RapaduraCast 126 – Dogma 95

Publicado por Rapadura Team em 17-04-2009 @ 23:16

Dogma 95

Os filmes estão muito repetitivos. A geração anos 80/90 possui vários filmes clones, onde os grandes efeitos especiais, trilhas espetaculares e edições mirabolantes tiraram o foco dos atores e interpretações, e fizeram com que o público amasse artistas carismáticos e pouco talentosos. Repudiando tudo o que é enlatado, surgiu o Dogma 95, o manifesto a favor do cinema criativo e inteligente.

Jurandir Filho (o Juras), Maurício Saldanha (o Mau) e Jaum Godoy (do Videolog do Jaum) se reuniram para discutir as regras do manifesto criado pelos cineastas Thomas Vinterberg e Lars von Trier. Quais as interpretações que podemos tirar disso tudo? É possível ser cinema de autor e ao mesmo tempo blockbuster? Junte-se a nós nesse papo que é uma grande homenagem ao verdadeiro cinema.

10 REGRAS DO DOGMA 95
1. As filmagens devem ser feitas em locais externos. Não podem ser usados acessórios ou cenografia (se a trama requer um acessório particular, deve-se escolher um ambiente externo onde ele se encontre);
2. O som não deve jamais ser produzido separadamente da imagem ou vice-versa (a música não poderá ser utilizada a menos que ressoe no local onde se filma a cena);
3. A câmera deve ser usada na mão. São consentidos todos os movimentos – ou a imobilidade – devidos aos movimentos do corpo (o filme não deve ser feito onde a câmera está colocada; são as tomadas que devem desenvolver-se onde o filme tem lugar);
4. O filme deve ser em cores. Não se aceita nenhuma iluminação especial (se há pouca luz, a cena deve ser cortada, ou então, pode-se colocar uma única lâmpada sobre a câmera);
5. São proibidos os truques fotográficos e filtros;
6. O filme não deve conter nenhuma ação “superficial” (homicídios, Armas, etc. não podem ocorrer);
7. São vetados os deslocamentos temporais ou geográficos (o filme se desenvolve em tempo real);
8. São inaceitáveis os filmes de gênero;
9. O filme deve ser em 35 mm, padrão;
10. O nome do diretor não deve figurar nos créditos.

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Postado em: RapaduraCast |
 

136 COMENTÁRIOS


  1. dino, 31 anos rj

    primeirooo a baixarrrr!!!
    eu avisei… rsrsrsr :mrgreen:

    [Responder]

  2. Q blz! Salvou a sexta! Bom tema.. certamente será um daqueles rapaduracasts polêmicos.. Começando a baixar..
    Abraço a todos!

    [Responder]

  3. Ótimo, começando a ouvir.

    [Responder]

  4. Baixando… esse vai ser ótimo…

    [Responder]

  5. AEEEE VO OUVIR! “o manifesto a favor do cinema criativo e inteligente.”

    adoro o jurandir.

    [Responder]

  6. Opa! :mrgreen:

    Baixando =**

    [Responder]

  7. Everton Ajisaka - 26 anos - Benevides - Pará

    Nem esperava baixar hoje.
    Mais um tema de cinema na essencia, acho bem interessante esse tipo de assunto.
    Depois comento mais detalhadamente

    [Responder]

  8. dino, 31 anos rj

    puxa vida…
    Tá cru e liso até na falta das vinhetas iniciais… ainda escutando…

    [Responder]

  9. esse assunto é novidade para mim, baixando para entender melhor

    [Responder]

  10. dino, 31 anos rj

    Vocês têm certeza de que foi editado?

    *****SPOILER**********
    rsrsr “travou aqui?!!?”
    Vocês são impagáveis… hehehe!!!

    Achei legal desse jeito, assim a gente tem uma noção de como é o “formato original”…

    [Responder]

  11. Baixando =)
    Eu não conheço muito o trabalho de Lars Von Trier, só sei que é cineasta, e que este Dogma 95 inspirou a criação do Dogma 2009 das Hq’s. Quem se interessar >> http://universohq.com/quadrinhos/2009/cadaum_dogma2009.cfm

    [Responder]

  12. Rabbony Santos 25 anos - Natal/RN

    Dogma 95? O que sera…

    Não entendi bem a explicação acima…

    Vou ouvir pra saber…baixando…

    [Responder]

  13. Nunca imaginei que um diretor iria criar regras assim, ainda mais com os efeitos de CGI tomando conta de tudo.

    [Responder]

  14. Diego Andrade, 26 anos, Belém-PA

    Ei Juras, excelente tema. E nada melhor que ter nosso amigo Mau com suas opiniões rígidas para os temas mais polêmicos.

    [Responder]

  15. Poxa, caras, que maravilha… vocês foram fundo no assunto e na pesquisa desse cast, fantástico.
    Só pra comentar o Dogma 95: acho fantástico o que esses caras fizeram, adoro particularmente o transviado Lars von Trier; mas sou anárquico demais ou glauberiano demais pra aceitar qualquer dogma ou Dogma… é como a Poesia Concreta, o que era pra ser um facão nas regras que imperram a produção e a criatividade, esses dogmas, planos pilotos e manifestos sempre acabam por restringir a atuação livre do criador, que ao meu ver deve se servir de todos os recursos que estão a sua disposição pra produzir sua peça cinematográfica, literária, artística e etc.

    Bom, depois desse comentário artístico, fico por aqui, parabenizando mais uma vez pela escolha do assunto e pelo cast. Espero vocês no Papo de Gordo, mais uma vez.

    Abraços do gordo,
    Conrad

    [Responder]

  16. Texto o blog Cinecasulofilia
    Sobre o filme “As Cinco Obstruções
    De Lars von Trier e Jorgen Leth

    Sua estrutura é complexa: Lars von Trier convida um grande cineasta dinamarquês (Leth) mas meio esquecido para fazer cinco novas versões de um curta clássico do cinema dinamarquês dirigido pelo próprio Leth (O Homem Perfeito), sendo que Lars dita algumas regras que Leth tem que seguir rigorosamente.

    Versão 1) rodado em Cuba, com planos com no máximo 12 frames;
    Versão 2) rodado num lugar miserável, com o próprio Leth de ator;
    Versão 3) adaptação livre;
    Versão 4) um cartoon;
    Versão 5) imagens de Lars, com texto escrito por Lars e lido por Leth.

    O filme então se torna uma espécie de um making of dessas cinco versões, mostrando as dificuldades de Leth em acolher os caprichos sádicos de Lars von Trier. A montagem é muito criativa, porque não contextualiza didaticamente o espectador nas premissas dessa espécie de jogo: o espectador entende suas regras à medida que o jogo é jogado, intensificando sua percepção. O próprio filme original (O Homem Perfeito) nunca é exibido por completo, apenas trechos esparsos ao longo do filme, à medida que suas partes são relacionadas com desafios específicos de uma das versões. Dessa forma, é um filme sobre o próprio processo de criação, sobre a impossibilidade da repetição no cinema e sobre como, mesmo com todas as restrições técnicas e temporais, ainda é possível manter um olhar, uma coerência, se realmente mergulha-se na essência do projeto, na essência do cinema.

    O relacionamento entre os dois cineastas é muito conflitante, um misto de admiração mútua e respeito, e de um desafio competitivo sádico e compulsivo. Nesse ponto, Lars está à vontade para expor suas obsessões, seu tom sádico, a câmera nervosa e reveladora das pequenas fraquezas de seus personagens, isto é, o tom típico de seu cinema. Ao mesmo tempo, o filme é muito carinhoso e respeitoso com o processo de criação, com a possibilidade de um sentimento de cinema surgir nas circunstâncias mais inóspitas. O filme também examina os limites, os caprichos e os desejos do artista, ou ainda até que ponto é preciso olhar a si mesmo de uma outra forma para prosseguir criando, para prosseguir como artista. Complexo, sádico e generoso, sempre criativo e instigante, As Cinco Obstruções ao final de um belo e sensível epílogo, coloca várias questões sobre o processo de criação, sobre a natureza do documentário, sobre os limites da condição humana, o que mais que compensa alguns cacoetes típicos de Lars, alguns deles desnecessários para o filme.

    [Responder]

  17. Baixando…, curti o tema, justamente quando fiquei sabendo sobre esse manifisto na minha faculdade atravez de um professor que colocou um filme pra sala assistir e vocês lançam um cast sobre esse tema…?!!!, coincidência ou não ótimo tema…

    [Responder]

  18. Caramba!!
    Não fazia idéia de que poderia existir uma movimentação assim no meio cinematográfico!

    Tentar retirar todos esses quilos de maquiagem que se usam hoje em dia nos filmes realmente faz sentido para mim…Tenho certeza que nunca assisti a um filme que levasse em consideração todas as regras do Dogma mas os poucos filmes que assisti que ousaram em ser um pouco mais crus me deixaram sempre com impressões mais fortes de suas cenas e da própria história…

    Baixando…depois deixo minha opinião com mais respaldo.

    [Responder]

  19. Rabbony Santos 25 anos - Natal/RN

    Filmes que lembro que possui alguma regra dogma:
    bruxa de blair – regras 1, 3, 4 e 5
    REC – regras 1, 3, 4, 5 e 7

    Só me recordo desses ate o momento… Bem no estilo do cloverfield que o proprio Mau lembrou…

    [Responder]

  20. Gustavo A. Ribeiro - Piracicaba/SP

    O engraçado é que Lars von Trier parece que enjoou do movimento. O trailer do novo filme dele não tem muito do Dogma:

    http://www.youtube.com/watch?v=HnCX-QLYPRc

    [Responder]

  21. Baixando pra ver qual é a dessa parada! hehehe…

    ;)

    [Responder]

  22. po,me considero um cara que conhece bastante de cinema,mas,nunca tinha ouvido falar do Dogma 95,por isso,creio que vai ser show

    [Responder]

  23. Henrique Rodrigues Araujo

    Confesso que no inicio achei o assunto do cast no minimo estranho, muito porque não conhecia o manifesto e na hora que foi apresentado o assunto, fiquei com um preconceito muito grande, igual o Juras disse, muito por já ter a cultura do cinema atual já na cabeça, mas ao decorrer do cast, percebi que que não é bem assim, o filme Dogville por exemplo eu achei fantástico. Acho que o cast foi muito bom, totalmente educativo e interessante, acho até que o próprio rapadura cast tem um pouco de Dogma, pois a ideia principal não é discutir cinema? :D

    [Responder]

  24. @Henrique rodrigues araujo
    Dogville é o mais hollywoodiano dos dogmas.

    [Responder]

  25. hahahha essa versao sem edição foi impagavel

    de qualquer forma

    parabens , excelente tema , excelente rapaduracast como sempre

    soh comentando , apesar de eu gostar desse estilo de cinema que o Lars propoe , nao deixo de pensar nesse dogma como uma ditadura qualquer se isso fosse tomado realmente em grandes proporçoes . Para mim ia limitar muito a criatividade e a magia do cinema .

    Acho que esses dois estilos de cinema tem que coexistir .

    [Responder]

  26. tema profundo…
    baixando

    [Responder]

  27. Henrique Rodrigues Araujo

    @Mr. Spoiler
    Mas não deixa de ser dogma, e muito menos de ser um bom filme :D
    para te ser sincero…nem sabia que ele era dogma. :shock:

    [Responder]

  28. Henrique Rodrigues Araujo

    completando…não sabia que era dogma antes deste cast.

    [Responder]

  29. Engraçado como vocês conseguem fazer algo que o Nerdcast não consegue, pegar um assunto chato e transformar num podcast legal… Nada demais, mas não é irritante!

    [Responder]

  30. Olá rapadurianos. Esse rapaduracast foi sensacional e muito polêmico. Ficou muito bacana vocês não terem editado, deu um tom totalmente natural e está na lista dos meus rapaduracasts favoritos. Vocês desconcertaram todos os gêneros atuais do cinema mostrando o Dogma 95. Foi uma verdadeira BOMBA. Sou eternamente grato por terem me apresentado essas 10 regras. Não sou totalmente à favor delas, se isso fosse seguido ao pé da letra, os grandes clássicos não teriam existido e o que seria dos maiores blockbusters da história “Titanic” e o “O Vento Levou”(com ajuste). Creio que essa lista foi feita em um momento de estress, porém não deve ser desconsiderada. É um absurdo eles não aceitarem trilha sonora em um filme (colocada separadamente), isso eu nunca concordarei e acho que eles estavam bolados até demais ao desconsiderarem isso. Eu gosto tanto de filme naturebas ou cheios de efeito especiais, pra mim o que importa é impressionar e agradar aos olhos. Confesso que quando vejo algo feito naturalmente me impressiona bastante, até mais que efeitos especiais, um grande exemplo disso é o recente “O Casamento de Rachel”. Não vejo porque desconsiderar os efeitos especiais, porque seria desconsiderar a tecnologia. Quando um filme consegue manter um equilíbrio entre todos os outros fatores da produção, o resultado fica positivíssimo. Acho que muita gente vai rever seus conceitos ao ouvirem esse cast. Vocês foram incríveis e surpreenderam novamente. Abraços de seu fiel ouvinte.

    [Responder]

  31. Antes de tudo parabens pelo formato do cast Jurandir! Deu pra ter uma certa persepição de como seria um filme em estilo Dogma95. Bom… Essa parada de Dogma95 é incrivel no geral, imagina, um filme com todos esses conceitos bem elaborados? porem, digo que filmes são na minha opinião algo que nos transporta pra outra dimensão. Nos tranporta pra algo que não vivemos e as que viveram mostra em angulos e efeitos que nos mostra a sensação unica e controversa de todas coisas. No filme Adagas voadora tem uma cena que eles filmaram no final do filme que aproveitaram a mudança do clima. claro que todo conceito de Dogma95 é algo incrivel mas digo que seria melhor se os conseguissem pegar alguns dos conceitos e misturar com a tecnologia e fazer algo que surpreenda e divirta e mostro no geral a realidade. È polemico demais tal conceito por isso encerro dizendo: Cineastas Surpreenda-me!

    [Responder]

  32. Muito bom, mesmo sem edição o podcast teve ritmo! Gostei do tema, interessante pensar no dogma 95 como um exercicio mesmo como forma de experiencia e aprendizado, algo que de alguma forma contribua para o estilo do cineasta.
    Mauricio intimidou o Jaum, hein :mrgreen:

    [Responder]

  33. Concordo com o Guilherme. Acho uma balela total esse Dogma 95. Pra que limitar as evoluções técnicas do cinema? Essa mania de que tudo que é pop é ruim, e tudo que é “alternativo” é automatica e obrigatoriamente bom… me irrita pra CARALHO.

    A tecnologia está aí pra ajudar. Idiotice dizer que sua simples presença é o que impede que um filme seja bom. Se alguém quer fazer filmes rústicos, tipo teatro filmado (e teatro chinfrim), tudo bem. Se tem gente que gosta disso, seja feliz. Mas condenar as produções mais “maquiadas”… acho que ninguém tem o direito de cravar o que é certo ou errado. É muita arrogância isso.

    [Responder]

  34. ;…E o Dogma 95 não é contra a evolução da tecnologia… É só ver o novo filme do Trier, não tem nada de dogma e ainda usa efeitos especiais…

    MAS uma coisa é certa: um filme dogma nao é encomendado por uma empresa para gerar lucros, é feito por um artista querendo fazer sua arte, isso só ajuda para que o filme seja bom… Diferente das super produções que vemos hoje, onde cada um faz seu quadrado porque já sabem que vai ter lucro… É muita arrogância limitar o cinema á dogmas e á tecnologias.

    [Responder]

  35. Eu ainda não assisti “Na Natureza Selvagem” de Sean Penn, mas eu sinceramente espero que ele tenha se encaixado ao menos nos mandamentos 1, 2, 3, 4, 5 e 8.

    [Responder]

  36. Pela primeira vez em cento e vinte e seis podcasts não tem aquela tradicional abertura do galo cantando. Vocês não vão colocá-la mais?

    [Responder]

  37. podia fala tbm sobre o filme
    Dogma, aquele quer fizeram á comedia
    abraço

    [Responder]

  38. Ambiente externo: Antes do por do sol, usa isso.

    Som ambiente: O casamento de rachel, cada música que tem no filme é executada ao vivo.

    Câmera na mão: A bruxa de blair, né, pois Cloverfield e Casamento de rachel, escolhem as cenas de mão e câmera gigante.

    A 4.ª regra é só filmagem em dia ensolarado,a céu aberto. Surf Adventures.rsrs.

    A 5.º regra, só filme em hospital, aquele silêncio!!! É o famoso f#deu, não dá para fazer cinema assim.

    Sexo é ação superficial? É incluido no esquema?

    Regra 7, eu vi isso antes do primeiro corte em Ainda Orangotangos

    REGRA 8 ISSO É SERIO!!! Não existe, cara, rasgou a jornada do herói.

    Regra 9, o que eles tem contra os 8 mm?

    O nome do diretor não deve figurar nos créditos? Ok, e como a pessoa sabe que o filme é Las Von trier. Peguei vocês. Besteira.

    Acho uma ditadura cinematogáfica. É um “cinema novo”, novo.

    Gostei muito do papo. Tenho vontade até de tentar fazer um curta. Valeu seres rapadurianos.

    [Responder]

  39. Muito bom o papo sobre o manifesto. Porém, acabei percebendo uma coisa.

    São inaceitáveis os filmes de gênero, certo? Mas o DOGMA 95 acaba gerando um gênero próprio. Nunca, em Hollywood ou em outras localidades, a maioria dessas regras serão respeitadas. Eu chamaria esse gênero de CRU.

    Ao invés de se aceitar isso como uma regra geral, ao menos possibilita existir mais um novo gênero/estilo/tipo de filme a ser feito.

    Quem estiver a fim de assistir a um filme do gênero CRU vai atrás dos que se agregam a essas regras. Afinal, mudar um pouco é bom. Experimentar novos tipos de experiências cinematográficas.

    Como foi comentado logo no início, é muito difícil enxergar um filme sem trilha sonora. Soa mais como um documentário, que ainda assim, mostra a realidade do mundo, reproduz um acontecimento ou retrata um pensamento. E assim como o cinema, para mim, tirando alguns filmes de ficção exagerada, o cinema é uma visão do mundo, das atitudes, da humanidade. Podemos virar a esquina e sermos mortos por uma arma de fogo, o que infelizmente faz parte de nossa realidade atual. Por que vetar algo tão relevante na humanidade hoje em dia?

    Enfim… São apenas alguns pontos. Concordo com a alternativa de se fazer algo mais palpável, sem efeitos visuais e cenografia. Mas nunca como uma lei, e sim como uma opção a mais para essa coisa linda que é o cinema.

    [Responder]

  40. E corrigindo um erro grotesco de voces:

    Dogville NÃO é do Dogma 95!
    O.o

    Tem cenário construído e iluminação… Além de outras coisas.

    [Responder]

  41. Gabriel "Borges"

    Sem musica no filme de Dogma? E eu que ia colocar toda a sinfonia 41 de Mozart em meu curta…Mas, por exemplo, se eu apareço tocando piano no filme, não tem problema certo? Filme sem musica é como comida sem sal na minha opinião. :???:

    [Responder]

  42. Mais que regras doidas! :evil:

    [Responder]

  43. Diretor não aparecer nos creditos? kkkkkkkkkXD Só sendo trouxa para não colocar o nome se o filme for um sucesso.

    [Responder]

  44. Parabéns pela “falta de edição” Juras, ficou muito bom. Belo tema!

    Pois bem, eu nunca tinha ouvido falar nesse manifesto. Ví alguns filmes do Lars (Dogville e Dançando no escuro), gostei bastante deles, justamente por despertar em mim sentimentos que raramente eu senti ao ver um filme. O filme da Bjork me deixou deprimido durante dias, é muito triste hehehhehe

    Enfim, acho que é até interessante que exista esse manifesto e que alguns diretores façam filmes dessa maneira. Tou curioso para ver esses outros que vocês citaram, devem ser bacanas. Entretanto, discordo completamente das criticas feitas a Hollywood. É cospir no prato em que comemos com muito gosto! Pode ter muito lixo, mas tem muita gente talentosa que utiliza dessa magia do cinema para trazer para nós histórias que NUNCA poderiamos ver se fosse levado em consideração esse manifesto.

    Sinceramente, gosto de fantasia no cinema. Historias absurdas, ambientes desconhecidos, ação inverossimel e por aí vai. É um momento de fugir da nossa realidade, nem que seja por pouco tempo. Acho válido, tanto que é por isso que gosto muito de ir ao cinema. Mas, como eu disse anteriormente, também acho muito válido que se façam filmes utilizando essas leis propostas, é um novo estilo como outro qualquer.

    Sinceramente, nenhum argumento dado pelo Mau me convenceu em relação ao ponto que diz que o nome do diretor não tem que constar nos créditos. Não faz o menor sentido. Por mais que os atores e roteiristas sejam importantissimos para o bom resultado do filme, o diretor também tem papel importante, oras. Se o problema foi a “marca comercial” que o nome dos diretores tem, eles não tem do que reclamar, afinal, como vocês disseram, esse proprio manifesto é uma put* propaganda. Me parece uma bela de uma contradição.

    Resumindo: acho que os dois estilos podem conviver em paz, cada um produzindo seus filmes sensacionais. Mas um querer excluir de alguma forma o outro, acho exagero. Espero que eles não tenham proposto isso pra valer.

    Até mais!

    [Responder]

  45. Jaum Godoy falou tão pouco após os primeiros quinze minutos

    [Responder]

  46. Que manifestinho de merd@ heim. Como disseram os caras, nao botar o nome nos creditos nao tem idiotice mair. Ou melhor é so uma maneira de querer chamar mais atençao.

    Nao se iludam, quem criou isso nao foi por um cinema criativo e inteligente e sim pra fazer polemica e ganhar mais dinheiro. É assim que o mundo é e pronto.

    [Responder]

  47. Gustavo A. Ribeiro - Piracicaba/SP

    Pra quem acha que filme sem música é um absurdo: vejam Os Pássaros, do Hitchcock.

    Não tem uma só nota musical. Mas você nem sente falta.

    [Responder]

  48. O [REC] seria um filme que entraria em algumas desssas regras!
    1. As filmagens devem ser feitas em locais externos. Não podem ser usados acessórios ou cenografia (se a trama requer um acessório particular, deve-se escolher um ambiente externo onde ele se encontre);

    2. O som não deve jamais ser produzido separadamente da imagem ou vice-versa (a música não poderá ser utilizada a menos que ressoe no local onde se filma a cena);

    3. A câmera deve ser usada na mão. São consentidos todos os movimentos – ou a imobilidade – devidos aos movimentos do corpo (o filme não deve ser feito onde a câmera está colocada; são as tomadas que devem desenvolver-se onde o filme tem lugar);

    4. O filme deve ser em cores. Não se aceita nenhuma iluminação especial (se há pouca luz, a cena deve ser cortada, ou então, pode-se colocar uma única lâmpada sobre a câmera);

    7. São vetados os deslocamentos temporais ou geográficos (o filme se desenvolve em tempo real);

    [Responder]

  49. Gostaria de dar os parabéns para vocês e me viciei em ouvir os programas. Baixei todos os rapaduracasts e como sou cinéfilo sempre deixo rolando o programa enquanto trabalho ou estou de bobeira mesmo. Gostaria de levantar uma questão para tema de um rapaduracast: Por quê TODA adaptação dos livros do Stephen King para a telona, o filme sai uma porcaria? Eu sei que o tema é bem específico, mas apartir dele poderia ampliar a questão para outros autores, mas que os filmes adaptados do S.King fedem, fedem. O único filme que eu gosto, ainda que dure um milhão de horas por ter um roteiro perdido, é o IT, filme do palhaço assassino, clássico até certo ponto dos anos 80.
    Abraço e sucesso!

    [Responder]

  50. Ah, sobre o Dogma 95: proposta polêmica para intelectualóide. Steven Spielberg disse uma vez que um filme bom depende de uma boa história. Independente de quem concorda comigo ou não ao citar o Spielberg, ele está certo. Agora ficar podando pós produção, musica, iluminação e querer fazer um cinema cru então que os cineastas Thomas Vinterberg e Lars von Trier filmem com as camerda do irmãos Lumiere pra ver se eles fazem alguma coisa que preste. Resumo da ópera: esses dois inventaram essa porcaria pra chamar atenção apenas já que eles estão esquecidos no cinema mundial.

    [Responder]

  51. Parabéns seres rapadurianos!!

    É sempre bom quando rola uma pausa nos podcasts sobre blockbusters para falar de cinema de verdade.

    Que venham muitos outros como esse!

    PS: O cinema oriental, principalmente o Sul-Coreano ta merecendo um podcast…

    Abraço!

    [Responder]

  52. Rodrigo Serrano

    Cinema de verdade? isso seria Cinema de verdade? porque um blockbuster não é cinema de “verdade”?

    o cinema sul-coreano é cinema de verdade?
    um monte de filmes chatos pra cacete são cinema de verdade?

    um filme como A Lista de Schindler ou O Poderoso Chefão não é considerado cinema de verdade, pois não segue esse tal Dogma?

    é foda, essas pessoas que querem parecer cultos cinematograficamente, escrevem cada coisa…

    puxar o saco dos outros não leva ninguem a nada….

    Seres rapadurianos, depois de gastar 1 cast preparando para outro sobre um filme que Vocês SABIAM que era ruim, agora vem com um assunto desses? caras, tanta coisa a ser dita, parem com isso..
    o Rapaduracast não pode ficar desse jeito, elevem o nível, por favor!

    [Responder]

  53. QUEIROZ, se o sexo que acontecer em tela for real, não é superficial.

    GUXTA, acho que o Dogma tem uma classificação do que gênero. Como a vida, o que poderia dizer que é o teu gênero? Drama? Ação? Comédia romântica? Por tratar temas de uma forma crua, acaba sendo uma mescla de gêneros, que acaba o deixando sem gênero pré-definido.

    THAYNAM, não foi erro grotesco falar sobre Dogville. Falamos dele por possuir algumas das regras estabelecidas pelo movimento e ser comandando pelo Trier.

    RODRIGO SERRANO, o termo “cinema de verdade” é o que traz o realismo para as telas. Portanto, blockbuster nunca serie “cinema de verdade”, já que possui uma série de truques. Ridículo é ter cabeça fechada a um tipo de cinema apenas. Abra a sua cabeça. O cinema não foi criado para ser restrito a ninchos. E RapaduraCast nunca tem tema é gasto. Sabemos da nossa responsabilidade como podcasters de massa e temos uma função muito importante de apresentar o cinema pouco divulgado para o público. Isso é discussão e difusão cinematográfica.

    Se vocês analisarem bem o manifesto, perceberão que é mais uma crítica ao estilo hollywoodiano de produzir filmes, do que ser uma ditadura para produção de filmes. Eu adoro o cinema blockbuster, mas é importante experimentar outras vertentes.

    Se vocês repararem, os maiores filmes da história do cinema se encaixam pelo menos em uma regra do Dogma 95. Isso não quer dizer que os demais filmes sejam ruins ou descartáveis, muito pelo contrário. Dependendo do seu objetivo e da sua experiência sobre o que é o cinema, seu gosto vai mudando. Se você acha hoje “Homem-Aranha” o melhor filme do mundo e nunca viu um filme do Kubrick ou Chaplin, quando assistir, o seu pensamento vai ser muito diferente.

    O problema é que tentam pegar o manifesto como sendo uma coisa ridícula e etc, sendo que o principal objetivo é forçar os cineastas a produzirem filmes sem serem baseados nas premissas repetitivas do cinema pipocão. Mesmo sem a liberdade de produção [já que se baseia em regras], o cineasta acaba tendo que ir além do que ele já viu e forçado a criar. Quem nunca viu a superação mesmo com um espaço limitado? Isso é a criatividade.

    [Responder]

  54. Mas Juras, a partir do momendo que se escreve um roteiro, já deixa de ser “cinema de verdade”? Pq aquelas falas não aconteceriam naquele momento se não fosse esse filme, o que acaba sendo um truque também.

    [Responder]

  55. ALLAN, não sei dizer. O termo se refere ao realismo de suas cenas, não a forma de confecção.

    [Responder]

  56. Gabriel Valente

    Arrisco dizer que esse talvez seja o tema mais interessante de toda a história do Rapaduracast.

    Baixando…

    [Responder]

  57. Parabéns mais uma vez!!! Gostaria de dizer que o manifesto pode parecer uma utopia, mas também traz a tona uma das coisas que é mais essencial para a mundo das artes em geral, que é a inovação. É estupendo o modo como eles fazem uma desconstrução do cinema até então. Valeu pelo cast.

    [Responder]

  58. dino, 31 anos rj

    :shock: pode ser o cast que for, que o resultado é o mesmo:
    SEMPRE RECLAMAM!!! :mad:

    [Responder]

  59. Olá, senhores.

    Mais um cast para enriquecer o conhecimento sobre cinema. Ótimo.

    Abraços.

    [Responder]

  60. Excelente tema!

    Soa um pouco contraditório o item 8,afinal o dogma acaba abrangendo um novo gênero.

    Acho importante conciliar os filmes de grande bilheteria com as produções pequenas.É uma pena que as distribuidoras só visem o lucro,ao mandarem para os nossos cinemas,na maioria das vezes apenas os blockbusters.Inúmeros filmes são mandados para cá,diretamente para DVD.E ainda existem pessoas,que só querem assistir aos blockbusters,por preconceito com os filmes de produções pequenas.Já ouvi pessoas escrevendo asneiras,dizendo que esses são filmes só para quem é metido a intelectual.É uma pena que pensem assim,afinal perdem excelentes experiências.Sem contar,que tal mentalidade,contribue para que esses filmes não cheguem às telonas.

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  61. Danny Maia - São José dos Campos - SP

    Parabéns Rapaduras pelo cast!
    Como muitas pessoas, não conhecia o manifesto e confesso que é justamento este tipo de tema para o cast que mais me desperta interesse, ser apresentada a algo ainda desconhecido.
    Vocês conseguiram fazer isso de forma simples, expressando suas opiniões sem polemizá-las, e olha que o tema é sem dúvida polêmico.
    Concordo com o Juras, que ao ditar regras você acaba limitando ou até mesmo podando uma criação. Quando se tem uma inspiração, ou a deixamos fluir ou ela perde toda a razão de ser.
    O Dogma 95, como disse o Mau, é um jogo. Quem quiser jogá-lo sabe que as regras são claras e que o olhar crítico sobre a sua obra será ainda mais afiado.
    Mas isso não é de todo mau. Dogville é um filme incrível, prova que uma boa história pode ser contada de uma forma crua.
    É difícil para uma geração como a minha que tem clássicos como “De Volta Para o Futuro”, “Parque dos Dinossauros”, “Forrest Gump” e tantos outros, imaginar que se estas regras fossem válidas para todo o cinema, estes filmes simplesmente não existiriam.
    Mas se temos uma concepção de como é ou deve ser um filme, nada nos impede de ter diferentes experiências. O Dogma 95 traz exatamente isso, uma forma diferente de ver, receber e sentir os filmes.
    Valeu meninos pelo cast, beijo carinhoso.

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  62. [...] [Podcast] RapaduraCast 126 – Dogma 95 [...]

  63. Acho que a galera não entendeu. Esse lance de manifesto é comum em movimentos artísticos. procurem saber sobre o manifesto situacionista e o manifesto neoísta.
    É um manifesto artístico, que veio a ter o cinema como base. Mas poderia muito bem ser quadrinhos, teatro, artes plásticas, instalações, performances, poesia, etc.
    As críticas sobre a não utilização do nome do autor (no caso, do diretor) foram, no mínimo bizarras. Isso é muito comum (não no cinema, é claro)sobretudo em movimentos artísticos. Isso vem a ser um crítica ao EGO. É o sacríficio do reconhecimento por algo de maior valor, a arte.

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  64. Outra coisa. Caso você não entenda ou não goste de filmes independentes, filmes arte, filmes nos moldes do Manifesto Dogma… não se aflige. Esses filmes NÃO SÃO para as massas.

    Siga sua vida e seja feliz.

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  65. Mr. Spoiler, o problema é que muitos artistas (de qualquer mídia), ficam tão bitolados com esse negócio de “arte pura” não comercial, etc, que esquecem que o importante é a qualidade do produto. Só pelo fato de fugir do lugar comum, do “capitalismo” ou whatever, acham que automaticamente já são geniais.

    E o pior que é que muitos críticos vão nessa linha, onde toda e qualquer obra “alternativa” é obrigatoriamente foda pra caralho e mil vezes melhor que toda e qualquer obra pop.

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  66. Dogma… “O termo DOGMA está ligado à ideologia ou conjunto de princípios que servem de base a um sistema religioso ou político. São afirmações absolutas que não permitem discussão, um conjunto sitemático de representações (idéias, valores) e de normas ou regras (de conduta), que indicam ou prescrevem aos membros da sociedade o que devem pensar e como devem pensar. Também indica o que esses membros devem valorizar e como devem valorizar, o que devem sentir, fazer.”
    Pelo love de God… dizer que esse tal de manifesto Dogma 95 é a favor do cinema criativo e inteligente é hipocrisia demais. Simplesmente é uma tentativa tosca de chamar a atenção criando regras que por sí proprias já criam um gênero de filme.
    Nem sempre uma grande verba disponível é sinônimo de um bom filme e com certeza o contrário é válido também. Se essas regras fossem seguidas fielmente coitados de nossos filhos e de nós mesmos. Só teríamos filmes realistas demais e de certo modo, limitados. E cinema não é só isso, sei disso e, principalmente vocês que são especialistas no assunto também sabem!
    Vamos então dizer adeus para DE VOLTA PARA O PASSADO, direção de…. uhnm, desculpe, não tinha o nome do diretor. Digamos adeus também DE VOLTA PARA O FUTURO, direção de Robert Zemeckis e, digamos então um grande olá para “CONGELEM NO PRESENTE”, uma pequena grande produção de Thomas Vinterberg e Lars von Trie, dirigido por (CENSURADO) e estrelado por vários atores que não consegui reconhecer grande parte em cena porque a estória se passa de noite dentro de uma floresta e não dava pra ver NAaaaaddaaa!

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  67. Um tema complexo, que eu nunca tive contato, não sabia que isso existia, ouvir, fiquei com várias dúvidas, mas vou fazer uma busca e tentar entender melhor para não sair falando bobagem ou defendendo algo que eu não acredite!! Com certeza vou ouvir esse cast mais umas 4x..
    Abração a todos da Equipe e Obrigado pelo excelente conteúdo.
    BoM FERIADÃo….!!

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  68. Preciso dizer que ha tempos eu espero esse tema!

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  69. Podcast ótimo!
    A tirada de fazer um cast cru ficou sensacional, mas vamos combinar que essa parada de Dogma 95 é um meio de brincar de cinema. Não existe jeito de se fazer o cinema atual assim. (Lê-se rentável).
    Mas não posso negar que é curioso assistir um filme gravado nesses moldes. E até pobres mortais seriam capazes de produzir um filme. aiuhaui
    Vou procurar esses que vocês indicaram no cast.
    Obrigada por mais uma semana de entreterimento e cultura.
    Vocês são demais!

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  70. Rafael Marini lembrou do [REC].
    [REC] realmente é um dos que mais chega próximo do Dogma 95.
    Então posso ter queimado a língua em dizer que é impossível fazer um filme nesses moldes. REC foi maravilhoso!
    Excelente lembrança, Rafael Marini!

    QUEIROZ, eu tb fiquei com vontade de fazer um curta. iauhauihauia

    Como seria Velozes e Furiosos? O câmera correndo atrás do carro? ahahahah

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  71. Acho que há preconceito dos dois lados,tanto dos que só querem os filmes não-comerciais,quanto os que só veem blockbusters.

    O primeiro grupo geralmente fala mal de qualquer obra que tenha apelo popular,para esses pseudos-intelectuais,se o povo gosta (principalmente se o público for adolescente),o filme não presta.

    Já o segundo grupo,não assiste a produções “alternativas”,por acharem se tratar de filmes chatos.

    O interessante seria abrir espaço para todas as vertentes de cinema,sem limitá-lo por regras.Porque ,se O Dogma 95 queria cinema criativo,uma lista de regras pode produzir o efeito contrário.

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  72. EDSON, quando você é livre para fazer o que quer e mesmo assim saem MUITAS repetições [Hollywood], como ir além? Se você criar regras que limitem essa liberdade, você só consegue produzir duas coisas: filmes porcarias ou filmes criativos/inteligentes. Qual seria o gênero baseado nessas regras? Acho que você não pegou o objetivo do manifesto. Não é substituir o cinema pipocão pelo Dogma, mas ser uma opção há tudo isso que consumimos.

    KEZIA, regras são importantes para pautar o manifesto. Se não tivessem regras, seria como hoje [livre]. Se a idéia é tentar extrair o máximo dos cineastas, a regras servem para encurtar o espaço e forçar a criatividade.

    Não esqueçam, Dogma 95 é um jogo, não modelo de vida.

    [Responder]

  73. Juras,entendo agora o que você quer dizer sobre a criatividade. :grin:

    Mas,é como vocês falaram no podcast,não há um filme de Hollywood,que se encaixe em todas as regras.E ainda acho que existe muito preconceito dos adeptos de um gênero com o outro (sim,porque o Dogma 95 acaba virando um gênero,querendo ou não)Mas é interessante saber mais sobre esse movimento,eu mesma só o conheci pelo rapaduracast!

    Infelizmente,não temos uma democracia nos cinemas,no que se refere aos diferentes tipo de filmes.Inúmeras produções ditas pequenas ou alternativas,sequer passam nos cinemas,vão direto para os DVDS ou ficam restritas a alguns festivais,pois as produtoras e distribuidoras acham que não irão ter retorno com ela,no que estão certas. :sad:
    O próprio público torce o nariz para filmes que fogem do esquema dos blockbusters,o que é uma pena.

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  74. Boooooring :roll:
    Se eu já não ia com a cara do Dogma 95 quando primeiro soube dele, depois desse cast aí mesmo é que eu quero distância dessa coisa :P

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  75. Um filme é como um livro: pode ter uma capa dura, com bonitas e coloridas ilustrações, letras grandes e agradaveis de se ler, tamanho que ocupa no bolso ou não, mas isso é o importante ou a historia dentro dele? Por isso sempre compro livro no sebo. Por isso apoio o Dogma 95

    [Responder]

  76. Acho que consigo entender um pouco essa idéia do dogma, se olharmos pelo lado do artista que sempre quer ver sua arte evoluir para uma lado cultural, filosófico, cabeça, whatever… Mas veja só, se o cinema seguisse esse Dogma 95 como uma tendência, ele iria acabar se tornando uma arte de ninchos, como a dança ou como a pintura, onde ficam dois intelectuais observando um quadro por horas, discutindo que “as cores de Matise, se olhadas numa interpretação neoclássica, ficariam mais pasteis…” EEEEECCCA!!! :D

    Na moral, cinema, para mim, é a evolução do vovô sentado na frente da fogueira, com a família ao redor, os filhos, os netinhos, contando histórias, sejam reais ou inventadas, sejam experiências de vida ou sejam lendas da tradição que vieram do pai, do avô, do avô do avô…
    Onde haveria espaço para a magia, para a ficção, para a história, para a tradição dentro desse dogma? Não consigo pensar em Blade Runner sem trilha sonora, em Senhor dos Aneis sem deslocamentos temporais, em Star Wars sem truques e efeitos especiais… Se quer ver realidade, vai assistir jornal, Van Basten, e me deixa sonhar em paz! :mrgreen:

    Acho que filmes feitos dentro do dogma têm sim seu espaço, e devem ser valorizados, mas inevitavelmente, como muitos já disseram, se tornaria um gênero, como se criou o gênero “filme de arte”, que apesar de talvez não ser um gêreno oficial, mas tounou-se um rótulo, que muitas pessoas, da mesma forma que dizem “ah, eu não gosto de filme de ação” ou “não gosto de filme de terror”, também dizem “eu não gosto de filme de arte”.

    Também discordo plenamente dessa coisa de não colocar o diretor nos créditos, pois do jeito que muitas pessoas vão assistir a um filme porque é do Spilberg, ou do Tarantino, ou do Scorsese, muitas pessoas (e muito mais do que as que vão ver o filme pelo diretor) vão a cinema ver o filme porque é o filme do Bruce Willis, do Brad Pit ou da gostosa da Sharon Stone… Dessa forma, só trocaríamos o rótulo do diretor pelo rótulo do ator. E o diretor, assim como o ator, é parte indissociável do filme. Assim como não existe time sem jogador, não existe time sem técnico, meu caro Maurício.

    Bem, acho que é mais ou menos isso ai que eu penso do Dogma. Apesar disso, achei legal o tema, porque é uma aprofundada na questão do cinema como uma forma de arte. Se um dinamarquês fumou maconha estragada e deu um ataque de manifesto, mas esse ataque trouxe a tona um tema como esse, acho importante discutir, mesmo que eu não concorde com uma linha do que ele escreveu, porque só pela troca de idéias é que o mundo muda.

    [Responder]

  77. Jackson,

    Oscar Wilde defendia que a pureza e o valor da arte são inversamente proporcionais ao desejo do artista de agradar, seja ao público ou à crítica.
    Mas há muito picareta sim. Principalmente nesse ramos de arte.

    E também acho meio idiota o pessoal “culturete” descolado que só pega filme cult na locadora, muitas vezes sem entender muita coisa, e ter um baixo senso de interpretação. Outra vez, meu ex-professor de Estética (filosofia da arte) questionado do porque não gostou do filme 300, disse que a textura do cenário não era convincente. Oras, isso é totalmente irrelevante.
    Outra vez, um atendente de locadora disse que não gostou de Bewolf porque ele não o engrandeceu e não tinha nenhuma mensagem. Ledo engano, o cara nem sacou a mensagem do filme e quis se pagar de posudo.
    Mas esses caras são fracos. Por que dar bola a eles?

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  78. É, realmente,existem aquelas pessoas que só para posarem de intelectuais,assistem só um determinado tipo de filme,não entendem a mensagem,mas como querem bancar os especialistas,pesquisam na internet,ou copiam informações de outros críticos e já saem por aí debatendo.Isso quando assistem…Atitude totalmente ridícula!

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  79. Mr Spoiler e Kezia, concordo com vcs. Os dois conseguiram dizer com mais elegância o que eu estava esbrevejando, hehehe. Mas é que essa postura me irrita MUITO, já participei de várias discussões sobre ela.

    Como brincadeira, proposta, jogo, o Dogma 95 é válido. Segue quem quer. O problema é a ARROGÂNCIA de julgar que esse é o único cinema “puro”, e desqualificar todos os outros. No cast, eles falam muito a palavra TRUQUE. De acordo com o Dogma 95, então, um filme pode ser maravilhoso, mas se tiver “truques”, é condenável.

    Por outro lado, um filme sem “truques” é automaticamente exaltado, mesmo que o resultado final seja uma merda! Só porque usa técnicas cruas, realistas, ele é bom? A técnica de produção é mais importante que o resultado final? A forma é mais importante que o conteúdo?
    Pra mim isso não tem o menor sentido.

    [Responder]

  80. Urias Alves - Parauapebas - 21 - Pará

    Se isso virasse realidade em todos os filmes desistiria de cinema…pularia para Hq´s e outras coisas…
    Isso não tem menor sentido…
    Achei esse assunto redundante…mais adorei a brncadeira de vc´s…(…travou aqui…)hehehe!!!

    [Responder]

  81. Jackson, Kezia e Mr. Spoiler. Vocês estão considerando que existe julgamento de qualidade em relação a Hollywood ou qualquer filme que siga o Dogma 95. Na verdade, ninguém tem fórmula ou garantia de qualidade, vide por exemplo The Spirit.

    O que vale é a proposta de fazer algo diferente, com pontos que forçam a criatividade buscar um novo caminho.

    Acho Dogma 95 MUITO válido e seria muito legal ver todos os grandes diretores arriscando fazer ao menos um filme assim.

    [Responder]

  82. Leandro,em nenhum momento eu generalizei comportamentos,falei que existem pessoas que gostam de passarem por cults,sem realmente absorver a mensagem dos filmes.

    Quanto ao Dogma 95,acho que todas as vertentes de cinema são válidas,desde que não se usem pré-julgamentos.Só porque uma pessoa é adepta do Dogma 95,isso ,em hipótese nenhuma,quer dizer que ela é esnobe,assim como só porque uma pessoa prefere blockbusters,ela não possa apreciar também produções consideradas pequenas.

    Precisamos de inovação constante,é claro.E nisso o Dogma 95 poderia ser usado,não como regra ou exceção,mas sim como uma vertente saborosa do cinema.Há espaço para todos,apesar de não vermos as grandes produtores e distribuidoras,darem tanto destaque assim,aos filmes ditos menos pop.

    [Responder]

  83. Eu, particularmente, gosto bastante desse lado visceral do cinema. Não só do cinema, mas dos quadrinhos e da literatura também.
    A falta orçamentária, muitas vezes, fazem um bem danado para o filmes. Tornam-os muito mais criativos.
    Nas mãos de alguém sem talento, torna-os mediocres.

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  84. Tem o Dogma brasileiro…

    Celulóide com feijão
    O cineasta paulista Jeferson De reúne 12 diretores negros e cria o manifesto Dogma Feijoada para mudar a imagem do negro difundida pelo cinema

    Quando adolescente, o cineasta paulista Jeferson De, 32 anos, recebeu um soco no orgulho depois de assistir ao filme Os Trapalhões no Planeta dos Macacos. Nas ruas de Taubaté (SP), onde cresceu, passou a ouvir gente de pele branca chamar gente de pele negra de “macaco”, por causa do filme. Esse quase “trauma” e outras experiências cinematográficas “revoltantes e ofensivas” o motivaram a criar um manifesto para romper com o esquema de representação do negro brasileiro no cinema nacional: o Dogma Feijoada.

    O “dogma” do título do manifesto é inspirado no movimento Dogma dinamarquês, resposta dos loiros de olhos azuis daquele país contra os padrões estéticos do cinema norte-americano. A versão “feijoada” conta com treze diretores negros e foi lançada oficialmente no Festival de Curtas Metragens de São Paulo. “Queremos que o negro brasileiro traduza a própria realidade na tela”, diz Jeferson De, que já fez assistência para os consagrados André Klotzel e Eliane Caffé.

    RECEITA DE BOM FILME
    Os ingredientes do Dogma Feijoada funcionariam como alternativa para eliminar estereótipos. A receita? O autor deve ser negro, o protagonista também, a temática do filme deve estar relacionada com a cultura negra brasileira, o roteiro deverá privilegiar o “negro comum”. Super heróis ou bandidos devem ser evitados.

    [Responder]

  85. Marcelo Nen - Recife

    Pra mim os diretores que fizereram o dogma 95 não tinham a real intenção de segui-lo, mas queriam criticar o cinema exclusivamente comercial produzido por Hollywood.
    Na minha opinião o dogma é muito radical( eles acabaram com toda a pos-produção dos filmes) e muitas regras ao meu ver são inúteis, pois o fato do filme ser colorido ou preto e branco, não torna um mais filme do que o outro, são apenas técnicas diferentes que usadas da maneira correta podem melhorar ou não um filme.
    Pra mim o Dogma 95 inaugurou um nova técnica que alguns podem amar e outros podem odiar. E é isso. O cinema pode ser produzido em qualquer lugar, com qualquer camera, editado ou não. o que realmente importa é transmitir a magia do cinema e o dogma funcionou para nos lembrar disso.

    [Responder]

  86. É interessante, vou realmente procurar filmes quem seguem o Dogma 95… E esse cara que fez Dogville deve ser bom Dogville é ótimo… obra de arte totalz…
    Muito legal o Podcast… Abraço… ^^

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  87. Olá seres rapadurianos.

    Parabéns pelo tema escolhido, realmente foi fascinante a discussão de vcs, ainda mais sem efeitos de edição que nem o normal, dando mais realidade ao tema em pauta.

    Sobre o tema discutindo, achei ótima a idéia de criarem esse formato novo de gravação de filmes, pois assim se descobre realmente os grandes atores, aqueles que não precisam de dublês, efeitos visuais, efeitos sonoros, para serem de grande destaque. Mas vendo pelo lado negativo, já viramos vítimas dos filmes Hollywoodianos, com certeza um filme que não tem uma boa iluminação, bons efeitos sonoros, uma boa trilha sonora, não pode ser considerado bom, isso é de fato pela ótica que criamos com essa nossa geração.

    E há muita realidade nisso, acho que não deve ser muito interessante ver um filme cru, com erros, além dos demais fatores citados no cast. Sinceramente não faz vc se sentir no filme, independetes de possuir ou não um gênero. Eu mesmo nunca vi um filme desse movimento, mas creio que não irei gostar, pois cresci vendo “Blockbusters” e já tenho uma outra visão de cinema, mas mesmo assim esse não é o fato principal, acho que pessoas que começaram no cinema mudo, e viram clássicos antigos devem possuir o mesmo pensamento que eu.

    Bom é isso ai pessoal, tema ótimo!

    Só uma pergunta, esse movimento já terminou? (desculpe perguntar, talvez vcs tenham comentado no cast, e eu não ter percebido).

    Abraços.

    [Responder]

  88. Referente a 3ª regra

    Na hora lembrei de um ótimo filme nacional que usa e abusa disso: Tropa de Elite!

    Nas cenas do apartamento do Capitão Nascimento, onde ele conversa com sua mulher, notei isso e achei incrível o uso da câmera na mão.

    Depois de conhecer cinema e saber como é feita uma simples cena de diálogo de 2 pessoas sentadas na mesa de um restaurante, achei muito “escroto” saber toda a logística envolvida, sendo que um simples movimento de câmera poderia resolver o problema e dar um ar de maestria na cena.

    Um abraço!

    [Responder]

  89. Olá Jurandir! Já estou nessa de rapaduracast a um tempo, vindo aqui por meio do Nerdcast. Gosto da informalidade de seu cast assim como do JN mas que não deixa margem pra amadorismo puro. Gosto desta vontade sincera de querer melhorar sempre. Vocês são o futuro da Internet!
    Incrivel que justamente o tema desta edição seja o filme autoral, com produção enxuta mas que não abre mão de um minímo de qualidade interpretativa e de roteiro. Acabei de ver pela enésima vez The Man from Earth, de Richard Schenkman. Filme despretensioso que nos segura pela idéia de seu roteiro. Ficção científica pura e de qualidade sem nenhum efeito especial! Aconselho tanto a você quanto aos seus camaradas a assisti-lo. Só que infelizmente não se tem nem dvd nacional do filme. Só importando (aí mazela de zona 1, sem legendas em português) ou baixando via torrent. Mas não esquenta, o diretor liberou pois foi a única forma de ser promovido sem torrar grana em marketing… Novos tempos, não?

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  90. Gostei demais desse cast. Estava desanimado com o Rapaduracast, mas essa edição mandou muito bem. Pela primeira vez em tempos fiquei com vontade de escutar duas vezes. Tudo foi legal, até a edição estilo Dogma.

    Aos revoltados, o Dogma95 é uma provocação. Nem deveria ser necessária explicação para o movimento.

    PS: Olha só, então esse é um filme Dogma:

    [Responder]

  91. Gustavo Ferreira

    Olá seres rapadurianos…

    Gostei muito do formato dessa edição do cast,tenho que admitir que não conhecia esse Dogma 95..

    Achei de certa forma meio estranho(O Dogma),porquê afinal de contas a “graça” do cinema são os efeitos especiais e a fantasia.É o único jeito de você esquecer a realidade e viajar!(lembre-se de A ponte para Terabítia)
    Na minha opinião o que esses caras queriam com tudo isso era aparecer mesmo!

    [Responder]

  92. Francesca Abreu - DF

    Eu nunca tinha ouvido falar desse tal dogma 95.
    Nunca mesmo.
    E olha. ainda bem. Oh idéia de jirico.
    Porque eu acho essa idéia que eles iventaram, foi somente para aparecer.

    Alguém fazer um filme seguindo as regras sugeridas. Tudo bem. É uma coisa diferente. E quem conseguir fazer um filme gostoso e qualidade para se assistir, que prenda a pessoa na cadeira, transmintindo emoção, deve ser elogiado mesmo.

    Mas, onde estariam os filmes de ficção, aventura, ou qualquer gênero que seja sem a evolução de técnicas e de tecnologia? Não trocaria meu Senhor dos Anéis, Harry Potter, Matrix, ou qualquer outro filme pra uma idéia que não me agradaria.

    Mas, como tem doido pra tudo e faz tudo para aparecer. Eu faço é rir.

    [Responder]

  93. Francesca Abreu - DF

    Desculpem-me, mas só lembrei agora e não deu pra colocar no outro comentário, mas ainda bem que o quadro de emails voltou.

    Ah…
    O que seria do RapaduraCast sem sua vinheta de entrada, de chamada de emails? Como aconteceu nessa edição??? Sem graça e sem sal.

    O que seria do JUKEBOX????

    essa idéia é sem futuro.
    :P

    [Responder]

  94. Eduardo Galvão

    Além do Dogma 95 e do Dogma Feijoada (que conheci através dos comentários…) existe também o movimento T.R.A.U.M.A. (Tentativa de Realizar Algo Urgente e Minimamente Audacioso), iniciativa brasileira proposta por Alexandre Stockler, bem semelhante ao DOGMA 95…

    Assistam “Cama de Gato” e tirem sua conclusões!

    PS.: Francesca, eu acredito que essa edição do Rapaduracast não tenha vinhetas, nem chamadas, nem sonoplastia, nada, em referência ao próprio Dogma 95, que não aceita pós-produção!

    [Responder]

  95. Eduardo Galvão

    E como não faltam manifestos por aí, já ouvi falar de um chamado “THE PUZZY POWER MANIFESTO”…

    Criado pela Zentropa, do Trier (olha ele aí de novo…), parece ser algo a favor de mostrar sexo real no cinema “mainstream”, para o grande(?) público!

    Exemplos?
    Lie With Me
    All About Ana
    Até mesmo o próprio Idioterne tem uma cena assim, se não estou enganado…

    Ps.: Perdão pelo comentário duplo, mas só lembrei agora!

    [Responder]

  96. Cara, achei tudo isso um monte de besteiras. Só faltou acrescentar a seguinte regra:

    “Não se pode ter atores nem roteiro. As pessoas filmadas têm que ser pessoas comuns, fazendo coisas comuns que elas fazem no dia a dia.”

    Se for pra ver isso eu assisto Big Brother, oras.

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  97. Odiei as “regras” se o cinema não evoluice como evoluiu, estariamos gostando do cinema mas não com tanta magia como hoje em dia.

    [Responder]

  98. luis fernando - 19 anos - VR

    caramba,que tema!!!

    totalmente polêmico!!

    Chega a ser bem dificil de eu dizer como seria senhor dos aneis,batman tdk,o poderoso chefão,rei leão,de volta para o futuro e muitos outros sem a trilha sonora!!

    O que seria De volta para o futuro sem a magia dos efeitos especiais do delorean viajando no tempo???

    O homem aranha balançando entre os arranha céus sem os efeitos especiais,como seria???
    é…realmente Holyoody tá envestindo muito em remakes,continuações,adaptações,chega a ser um saco isso!!!

    quase nenhum roteiro original!!!

    mas eu entendo perfeitamente,até o que posso sitar um gênero que se encacharia perfeitamente nessas regras,algumas delas pelo menos!!

    o gênero terror.

    caceta,REC,BRUXA DE BLAIR E CLOVERFIELD FOI DO CARALHO!!

    principalmente o REC!!

    Sem trilha sónora,cameras totalmente em tempo real,carambola!!
    na minha opnião todo filme de terror tinha que ter esse estilo!!

    Imaginem como seria aquela porcaria do sexta feira 13 nesse estilo???

    no meio daquela floresta,sem musica de fundo ou coisa parecida,com o jason peseguindo suas vitmas,e alguém filmando todo o acontecimento???

    não seria foda???

    então se é possivel um filme ter essas regras???

    É CLARO QUE É POSSIVEL!!!!

    mas na minha opnião,só o gênero terror!!

    eu não sei na opnião de outros gêneros,paul tomas anderson coloca um pouquinho disso em seus filmes,também acho duca isso!!
    Aquele começo do Sangue negro é um exemplo disso!!

    um outro que posso citar com um pouquinho de dogama é o exterminio,aquela filmagem de londres em tempo real é super foda!!
    e cai entre nós o filme é muito bom,mostrou prá todos esses hollydianos que londres também sabe fazer filme!!!
    principalmente as paisagens externas,monumaentos,muito bom mesmo!!
    Eu sou a lenda também,práticamente todas a s cenas são feitas realmente em nova york!!!

    Alguns tão pegando relamente um pouco desse gênero,chego a imaginar como seria michael bay fazendo transformers com todas essas regras, como será que seria???

    ötimo cast,adorei demais essa idéia de como seria por exemplo,um podcast sem fundo musical,efeitos,e ao mesmo tempo vocês explicando prá nos o que é esse gênero tão polêmico!!

    muito bom,que venha casts mais POLÊMICOS ainda!!

    [Responder]

  99. Daniel Oliveira

    Excelente!!! Mas muito bom mesmo… mais uma prova incontestável da qualidade do cast do Cinema com Rapadura…

    Nunca tinha me perguntado seriamente sobre o Dogma 95, muito menos assistido a filmes feitos sob essas regras. Tinha apenas ouvido falar, sem muita atenção.

    Concordo que seja um tipo de crítica à escala industrial do cinema estadunidense. concordo também que seja uma belíssima jogada de visibilidade para o movimento, bem como para os diretores.

    Questiono algumas coisas. A matéria prima do cinema é a realidade, mas enquanto arte, plataforma, meio de comunicação, instrumento, um filme é uma ilusão da realidade, é a construção de um ponto de vista, de uma interpretação.
    Se as regras são pra tirar todas as trucagens, as “mentiras” dos filmes, não apenas no sentido da desvalorização da técnica, mas também no sentido de discussão do que é ou não é válido para a sétima arte, o próprio filme não tem mais crédito. O produto final, em essência, é uma mentira, um truque (por mais que as técnicas utilizadas tentem eufemizar).
    Caímos, então, na discussão do cinema como registro da realidade, apenas registro. Lembro de duas coisas: a discussão no Cast Porno, sobre o que seria um FILME porno ou apenas um vídeo.
    E outra coisa: René Magritte, que em estudos sobre a imagem e a estética, problematizou que a representação artística não é realidade, e sim REPRESENTAÇÃO. (vide a obra “C’est Ne Pas Une Pipe”)

    Portanto, se a luta do Dogma 95 é para que se retire a mentira do cinema, os truques e para que se valorize a realidade, temos mais é que sair pra rua e ver o mundo com nossos prórpios olhos. nao consigo desvincular a idéia de ilusão de qualquer filme, mesmo documentários.

    Maurício, genial!!!
    Juras, genial (a edição também)!!!
    Jaum, genial (falou pouco, mas falou bonito!)

    [Responder]

  100. Fábio Guedes (Blackguedes)-DF

    Eu mandei um e-mail na esperança de ser lido, mas vendo os comentários aqui verifiquei que ninguém ainda reparou em um dado curioso que o RC concretizou com esse cast de número 126. Gostaria de compartilhar com meus colegas ouvintes, caso ele não seja lido no próximo epísódio. Segue o e-mail que acabei de enviar:
    “Boa noite, senhores Rapadurianos.

    4.699.508.541 bytes ou 4.589.363 KB ou 4.481 MB ou 4,37 GB ou 1 DVD-5. Esses são os números binários que o RC alcançou em seus 129 arquivos de áudio. Quero dar os meus sinceros parabéns por terem atingido essa marca e agradecer por tantas horas de informações e entretenimento proporcionado sem me cobrarem nada!

    Sou ouvinte “assíduo” desde outubro passado, tenho todos os episódios (e acabei de guardá-los em 1DVD-R!), porém estou ouvindo sequencialmente e, neste momento, ouço o #76. Minha meta é alcançar o episódio “atual” em julho.

    Não sei se vocês haviam reparado ou se consideram isso algo importante, mas em todo caso, ficam ai os meus parabéns.

    Obrigado ao Jurandir, Raphael,Mauricio, Tiagos Siqueira e Sampaio, Maíra e todos os demais responsáveis por essa sessão SENSACIONAL (essa foi pro Jurandir!) do portal CCR.”

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  101. Átila dos Santos, 16 anos - São José dos Campos, SP

    Boa idéia mesmo guardar os casts em um DVD-R, porque são mesmo grandes casts! Tenho todos aqui no meu pc, e claro já ouvi todos.

    [Responder]

  102. Então aquelas porcarias que gravei com meu celular poderiam ser chamadas de “cinema”? Viva eu! Viva Dogma 95… E espero que não respeitem tanto isso! :mrgreen:

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  103. Francesca Abreu - DF

    Eduardo Galvão,
    Sei que o programa foi elaborado para dar idéia da não pós-produção. Por isso, eu citei a ausência das vinhetas e etc.

    Fabio Ciccone,
    ehehehhehe…eu prefiro assistir ao Big Brother também.

    BlackGuedes,
    Eu também estou fazendo a minha coletânea de rapaduracasts. Nunca apaguei nenhum que já ouvi e tenho em arquivo aqueles que nunca escutei também, mas que aos poucos venho escutado.

    Eu só tenho uma crítica a mim mesma. Apesar de ouvir aos programas, eu queria ser mais assídua na participação dos comentários.

    [Responder]

  104. Erica Seoane, 29 anos - Salvador/BA

    Não conhecia o Dogma e achei interessante. Acho impossível que vire lei, mas acho que a intenção deles foi mais propor um diálogo. Alguns ítens do Dogma podem sim ser aplicados em alguns momentos das tramas para dar um ar de realidade à coisa… É um elemento de reflexão.
    Ah! E obrigada por me citarem mais uma vez no cast… Fiquei SUPER FELIZ!! :oops:

    [Responder]

  105. Gustavo A. Ribeiro - Piracicaba/SP

    Blackguedes & Francesca Abreu,

    Que bom saber que não sou o único maluco que grava em DVD os podcasts! Já tô no segundo disco, porque incluo as participações dos rapaduras em outros casts, como o MonaCast, Papo de Gordo, NerdCast, Máquina do Tempo, e os vídeos mais legais, como da viagem pra Curitiba.

    Sem falar no saudoso RapaduraBox…

    [Responder]

  106. Acho que o cara saiu dos preceitos dos dogmas porque é muito chato os filmes do dogma…

    Outro ponto é que, sendo vetado filmes de gênero pelo dogma, todas estas regras acabam tornando o dogma um gênero, então todos os filmes deveriam ser vetados.

    Já que eles fizeram um manifesto em pró do cinema crú e mais realista… vou fazer aqui meu manifesto para um cinema mais divertido, usando como base as regras do dogma 95.

    1. As filmagens podem ou não serem feitas em locais externos, porém não podem ser usados CGI ou recursos de computacionais para criação de multidões ou populações que devem ser feitos com figurantes;

    2. O som deve ser produzido de forma a gerar a melhor qualidade possível, canais separados de áudio para ambientação DEVEM ser usados a exaustão, assim como efeitos surround e etc. Todo filme deve ter certificação sonora THX ou similares e no mínimo 5.1 canais;

    3. A câmera deve ser usada na mão sempre que possível, principalmente em cenas de ação. São consentidos todos os movimentos – ou a imobilidade – devidos aos movimentos do corpo (o filme não deve ser feito onde a câmera está colocada; são as tomadas que devem desenvolver-se onde o filme tem lugar, contudo são permitidos recursos cenográficos, de iluminação e tomadas em estúdio, quando estes recursos são utilizados para acentuar e melhorar a qualidade da fotografia);

    4. O filme deve ser preferencialmente em cores. Aceita-se iluminação especial (principalmente se há pouca luz, favor fazer curso com Tim Burton);

    5. São muito bem vindos os truques fotográficos e filtros, afinal, cinema é magia e todos gostam de vivenciar nas telas coisas não cotidianas;

    6. O filme não deve conter nenhuma ação “superficial”, toda ação deve ser “bem feita” (hahaha), homicídios, Armas, etc. devem ocorrer na mesma proporção que ocorrem na vida real (nem todo mundo tem uma AK-47 em casa);

    7. São esperados os deslocamentos temporais ou geográficos (por favor queremos mais “De volta para o futuro”!);

    8. São inaceitáveis os filmes de gênero únicos (Queremos ação com comédia, drama com suspense, romance com aventura, etc…);

    9. O filme deve ser em no mínimo 35 mm, mas sempre utilizar a maior qualidade possível, HD sempre que possível, assim não perderemos muitos detalhes pela falta de qualidade, e o filme ainda ficará bom mesmo quando levado a novas mídias que por ventura venham a surgir onde seja possível mais qualidade ainda;

    10. O nome do diretor deve figurar nos créditos, afinal ninguém gostaria de alugar um novo filme do M. Night Shyamalan por engano.

    PS: Não levem tão a sério meu manifesto, mas gosto do cinema pela diversão, pela qualidade do audio visual, pela beleza da fotografia, pelas atuações estupendas dos bons atores… mas não concordo com uma regra tão severa…

    Contudo acho que todo diretor deveria, ao menos, tentar fazer um filme dogma 95, pode se adquirir muita experiencia trabalhando nesses moldes.

    [Responder]

  107. Aeeh,eu também gravo no DVD os rapaduracasts!Que bom ver que mais pessoas fazem isso! :grin:

    [Responder]

  108. Felipe Maricato Moura

    Nossa muito bom escutar o rapadura sem ter um milhão de efeitos juntos da prar se divertir melhor desta forma.

    [Responder]

  109. Prefiro o rapaduracast com efeitos!!!!

    [Responder]

  110. Erica Seoane, 29 anos - Salvador/BA

    esperando o novo cast, me dei conta hoje de uma coisa lá no fullbanner da página: por que só tem imagens de personagens masculinos?? Nenhuma menina??
    :cry:

    [Responder]

  111. Tal vez porque as melhores atuações são as masculinas? kkkkkkkkXD Só brincando. Algo curioso, 95% dos programas é formado só de homens. :idea:

    [Responder]

  112. Erica Seoane, 29 anos - Salvador/BA

    Pois eh… nunca tinha me dado conta… ARRASADA… :cry:

    [Responder]

  113. Esse Dogma 95 não e nada mais que uma apoplogia aos filmes caseiros. E mesmo assim muito filme caseiro ficaria de fora! Que loucura

    [Responder]

  114. Meu queridos excelente cast. Nunca tinha ouvido falar de tal projeto e apesar de ser interessante é no mínimo arcaico. Acho q a evolução deve ser acompanhada e que o uso de seus artificios deve ser usados afimde nos proporcionar uma maior experiência audio visual como telespectadores. Gostaria de parabenizar a vcs tb pela humildade de sempre em interagir com pods que estão em seu começo como filecast, papo de gordo e etc… Por serem humildes e pessoas impares é q vcs são o sucesso a são hj. Parabéns mesmo hoje e sempre.

    [Responder]

  115. não entendi o rapaduracast é de dragon ball evolution ou o movimento Dogma 95?

    [Responder]

  116. @Francesca Abreu – DF:

    sua crítica está anotada e assim que puder, não faremos NADA!!! RSRS
    só depende de você, né?
    rsrs

    [Responder]

  117. @GUIJA MATIAS:

    CADÊ VOCÊ?
    RAPAZ, SEUS COMENTÁRIOS ESTÃO FAZENDO FALTA!!! ABRAÇÃO!!!

    [Responder]

  118. Não desmerecendo os outros participantes mas é que o quarteto(Juras, Mau, PH e o Thiago Siqueira) devia fazer mais rapaduracasts juntos!!!

    Os 4 num mesmo cast não tem pra ninguém!

    [Responder]

  119. è, apoio o Vinícius, o quarteto maravilha devia fazer mais rapaduracasts juntos.
    Juras
    Ph
    Mau
    Siquas ( ou Sicas? Em um cast bem antigo estava seu apelido… )…Esperando o cast!

    [Responder]

  120. Francesca Abreu - DF

    @Dino
    valeu…vou lembrar disso…

    Esperando pelo cast….Vai ser biografia? hummm juke, faz tempo que não tem um.

    [Responder]

  121. luis fernando - 19 anos - VR

    Tomara que seja um rapaduracast de filmes orientais ou com estilo oriental!!

    espero muito por isso!!

    tem tantos filmes bons,alias ótimos!!

    Irmandade da guerra
    heroi
    Oldboy
    Zatoechi
    Mestre das armas
    Memorias de uma gueixa
    kung fusão
    Shaulin Soccer
    O Tigre e o Dragão
    kill Bill Vol 1 e 2

    [Responder]

  122. Ótimo podcast, afinal conta com um bom arsenal de informações!!!!

    Confesso que tenho a ciência do que representa o DOGMA 95, mas nunca vi um filme… na verdade nunca me interessei … sempre achei meio “blasé” ainda mais depois que os fundadores do movimentos deram pra trás…

    Mas muito bacana que o podcast esteja ido pra esse caminho…. estou ouvindo o do Chaplin agora…

    [Responder]

  123. Ah!!! Só pra constar que “Dançando no Escuro” e “Dogville” do Lars Von Trier são duas obras-primas…ou seja, o cara mandou muito bem fora do Dogma.

    [Responder]

  124. “Dogville” é um filmaço, porém o manifesto pra mim não passa de algo útil pra quem quer fazer cinema, e não para o público, para a audiência. É um exercício criativo para os criadores e não para os espectadores, a não ser para aqueles que entendem das técnicas e do assunto. É um manifesto egocêntrico.

    [Responder]

  125. Eu me lembro de quando o dogma apareceum achei interessante na época, e com o passar do tempo entendi que esse manifesto era algo temporário, mas que deixaria suas marcas.

    Adorei a edição estilo Dogma do podcats ! Muito loco! A do tarantino também gostei!

    Abraço!

    [Responder]

  126. Só acho que a colocação de que o DOGMA veio pra democratizar MUITO ERRADA.
    Como democratizar ? DEsde quando filmar em 35mm é barato ?
    Uma das coisas mais dispendiosas de se filmar sempre foi toda parte da pelicula, cameras, equipamentos, luz (que 35mm praticamente exige), telecinagem, etc…
    Barato não é e acho que nunca vai ser, filmar em 35mm. :)

    Bom assunto. Um pouco “atemporal”, ou fora do tempo, mas certamente otimo. ;)

    [Responder]

  127. Ola Rapadurianos
    desculpem-me pelo comentário atrasado, mas aqui estou e vou dizer que nunca imaginei que existisse algo como esse tal de Dogma 95 achei bem interessante os “mandamentos” e creio que isso como já tinha sido citado no podcast traga mais criatividade e novos olhares sobre o cinema.
    procurei alguns dos filmes comentados e é bem dificil de encontrar mas a caça esta acontecendo e assim que olhar alguns terei uma melhor opinião sobre o assunto.

    queria dar um parabéns especial a “Falta de edição” que deixou ele bem legal apesar de alguns efeitos terem sido usados, pois ouvi Jurandir comentando no podcast de charles chaplin que alis vou lá comentar

    uma grande abraço
    Leonardo de andrade

    [Responder]

  128. Muito bom o podcast.
    Mas ia tirar muito da graça do filme.
    Iam ficar muito parecidos com documentários… não ia ser legal.

    [Responder]

  129. Um filme recente que não tem trilha e uma serie de outras coisas é REC.

    [Responder]

  130. Dogma 89. Hummmm….. pensei, pensei e pensei, mas não consegui lembrar de nenhum filme que use todas essas regras, alguns até usam a câmera na mão, outros não tem trilhas sonoras, mas mesmo assim nenhum deles conseguem colocar todas as regras na pratica. Os documentários talvez seriam os mais propícios para isso, mas ate mesmo aquele Survival Man do Descovery Channel recebe algumas edições.

    Para mim o Dogma 89 acaba de uma maneira ou de outra sendo uma nova categoria de filmes, quem segui-las a risca será rotulado como tal. Por outro lado o próprio diretor Lars Von Trier usa e abusa dos efeitos especiais e da edição no seu filme Anti-cristo. Logo no começo desse filme é quebrada a regra sobre o nome do diretor, o nome dele está estampado de uma maneira tão clara que aqueles que não sabem o nome do filme poderiam ate se confundir, pensando que o filme em si carregava o nome estranho de – Lars Von Trier.

    Parabéns pelo cast!

    [Responder]

    ony2005 disse:

    PS: Onde eu escrevi Dogma 89 leiam Dogma 95 .vergonha .vergonha .vergonha .vergonha

    [Responder]

  131. Com certeza um dos melhores casts que já ouvi! Lars Von Trier, um artista da sétima arte, fundou esse manifesto que não só discute o cinema mas permite uma certa interação do público com o filme. Não quero só conhecer o movimento, mas experimentar eu mesmo esse tipo de cinema.

    [Responder]

  132. Os movimentos de oposição a regras,ou características de certo segmento artístico quase sempre são interessantes.Um podcast sobre algum desses movimentos poderia ser chato sim,mas não foi.Parabéns pelo programa.É possível repensar vários detalhes do processo cinematográfico a partir do tema abordado nessa edição.Muito bom.

    [Responder]

  133. Nunca tinha ouvido falar disso. Acredito que devemos respeitar esse manifesto, mas tem coisas que são meio absurdas(pra mim pelo menos).
    “2. O som não deve jamais ser produzido separadamente da imagem ou vice-versa (a música não poderá ser utilizada a menos que ressoe no local onde se filma a cena);”
    Como diz PH: “Isso é um absurdo”. Não dá.
    Eu amo trilha sonora!!!!!!! E não consigo aceitar isso.

    Valeu :)

    [Responder]

  134. Não sei se podemos falar do Dogma 95 como algo que deixa o filme mais real e verdadeiro. A partir do momento que escolheram essas regras deixaram o filme tão irreal quanto qualquer filme cheio de efeitos. Não gosto desse “movimento cinematográfico” acho que isso não é cinema, não gera a catarse necessária para se assistir um filme, mas essa é minha opinião e talvez seja até um pouco infantil, mas é o que penso, não sou a favor de cinema cheio de efeitos especiais (a não ser que sejam necessários, como em filmes de super heróis) mas filmes totalmente crus (nem tanto porque são editados de alguma forma) também não me agradam. Abraços.

    [Responder]

  135. Eu acabei de assistir ‘A fita branca’, e só hoje parei pra ouvir esse podcast. Ao ouvir consegui inserir o filme do Michael Haneke na ausência de trilha sonora, uma das regras do Dogma e que acompanha todo o longa, a despeito do filme ser em preto e branco, o que nega esse manifesto. Sinceramente achei uma boa iniciativa pra época e considerei algo de muita audácia, pois ‘nadar contra a corrente’ dos filmes hollywoodianos é coisa pra pessoas muito ousadas, embora seja um movimento um tanto extremista, como tudo o que acompanha o Lars von Tries. Definitivamente preciso conhecer mais desses diretores, mas hoje só agradeço ao Rapaduracast por mais uma ‘aula’ de cinema. Obrigada! :D

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