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O critério usado para a
seleção dos 10 maiores atores da atualidade
foi baseado na filmografia e trabalhos
importantes. Como regra, só foram escolhidos
atores vivos. |
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TOM HANKS
(9 de Julho 1956 - Concord, Califórnia,
USA)
Com uma carreira mais
que consolidada e que já dura quase 30 anos,
ele se tornou, aos poucos, não apenas um
ator de peso em Hollywood, mas uma
celebridade de primeira linha. O ator, no
entanto, relata que nem mesmo conseguia um
papel nas peças da escola antes de ser
descoberto por um diretor depois de um teste
em um teatro na Califórnia.
Nascido em 9 de julho de 1956, na
Califórnia, Thomas Jeffrey Hanks cresceu em
uma família dissolvida. Seus pais se
separaram quando ele era ainda criança e sua
infância foi vivida na casa de parentes. No
entanto, o próprio ator diz que isso não
ocasionou nenhum trauma mais profundo. Ele
conseguiu superar esse período e tomou o
rumo certo na vida. Após seu primeiro
trabalho no teatro - uma peça que chegou a
se apresentar em várias cidades -, Tom já
começou a pensar em saltos mais ousados em
direção à indústria cinematográfica. Tom
Hanks chamou a atenção pela primeira vez na
série de TV “Bosom Buddies”, de 1980. Nesta
série ele se vestia de mulher, em uma
história parecida com a do filme “Quanto
mais quente melhor”, de 1959, em que Tony
Curtis e Jack Lemmon também se vestiam de
mulher. |
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Seu primeiro papel nas telonas, o terror de
1980 “Trilha de Corpos”, foi praticamente
uma ponta, porém, depois de diversas
participações e produções para a TV, sua
chance mais notável veio com “Splash - Uma
Sereia em minha vida” em 1984. Em 1988, o
ator aparece em um de seus mais famosos
papéis, no filme “Quero Ser Grande”,
interpretando o garoto que faz um pedido
para uma máquina desejos num parque de
diversão. O pedido é atendido e se torna
adulto da noite pro dia, sem alterar, no
entanto, sua personalidade adolescente. Tom
recebeu pelo filme uma indicação ao Oscar de
Melhor Ator e levou o Globo de Ouro na mesma
categoria. Após filmes variados, em 1993 Tom
interpreta no drama “Filadélfia” um de seus
mais marcantes papéis. Esse filme que
acarretou um Oscar para Tom Hanks na
categoria Melhor Ator (ele também ganhou o
Globo de Ouro nessa categoria).
Em 1994, outro grande papel entra na
filmografia de Tom Hanks com “Forrest Gump –
O Contador de Histórias”. O filme conta a
história de Forrest, um rapaz de baixo QI,
que ironicamente narra estar presente em
momentos decisivos da história americana.
Por esse papel, o ator ganhou o Oscar,
alcançando o feito de ganhar a estatueta por
dois anos consecutivos. Os anos foram
passando e a quantidade filmes aumentando,
entre eles: "Apollo 13 - Do Desastre ao
Triunfo", "Toy Story" (dublando o caubói
Woody), "The Wonders – O Sonho Não Acabou"
(também como diretor e roteirista), "O
Resgate do Soldado Ryan" (que deu uma
indicação ao Oscar para ele), “Mensagem Para
Você”, “À Espera de Um Milagre” e “Náufrago”
(dando outra indicação ao Oscar para ele e
uma vitória no Globo de Ouro).
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JACK NICHOLSON
(22 de Abril de 1937 - Manhattan, Nova
York, EUA)
Jack Nicholson, nome artístico de John
Joseph Nicholson, começou sua carreira como
ator, escritor e produtor, trabalhando para
e com Roger Corman. Isto incluiu sua estréia
na tela, em "The Cry Baby Killer "(1958),
onde ele fez o papel de um delinqüente
juvenil que entra em pânico após atirar em
outros dois adolescentes, e "A Pequena Loja
de Horrores", onde fez um pequeno papel como
um paciente masoquista em um dentista. Seu
trabalho no roteiro lisérgico de "The Trip",
estrelada por Peter Fonda e Dennis Hopper, o
levou a seu primeiro trabalho de sucesso em
"Sem Destino" (1969). No filme, Nicholson
faz o papel do advogado beberrão George
Hanson, pelo qual recebeu sua primeira
indicação ao Oscar.
Uma indicação para Melhor Ator veio no ano
seguinte, por seu papel em "Cada Um Vive
Como Quer" (1970), que inclui seu famoso
diálogo com uma salada de frango sobre obter
o que se quer. Outros primeiros filmes pelos
quais ele é famoso incluem "A Última
Missão", de Hal Ashby (1973); "Chinatown",
de Roman Polanski (1974); "Um Estranho no
Ninho", de Milos Forman, pelo qual recebeu
seu primeiro Oscar; e "O Iluminado", de
Stanley Kubrick. Nicholson ganhou um prêmio
da Academia por Melhor Ator Coadjuvante por
seu papel em "Laços de Ternura". |
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O "Batman" de 1989, onde Nicholson fez o
papel do supervilão Coringa, foi um êxito
internacional, e um contrato de porcentagem
nos lucros deu a Nicholson cerca de 50
milhões de dólares. Por seu papel como o
impetuoso coronel Nathan R. Jessep, em
"Questão de Honra" (1992), filme sobre um
assassinato em uma unidade dos fuzileiros
navais dos EUA, ele recebeu outra indicação
ao Oscar. Este filme contém umas das mais
famosas frases de Nicholson no cinema: "Você
não pode lidar com a verdade!". Em 1997
ele ganha o Oscar por seu papel como o
neurótico no romântico "Melhor é Impossível"
(1997).
Em "As Confissões de Schmidt" (2002),
Nicholson faz um vendedor de seguros
aposentado de Omaha, Nebraska, que questiona
a própria vida e a morte de sua mulher pouco
depois. O filme lento e profundamente
emocional aparece contrastando com muitos de
seus papéis anteriores. Na comédia
"Tratamento de Choque", ele faz o terapeuta
agressivo que deve ajudar o pacifista Adam
Sandler. Seu filme seguinte, "Alguém Tem Que
Ceder", de 2003, contracena com Diane
Keaton, fazendo o papel de um homem que não
consegue aceitar como parceira, uma mulher
da sua idade. Nicholson retornou à sua forma
vilanesca como o chefe durão da máfia
Irlandesa, controlando Matt Damon e Leonardo
DiCaprio no filme de Martin Scorsese "Os
Infiltrados" (2006). Em 2007, Nicholson,
juntamente com Morgan Freeman, protagonizou
o filme "Antes de Partir".
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PHILIP SEYMOUR HOFFMAN
(23 de Julho de 1967 - Fairport, Nova
York, EUA)
Assinando como Philip Hoffman no começo
de carreira, o ator começou fazendo pontas
em seriados , como "Lei e Ordem" (1991).
Logo em 1992 tem a honra (e sorte) de
trabalhar com Steve Martin em "Fé Demais Não
Cheira Bem". Sem papel de destaque ainda,
faz parte do elenco de "Perfume de Mulher"
(1992), refilmagem do clássico italiano
dirigido por Dino Risi. Sob o comando de
Martin Brest (diretor de "Um Tira da
Pesada"), Hoffman aparece ao grande público,
pelo apelo do astro Al Pacino. Então que em
1996, Paul Thomas Anderson o convida para
fazer parte do seu primeiro longa-metragem
chamado "Jogada de Risco". O resultado é
mais um prêmio em um filme aonde ele
participa. Se em "Perfume de Mulher", Pacino
recebia seu Oscar, em "Jogada de Risco" é
Paul Thomas Anderson que ganha pela direção
do filme pela associação de críticos de
Boston. A parceria com Paul Thomas rende ao
ator um papel em "Boogie Nights" (1997),
onde o elenco do filme é premiado em vários
festivais. Hoffman então encontra seu
cenário, seu perfil, seu chão. Começa a ser
chamado para filmes sérios, com papéis de
destaque: "O Grande Lebowsky" (1998) dos
irmãos Coen; "Felicidade" (1998), do diretor
Todd Solondz; "Próxima Parada, Wonderland"
(1998) e em "Ninguém é Perfeito" divide a
tela com Robert de Niro, dirigido por Joel
Shcumacher. |
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"Magnólia", vencedor do Urso de Ouro em
Berlim em 1999 consolida o talento e a sorte
do ator, garantido outros inúmeros convites
seguintes: "O Talentoso Ripley" (1999), "Deu
a Louca nos Astros" (2000), "Dragão
Vermelho" (2002), "Embriagado de Amor"
(2002) e "Cold Mountain" (2003), filmes
premiados e celebrados pela critica. Faltava
o Oscar, não? Pronto. 2005, "Capote". E o
Oscar vai para Philip Seymour Hoffman. Ele
logo decide quebrar o gelo e aceitar o
pedido de Tom Cruise para fazer o vilão na
terceira parte de "Missão Impossível". Em
2007 Hoffman trabalha com dois mestres do
cinema norte americano: Mike Nichols, em
"Jogos do Poder"; e com Sidney Lumet, em
"Antes que o Diabo Saiba que Você está
Morto". O que mais esperar de Philip Seymour
Hoffman? "Sinédoque, Nova Iorque", primeiro
filme dirigido por Charlie Kaufman
(roteirista de "Brilho Eterno de uma Mente
sem Lembranças").
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DENZEL
WASHINGTON
(28 de Dezembro de 1954 - Mount Vernon,
Nova York, EUA)
Ele teve uma infância dentro do
convencional. Após terminar o colégio,
ingressou na faculdade de jornalismo, mas,
após interpretar um papel em uma peça
produzida pelos próprios estudantes, Denzel
percebeu que tinha vocação para a coisa.
Logo ele estaria ingressando no
Conservatório Americano de Teatro e
começando a fazer seus primeiros trabalhos
como ator profissional. Com a sua aparência
imponente e tipo exótico, Denzel não teve
muita dificuldade para conseguir seus
primeiros papéis na televisão, meio no qual
se baseou o início de sua carreira.
Apesar de ir acumulando experiência, Denzel
apenas conseguiu sua grande chance de se
destacar em 1989, quando integrou o elenco
de “Tempo de Glória”, um drama sobre o
primeiro regimento negro a lutar na
sanguinária Guerra Civil Americana. O filme
obteve grande notoriedade e ganhou 3 Oscars,
um dos quais conquistado pelo próprio Denzel
na categoria Melhor Ator Coadjuvante. O ator
também ganhou o Globo de Ouro na mesma
categoria. Em 1992, o ator encara a
responsabilidade de interpretar um dos
grandes nomes da história americana em
“Malcolm X”, drama biográfico dirigido por
Spike Lee sobre o famoso líder
afro-americano. O ator passou por uma
elaborada preparação para interpretar o
papel e sua atuação lhe rendeu novamente uma
indicação ao Oscar, além de ganhar o Urso de
Prata no festival de Berlim. |
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Em 1993, Denzel atua em “Filadélfia”, drama
protagonizado por Tom Hanks. Após “Muito
Barulho Por Nada”, Denzel ainda protagoniza,
ao lado de Julia Roberts, o suspense “O
Dossiê Pelicano”. Por esse filme, Denzel
Washington recebeu a indicação ao MTV Movie
Awards na curiosa categoria “Ator Mais
Gostoso”, confirmando a sua imagem de galã.
Ele participou de muitas produções, como
“Maré Vermelha”, “Coragem Sob Fogo”, “Nova
York Sitiada”, “O Colecionador de Ossos”,
“Hurricane - O Furacão” (ele mais uma vez
recebeu uma indicação ao Oscar, além de ter
ganho o Globo de Ouro e novamente um prêmio
no Festival de Berlim), “Duelo de Titãs”,
“Dia de Treinamento” (ganhou o Oscar na
categoria Melhor Ator, além de também ter
sido indicado ao Globo de Ouro), “Voltando a
Viver”, “Um Ato de Coragem”, “Sob o Domínio
do Mal” e “Chamas da Vingança”.
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DANIEL DAY-LEWIS
(29 de Abril de 1957 - Londres,
Inglaterra)
"Se não me permitissem atuar como válvula de
escape, não haveria lugar para mim na
sociedade", conta Day-Lewis, que de
papéis pequenos em filmes de pouca
relevância, como "How Many Miles to Babylon?",
no qual interpretava um ricaço que
acompanhava seu amigo de infância, um
operário, num exército da Primeira Guerra
Mundial; e "Rebelião em Alto Mar", em que
contracenou com Mel Gibson, Anthony Hopkins
e Liam Neeson. Ele vêm chamar atenção com
"Minha Adorável Lavanderia", que tornaria
seu nome e o do diretor Stephen Frears
famosos. A profunda atuação de Day-Lewis
causou um rebuliço na indústria americana
porque esse longa estreou em Nova York
simultaneamente com outro filme seu, "Uma
Janela para o Amor". Por ambos os papéis, a
Associação de Críticos de Nova York lhe deu
o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante do ano.
Dois anos depois, as expectativas que
rodeavam Day-Lewis se confirmaram em outro
filme de época: "A Insustentável Leveza do
Ser", de Philip Kaufman. Em 1989, o ator
conseguiu o primeiro Oscar por seu tocante
retrato de um homem com paralisia cerebral
em "Meu Pé Esquerdo". Esta era a única parte
de seu corpo que ele conseguia controlar, e
a utilizava habilmente para pintar e
escrever. Ficou famosa a decisão de
Day-Lewis de não sair da cadeira de rodas
mesmo quando não estava sendo filmado, para
compreender ao máximo o sofrimento de seu
personagem. |
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Depois de "Meu Pé Esquerdo", Day-Lewis
tornou-se requisitado para todo e qualquer
papel dramático nos EUA e na Inglaterra.
Seguindo no sentido contrário, ele fez
questão de tornar-se ainda mais criterioso
com a escolha de papéis. Sumiu até 1992,
quando retornou às telonas tentando um filme
de ação: "O Último dos Moicanos", de Michael
Mann. Depois, Day-Lewis aceitou o convite do
diretor Jim Sheridan, que lhe havia
garantido o Oscar com "Meu Pé Esquerdo",
para estrelar seu novo filme, "Em Nome do
Pai". Repetindo a história, mais uma chuva
de indicações a grandes prêmios se seguiu:
Oscar, Globo de Ouro, BAFTA... O filme
também alterou profundamente a percepção de
Day-Lewis a respeito da Irlanda, a ponto de
pedir cidadania irlandesa.
No mesmo ano, o ator tentou mais um filme de
época, com em "A Época da Inocência", de
Martin Scorsese. Depois veio "As Bruxas de
Salem", que ficou além das expectativas da
crítica, o ator, porém, não se intimidou e
retornou em 1997 com mais um drama irlandês
dirigido por Sheridan: "O Lutador", lhe
rendendo mais uma indicação ao Globo de
Ouro. Day-Lewis resolveu então dar um tempo
do cinema. Passou nada menos que cinco anos
na Itália, vivendo humildemente como
sapateiro. Recusou o papel de Aragorn em "O
Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel", e
não retornaria aos cinemas se não fosse
Scorsese, que admitiu publicamente que
atraiu Day-Lewis para Nova York sob falsos
motivos apenas para convencê-lo de que
deveria interpretar o Açougueiro no épico
"Gangues de Nova York".
Mesmo com a volta, e elogios a sua
interpretação, foi com mais uma ausência e
seu novo retorno com "Sangue Negro", do
diretor Paul Thomas Anderson, que Day-Lewis
levou os mais importantes prêmios do cinema
mundial: SAG Awards, BAFTA, Globo de Ouro,
Oscar, entre outros. Lewis e sua carreira
provam que pedir um tempo, não significa
parar no mesmo.
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SEAN PENN
(17 de Agosto de 1960 - Santa Monica,
Califórnia, EUA)
Nos anos 80 surgiu Madonna. Com isso
então surge então seu namorado. O ator Sean
Penn. Ator? "Picardias Estudantis"... isso
pode ser considerado filme? Sim, esquecendo
o nome e indo aos créditos, o filme é
baseado em um livro de Cameron Crowe ("Quase
Famosos"), que também assina o roteiro.
Picardias, é dirigido por Amy Heckerling,
diretora de conhecidas comédias como "Olha
Quem está Falando", "As Patricinhas de
Beverly Hills" e o piloto do seriado "The
Office". Então, Sean Penn começou a
carreira, tão bem quanto sua namorada na
época.
Na década de 80 Sean Penn continua em
produções ao lado de grandes astros e ou/
nomes importantes do cinema. "Adeus à
Inocência", com Nicolas Cage; "A Traição do
Falcão", do diretor John Schlesinger;
"Caminhos Violentos", com Christopher Walken;
"As Cores da Violência", dirigido e
estrelado por Dennis Hopper; "Pecados de
Guerra", de Brian De Palma, e "Não Somos
Anjos" de Neil Jordan, com roteiro de David
Mamet. Toda essa experiência obtida nos anos
80, fizeram da década seguinte, um marco
para Penn, como ator e como diretor. Os anos
90 fizeram a carreira de Sean Penn. É
indicado ao Oscar na categoria de Melhor
Ator por "Os Últimos Passos de um Homem"
(1995) e "Poucas e Boas" (1999). |
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Vence na categoria Melhor Ator em Cannes por
"Loucos de Amor" (1997). No Globo de Ouro
recebeu uma indicação na categoria de Melhor
Ator - Comédia/Musical por "Poucas e Boas"
(1999) e de Melhor Ator Coadjuvante por "O
Pagamento Final" (1993). Ganha o Leão de
Prata em Veneza por "Hurlyburly - O
Alvoroço". Como diretor, realiza seu
primeiro filme em 95 em "Acerto Final" com
Jack Nicholson e David Morse. Novo século,
novo fôlego. Sean Penn é indicado ao Oscar
por "Uma Lição de Amor" em 2001; faz um dos
grandes papéis de sua carreira em "21
Gramas", em 2003, mesmo ano que ganha seu
primeiro Oscar como Melhor Ator por "Sobre
Meninos e Lobos". Em 2007 realiza seu longa
mais elogiado: "Na Natureza Selvagem". Nada
mal para quem era conhecido como o namorado
de Madonna, não?
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ANTHONY
HOPKINS
(31 de Dezembro de 1937 - Port Talbot,
País de Gales)
Tendo atuado em mais de 90 filmes, sendo
a maioria para a televisão, Anthony Hopkins
é considerado um dos atores mais importantes
de Hollywood. Filho de padeiro, ele começou
fazendo muitas pontas em alguns filmes e
diversas aparições no teatro. Hoje tem uma
coleção de prêmios e honrarias de dar inveja
a qualquer ator renomado. Em 1968,
chamou a atenção interpretando o príncipe
Richard em “O Leão do Inverno”, onde
contracenou com os grandes Peter O’Toole e
Katharine Hepburn. Depois desse marco em sua
carreira, atuou em diversos filmes feitos
para a TV inglesa, e voltou para o cinema
com o comovente “O Homem-Elefante”, de David
Lynch, em 1980.
Em “Spartacus”, de Stanley Kubrick, faz uma
participação especial, e doa a sua voz para
a personagem de Marcus Licinius Crassus,
atuado por Laurence Oliver. Volta à atuação
em “O Silêncio dos Inocentes”, filme que o
consagrou, ganhando um Oscar na categoria
Melhor Ator. Ele interpreta Hannibal Lecter,
um perigoso psicopata encarcerado por ser
acusado de canibalismo. O filme, mais tarde,
teria duas seqüências: “Hannibal” e “Dragão
Vermelho”. Dois anos depois volta em “Terra
das Sombras” e no mesmo ano atua em
“Vestígios do Dia”. |
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Em “Nixon” atua como o ex-presidente
norte-americano, que dá nome ao filme. Na
produção “Amistad”, de Steven Spielberg,
Hopkins faz um ex-presidente que é contra a
escravidão. Engajado com a causa, ele abre
mão de sua aposentaria para defender uns
escravos que seriam punidos por terem tomado
posse de um navio negreiro. Após “Amistad”,
Hopkins atua em diversos outros filmes, como
“Instinto”, “Encontro Marcado”, “Lembranças
de um Verão”, “Em Má Companhia” e
“Revelações”. Em 2004, volta com a
cine-biografia “Alexandre”, que mostra a
vida de um dos maiores conquistadores que o
mundo já viu: Alexandre, o Grande. No filme,
Hopkins interpreta Ptolomeu, o último dos
grandes sábios gregos.
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JOHNNY
DEPP
(9 de Junho de 1963 - Owensboro,
Kentucky, EUA)
Desde cedo possuindo uma certa rejeição
a trabalhar para a televisão, Johnny sempre
demonstrou ter personalidade forte e ser um
adolescente firme em suas decisões.
Alternando a sua adolescência entre a
atuação e a música, começou a trabalhar no
cinema quando já tinha cerca de 20 anos e,
desde então, jamais parou. Durante os
períodos fracos da música, Depp vendia
canetas por telefone. Ele foi apresentado à
arte de representar depois de uma visita a
Los Angeles, onde o apresentaram ao ator
Nicolas Cage, que encorajou Depp a tentar.
Johnny estreou no cinema em 1984, no
primeiro filme da série “A Hora do
Pesadelo”, de Wes Craven.
Em 1986, ele ganhou um papel em “Platoon”,
de Oliver Stone. No filme “Edward – Mãos de
Tesoura”, Johnny trabalha pela primeira vez
com o cineasta Tim Burton. Novamente sob a
direção de Tim Burton, Johnny interpreta o
considerado pior cineasta de todos os
tempos, Ed Wood, que dá nome ao filme. “Ed
Wood” é uma cinebiografia que possui uma
linha tênue entre o humor e o drama, ao
mostrar a perseverança e paixão de um
cineasta tão desvalorizado que, apesar dos
fracassos, vivia por seus filmes.
Utilizando-se de todo o seu charme, Johnny
incorpora o mito Don Juan de Marco, no filme
que leva o nome de sua personagem. |
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Tim Burton dirige Johnny Depp em “A Lenda do
Cavaleiro sem Cabeça”. Sempre ao lado de
Chris Ricci, Johnny incorpora Ichabod, um
detetive enviado a uma pequena cidade para a
investigação de alguns assassinatos em que
todas as vítimas tinham a cabeça cortada.
Outra vez sob a direção de Lasse Hallström e
ao lado da divina Juliette Binoche (de
obras-primas como “A Liberdade é Azul” e “Os
Amantes de Pont-Neuf”), Johnny retorna a
interpretar um cigano, em “Chocolate”. Longe
do clima romântico, Johnny estrela “Do
Inferno”, filme baseado na história de Alan
Moore e Eddie Campbell sobre o mítico
assassino Jack, o Estripador. Em “Era uma
vez no México”, terceiro filme da trilogia
do diretor Robert Rodriguez que começou em
1992 com El Mariachi e seguiu com
Desperado, de 1995, Johnny é um agente
corrupto da CIA que dificulta a vida do
justiceiro El Mariachi, papel do espanhol
Antonio Banderas.
Ele ganhou ainda mais simpatia do público,
inclusive sendo indicado ao Oscar de Melhor
Ator, ao interpretar Jack Sparrow, um
excêntrico pirata na trilogia "Piratas do
Caribe". Com direito a sua segunda indicação
ao Oscar de Melhor Ator, Johnny estrela “Em
Busca da Terra do Nunca”. Ele incorpora o
escritor J.M. Barrie e mostra o processo de
criação da sua obra-prima, até hoje bastante
explorada, Peter Pan. Ele protagoniza um
suspense baseado em uma obra de Stephen
King, “A Janela Secreta”. Pela quarta vez
sendo dirigido por Tim Burton, Johnny Depp
assume o papel de um dos maiores personagens
da história do cinema, Willy Wonka, na
regravação de “A Fantástica Fábrica de
Chocolates”.
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JAVIER BARDEM
(1 de Março de 1969 - Las Palmas,
Ilhas Canárias, Espanha)
Ele nasceu no dia 1º de março de 1969 em
Las Palmas, nas Ilhas Canárias. Sua mãe é
Pilar Bardem, uma renomada atriz que
trabalha continuamente desde a metade dos
anos 60 até hoje, e seu tio foi Juan Antonio
Bardem, um dos mais celebrados diretores
espanhóis, aprisionado pelo regime de Franco
quando seu Muerte de Un Ciclista recebeu
elogios da crítica em Cannes. Muitos outros
membros da família Bardem também são atores
conhecidos, como seu avô Rafael Bardem e avó
Matilde Muñoz Sampedro. Quando jovem,
Bardem estudou pintura na Escuela de Arte Y
Ofícios ao mesmo tempo em que interpretava
pequenos papéis na TV. Foi no começo dos
anos de 1990, quando o diretor espanhol
Bigas Luna ofereceu-lhe um papel em "As
Idades de Lulu", que sua carreira como ator
deslanchou.
Javier Bardem foi o primeiro espanhol a
ser indicado ao Oscar de Melhor Ator, uma
honra recebida por sua interpretação do
poeta e dissidente cubano Reinaldo Arenas em
"Antes do Anoitecer", de Julia Schnabel. Ele
também foi nomeado Melhor Ator no Festival
de Veneza pelo mesmo papel, o que lhe rendeu
honrarias da National Society of Film
Critics, do Independent Spirit Award, além
de uma indicação ao Globo de Ouro. |
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Javier recebeu um total de sete indicações e
quatro premiações do Goya Award, o
equivalente espanhol ao Oscar. Mais
recentemente, Javier estrelou no filme
aclamado pela crítica "Onde os Fracos Não
Têm Vez", dirigido por Joel e Ethan Coen.
Por seu papel como Anton Chigurth, Bardem
ganhou um Oscar como Melhor Ator
Coadjuvante, um Globo de Ouro, o Screen
Actors Guild e o NY Film Critics Award.
Em 2004, Bardem ganhou outro prêmio de
Melhor Ator no Festival de Veneza (somente
um ator já havia ganhado esse prêmio duas
vezes em Veneza) por sua performance em "Mar
Adentro", de Alejandro Amenabar. Por esse
papel, também ganhou um Goya e foi indicado
ao Globo de Ouro. Os outros créditos de
Bardem inclui "Carne Trêmula", de Pedro
Almodóvar. Seus trabalhos recentes incluem a
estréia de John Malkovich como diretor
"Guerrilha Sem Face"; "Sombras de Goya", ao
lado de Natalie Portman; e "O Amor nos
Tempos de Cólera". Em 2008, Javier foi
honrado com o prêmio Montecito no Festival
de Cinema de Santa Barbara.
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GAEL
GARCIA BERNAL
(30 de Novembro de 1978 - Guadalajara,
Jalisco, México)
A partir dos 11 anos, Gael passou a
atuar em séries de TV, em que fez “Teresa” e
“Meu Avô e Eu”. Só mais tarde, com o
curta-metragem “Das Tripas, Coração”, que
fala de um povoado, a cidade de Jalisco e o
seu famoso prostíbulo, Gael viria a estrear
num filme. Volta em 2000 com o filme de
Alejandro González Iñarritu, “Amores
Brutos”. Nos momentos finais do filme,
aparece como nunca antes o vimos: careca.
Gael, em 2001, faz o papel de Julio Zapata,
um adolescente de classe média, em “E Sua
Mãe Também”. O filme de Alfonso Cuarón,
consagrou o ator no México. Depois ele faz
um papel em “Vidas Privadas”, primeiro longa
do cantor Fito Paez.
Saindo do rumo da comédia, Gael aparece como
“Che” Guevara pela primeira vez, em 2002.
“Fidel” é uma série de TV de produção
estadunidense, que mostra a posse do líder
socialista cubano Fidel Castro até os dias
de hoje. Causando muita polêmica, atua em “O
Crime de Padre Amaro”, de Carlos Carrera. O
filme é uma adaptação da obra do português
Eça de Queiroz, e mostra Gael como um padre
jovem e bonito que chega à uma pequena
cidade e conhece uma moça, católica
fervorosa, e logo passam a sentir um desejo
correspondido. Uma bonita estória de amor,
de final surpreendente. |
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Um ano depois, Gael estréia na produção
britânico-espanhola “Jogo de Sedução”, em
que interpreta um ator brasileiro, carioca,
filho de um inglês, que vai tentar a vida em
Londres. Em seguida atua como “Che” Guevara
novamente. Desta vez, com o cineasta
brasileiro Walter Salles, que preferiu
basear-se nos diários de viagem de “Che” e
de seu eterno companheiro Alberto Granado,
no longa "Diário de Motocicleta". No mesmo
ano, começa a trabalhar no seu primeiro
filme ao lado de Pedro Almodóvar. De volta à
temática religiosa, em “Má Educação”, faz um
jovem seminarista, que se vê sufocado por um
padre que desperta nele, interesses sexuais.
No longa, quando mais velho, interpreta um
travesti.
Em 2006 protagonizou "Sonhando Acordado",
filme dirigido por Michel Gondry (diretor de
"Brilho Eterno de uma Mente sem
Lembranças"). No premiado "Babel", Gael é
comandando novamente por Iñarritu, após
Amores Brutos”. O cineasta brasileiro,
Hector Babenco, trabalhou com Gael em "O
Passado" em 2007. Outro brasileiro, Fernando
Meirelles, dirigiu o ator em "Ensaio sobre a
Cegueira", adaptação da obra de José
Saramago.
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