destaque. Romance, drama, aventura, comédia e belas e talentosas protagonistas marcam estas produções dos anos 2000. Confira abaixo as críticas dos premiados “Moulin Rouge – Amor em Vermelho” (foto), “21 Gramas”, “King Kong” e do mais recente “Nunca é Tarde para Amar”.

O filme “Moulin Rouge – Amor em Vermelho” levou os Oscar de Melhor Figurino e Melhor Direção de Arte e deu um novo gás aos musicais que estavam esquecidos. Na trama, Christian (Ewan McGregor) chega a Paris em busca de seu sonho: tornar-se um grande escritor. Enfrentando sua família e todos os preconceitos contra os escritores, ele decide entrar no Moulin Rouge, uma casa noturna famosíssima do local, para realizar uma peça. Após uma enorme confusão na qual Christian fora confundido com um Duque, ele consegue a oportunidade de escrever a peça e tentar, com isso, transformar o Moulin Rouge em um belo teatro. Entretanto, Christian acaba se apaixonando por Satine (Nicole Kidman), a maior estrela do cabaré. Esse amor proibido parece estar fadado à tragédia desde o início.

Crítica (2) de "Moulin Rouge - Amor em Vermelho", por Igor Vieira

21 Gramas” é o segundo filme da trilogia do fatalismo do diretor Alejandro Gonzáles Iñarritu, e explora a existência física e emocional de três pessoas durante um período de vários meses. Um acidente inesperado entrelaça os seus destinos em uma história que os levará aos limites do amor, às profundezas da vingança e à promessa da redenção. Paul Rivers (Sean Penn) e sua esposa vêem a sua união oscilar entre a vida e a morte enquanto ele aguarda um transplante de coração. Cristina Peck (Naomi Watts), casada e mãe de duas meninas, tenta reconstruir sua vida esquecendo o passado. O ex-presidiário Jack Jordan (Benício Del Toro) e sua mulher lutam para criar os dois filhos, enquanto Jack reafirma seu compromisso com a religião. Um trágico acidente tira várias vidas e confronta essas pessoas. Paul depara-se com a sua mortalidade, Cristina resolve enfrentar o presente e, talvez, o futuro, e a fé de Jack é colocada à prova. Para que o equilíbrio espiritual de algum deles seja recuperado, será necessário muito sacrifício dos outros.

Crítica de "21 Gramas", por Ícaro Ripari

A refilmagem do clássico pelas mãos de Peter Jackson rendeu a “King Kong” três Oscar. A história se ambienta em 1933, a atriz de teatro de vaudeville Ann Darrow (Naomi Watts) se vê sem meios de se sustentar, como tantos outros nova-iorquinos, durante a Grande Depressão. Enquanto considera, relutantemente, em se afundar em uma carreira no teatro burlesco, também conhecido como cabaré, ela vaga pelas ruas de Manhattan sem objetivo — até ser acometida pela fome, que a faz roubar uma maçã. Salva pelo cineasta Carl Denham (Jack Black), Ann Darrow é convidada para ser a atriz principal de sua próxima produção. Indecisa, acaba aceitando quando descobre que o roteirista é o respeitado dramaturgo Jack Driscoll (Adrien Brody). Na verdade, o diretor Carl Denham teve o patrocínio cancelado para seu filme inacabado e foi deixado na mão pela atriz principal. Porém, ele tem até o fim do dia para embarcar a equipe e o elenco no cargueiro fretado rumo a um destino que ninguém a bordo pode imaginar: a Ilha da Caveira, que abriga uma raça perdida e uma miríade de criaturas formidáveis e não-extintas.

Crítica (5) de "King Kong", por Igor Vieira

O filme “Nunca é Tarde para Amar” marca o retorno de Michelle Pfeiffer às telas de cinema. Rosie (Pfeiffer) é um roteirista de televisão, divorciada, mãe de uma pré-adolescente. Seu sucesso como mãe e como membro da equipe criativa de uma série juvenil é inversamente proporcional a seu sucesso como mulher. Mesmo sendo bonita, solteira e bem-sucedida, Rosie não possui um relacionamento. Parte do motivo é representada pela “mãe natureza”, um divertido modo de ilustrar sua consciência, constantemente alertando-a de sua idade um pouco avançada. Ela terá que vencer os próprios preconceitos quando Adam (Paul Rudd) chega aos estúdios onde Rosie trabalha. O comediante logo se torna um sucesso não somente no mundo artístico, mas também no coração de sua roteirista.

Crítica de "Nunca É Tarde Para Amar", por Lais Cattassini

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